História I wanna be your baby girl - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Fluflly, Lolicon, Lolita, Shortfic, Shotacon, Yuri
Exibições 27
Palavras 2.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Crossover, Ecchi, Escolar, FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi, oi, oooi
Quem é vivo sempre aparece né nom?
'Tô numa semana louca de provas de final de ano e gente, 'tô muito bugada.
Muitas provas de humanas me abatendo...
Mas 'tá tudo bem, só mais alguns dias e estarei livre aaeeeee
Ok, parei.
Espero que gostem, eu realmente gostei desse capítulo... Ficou tão... own gostei.
Comentem o que acharam 'tá bom?

(Capítulo betado)

{Leiam as notas finais}

Capítulo 2 - - 2 -


Fanfic / Fanfiction I wanna be your baby girl - Capítulo 2 - - 2 -

Ela devolveu meu sorriso com um outro sorriso totalmente lindo; aquele sorriso era capaz de ofuscar o sol facilmente. Seus dentes alinhados, suas bochechas levemente coradas e seus olhos semiabertos.

Engoli em seco.

Engoli em seco, sabendo que, se continuasse assim, aquela garota iria me levar a loucura em pouco tempo.

– Own, ela não é adorável. Ayumi-chan? – Sabaki falou sorrindo, e a garotinha ficou vermelha – Podemos ficar com ela? – disse, juntando as mãos em frente ao corpo como se rezasse, enquanto fazia uma expressão que julgava ser fofa. Estava falhando em sua missão.

– Ora, cale a boca, idiota. – dei um tapa fraco em seu braço e sorri para a menina que tinha uma expressão alegre no rosto. Afinal de contas, sermos estranhos era engraçado. – Meu nome é Ayumi e como já disse sou sua tutora. – falei em coreano, no meu tom mais suave.

– Ayumi-senpai? Meu nome é Lihyun, prazer em conhecer. – disse em japonês, com um sotaque forte.

– Vamos almoçar? ‘Tô com fome. – era Sabaki, com sua habilidade de cortar qualquer clima legal que se instalava no ar.

Olhei para a pequenina que assentiu e assim fomos para a cantina.

Cada um comprou seu almoço e sentamos em uma mesa vazia no fundo do refeitório.

– Qual seu nível de japonês, Lihyun? – perguntei em coreano, e ela levantou a cabeça do almoço sorrindo como uma criançinha envergonhada.

Linda.

– Baixo. – respondeu, no mesmo idioma em que perguntei, e Sabaki nos olhava irritado, afinal, ele não falava nenhuma palavra em coreano.

– A diretora pediu para eu te ajudar nisso. – falei a ela, e a menina me encarou confusa – Pode ser depois da aula na biblioteca?

– Ahn... Não posso. Omma me pediu para buscar as roupas na lavanderia, porque quando ela chegar já vai estar fechado. – disse, tão rápido que eu quase não entendi.

Meu coreano estava mesmo enferrujado.

– Ah, tudo bem. – dei um sorriso acolhedor e ela sorriu, animada.

– Você não quer ir comigo? – falou, e corou assim que as palavras deixaram sua boca – D-desculpe. Que fucking programa é esse? Esqueça isso, shit...

– Calma ai! – falei, sorrindo apaziguadora, ela parecia comigo – Você falou três idiomas na mesma frase, que fofa! – sorri e ela retribui sem jeito. Mesmo que singelamente – E sim... eu adoraria ir à lavanderia com você. – seu sorriso ficou maior, seus olhos menores e meu coração acelerado.

– Me sinto excluído. – Sabaki se pronunciou, fazendo eu e Lihyun rir.

– Que dramático. – falei, sorrindo e abraçando de lado meu amigo de cabelos castanhos.

As horas se arrastavam e eu não estava mais aguentando ouvir sobre “a importância do saber que não se sabe”, então simplesmente peguei meus cadernos, Sabaki e Lihyun, e dei o fora daquela aula chata. Nem um dos dois protestou, afinal de contas estavam mais dormindo do que prestando atenção na aula.

– Obrigada, Ayumi-senpai, você salvou minha vida! – disse a garotinha, enquanto se sentava junto a Sabaki no gramado da faculdade.

– Ninguém mais aguentava aquele porre de aula. – Sabaki dizia, enquanto se aninhava mais em sua mochila e o gramado.

Passamos o resto da tarde jogando conversa fora e se conhecendo melhor. Lihyun tinha dezenove anos, faria vinte dali a dois meses. E, como Sabaki dissera, ela havia se mudado há duas semanas, pois seus pais foram transferidos para cá, ambos advogados. Ela era filha única.

¬¬¬– Beleza! – falei, levantando-me, e batendo em minhas pernas para retirar a grama dali. – Podemos ir?

A garotinha assentiu e indicou com a cabeça Sabaki – que dormia na grama abraçado a sua mochila.

– Não podemos deixá-lo aí mesmo? Talvez algum casal de esquilo venha e o adote... – brinquei. E ela riu, negando.

Aquela risada gostosa e suave que faz todos em volta rir também.

– Que pena. – andei até ele, logo me jogando em si.

O garoto gritava tantos palavrões que eu mesmo não conhecia, então coloquei uma mão em sua boca e lhe olhei com cara de tédio.

– Tem criança no recinto, idiota. – cochichei em seu ouvido e fui respondida no mesmo tom por um “Não por muito tempo não é mesmo, Ayumi?” E sorriu malicioso.

Piranha desgraçada.

– Pare de ‘najar’ e vai para casa. – saí de cima do garoto que murmurou um “Amém! Você ‘tava amassando meu rim!” – Nós vamos indo... tchau senpai. – pisquei para Sabaki, que me olhou surpreso, para logo depois sorrir malicioso e responder um “Boa sorte, Ayumi-chan.”

A lavanderia não era tão longe da escola, então fomos caminhando. Durante todo o caminho, conversávamos sobre assuntos aleatórios e riamos de alguma coisa boba. Entramos, pegamos as roupas e fomos direto para a casa da menina.

– Nossa! Esse lugar é tão bonito! – exclamei, quando chegamos a sua humilde residência.

Era uma casa azul enorme de dois andares, com direito a varandas em todos os cinco quartos e uma cozinha espetacular.

– Meu quarto é o último do corredor, vá subindo que eu irei pegar algo para comermos. – e indicou a escada branca com corrimãos da mesma cor, e é claro, em coreano. Nossas conversas só eram em sua língua e isso precisava mudar.

Abri a porta que tinha uma placa “Não entre. Perigo!” pendurada. Não contive uma risada.

Que fofa.

O quarto era totalmente o contrário do que a placa dizia. Todo rosa, cheio de bonecas, ursinhos, espelhos. Havia duas portas no local. Uma deveria ser o banheiro, mas, e a outra? Confesso que fiquei tentada a abri-la e descobrir, porém Lihyun chegou na mesma hora em que o pensamento sumia.

– Trouxe chocolate, refrigerante, salgadinhos... – contava nos dedos de um jeito adorável.

Minha vontade era de agarrá-la ali mesmo.

– Desse jeito eu vou ficar toda flácida. – inflei as bochechas e a garotinha riu.

Se controle, Ayumi. Mantenha o controle.

– Você não vai ficar flácida. – disse, sorrindo – E mesmo que fique, para mim, não vai ter problema nenhum.

Quando se dera conta do que disse, seu rosto ficou extremamente vermelho. Ela correu para a cama e enterrou a cabeça no travesseiro, enquanto pedia desculpas. Dando-me uma bela visão de sua bunda empinado – que ficara um pouco descoberta pelo vestido que a mesma usava.

Arfei e senti o ar dos meus pulmões se esvaírem. Eu teria perdido todo meu controle se ela não tivesse se endireitado e sorrido sem jeito.

– Podemos começar? – confesso que pensei coisas indecentes com sua frase, mas ela logo completou – Podemos começar com a aula?

Assenti, sorrindo, e me sentei ao seu lado na cama.

– Pegue um caderno e uma caneta. – falei, séria – Você vai precisar.

A garotinha levantou-se rapidamente e abriu o closet, para logo voltar com o que fora pedido.

– Vamos começar.

As horas que se sucederam, foram muito agradáveis. Havia adorado ficar com a menininha, conversar com ela, ensina-la coisas e vê-la sorrir ao pronunciar corretamente quaisquer frases.

Fomos perdendo o foco conforme o tempo passava. E quando me dei conta estava encurralada em uma pergunta feita pela menor: “Você tem namorado?”

Confesso que meu coração falhou uma batida.

– Não. E você? – perguntei, e a vi corar.

– Também não. – sorriu, sapeca – Do que você gosta?

De vaginas e pênis, e você?

O que Lihyun pensaria quando soubesse que uma “menina que gosta de outras meninas” era sua tutora? Certo, eu não era lésbica, mas sabia que lá no país dela, um relacionamento homoafetivo era visto com maus olhos. Imagina uma bissexual? “Tudo putaria” era o que ela iria pensar.

– Como assim? – me fiz de desentendida.

– Ahn... eu notei como o Sabaki é bonito e ele não faz nem menção de querer ficar com você. – ela sorria com vergonha – Então pensei que você... sabe... não gostasse dessa fruta...

Eu desandei a rir. Ela era muito adorável, principalmente com vergonha. Que bonitinha.

– Não ria! – falou, colocando um travesseiro em seu rosto e atirando outro em mim. – Eu ‘tô falando sério!

– Você acha que sou lésbica? – perguntei, e a vi assentir – Não. – tentava conter a risada, enquanto a pequena me olhava como se fosse me matar – O problema não é comigo... digamos que o Sabaki que não gosta da fruta...

– Mas, eu vi o jeito que você olha para as meninas... – ela me interrompeu, logo corando.

Que fofa.

– De que jeito eu olho para as meninas? – perguntei, fazendo uma expressão que eu podia jurar que estava muito filha da puta.

– O mesmo jeito que eu olho... – respondeu olhando para o lado.

Paralisei.

Você sabe a sensação da crush admitir para você que não é hétero? Ou seja, você ter chances com ela? Admito que quase caí dura no chão. Havia uma chance de a senpai me notar e pode ter certeza, eu não iria deixar passar. Pro inferno que eu a conheci hoje, nada iria abalar minha confiança sabendo que a menina curtia colar velcro. Eu realmente não sei onde eu estava com a cabeça quando me aproximei da menina para beijá-la, e cara... eu queria enfiar minha cabeça num buraco – que não fosse o que ela tinha no meio das pernas –, quando ela virou o rosto para o lado, corada. Haha. E uma salva de palmas para Ayumi, ganhadora do prêmio trouxa do ano.

Eu não pensei em um pequeno detalhe... não é porque a garota curte xoxota que quer dizer que ela quer colar com a sua. Eu sou retardada, só pode.

– Desculpe! – falei para Lihyun, que mantinha o olhar baixo e o rostinho corado, evitando olhar-me nos olhos. – Preciso ir!

– Espera! – falou alto, quando eu pegava a minha mochila e me dirigia à escada. – Espere, por favor! – parei onde estava na porta do quarto dela – Não é o que está pensando, Ayumi-senpai, eu só... – segurou meu pulso de leve.

Seria lindo, sabe, a crush me tocando. Mas, em outra situação, digo, que não seja quando ela me nega um beijo e me deixa com cara de paisagem e a boca aberta olhando pro além no quarto dela.

– Não se desculpe. – respondi, seriamente, soltando meu braço bruscamente. Certo, eu estava sendo uma filha da puta. Mas, poxa, não dê a entender para a menina que te crusha que ela tem chances com você, mesmo que indiretamente. Não, eu estava sendo do mal sem motivo. Notei isso quando vi o rostinho triste dela. Parabéns, Ayumi, fez a crush ficar triste, sua babaca – Tchau Lihyun-san. - e não foi só isso, fui embora como se a culpa fosse dela.

Meu kami, eu sou muito escrota. Puta que pariu.

Quando cheguei a minha casa, a primeira coisa que fiz foi ligar para meu amigo purpurinado, porque cara, eu ‘tava na bad’. No segundo toque fui atendida, e ouvi um suspiro que julguei ser de decepção, do outro lado da linha.

Se está me ligando agora é porque os planos com a Lolita lá deram errados. – quando ele disse isso desandei a chorar.

– Ai, Sa, eu sou tão babaca!

Isso eu sei, Ayumi. Esqueceu que você ‘tocou o meu amigo da sua casa hoje de manhã sem nenhuma compaixão com o coitado? – perguntou. E, ai sim, minha gente, se antes eu ‘tava chorando, agora eu ‘tava enchendo um novo oceano.

– Eu sou a pior pessoa do mundo!

Muito provável. – respondeu, e deu uma risada reconfortante – Me conte o que aprontou dessa vez, Ayumi?

– Certo, eu tentei beijar a Lihyun. - houve uma pausa, até que eu tomasse coragem para continuar e ele esperou pacientemente. E, então, fui para o banheiro – Ela disse que também gostava de colar velcro, ai eu pensei né, por que ela não iria me beijar? Mas, a trouxa aqui não se lembrou da parte que eu a conheci hoje, que ela pode não estar interessada em mim e só me falou porque eu sou a tutora dela! – Sabaki ouvia em silêncio, só concordando com “uhuns” durante a história toda – E para piorar, Sa, eu fui embora como se a culpa fosse dela! Dá para acreditar nisso? – estava na banheira com uma garrafa de vodka ao meu lado, enquanto contava minhas desgraças amorosas para meu amigo que ouvia tudo atentamente.

Ayumi, você é uma babaca. – deu um riso soprado e continuou – Ela gosta de você, tenha certeza. Mas, agora, você foi muito trouxa com ela. Então, não sei se ela vai querer alguma coisa com você. – terminou por fim.

Ficamos em silêncio. Bebi mais um gole de minha bebida e encarei o nada.

– Sempre estrago tudo, não é mesmo? – falei retoricamente – Amanhã mesmo vou resolver isso. – completei.

Ok. Vou dormir, Yu, porque já é tarde. – ele era o melhor amigo do mundo. Quem em plena madrugada de terça-feira me atenderia para me ouvir, bêbada, falando do quanto sou babaca com uma menina que conheci ontem mesmo? Ninguém além do meu melhor amigo purpurinado. – Eu te amo.

–Também te amo. – e, desliguei.

Continuei encarando a parede e bebericando minha garrafa. Até que seu conteúdo acabou e eu tive que levantar para pegar mais. Agarrei meu celular e vi que já eram três e meia da manhã. Eu teria aula daqui a pouco. Droga! Resolvi que não iria de manhã.

E decidi, também, que dormiria ali mesmo.


Notas Finais


E ae? Gostaram?
Gente o que acharam? *nervousa*
Me identifiquei tanto com a Ayumi, a diferença é que a crush dela não é hétero (não vamos falar disso que eu 'vô chora... Zoas, superei)
"A importância do saber que não se sabe" talvez seja da minha aula de filosofia, cara eu sinto vontade de me afogar num balde quando meu professor chega com uma dessas; Nada contra, mas humanas não é pra mim...
Sabaki, the best piranha purpurinada e desgraçada né? <3 quem não ama essa biba louca.
Gente, vocês gostam desses jeito meio... irônico de escrever?
Sabe, eu amo escrever assim, é tão eu
Se não gostarem me digam que eu melhoro ou mudo, ok?
Críticas construtivas são sempre bem vindas <3
Acho que é isso.
Ah...

/Momento panfleteira/

BangTan (Yoonseok) gente dêem todo o amor a esse shipp maravilindo. Se não shipparem a fic os fará shippar... zoas eu amo muito ela não me julguem

https://spiritfanfics.com/historia/im-afraid-6834321


Original (Yuri) porque sou dessas


https://spiritfanfics.com/historia/se-eu-tivesse-6599488

É isso aaai.
Até não sei quando.
Minha aulas tão acabando, então se me der uma louca eu broto aqui do além qualquer dia desses...
Até logo.

(Esse capítulo já tinha sido postado, mas agora está betado)
(Quem já tinha lido não me mata por enganar vocês com Cap novo, por favor xkkxkc)


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