História I Think We're Doomed - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Guerra, Militar, Romance
Exibições 3
Palavras 891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - O Início De Uma Lenda.


Fomos dormir, e eu fiquei em um quarto separado delas, sou homem, é justo até. Não conseguia dormir, por ficar pensando nela, em como tudo aconteceu, em como tudo funciona e como eu amo ela, mais do que qualquer coisa nesse mundo. Quando olhei o relógio do celular, já eram 03:00 e nós tínhamos ido dormir às 22:30. Me levantei e fui tomar um copo de água, quando escuto um barulho estranho, pensei de imediato “Caraca moleque o sono é tanto que os espíritos estão vindo me buscar, certeza”, mas quando percebi, os ruídos vinham do portão como se alguém estivesse tentando abrir. Meu medo se estabelece imediatamente, sem reação, sem saber o que fazer, a única coisa que sabia, é que tinha de salvar a ela.

Então o portão se abre, e entram não 1, não 2, mas 3, 3 homens, mascarados e com armas, um estava com uma 9mm, outro com uma Glock-18 e o último tinha uma Five-seven, eu conhecia os armamentos, apenas pelos jogos, sabia como atirar em jogos, mas não como fugir deles na vida real. Até que consegui olhar os olhos deles, pela janela, olhos brancos, com as íris amarelas, eu me lembrei de ter visto uma notícia sobre algo assim, soldados com estas colorações em seus olhos, era usuários da droga Red Wings, mas por que eles estariam invadindo esta residência?

Então meu corpo travou, 5 segundos e eu não tinha mais controle sobre ele, ele estava se movimentando sozinho, meus olhos ficaram vermelhos, iguais aos de meu pai no dia em que foi assassinado, foi a única coisa que consegui fazer dentro daquele corpo, assistir à tudo, inclusive a mim no espelho. Fui até meu quarto, abri a bolsa e tirei uma Desert Eagle (Deagle), e sai caminhando até a parte de fora da casa, quando meu corpo olhou para o lado, viu a movimentação de uma criança, era um dos primos de Robin, mas não consegui dizer nem fazer nada, meu corpo continuou andando.

Quando os 3 adentraram a residência, me mantive escondido atrás do sofá, mas até então não entendia nada, não podia pedir socorro, nem falar, nem andar, nem olhar. A única coisa que vi acontecer foi, levantar dar um tiro e abaixar de novo, então uma fala.

- Alvo Charlie abatido! /Foi a minha voz dizendo isso.

- Merda, por que tem um deles aqui? /Disse um dos soldados.

Um deles? Como assim? Eu não entendia nada, até que outro movimento rápido e derruba mais um.

- Alvo Bravo eliminado! /De mim? De novo? UOOOW.

- Reforços, reforços, preciso de reforços, temos um 248, repito 248!

Então eu me lembrei de algo que meu avô havia me contado, existiam códigos entre os soldados, para identificar suas categorias e classes. 135 eram a elite Russa, 248 eram a elite Norte Americana e 00 eram soldados comuns. Mas como poderia eu ser um “248”? Nunca havia atirado, muito menos com a intenção de matar, meu maior problema neste instante não era mais os “FOCI” (Forças Operacionais Comandadas Intencionalmente) era como os usuários da Red Wings eram classificados. O verdadeiro problema era se alguém mais acordasse, poderiam ver tudo...

Foi então que eu avancei e o FOCI tentou correr, meu corpo o segui até o portão e quando mirei e estava pronto para atirar, comecei a sentir uma dor insuportável no peito direito, quando olhei havia uma katana atravessando o meu peito, cai de joelhos olhando para frente, é então que ouço uma voz peculiar.

- Um 248.... Isso é um 248 para vocês? É um adolescente de provavelmente 15 anos seus idiotas!

Uma sombra avançou até o 00 que estava traumatizado com o que estava acontecendo e seu corpo foi cortado ao meio pela sombra, depois a sombra retorna ao seu estado físico e abaixa olhando em meus olhos, depois fala.

- Esses seus olhos, já o vi em algum lugar.... Ah sim aquele casal miserável que assassinei em 2013, você não pode ser parente dele, tem só 15 anos..., mas quando fizer 19 eu voltarei e o levarei para ensiná-lo a verdadeira força. Prazer, Dante, mas pode me chamar de Dard!

Consegui mover meu corpo novamente depois de alguns segundos, mas não tão bem pois entrei em um estado de choque tão forte que minhas reações estavam anuladas por completo, o suposto assassino de meus pais bem na minha frente, e eu não consegui fazer absolutamente nada.... Por alguns segundos meu corpo voltou a se mover e disse.

- Dard, você não ouse chegar perto deste garoto, ou então farei de sua vida o inferno! /Foi a minha voz de novo.

- Agora entendi, você tem a dupla personalidades, muito bem, mantenho meu contrato. Quando fizer 19, eu volto para busca-lo. /Então se tornou uma sombra novamente e saiu em meio a escuridão, quando caiu um raio e surgiu um espectro, ele me olhou e disse.

- “Vivere est via renascitur”

Depois o espectro se foi em outro raio brilhoso entre os céus e as nuvens, quando ouço gritos.

- Newt, NEWT! Newt, você está bem? Ah meu deus como isso... SOCORRO ALGUÉM!

Era Robin, desesperada comigo deitado em suas pernas, quando recuperei o controle de meu corpo, olhei para ela sorri e então desmaiei, a última imagem em minha cabeça foi a de Stella e Peter, correndo até mim.



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