História I think I'm going crazy - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias F(x)
Personagens Amber Liu, Krystal Jung
Tags Amber Liu, Kryber, Krystal Jung
Exibições 83
Palavras 1.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi #^^#
Dessa vez não demorei tanto, né!?

Antes de qualquer coisa...
Agradeço pelos comentários no cap anterior <3

Bom... Eu não sei descrever essas cenas muito bem, então...
Apenas gostaria de dizer que me esforcei!

Hmmm... (O que mais!?)
Ah! Como sempre não revisei ^^'


Leiam com carinho!
(Até as notas finais...)

Capítulo 18 - FWB ou AC


Fanfic / Fanfiction I think I'm going crazy - Capítulo 18 - FWB ou AC

Krystal POV

Percebi as reações de seu corpo e decidi me afastar um pouquinho, quando nossos olhares se encontraram, sorrimos simultaneamente. Desviamos o olhar por alguns segundos e quando voltaram a se cruzar, minhas mãos em seu pescoço fizeram uma leve pressão, eu... Eu queria, mas... Eu estava com medo.

Uma mecha de meu cabelo acabou tampando meu rosto e quando ela guiou sua mão tocando meu rosto ajeitando a mecha de cabelo que estava atrapalhando nossa visão a guiando para trás de minha orelha... Eu apenas senti meu rosto esquentar, meus olhos a essa altura estavam quase fechados.

Depois disso apenas quebramos o espaço que separava nossos lábios, mas quando íamos aprofundar o contato meu celular apitou.

“Mas que droga! Quem se atreve... A interromper esse momento!?” – Pensei.

Não sabia o que pensar quando vi de quem se tratava, então apenas lhe disse quem era.

– Hummm... Mensagem da unnie! – Falei olhando para o visor do celular e abri a mensagem.   

– Será que ela tem radar!? Não é possível! – Ela resmungou e eu me senti feliz por isso, ela não olhava em minha direção estava com a cara emburrada, com um bico fofo.

 

 

 

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 Me diz que o projeto de garoto já abriu o envelope e leu... Por favor!

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Eu não estava entendendo nada, então apenas decidi perguntar.

– Ela tá falando de um envelope... O que é? – Perguntei.

Ela nada disse, apenas fitou o mesmo que se encontrava em sua mão e o abriu retirando alguns papeis, logo que o abriu começou a ler, a medida que seus olhos se moviam rapidamente de linha em linha, eles se abriam cada vez mais e suas bochechas adquiriam um tom avermelhado, ela definitivamente estava surpresa e sem graça.

Depois de ver sua reação e de não conseguir uma resposta decidi pegar os papeis de sua mão e comecei a ler e ao final eu estava completamente sem graça.

 

 

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Krys: Unnie! Você enlouqueceu!?

 

Jess: Que foi!? Foi apenas uma brincadeirinha!

(Se bem que algumas respostas seriam bem úteis...)

 

Krys: Brincadeira de mal gosto...

(emojis de choro)

 

Jess: Só estou desempenhando meu papel de irmã mais velha...

Tenho deveres a cumprir!

 

Krys: Unnie... Não dava para esperar um pouco mais!?

(emojis de choro)

 

Jess: Nop! LOL

Tenho que ir...

I love you

Bye

 

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No que será que ela estava pensando!? Pelo amor de Deus! “chegar TARDE”  “BULINAR” “ABSTINÊNCIA” eu queria enterrar minha cabeça na terra de tanta vergonha.

Eu estava completamente sem graça, pois Amber me olhava de canto com uma expressão meio sem graça.

– Me desculpe por isso... – Falei ainda sem graça com meus abraços cruzados e a olhando de soslaio.

– Tudo bem, apenas fiquei meio surpresa.– Disse e sorriu sem graça. – Eae... Conseguiram conversar o que tinham pra conversar? – Perguntou.

– Sim. – Fui breve, sabia que não precisava contar e sabia que não era do feitio dela ficar perguntando sobre assuntos relacionados a família e tal.

– Que bom... –  Disse enquanto pegava um os cafés. – Qual foi a reação dela quando contou? – Perguntou enquanto me entregava um dos copos de café.

– O que? – Perguntei confusa e tomei um gole do café enquanto ela abria o congelador e retirava panquecas.

– Como ela reagiu quando contou o que aconteceu entre a gente? – Perguntou enquanto as colocava no micro-ondas. E somente por isso não me viu ficando ainda mais vermelha, como se isso fosse possível.

Dei um passo para frente seguindo seus passos sem perceber.

– Ela ficou um tempinho em cho... – Não terminei de responder, pois ela se virou na hora ficando praticamente colada em mim. – que. – Estávamos paradas de frente uma pra outra, estáticas, sabe quando o universo conspira!? Porem desta vez ele conspirava a favor, meu corpo parecia estar sendo atraído, ela era como um imã.

Era quase uma copia da cena que começou tudo isso, mas diferente da outra vez agora estávamos atrás do balcão e o espaço aqui é um pouco limitado, e também dessa vez estamos secas, ao me lembrar da cena que acontecera no dia anterior fechei brevemente os olhos e nesse período pude ver seu rosto a centímetros do meu, seu cabelo colado na testa com algumas gotinhas pingando, seus olhos em um castanho mais escuro, eu estava hipnotizada. Ao abrir meus olhos a visão geral era diferente, um pouco mais clara, porém suas orbes escuras me traziam aquela mesma sensação, acho que mesmo querendo ainda sim ela estava com receio, por isso estava sendo cautelosa.

Tive que sorrir para acreditar no que eu estava sentindo, que vontade louca é essa? Isso é completamente irracional, de onde surgia toda essa vontade. Um sorriso discreto, os olhos baixos, meus dentes pressionando meu lábio inferior.

Ela queria, assim como eu, então... Porque não facilitar um pouco as coisas agora que sei que o sentimento é recíproco!?

– Hmmm... Segura isso aqui um pouquinho... – Disse lhe entregando os papeis, demorou um tempinho para que ela recuperasse os sentidos e pegasse os papeis de minha mão, mas mesmo confusa o fez. Ao abaixar os papeis, passou a mão livre por seu cabelo seguindo até a nuca e sorriu sem graça. Sorriso que se desfez quando praticamente quebrei o pequeno espaço que existia entre a gente.

Minhas mãos em seu cabelo e maxilar, um selinho demorado e logo suas mãos já estavam em uma altura próxima a da minha cintura, mesmo com isso seu receio ainda era visível e meu objetivo agora era me livrar de qualquer vestígio desse receio.

Ao quebrar o contato de nossos lábios direcionei meus olhos até sua face esperando que me fitasse, seus olhos demoraram alguns segundos para se abrir. Minhas mãos estavam apoiadas na base de seu pescoço.

– Ela também gosta de você... – Falei e sua expressão confusa se desfez depois de algum tempo, quando seus olhos e boca se abriram um pouco em surpresa quando finalmente entendeu... Que eu estava respondendo sua pergunta. – Ela sempre sentiu medo, embora ela quisesse muito isso. Bom... Ela ainda sente medo... Mas agora é um medo diferente.

– Eu sei... É complicado. – Ela disse e fez uma pausa. – O que faremos? – Perguntou.

– Não sei ao certo o que fazer, mas... Tempo é uma coisa valiosa demais para perdermos assim... E eu acho que já perdemos tempo demais! – Falei, me deixava um pouco triste saber que perdemos tanto tempo...

– Então!? – Acho que isso foi um misto de continue com pergunta. – Como ficamos? – Perguntou.

– Vamos deixar rolar e ver o que acontece... – Respondi movimentando levemente meus dedos. – Tudo bem pra você se for assim? – Perguntei.

Ela apenas assentiu de maneira animada com um sorriso bobo. Não resisti, e apenas avancei de encontro a sua boca novamente, e logo após pude ouvir o barulho dos papeis e envelope caindo, senti suas mãos entrarem em contato com minha pele, me segurando.

E graças a esse ato pressionei com um pouco mais de força minhas mãos que passeavam por seu pescoço, maxilar, nuca... E como consequência acabava arrastando as unhas e provavelmente marcando sua pele. Acho que isso a atiçou, pois não demorou para que pedisse passagem para aprofundar nosso contato.

Ficamos alternando entre beijos como esse... Que foi... Digamos que... “Um pouco mais afoito” e selinhos.

Algum tempo depois o micro-ondas começou a apitar insistentemente durante um de nossos beijos.

 

– As panquecas... – Murmurou durante o beijo, praticamente forçando um intervalo.

 

– Esquece as panquecas... – Disse forçando a continuação do mesmo. – Ou você prefere as panquecas!? – Agora foi minha vez de murmurar.

– Que panquecas!? – Disse avançando rapidamente, não teve como não sorrir com essa atitude, porem suas mãos deixaram de “passear” somente por minha cintura e passaram a alternar entre a mesma e meus cabelos afagando e puxando de vez em quando.

 

– Vamos devagar... Ok? – Falei com a respiração um pouco alterada, por conta da falta de ar.

– A menos de um minuto atrás estava me agarrando, agora vem dizer para a gente ir devagar... Foi você quem co... – Resmungou fazendo bico. Mas não deixei que terminasse, mesmo com vontade de rir lhe dei um tapa no braço.

Sempre senti mais liberdade para fazer o que quisesse quando estava com ela e não seria diferente agora, bom... Tirando o fato de que talvez nossa amizade agora tenha um algo a mais...


Notas Finais


Eae...
Ruim? Muito ruim?
Não sei muito bem o que dizer aqui... #^^'#

Eae... Vcs entenderam o título?
(Alguém se arrisca?)

Comentem aí...

Bom...
Provavelmente eu vou demorar para atualizar e por isso decidi me esforçar para postar agora.
Entreguei alguns trabalhos semana passada e essa semana tem mais alguns para entregar...
E na outra semana tenho provas, então ficara difícil postar. (praticamente impossível)
Mas estarei por aqui, então... Qualquer coisa é só me dar um toque!

Um abraço de urso e um cafuné pra vcs!

Até os comentários... <3


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