História I Shouldn't Love You - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Colegial, Comedia, Drama, Fantasia, Lutteo, Mistério, Musical, Romance
Exibições 250
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HOLIIII, AMIGUITOS! Que saudade de cês... Bom, provavelmente meu computador será restaurado e isso é péssimo... Maaas... Por outro lado... Voltarei a escrever com mais frequência! Então... Quero agradecer a todos que leem, comentam e favoritam. Não fazem ideia de como isso me faz feliz! Um beijo!

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 4 - It Was Just A Dance


Prólogo

“A glória do amor não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.”

                                                                                                                Ralph Waldo Emerson

Entre os mais íntimos, Luna Valente era conhecida por seu sorriso. Não importava o quão difícil a situação fosse, ela sempre tinha um sorriso para oferecer. Sempre tinha algo encorajador para dizer – mas, naquele dia, ela não sorriu. Naquele dia, algo mudou, algo dentro da pequena havia se partido.

 

CAPÍTULO 4

Argentina. Buenos Aires. Blake South College.

Matteo

Ela parou. Olhou-me com frieza e trincou os dentes.

Passei a maior parte da minha vida tentando não chorar na frente das pessoas que me amavam, por isso sabia o que Luna estava fazendo. Você trinca os dentes. Você olha para cima. Você diz a si mesmo que se eles o virem chorando, pensarão que é fraco. E você diz tudo isso para si mesmo enquanto olha para o teto. Aí engole em seco, mesmo que sua garganta não queira.

E antes que eu pudesse dizer algo, ela me encarou com firmeza – seus olhos escuros, cheios de rancor. Quando falou, sua voz estava trêmula.

- Fique longe de mim. – ela disse.

Tentei entender a expressão dela. De repente, ela saltou, e se foi.

A campainha tocou.

Fiquei ali – parado –, tentando entender o que havia acontecido, o que eu poderia ter dito. Ah, isso não era nada bom. Acreditava que a dança tinha sido o primeiro passo para ganhar a aposta, mas ao que parecia, estava enganado. Eu tinha algo pelo qual me preocupar.

Como se eu precisasse de – ou mesmo tivesse espaço para – mais uma preocupação.

Gastón me encontrou, e eu lhe contei o que havia acontecido.

- Estranho... – refletiu.

- Muito estranho. – concordei.

- Tem certeza de que não deixou escapar nada? – ele perguntou, franzindo o cenho.

- Não, Gastón. Não sou idiota.

- Então, se ela não soube da aposta, por qual outro motivo ela fugiria de você?

- Não faço a mínima ideia. – retruquei.

- Dança tão mal assim? – perguntou ele, descontraído.

Não respondi, e fomos para aula. A primeira do dia era Biologia Aplicada. Mas eu não consegui me concentrar, porque a menos de dois metros, estava Luna Valente. Minha parceira de laboratório.

~ * ~ ~*~ ~ * ~ ~*~ ~ * ~ ~*~ ~ * ~ ~*~

Luna

Mantive os olhos baixos enquanto fui me sentar ao lado dele. Deixei meu cabelo cair no ombro direito, criando uma cortina escura entre nós, e tentei prestar atenção no professor.

Infelizmente a aula era sobre anatomia celular, uma coisa que eu já estudara. De qualquer modo, tomei notas cuidadosamente, sempre olhando para baixo.

Não conseguia deixar de espiar de vez em quando, através da tela de meus cabelos, o garoto sentado ao meu lado. Ele me encarava. Sabia que Ámbar dissera aquilo, não ele –, mas era covarde demais para admitir. Matteo Balsano não era alguém que pudesse ser ignorado.

- Vai me dizer? – perguntou ele num tom meio rude.

- Dizer o quê? – murmurei.

- Vai me dizer por que fugiu de mim? – perguntou ele, inclinando a cabeça de lado com um sorriso tremendamente tentador.

Eu corei. Sacudi a cabeça. Ele deu um sorriso duro.

- Isso é muito frustrante, sabia? – queixou-se ele.

- Não. – discordei rapidamente, semicerrando os olhos. – Não consigo nem imaginar por que seria frustrante... Só porque alguém se recusa a te dizer alguma coisa?

- Não confia em mim? – ele sorriu brincalhão, mas seus olhos eram penetrantes.

- Se quer saber a resposta, pergunte a sua namorada...

- Ámbar? Ela não é mais a minha namorada. – ele me interrompeu.

- Ou melhor... – continuei, a irritação contida agora fluía livremente. – Talvez devesse perguntar a razão pela qual ela foi tão desagradável...

- Você tem um gênio e tanto, não é?

- Não gosto quando me insultam.

Ficamos nos encarando, sem sorrir.

- Ela te insultou? – perguntou, incrédulo.

- Não quero falar sobre isso. – murmurei.

Seu queixo se apertou.

- Ámbar precisa de limites... – refletiu.

- Ela só estava com ciúmes. – eu disse, amuada.

Ele olhou para baixo e depois para mim através dos cílios longos e escuros, os olhos castanhos abrasadores.

- Ciúmes? – sussurrou ele, inclinando-se pra mim.

Eu pestanejei, minha mente ficando oca. Santo Deus, como é que ele fazia isso?

- É... o quê? – perguntei, confusa.

- Qual motivo lhe causaria ciúmes? – seus olhos ainda ardiam para mim.

- A mim? – perguntei, confusa. Sabendo que estava escarlate.

- A Ámbar. – respondeu, brincalhão.

- T-talvez... – gaguejei. – A dança de ontem. – sugeri.

- Aquela inofensiva dança? – ele riu.

- É... Mas... Ela não tem motivos, sabe? Além do mais... Foi apenas uma dança. – garanti a ele.

- Não diria isso...

Eu sustentei seu olhar, surpresa, esperando que ele desviasse a cabeça rapidamente. Mas, em vez disso, ele continuou a olhar com intensidade nos meus olhos, como se me sondasse. Para mim, estava fora de cogitação desviar o rosto. Minhas mãos começaram a tremer.

- Balsano? Valente? – chamou o professor, esperando pela resposta de uma pergunta que eu não ouvira.

- Kettlewell. – respondeu Matteo, parecendo relutante ao se virar para o Sr. Banner.

Assim que os olhos dele me libertaram, eu baixei os meus para o livro à minha frente, tentando me situar. Eu me esforcei muito para não ficar atenta a ele pelo resto da aula e, uma vez que era impossível, pelo menos não deixar que ele soubesse que eu estava atenta a ele.

Felizmente, Sr. Banner começou a explicar um trabalho que valeria um terço da nossa nota final... Infelizmente, deveríamos fazer esse trabalho juntamente aos nossos parceiros de laboratório.

Matteo deu um sorriso suave e encantador.

- Parece que vamos ter que passar mais um tempinho juntos, Luna... – sussurrou.

Tremi, nostálgica com a ideia, mas não deixei transparecer. Meu tom de voz foi indiferente.

- Na minha casa, ou na sua? – perguntei.

Ele deu um sorriso malicioso.

- Falo do trabalho, Matteo. – eu disse, numa irritação surpresa.

- Eu sei... – a voz dele era baixa, como sempre. Aveludada e abafada.

Fechei a cara para seu rosto irritantemente perfeito.

- Essa vai ser uma longa semana... – refleti.

Tentei ser astuciosa ao esconder meu pavor.


Notas Finais


O que acharam dos capítulos anteriores? Amaram? Odiaram? Bom, não sei... O que vocês acham que vai acontecer na segunda temporada da série? Só vejo os snaps do Lio, da Karol... Argh! O tempo não passa...


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