História I Remember that Pain - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail, Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo! (KonoSuba), Naruto
Personagens Personagens Originais
Tags Dragões, Drama, Idade Média, Magia
Visualizações 13
Palavras 1.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Misticismo, Shounen, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uuuuuu, primeira fic com esse estilo, vamos ver se vai dar certo... Boa Leitura ❤

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction I Remember that Pain - Capítulo 1 - Prólogo

- Noctis! – uma voz feminina muito familiar me chama pelo nome...

Lembro-me de ter uma vida simples e feliz, mas... Parece que são apenas lembranças mesmo...

Então corrigindo... Lembro-me de já ter tido essa vida...

Ano setecentos e setenta e sete

Neste dia algo devastador aconteceu... O maior medo da humanidade se tornou real. Um dragão que até anteriormente não passava de uma criatura que vivia apenas nos contos de forasteiros e turistas que andavam pela a vila, atacou e destruiu inúmeras cidades. Famílias foram mortas, maridos sangraram na frente de suas esposas, crianças choravam na frente de seus filhos. Um dia marcado como o mais negro da historia.

Horas antes do ataque...

- Ei! – Interrompendo minha fértil imaginação, minha Irma Kagura passava a mão em minha testa – pensei que havia desmaiado você na piscava.

- Sinto muito, acho que acabei sonhando acordado – digo isso e me levanto do gramado – com essa calmaria não tem como ficar sem pensar.

- E no que você estava pensando? – Kagura concentra seus enormes olhos em mim aguardando ansiosamente uma resposta.

- No futuro talvez... No meu sonho de ser um cavaleiro... Ir atrás de Dragões... Tenho certeza que eles existem... – tenho quase certeza que meus olhos brilharam nesse momento.

- Nossa... Você estava bem até chegar à parte dos dragões, e olha que eu sou a mais nova.

- Eu não sei quem te disse que dragões não existem, estão acabando com a sua infância aos poucos.

- Por que a minha infância tem que ter dragões no meio?

- Não sei, mas o fato de pensar que eles existem já é muito bom não acha?

- Não - Caramba ela parece uma pedra respondendo - Quer dizer... E se eles forem malvados? Se eles comerem humanos?

- Pode realmente ser verdade isso, mas... Com certeza tem suas exceções.

Essa conversa havia esclarecido bastante o meus pensamentos quanto aos dragões. Nunca havia imaginado no fato de serem criaturas devoradoras de humanos. Eu admirava bastante eles para pensar e nem sabia se existiam. Bom, eu tinha apenas quinze anos nessa época... É acho que já era bem grande para pensar em tal coisa.

- Estamos de volta! – Eu e Kagura avisamos assim que chegamos em casa.

Fui para a coxzinha e Kagura subiu para o quarto. Mamãe já fazia o que era habitual de se fazer naquele horário, comida para o dono da casa que nos deixou viver aqui de “bom agrado”. Ele não é a melhor pessoa, mas concorda em nos deixar morando com ele contanto que a mamãe fizesse a comida.

- Chegou cedo hoje – ela diz sem tirar os olhos do vegetal que estava cortando – onde está Kagura?

- Subiu para o quarto. Onde está o velhote? – pergunto.

- Não chame ele assim, sabe que ele não gosta.

- Eu sei disso, mas quase sempre ele chega aqui bêbado e fica abraçando a gente. O cheiro de alccol dele fica todo em mim.

- Ele só esta feliz por ter a nossa companhia – ela acaba deixando escapar um sorriso.

- Vocês são amigos de infância né?! Será que ele gostava de você? Deve ter sido frustrante ter escolhido o papai.

- É com certeza foi uma terrível escolha ter escolhido seu pai.

Um silêncio predomina o ambiente até que é quebrado quando mamae volta a cortar, mas dessa vez com mais forca de forma que a faca começa a danificar a madeira.

- Não precisava chegar a isso – digo sem olhar para ela.

- Não, não precisava.

- Acho que vou dar uma volta... – Pela primeira vez ela não reclamou do fato de eu sair perto do meio dia, acho que continuaríamos a discutir caso eu ficasse.

Não que eu me importe com isso, mas digamos que o meu pai tenha aceitado uma missão suicida do Rei de Aurora (capital de Centáurea) há mais ou menos três anos. Mamãe não havia concordado com ele, mas ainda sim ele foi... Ele sempre dava noticias, mas faz mais de um ano que nem se ouvi falar dele em qualquer lugar.

Ele poderia até ser a minha inspiração, mas ele não fez e nem faz parte da minha vida, tudo que eu sei dele é o nome. Enfim...

- Noctis! – mais uma vez tenho meus pensamentos interrompidos – onde está indo?

- Não que eu precise que você saiba, mas talvez para o rio jogar pedras e pensar besteiras – respondo sem ao menos olhar pra ela.

- Que passatempo interessante – quando me dou conta ela começa a andar ao meu lado.

- É mais interessante ainda quando o faço sozinho.

- Tenho quase certeza que não, por isso como eu sou uma garota muito gentil vou lhe acompanhar.

- Não vou agradecer.

Essa que está ao meu lado chama-se... Eu sempre esquecia o nome dela... Conhecemos-nos há poucos dias, acho que nem fazia uma semana direito. Ela era dois anos mais velhos que eu. Tenho quase certeza que ela não tinha amigos antes de mim.

Finalmente chegamos ao rio, e eu comecei a jogar pedras e ela também. Ficamos assim durante alguns minutos até que...

- Tudo bem? Você parece meio triste – jogou uma pedra que deu três pulos na água.

- Por que acha isso? – jogo uma pedra que da apenas um pulo.

- Você vem aqui por dois motivos: tédio ou tristeza. E tem uma lagrima caindo do seu olho agora – ela joga uma pedra que chega ate a outra margem do rio.

Quando notei já era tarde, não era mais apenas uma lágrima, eu não sabia o porquê de está chorando, mas algo doía, então sem aviso prévio ela deitou minha cabeça no ombro dela.

- Chorão - e assim ela começa a fazer um carinho na minha cabeça...

Os dias eram bem calmos, não havia do que reclamar porém.... As asas do desespero se abriram, um rugido pôde ser escutado por toda vila e em seguida um homem gritando: É um dragão!

Multidões começaram a correr desesperadamente, gritos de adultos, choro de crianças... Um pesadelo.

O local em que eu estava era um pouco afastado da vila, mas ainda assim deu para escutar alguns gritos e poucas pessoas correndo em nossa direção, eu virei-me e pensei logo em minha mãe, abandonei a garota onde ela estava e apenas corri na direção da minha casa.

Ao chegar próximo a ela eu pude ver o dragão, ele era vermelho e tinha os olhos negros emanando ódio, cada passo dele destruía uma casa por vez, seu rugido era como um tornado, eu o ignorei por um instante e corri até minha casa, porém eu a vi desabada. Assim como a maioria ao seu redor, eu apenas fiquei parado na frente dos entulhos sem acreditar... Novamente o dragão começara a destruir mais e mais até que ele chegou próximo de mim e ficou me encarando... Eu estava imóvel, não sabia se era o medo ou a tristeza que me dominava, mas o dragão na minha frente não se importava com isso... Ele direcionou sua para até mim, mas antes de me alcançar a mesma garota que estava comigo na margem do rio apareceu e me salvou empurrando-me para o lado... O Dragão a pegou e esmagou o corpo dela... Em seguida ele a devorou... Após isso uma flecha acertou um dos olhos do dragão, e um homem alto com um arco e flechas apareceu acompanhado de muitos guerreiros... Uma batalha sangrenta aconteceu ali, muitas mortes, o dragão foi amedrontado e fugiu para longe... Mas deixou um grande buraco onde antes havia muita coisa...


Notas Finais


Obrigado por lerem!


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