História I Remember - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Kookmin
Visualizações 343
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente antes de mais nada eu peço desculpas por um erros de data no capítulo passado era para estar : 31 de 2015 mas saiu 1015 eu tinha revisado mais né...esse passou sem querer pfv me desculpem...mas já arrumei.

Boa leitura...
Desculpa qualquer erro

Capítulo 2 - 1 capítulo


   Ano de 2013

           JUNGKOOK ON

    Corríamos felizes entre a chuva, estávamos indo a escola, mas no caminho começou a chover. Bem que eu poderia ter dado ouvidos à minha mãe e ter trago um guarda-chuva ou uma blusa com touca, mas nem está frio, claro não está ensolarado mas também não está frio. Está um tempo bom, digamos assim. Foi quando ele parou e apoiou suas mãos em seus joelhos, ofegante, fiz o mesmo e comecei a rir. Ele fica engraçado tentando recuperar o fôlego.

    — Está rindo do que? — ele pergunta confuso.

    — De você ué. — parei de rir. Apenas dei de ombros.

     — Por que? — pergunta se aproximando.

     — Nada deixa pra lá. Vamos? Não quero chegar atrasado. — falo, ia começar a andar quando meu pulso é puxado e sinto seu corpo junto junto ao meu. — O-que você está fazendo?

     — Quero saber do que estava rindo -— diz com sua voz rouca, me fazendo tremer, tenho quase certeza de que estou vermelho. — Sabia que você fica fofo quando fica corado?

     — N-não. O-ok me solta, vamos... -— falo e empurro ele de leve. Por que estou gaguejando? Tá, ele está estranho, disso eu tenho certeza.

    — Não quero ir hoje... Vamos ficar aqui. — Diz andando até um sobrado.

    — Por que? Não podemos fazer isso. — Falo um pouco alto por ele ter se distanciado, corro até onde ele está. E me encosto na parede onde ele já estava encostado.

    — Sei que não, mas veja, hoje não terá nada de importante que possa nos ferrar — É. Ele tinha razão. Apenas dei de ombros. Parei para o observar, ele estava encostado na parede enquanto chupava seu pirulito, o meu eu deixei cair enquanto corríamos. Ele está muito... Sexy? Aish! tenho que parar de pensar essas coisas dele, afinal o conheço faz três anos, ele é meu melhor amigo, amigo não pode desejar o outro! Ou pode?

    Pigarrei, tentando afastar aqueles pensamentos, desviei o olhar para qualquer ponto, e então perguntei:

    — Onde vamos?

  — Não sei — ele sorri travesso e sai correndo em direção a um parque ali perto, sorrio e corro também.

~ ☆ ~

   Agora nós estamos deitados na grama molhada ainda pegando chuva, mas não está muito forte.

   Me viro de lado para olhá-lo e sinto minhas bochechas quentes porque ele já estava me olhando, desviei minha atenção para seus lábios, sem pensar muito, cheguei mais perto dele e selei nossos lábios. O que mais me surpreendeu foi que ele correspondeu. 

Logo o beijo começou a se intensificar, e separamos por falta de ar. Levo uma de minhas mãos até sua bochecha e acaricio olhando dentro de seu olhos assim como ele também faz.

       E a partir daí cresceu um sentimento estranho e esse foi o primeiro beijo.

      ~ ☆ ~

    No mês seguinte eu já lhe pedi em namoro, que no caso foi fevereiro, não sei o que deu em mim, mentira eu sei sim. Amor. Depois daquela tarde, não nos  desgrudamos mais, nem um minuto sequer, e não, não me sinto estranho, me sinto feliz e confortável quando estou com ele. Confessei que gostava dele, no início ele não falou nada, mas depois falou que também sentia o mesmo por mim, e com isso lhe pedi em namoro, que prontamente ele aceitou.
  

  13 de julho de 2013

    Hoje faz cinco meses em que estamos juntos, não pensei que duraria tanto, porque meus pais e os pais dele não aceitaram muito bem, mas também não fizeram nada. Estou aqui na casa de meus pais me arrumando para ir para a minha casa. Sim, eu comprei uma casa para mim e meu namorado, mas minhas coisas ainda estavam aqui. Terminei e desci as escadas encontrando meu pai no sofá e minha mãe ao seu lado. Me despeço deles, minha mãe com um beijo na testa e meu pai com um abraço.

   No caminho comprei uma pizza e duas caixas de chocolate.  Assim que cheguei vi o mesmo sentado no sofá assistindo algo. Quando sentiu minha presença olhou para trás e sorriu vindo até mim, me abraçando.

     — Feliz cinco meses, amor. — falou e me beijou.

     — Feliz cinco meses. — sorri dando selinhos em seu rosto, logo iniciando um beijo calmo. E assim passamos a tarde. Comemos, brincamos, saímos, beijamos, assistimos filmes.

               Ano de 2014

   Hoje, exatamente hoje, dia 13 de fevereiro, eu e meu companheiro fazemos um ano de namoro, isso mesmo, um ano, não vou negar estou muito feliz, pelo menos por um lado, já pelo outro estou... Como posso dizer? Triste? Chateado? Não sei explicar, depois de um tempo pra cá, mais ou menos um mês e meio, ele vem me evitando, não me dá atenção, vive no celular, hora ou outra vejo ele com um sorriso no rosto, até quando chega em casa depois do trabalho, ele chega diferente, não sei, deve ser mais animado? Não presta atenção numa só palavra que falo, chega não me dá mais um beijo, não me cumprimenta, simplesmente não fala comigo, só vai para o quarto, se troca e fica lá, com a cara no celular. E depois vai comer algo. 

Já perguntei o que está acontecendo, e já cogitei a ideia dele estar me traindo, mas sempre que pergunto algo sobre ele fala que não, eu insisto para saber então o real motivo dele estar assim, e ele fala qualquer coisa, sempre põe a culpa na faculdade, e as vezes a gente até briga por causa disso. E isso sinceramente estar me incomodando. E vou resolver isso hoje.

  Sempre chego do trabalho um pouco mais cedo que ele, mas parece que hoje irá ser ao contrário, o patrão resolveu dar uma arrumada na loja antes de ir embora. Mandei uma mensagem para ele dizendo que hoje irei chegar tarde, não sabendo exatamente o horário que irei sair daqui, ele logo respondeu dizendo que hoje ele tinha chegado mais cedo, estranhei isso, mas resolvi deixar para lá.

     ~ ☆ ~


   Cheguei em casa exausto, entrei e me  joguei no sofá, respirando fundo. Hoje ele estava muito estranho, toda hora me mandava mensagem me perguntando se eu ainda estava no trabalho, sempre respondia que sim, não estava mentindo, mas quando estava saindo ele não me perguntou mais nada.

   Enquanto estava no sofá pensando no quanto ele estava estranho, ouvi alguns barulhos vindo do segundo andar. Estranhei, levantei e a passos lentos subi as escadas, quando cheguei mais perto da porta ouvi gemidos, tanto dele quanto de outra pessoa. Empurrei a porta devagar, olhando pela fresta. Não queria acreditar que isso realmente estava acontecendo, simplesmente paralisei. Ele estava rebolando no colo de um rapaz que eu não conseguir identificar, roupas jogadas no chão e gemidos ficando cada vez mais altos, naquela cama onde costumávamos dormir, trocar carícias e juras de amor, ali onde eu o proporcionava prazer. Abri a porta já com muitas lágrimas escorrendo pelo meu rosto.

    — Mas o quê... — não gritei, não tinha forças para isso. Quando eles perceberam minha presença, o rapaz tirou ele de seu colo olhando assustado para mim. Ele logo pegou suas roupas, e Jimin? Ele ficou na cama olhando surpreso para mim.


  — Jungkook, e-eu posso explicar! — ele estava assustado. Não falei mais nada, simplesmente fui até o closet e joguei minhas roupas de qualquer jeito na primeira mala que conseguir achar. — Kookie, me desculpa! - falou pegando em meu pulso e olhando em meus olhos.

   — Vai se ferrar. — puxei meu pulso de suas mãos, fechando a mala e indo em direção a porta, mas antes parei na porta ainda de costas. — Você está morto para mim, espero que eu também esteja para você, se é que você ao menos se importa... — Saí de lá sem esperar nenhuma resposta.

    Estava doendo, muito mesmo, no caminho esbarrei em alguém mais não liguei e muito menos prestei a atenção em quem era. Só ouvi "desculpa, você está bem?". Mas não respondi, não queria, só queria ir para casa dos meus pais.


Notas Finais


Olha eu aqui...cheguei com mais um caps...

Me digam o que acharam...pfv

(Betado por ~v-a-n-g-o-t-h)


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