História I See Fire. - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Imagine, Romance
Visualizações 29
Palavras 1.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpe a demora pra postar :/
Boa leitura!

Capítulo 6 - A culpa é sua


Fanfic / Fanfiction I See Fire. - Capítulo 6 - A culpa é sua

Olhei em volta e ponderei se seria educado ir embora sem dizer nada. Cada segundo sozinha naquela sala fazia com que eu sentisse que iria diminuir e diminuir até finalmente desaparecer. Namjoom e Mei já tinham intimidade, talvez até mais que um mero relacionamento profissional e aquilo deixava a minha estadia lá mais incômoda. Eu posso estar atrapalhando algo.- Pensei.
Olhei a porta e assim que se passaram os longos segundos que antecederam minha decisão de me levantar e ir embora, eu ouvi um barulho no corredor anexo. Droga, eles estão voltando! 
— Desculpe a demora, Senhorita Alaska. É que tivemos um pequeno acidente. - Namjoom olhou pra Mei e eles trocaram um olhar confidente. Eu estava definitivamente me sentindo desconfortável.
— Eu agradeço tanto seu convite mas, eu realmente preciso ir.
— Mas porquê? Senhorita Alaska, nós já colocamos a mesa, está tudo pronto. Por favor não vá. - Ele me olhou, suplicante como uma criança e derreteu meu coração.
— Talvez ela esteja cansada, Namjoom. Não a pressione. - Mei me olhava com uma expressão neutra.
— Eu não quero pressioná-la mas realmente queria que nós comêssemos juntos. Afinal, eu sinto que vocês serão grandes amigas. E outra, você me disse que não teve tempo de ir ao mercado e que não tem nada pronto em casa a esperando, então eu insisto. Depois eu juro que a levo em casa e a deixo sã e salva. Está bem? - Ele retomou a expressão de cãozinho pidão.
Eu não pude evitar de abrir um leve sorriso. Ele realmente ficava fofo fazendo aquilo. Suspirei resignada.
— Tudo bem. Mas eu vou só jantar e ir embora. - Falei num sopro — Eu não quero atrapalhar nada.
— Mas nenhuma de vocês está me atrapalhando em nada. - Acho que ele não entendeu o quê eu quis dizer. — Vamos?
Acenei positivamente e ele me ofereceu o braço direito, enquanto pediu o braço de Mei com o esquerdo e fomos de braços dados até a cozinha. Sim, eu me senti desconfortável. Nunca tive um chefe tão informal e gentil. Na verdade, os meus antigos chefes agiriam assim comigo se eu desse algum sinal de que estava interessada em dormir com eles. Talvez assim, eles fossem gentis. Mas eu sempre me neguei a subir de algum modo que não fosse pelo meu próprio esforço, sangue, suor e lágrimas.
— Sentem-se, senhoritas. Espero que gostem do quê eu preparei. Ele disse com um sorriso orgulhoso.
— Você que cozinhou tudo isso?
— Sim, com uma pequena ajuda.  Alice, uma amiga da família me ajudou. - Eu tentei decifrar as palavras dele. Alice seria quem? Uma amiga de infância, conhecida, vizinha ou quem sabe, a namorada. — Bom, no seu país devem a chamar de governanta. - Parece que ele leu meus pensamentos.
— Ah sim. - Foi o que consegui dizer.
— Alice praticamente me criou. Foi minha babá e agora mesmo depois de todos esses anos, ela quem cuida de mim. - Ele abriu um sorriso terno. — Logo você terá a oportunidade de conhecê-la.
— Ela vem as terças e quintas, não é isso? - Mei se intrometeu. Acho que foi uma tentativa de não ser esquecida e mostrar que sabe bastante da vida do Namjoom. Ele se contentou em apenas acenar positivamente pra ela.
— Bom, vamos comer. Eu realmente estou apreensivo quanto a isso. Não sei se ficou bom, mas eu me esforcei, então espero que esteja.
— Eu sei que vai estar. - Mei passou a mão sobre a dele suavemente e o olhou bem nos olhos com uma expressão boba.
É, ela gosta dele. Acho que ele é o único homem nesse mundo que não perceberia isso. 
— Obrigado, Mei.
Nós começamos finalmente a comer e sim, estava tudo delicioso.
— Não acredito que você estava com medo de estar ruim. Isso está muito gostoso!
— Fico feliz que tenha gostado. - Ele sorriu de um jeito que fez surgir suas maravilhosas covinhas.
— Está muito bom, Namjoom. - Mei aproveitou outra oportunidade pra tocar a mão do chefe.
O jantar correu tranquilo e Mei e eu conseguimos trocar algumas palavras sem más-intenções durante o jantar, mas eu dei graças a todos os deuses quando terminamos.
— Bem, eu vou indo pra casa, sabe. Eu trouxe alguns papéis do trabalho com a empresa de perecíveis e vou revisar. Eu agradeço o jantar, estava ótimo.
— Boa sorte com tudo, querida. Tchauzinho. - Disse Mei, se forçando a parecer simpática.
— Você vai revisar o trabalho, por isso está com pressa?
— Pois é. - Menti. Eu só queria sair dali o mais rápido possível. Talvez encher a cara de vinho e apagar na minha cama. Mas é claro, ele não precisava saber disso.
— Eu já disse que esse trabalho, faremos juntos. Me espere aqui então, eu vou levar a Mei em casa e assim que voltar nós começamos, tudo bem? - Ele me olhava como se aquilo não fosse uma pergunta da qual eu pudesse dizer "não".
— Mas Namjoom, ela deve querer fazer isso em casa e confortável. - Mei rebateu, claramente alterada.
— Não importa onde for, você prefere que revisemos na sua casa, Senhorita Alaska?
Eu realmente não sabia o que dizer, fiquei feito uma louca com a boca semi-aberta querendo saber como chegamos até aquela situação.
— P-Pode ser. - É só isso que consegue dizer, Alaska?
— Tudo bem. Vamos, eu te deixo em casa, levo a Mei e depois passo lá. - Ele falou já pegando as chaves que estavam penduradas perto da porta. — Vamos? - Acho que eu e Mei nunca estivemos numa situação de total compartilhamento de sentimentos e esse sentimento era: QUE PORRA ACABOU DE ACONTECER?
Namjom me deixou em casa que era a dois minutos de carro da casa dele, talvez até menos. Eu disse que podia ir a pé e como sempre ele foi um cavalheiro e insistiu em me levar.
— Até daqui a pouco, Senhorita Alaska. - Ele acenou e foi embora.
Parei em frente a minha casa completamente incrédula. Respirei fundo, girei a chave no portão e entrei.
Bom, o quê não há remédio, remediado está.
Entrei em casa e reparei que a mesma não estava tão bagunçada quanto eu imaginei que estaria. Lavei a pouca louça que tinha, dei uma arrumada na sala e ela parecia ótima novamente. Coloquei os papéis em cima da mesa de centro e fui tomar um banho porque eu não aguentava mais sentir meu corpo pesado de suor e poeira do dia-a-dia.
Optei pelo banho gelado porque se tomasse banho quente certamente não ia sobrar Alaska pra revisar coisa nenhuma. Namjoom ia me encontrar desacordada na cama. No banho mesmo eu refleti que meu tiro saiu pela culatra. Bem feito, quem mandou querer mentir, sua burra do caralho. Ainda enrolada na toalha fui procurar roupas confortáveis mas não indecentes. Comecei a revirar meu armário em busca de algo que se encaixasse nessas duas categorias e foi muito difícil de encontrar.
Achei um conjunto moletom velho. Era masculino mas ia servir. Era meu moletom pra noites de solteirona. Eu nem me lembrava que tinha o trazido. Ele era preto e agora parecia quase grafite de tanto uso. Coloquei o conjunto e me olhei no espelho. Eu parecia um homem de cabelo comprido. Era engraçado. Sequei meu cabelo ao máximo com a toalha já que estava com preguiça de sequer procurar meu secador.
Dei uma última olhada no espelho.  Bem feito, Namjoom. Você quer revisar esta merda a uma hora dessa, vai ter que aturar todo o pacote de solteirona amargurada, com direito a conjunto de moletom extra-grande e cabelos banhados ás minhas lágrimas. Sorri com meu pensamento estúpido. A culpa de tudo isso era minha, só minha. E se a culpa era minha eu podia dá-la a quem eu quiser, não?
Ouvi a campainha soar.
Desci as escadas e fui abrir o portão.
— Oi, pode entrar. - Dei espaço para que ele passasse. Ele ficou alguns segundos me olhando com uma expressão de confusão e susto. Era meu famoso conjunto conseguindo mais um fã.
Ele entrou e me esperou fechar o portão.
— Não seja tímido, pode entrar. - Dei meu melhor sorriso de anfitriã.
Ele apontou pra porta. — Damas primeiro. - Disse com um sorriso fofo. 
— Eu não sou uma dama quando estou com meu conjunto de moletom. - Ele pareceu ter sido pego desprevenido e engasgou com algo. Logo começou a rir e estava claramente tentando se conter.
— Pode rir, eu não me importo. - Disse rindo também. Ele se permitiu dar um sorriso e nada mais.
Fui andando até a sala de apontei os documentos.
— Como nossa noite vai ser longa, você aceita um café?
— Claro. Eu começo aqui, fique tranquila. - Acenei e fui até a cozinha.
Voltei com uma garrafa térmica e duas xícaras. Servi o café e me sentei no canto extremo a Namjoom.
Ele estava sentado no chão, quase debruçado a mesa de centro e parecia concentrado. A expressão que ele fazia o deixava sexy.  Acho que você não deveria estar pensando isso. Balancei a cabeça.
— Toma, eu espero que goste. Só sei fazer americanos.
— Tudo bem, eu gosto de americano. - Ele sorriu mostrando suas covinhas. — Obrigada.
— O quê você conseguiu até agora?
— Eu percebi que alguns números não batem nessa planilha e em algumas outras.
— E o quê isso quer dizer?
— Quer dizer que ou o erro foi cometido por um funcionário desatento ou cansado.
— Ou? - Eu o encorajei a prosseguir.
— Ou alguém errou de propósito para ou lucrar ás custas da empresa ou para nos prejudicar. - Ele me olhou sério.


Notas Finais


Espero de verdade que gostem aaaaaaaaaaaa se gostarem por favor, me deixem saber!!! <3


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