História I Remember You - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~JazzFCullen

Postado
Categorias Lucifer
Personagens Amenadiel, Chloe Decker, Dan Espinoza, Lucifer Morningstar, Personagens Originais
Exibições 33
Palavras 1.843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Novo Capítulo aqui disponível, ja estava pronto, mas como Jazz ta com problemas in PC eoe ahuauahua vim postar!!
Mas continuem sendo bonzinhos, nos amamos incentivo para continuar escrevendo *-*
Kiss Kiss ♥

Capítulo 4 - Sangue Chama o Sangue


Fanfic / Fanfiction I Remember You - Capítulo 4 - Sangue Chama o Sangue

Caia tudo no chão, numa catapulta de roupas, brinquedos no quarto da pequena Decker , Trixie levantou meio assustada na mesa da cozinha, correndo na direcção do quarto.

—Tudo bem?

—Sim...pequena…Trixie…?

—Sim, papai…

—Que falamos sobre arrumação das suas coisas…

—Que tenho que ser responsável pela desarrumação que causo e manter tudo arrumado…

—E?

—Vou arrumar já, papai…só acabar os trabalhos de casa.

—Sobre que é?

—A professora quer que eu faça um desenho representando…as divinidades …

—Porque essa carinha de tédio?

—Porque não faço ideia de como…representar o Diabo...

—Ela pediu para você representar o Diabo?

—Eu escolhi...

Dan tivera que conter o suspiro de enfado, até sua filha era encantada com aquele...idiota.

—Ahm, porque não tenta...pequena, ver alguma imagem na Internet e representar...hm? Ou alguém pode te ajudar...?

Mas Trixie já estava com o pensamento longe e um sorriso iluminado surgia no rosto dela, olhando o pai.

—Obrigado, papai…

Voltara a correr para a cozinha, pegando o seu celular, deixando o pai sozinho com uma cara de paisagem, como quem dizia: “ estou bem aqui…”, desistindo, fora atender a porta e vira a babá, combinando tudo com ela e olhando a filha falar no celular.

Crianças sempre com ideias novas.

(…)

 “ Tudo rodopiava na sua mente, uma confusão de cores de todos os estilos, mas os gritos de uma criança pequena, acordava-a para o Mundo mais forte do que qualquer outra coisa.

Ela olhara para o lado e o homem loiro ao seu lado, somente tinha os olhos fixos nela, o volante do carro estava girando sem que alguém o controlasse já, só podia ser o fim.

Ela olhara para cima, vendo o tecto, mas não realmente vendo, colocara as suas mãos em posição de rezar.

—Não sei se pode me escutar, meu Deus, senhor de todas as coisas…mas não deixe que isso aconteça…os poupe…por favor, não os deixe morrer…

—Macária…

Ela abrira os olhos e as lágrimas caiam por seu rosto, ao olhar para ele.

—Eu te amo…

O homem loiro parecia seriamente angustiado, nisso ela olhara para trás, vendo o pequeno bebé na sua cadeirinha chorando muito, segurara a sua mão pequenina entre as suas.

—Eu te amo muito, meu filho…

E nesse momento, um enorme foco de luz, seguido de um embate bem duro, fizera o homem pegar a criança que estava atrás de si. “

—NÃO…

Chloe e Lucífer seguraram o corpo de Macária, contra a cama que ela encontrava-se dormindo, aparentemente tendo um pesadelo, ela abrira os olhos, sentindo-se mais cansada do que realmente deveria estar.

Rodara a cabeça, vendo um médico entrar no quarto, sorrindo bem mais disposto.

—Pessoalmente, gosto mais quando vem nas aulas práticas do que quando é paciente, Srta. Smith…só tomar esse analgésico via intravenosa e ficara bem…

Macária começara a sorrir, assentindo, sentido a sua cabeça explodindo em dor, tentara recordar-se do que provavelmente havia sonhado, mas nada…

Voltara para o lado, vendo Chloe  olhando-a com preocupação, enquanto o seu chefe somente olhava como sempre, sendo ele mesmo, sorrira achando terno que estivessem ali com ela.

—Eu…desmaiei, só esse negocinho…- apontando para o soro.- E ficarei bem…

—Sim…

—Ainda bem,  porque …é pesada…que dá comer uma montanha de doces…

Mácaria rira-se do que Lucífer havia dito, ajeitando a manta branca do hospital, Chloe só revirava os olhos e balançara a sua cabeça, achando que ele não podia piorar.

—Não se preocupe, patrão…manter-me-ei longe de vosso colo…

Lucífer dera o ar de seu riso, olhando-a com as mãos nos bolsos, olhando-a ficando sério.

—Que sonhou?

—O que?

—Você remexeu-se chamando nomes e …gritou não no fim…

Chloe cruzara os braços, assentindo ao que Ária olhara os dois, suspirando e tentando forçar a sua cabeça mas ela doía imenso cada vez que tentava fazer isso.

—Não recordo…mas que nomes?

—John…e Sam…

Aria tinha o olhar bem fixo em Chloe, parecia que aqueles nomes não lhe eram estranhos, mas sua cabeça latejava ao tentar recordar, porque?

—Aria esta tudo bem…

De tão distraída estava que não notara que Chloe havia aproximado-se e tocado seu ombro, apertando, foi quando notara que havia recomeçado a chorar, mas porque ela estava chorando? Como podia chorar por algo que não recordava?

Nesse momento, o celular de Decker tocara ao que ela fora na porta, atender.

Lucífer olhava para Aria, com o seu semblante sério, ao que ela voltara a olhar para ele.

—Porque me olha assim?

—Assim como…?

—Tão sério…não é o seu comum...

—Impressão sua…querida...

—Engraçado…

—O que?

—Pela primeira vez, desde meses que nos conhecemos…acho que não tá sendo sincero comigo…

—É boa julgadora de honestidade?

—Tento ser….

—Garota esperta…

Macária sorrira, deitando a sua cabeça no travesseiro branco do hospital, olhando para ele, rindo de leve.

—Devo ser, por isso não preciso de babysitter…

—Sei não…desde que você ouve…Hip Hop misturado com Rap…- Estava com o mp3 dela na mão, ao que ela abrira e fehcara a boca. – E ainda ouve…um tal de música de funeral, desculpe…acho que precisa urgentemente de alguém que cuide de você…e dos seus gostos que são lamentáveis…

—Mas…

—Nem meio mas…- Ele estreitara seu olhar, como dizendo que não admitiria um não como resposta.

—Sério…eu…não sou…como…

—Não será…somente precisa de alguém que cuide de você nessa fase que você está fragilizada…não quero ser responsabilizado por você acabar …desidratada ou algo do género….

—Eu só desmaiei…

Ele arquejara a sobrancelha, ao que ela limitara-se a suspirar, vendo Decker reentrar novamente, olhando para os dois, focando em Lucífer.

—Você leva a Aria para casa?

—Sim…

—Mande beijos á Trixie…Chloe…

Assentindo, Chloe sorrira para ela, saindo do quarto não sem antes de olhar para Lucífer, como advertindo.

—O que detective?

—É para levá-la para casa…e vem aqui que preciso falar com você…

Lucífer arquejou a sobrancelha, mas acompanhou a detective até ao corredor do hospital, que estava movimentado de médicos e enfermeiros andando de um lado ao outro, apressadamente.

—Ahm…é uma…pergunta que tenho que fazer a você…

—Oh, detective, podia ter falado lá dentro…- Já tinha um rosto lascivo, olhando para ela com interesse, quando ela sorrira e focara nos olhos dele.

—Engraçado…é sobre Trixie…

—Que tem a pequena…criança…?- Dissera meio desapontado, afinal não era bem isso que ele tinha em mente.

—Ahm, aparentemente, ahm…ela acha que você é óptimo para ajuda-la num trabalho de arte…

Lucífer revirara os olhos, já começando a negar, mas a detective continuou ignorando o que ele provavelmente iria dizer.

—Sobre o Diabo…ela acha que você poderia não gostar de ver esse personagem representado de cachinhos loiros...e com uma cabra...

Fora ai que a expressão de Lucífer ficara meio ultrajada e suspirara.

—Sempre me dizem isso...e isso da ...Cabra...- Fizera uma expressão de burro, a detetive olhava para ele contendo a vontade de rir.

—Eu acho bastante graça...na Cabra...

Lucífer olhara para ela, arquejando a sobrancelha.

—Muito engraçada...detetive...mas irei ajudar a criança, numa boa representação ...assim param de me representar de modo tão...estranho...e sem cabra...

Fora ai que Chloe rira sem parar, indo embora ao que ele voltara a entrar no quarto, enquanto Chloe, havia ido tratar do que surgiu na delegacia.

Macária ficara observando quando ele começara vira, mexendo irrequieto, na bandeja do seu jantar e fiscalizando o seu mp3, achando não muita graça nas suas músicas, pelas caretas que fizera, até que encontrou uma aparentemente gostando, começando a falar.

—Rachmaninoff…?

Voltara-se para ela, que sobressaltara-se com a sua repentina pergunta, limitara-se a assentir.

—Gosto de compositores clássicos…amo piano…

Ele limitara-se a dar um sorriso a la Lucífer, voltando a visão novamente para mp3, á medida que a enfermeira entrava no quarto e dava para ela, mais uma dose de analgésico, o que graças a Deus estava melhorando e muito, a sua dor de cabeça.

—Obrigada, enfermeira…- E lá estava ele, dando o seu charme para as mulheres e ela derretendo, parecia hipnotizada.

—Sério, que gosto é esse por ter uma mulher diferente todas as noites?

Lucífer olhara para a sua funcionária, olhando-a mais atentamente.

—Simples, gosto de aplacar meu desejo carnal…

—Espero que não pense em mim como um objecto desses..

—Não se preocupe querida…simplesmente estou mostrando que sou bem caridoso, não acha? Na minha cobertura, é bem espaçoso e poderá estar a vontade…

—Como?

—Até melhorar, alguém precisa de olhar por você, não é…sra. Enfermeira?

A enfermeira ria-se lascivamente para ele, voltando um breve olhar a ela, sorrindo.

—O que você quiser…

—Viu…?

E ela revirara os olhos com o tremendo ego que ele tinha e ainda tinha que assistir na sua frente, ele enfeitiçando a enfermeira, suspirando deitara a cabeça para trás, melhor seria dormir, fechara os olhos de modo a melhorar, mas o sono não vinha…e ficara atenta a partir do momento que ouvira algo que a deixara curiosa.

—É tão boa profissional, mas…paguei por uma melhor comida…para a minha funcionária, sem contar que quero ela bem …tratada está bom…mude essa comida está sem sal…, se for muito gentil…

E sentindo-se bem e querida, ela sentira-se mais relaxada, adormecendo.

Em Nova Iorque…

— Já devia de ser tempo de você parar…John.

Um homem loiro de boa corpulência, não que pudesse depreender-se da sua toga de Juiz, olhava para uma centena de papéis sobre a secretária do seu escritório, pareciam registos de ocorrência pelo que seu colega via.

—Não posso parar… Keith…ela está por ai…eu sinto isso…

Keith olhava seu amigo, vendo que ele estava mais que acabado com o que sucedia ali, se lhe retirasse daquilo cria que ele acabaria despencando ou enlouquecendo , tamanho era o seu sofrimento perante aquelas imagens do acidente em frente dele.

—Ela sumiu…ela não estava com você no carro, John…ninguém a viu lá…no dia do acidente, talvez você tenha sonhado coisas…e a Ária pode ter- te abandonado, lembre como ela apareceu a anos atrás…

John batera com um murro na mesa, olhando seu amigo bem sério e bem alterado.

—Ela não nos abandonou…se você não acredita em mim, saia…

Keith limitara-se a assentir, saindo pela porta, vendo seu filho que dormia no parquinho, tinha um brilho tão particular e tão angelical dormindo, lembrava em tanto a mãe, lágrimas corriam seu rosto ao lembrar dela.

Abrindo a gaveta de sua secretária, tirara de lá uma foto em que estava ele, o seu filho ainda bebé e Macária , deitara um olhar á sua aliança dourada, engolindo em seco e seu choro junto.

—Eu irei te encontrar, Macária…demore o tempo que demorar…

E com essa promessa selada, alguém  com longo sobretudo e expressão sério e soberba, observava do lado de fora, aproveitando que John havia saído do escritório por segundos, aproximara-se do bebé que dormia calmamente no seu carrinho.

—Por algum motivo, não consigo encontrá-la…mas, através de você pequeno , eu consigo…-Picando com uma agulha, fizera-o acordar e começar a chorar, mas antes de sumir, retirara um traço de sangue e fazendo surgir as suas asas á suas costas, esvoaçara para fora no exato momento que John entrava no escritório, indo tratar de acalmar o filho.

Enquanto isso, Uriel seguira o rasto vermelho que ia formando-se e um novo Padrão surgia em sua mente. Afinal, sangue chamava o sangue.


Notas Finais


Tell Us Something ♥


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