História I Think We're Doomed - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Guerra, Militar, Romance
Exibições 3
Palavras 590
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - O Fim De Uma Lenda. Parte 2.


Estávamos na sala, aula de história quando as sirenes do colégio começam a tocar, com um barulho ensurdecedor, os professores realizando um código de evacuação, nenhum dos alunos entendia nada, eu já havia visto aquilo antes, na Itália, quando um grupo Francês invadiu minha cidade. Meu colégio efetuou uma saída de emergência para um local seguro, ficamos no esconderijo por 4 horas e depois eliminaram todos os radicais. Mas eu não havia visto nada do tipo antes, as notícias que consegui achar no meu celular não diziam nada sobre “Invasão à cidade”, contava uma entrada ao colégio Nec, que era o que eu estudava, mas por que eles queriam invadir um colégio? Foi quando senti acontecer de novo, meu corpo começou a parar e meus olhos voltaram a ser vermelhos mais uma vez, meu corpo se locomoveu até um canto próximo a quadra e começou a murmurar.

- Hey buddy, você ainda não está entendendo nada né? Fique tranquilo eu ainda vou lhe explicar, mas antes vou ter de matar cada membro da facção inimiga! Certo?

Eu apenas aceitei, por que havia me chamado de buddy? Era tudo muito estranho, mas eu sentia como se já conhecesse aquele ser dentro de mim que tentava se comunicar comigo. Bem eu só podia confiar nele, igual confiei antes ele certamente iria matar todos os invasores e eu sairia como um herói mais uma vez. Nem tanto, quando meu corpo foi para o corredor deter os vigilantes, eu comecei a parar e recuperar meus movimentos, mas era tarde para correr...

Então fui para uma sala e me mantive escondido dentro dela, aguardando que alguém passasse por ali, quando senti uma aproximação vinda do corredor, as janelas foram quebradas e entraram 4 deles por lá, pela porta passaram 2 e eu sem nenhum armamento não tinha o que fazer fui rendido por 3 e os outros 3 ficaram me chutando e socando da maneira que podiam, nem mesmo minha outra personalidade para aparecer e me defender, ele me abandonou, mas então uma voz com a entonação mais forte disse.

- Larguem ele, seus idiotas eu preciso dele vivo!

Era aquela voz de novo, como era o nome dele mesmo? Dente? Dendi? Não me recordo, mas ele quase me matou da última vez, o que poderia acontecer agora... Ele tirou de seu bolso uma agulha e disse.

- Segurem – no! Calma meu filho, prometo não doer tanto vai ser rápido.

- AHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH!

Comecei a sentir uma dor infernal, o que ele estava aplicando dentro de mim, ou tirando eu não conseguia ver, eu comecei a ver tudo embaçado, e quando ele retirou a agulha de mim as únicas coisas que me lembro são:

- Filho, isto aqui que você tem, vai me dar bilhões de dólares, muito obrigado! E boa sorte na sua vida, ou então na próxima, podem acabar com a vida dele!

Vi os soldados com seus fuzis apontados para a minha cabeça, contando até 3 para me matar quando ouço um breve tiro, parecia o de uma Usp com silenciador derrubando um dos 5 vigilantes ali em pé. Todos eles perderam o seu foco por alguns segundos, e então entrou uma bomba de fumaça pela porta, lembro – me de um homem todo mascarado com um uniforme preto, me pegando e pulando pela janela, correndo pelos telhados de casa em casa até chegar a um beco. Quando chegamos ao beco ele me colocou no chão e eu automaticamente desmaiei com a visão dele indo embora após os carros a polícia aparecerem.



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