História I Wanna Be Your Bitch - Capítulo 4


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Categorias Originais
Tags Aventura, Bitch, Davi, Festa, Lemon, Marcos, Ménage, Muito Sexo, Putaria, Ramance, Sexo, Suruba, Vitor, Yaoi
Exibições 128
Palavras 2.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Bem amore, sorry pela demora, me senti mal (mentira), eu tive um puta bloqueio criativo durante esse tempo e hoje uma lâmpada acendeu e eu escrevi. Espero que gostem do capítulo e sorry se estiver pequeno eu escrevi pelo celular.

Capítulo 4 - I Wanna be Your Bitch


Vitor:

Não acredito que eu faltei escola por causa de uma foda que eu tinha tido, que parando pra pensar não tinha sido tão ruim assim.

Me levantei ignorando a dor- que agora que tinha melhorado um pouco- e fui para o banheiro no outro lado do corredor tomar um banho, peguei minhas roupas de ontem e uma toalha no armário. Tentei andar mais rapido que eu pude, mas a dor em meu quadril era maior que a pressa de sair dali.

Tomei uma banho gelado pra ver se assim esquecia a dor, mas nao adiantou muito coisa assim. Depois de tomar o banho me enrolei na toalha e fui ao quarto dos pais dele procurar alguma pomada para a dor, quando achei voltei para o banheiro e peguei minhas roupas indo para o quarto do Marcos, entrei e tranquei a porta- mesmo ainda sendo onze horas da manhã e ninguém estava em casa- e passei a pomada na minha entrada. Estava ardendo como um inferno.

Depois de me ajeitar desci e fui comer alguma coisa na cozinha, preparei um pão e fui comendo no caminho de casa e também fui pensando em uma boa desculpa por ter dormido fora de casa e nao ter avisado a ninguém e ainda por cima ter esquecido o celular descarregado.

Enquanto eu anda pra casa algumas pessoas viravam pra olhar pra mim, não sei se era pelo fato de eu estar todo descabelado ou por que estava mancando e cheios de marcas no pescoço. Bem, fico com a segunda opção, mas provável.

Tentei puxar a blusa pra cima e esconder as manchas no meu pescoço, mas quando eu levantava as marcas da minha barriga apareciam e estava bem piores do que as do pescoço. Tentei ao máximo nao mancar, porém a dor era maior que tudo. Meu cu estava em chamas, estava literalmente com fogo no rabo.

Assim que cheguei em casa minha mãe foi logo gritando dizendo que eu era irresponsável por não ter avisado a ela que eu não dormiria em casa e depois ficou ameaçando a contar pro meu pai coisas que eu nem me lembro mais. Pelo menos ela nao me bateu dessa vez.

Subi para o meu quarto, já que eu estava de castigo até segunda ordem. Me tranquei e coloquei meu celular pra carregar, assim que eu o liguei vi várias mensagens de Marcos, respondi todas com um enorme sorriso de otário no rosto. Logo estava deitado na cama apenas de cueca passando a mão pelas marcas roxas em meu corpo lembrando de como a noite tinha sido ótima, acabei me masturbando pensando em ontem. Acho que transar com ele vai virar rotina a partir de hoje.

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Já eram quase três da tarde quando Marcos me ligou perguntando onde eu estava e ele ficou puto da vida quando eu disse que tinha ido pra casa, parece que ele estava planejando alguma coisa pra quando ele chegasse.

-Eu disse que era pra você esperar eu chegar, mas parece que tá com um pau no ouvido- disse ele impaciente no outro lado da linha- por que foi embora?

-Eu estava com dor e se eu ficasse mais algumas horas fora de casa minha mãe iria me matar, me entende agora?! Nem tudo vai ser do seu jeito, Marcos. Será que dá pra me entender?

-Porra nenhuma, tinha que ter me esperado- disse ele agressivamente e ouvi o son de coisas caindo- eu vou ai na sua casa.

-Marcos é melhor não, minha mãe tá aqui e...

-FODA-SE!- Gritou ele e desligou a chamada logo em seguida me deixando pasmo em cima da cama.

-Que idiota- resmunguei colocando um casaco xadrez e uma calça jeans escura, apenas.

Desci as escadas pronto para aturar o show que ele iria fazer assim que chegasse, apenas ignorei isso sentando no sofá e ligando a Tv pra veer qualquer merda que estivesse passando. Minha mãe passou atrás de mim dizendo que iria sair e só voltava de noite. Nem quis saber o que ela iria fazer, eu tinha ligado o botão do foda-se hoje.

Deitei no sofá sendo levado pelo sono quando ouvi minha mãe gritando da porta da frente que o Marcos estava querendo me ver, estava torcendo para que ele estivesse de mal humor pra eu ter uma desculpa do por que eu bati nele. Mas não foi bem isso o que aconteceu.

Assim que cheguei na porta da frente Marcos estava com um lindo sorriso no rosto, mas pra mim aquele sorriso era falso, só que mesmo assim ele continuava bonito.

-Hey Bitch- disse ele entrando em casa e fechando a porta- sua mãe não está em casa, né?!- ele veio se aproximando aos poucos pressionando meu corpo contra a parede. Ele levou suas mãos até os meu cabelo e o puxou forte  me fazendo gemer de dor- Você gosta de ser castigado, não é Vitor?! Ninguém é mais masoquista que você- deu uma lambida em cima dos chupões em meu pescoço e marcou em mais um lugar- adorei suas novas marcas. Sua mãe já viu?

- Se viu ignorou- disse tentando soltar suas mãos do meu cabelo e isso fez com que ele agarrasse com mais força- está começando a me machucar Marc... ahw

Ele estava passando seu membro já duro em mim, ele imitava movimentos de penetração em minha cintura. Nossos membros se encontravam ainda por cima da calça me fazendo perder a cabeça.

-Marc, eu não quero fazer isso de novo, eu ainda tô com dor e...

- Você pode meter em mim hoje- disse ele me beijando de forma afoita- mas se não quiser eu vou meter em você, não vou ser bruto igual a ontem. Te prometo.

-Você.. erg... vai me deixar ser... o ativo?- perguntei encarando seus olhos castanhos e ele somente assentiu e me puxou para o sofá ficando em cima de mim.

Suas mãos foram até meus ombros descendo o casaco e o jogando longe, levei minhas mãos a barra de sua blusa e tirei com sua ajuda. Ele começou a rebolar em meu colo fazendo meu membro despertar dentro da minha calça, coloquei minhas mãos em sua cintura forçando ele a rebolar mais em meu pau.

Suas mãos passeavam pela minhas costas nuas e passaram apertar meus mamilos, abri sua calça e ele se levantou para tirá-la junto com sua bixer logo voltando a se sentar, sem nenhuma roupa, em meu colo. Coloquei dois dedos meus em sua boca e ele entendeu o que eu iria fazer e então ele chupou meus dedos de um jeito muito sexy, poderia gozar só de ver a sua feição ao fazer isso, mas eu teria que me segurar por enquanto.

Eu tirei os dedos de sua boca e passei em volta da sua entrada, vendo o mesmo fechar os olhos e morder o lábio inferior contendo um gemido rouco. Coloquei devagar meu digito em seu interior e sua entrada sugou meu dedo, fiquei brincando com meu dedo ate decidir colocar mais outro e outro. No terceiro ele gemeu alto e arrastado marcando  mais um lugar do meu pescoço.

Meu pescoço ficaria horrível depois disso, já não bastava as que ele fez ontem ainda tinha que fazer mais duas novas. Teria que usar o casaco da escola fechado até a gola por conta disso. Com raiva estoquei brutalmente os dedos dentro dele e o mesmo deu um gemido fino jogando a cabeça pra trás.

-Faz isso de novo... ahw- pediu ele, parece que nem pra uma vingança eu sirvo.

Fiz o que ele pediu e acertei o mesmo ponto novamente fazendo com que ele gemesse e rebolasse em meus dedos, queria meter nele agora, porém ainda estava com minha calça.

Ele me olhou e saiu do meu colo se ajoelhando no chão a minha frente, abaixou minha calça e minha cueca deixando elas abaixadas em meu Joelho. Ele pegou meu membro e começou a masturbá-lo me levando aos céus, passou o dedos pela minha glande fazendo meu corpo inteiro tremer de tesão.

Agarrei seus fios castanhos e o obriguei a me chupar, ele fazia um ótimo trabalho com a boca. Pressione sua cabeça em meu pau e vi seus olhos marejarem e ele fez alguns barulhos se engasgando, sentir sua garganta em volta do meu pênis era uma sensação incrivelmente maravilhosa. Parei de forçar sua cabeça e deixei que ele trabalhasse sozinho, ele fazia movimentos rápidos me chupando de jeito gostoso com a ajuda da sua mão, sua língua passava por toda a extensão do meu membro. Estava perto do meu ápice quando ele parou os movimentos e se sentou em meu membro de um só vez, nem deu tempo de provocá-lo.

Ele começou com os movimentos lentos e ritmados me levando a loucura, ele era um ótimo ativo e um ótimo passivo. Coloque minhas mãos em sua bunda ajudando-o nos movimentos de sobe e desce.

- Aaah, Vitoor- gemeu ele manhosamente quase me fazendo gozar- isso é muito bom- disse ele com um sorriso fofo nos lábios.

- Yes Bitch- disse em seu ouvido dando um chupão em seu pescoço. Um não, vário. As marcas vermelhas ficaram bem visíveis em sua pele pálida.

Beijei seus lábios tentando controlar seus gemidos desesperados, mas ele continuava gemendo sem parar. Mordi seus lábios enquanto socava nele de baixo pra cima, ele parecia gostar de tudo aquilo, ja que ele não parava se gemer um minuto sequer.

Tirei ele do meu colo e o joguei no tapete da sala, peguei sua cintura e fiz ele empinar aquela bundinha pra mim, peguei meu pau e só coloquei a cabecinha vendo ele jogar a cabeça pra trás e arfando alto, fiquei rodeando a glande em sua entrada.

-Vamos logo com isso sua vadia- disse Marcos impaciente colocando a cabeça no chão e deixando sua bunda mais empinada pra mim.

Meti com força e vi seu corpo ir pra frente com o baque, comecei as estocadas frenéticas e ouvir ele gemendo meu nome com aquela voz rouca dele me deixava cada vez mais próximo do meu ápice. Puxei ele pelos cabelos e o beijei, nossas línguas brincavam uma com a outra travando uma batalha entre elas.

Acertei seu ponto sensível e então ele se desfez sujando o tapete da sala e depois de mais algumas estocadas fundas gozei em seu interior vendo o mesmo fazer um careta e então se jogar no chão em cima do próprio gozo.

-Vai tomar um banho depois disso- disse o ajudando a levantar do chão- vamos logo, daqui a pouco minha mãe chega.

- Tranca a porta, caralho- disse ele apoiando em meu ombro- assim quando ela chegar ela vai ter que tocar a campainha, né gênio?!

- Ta agressivo hoje- disse o jogando no sofá- se vira se quiser subir a escada.

- Eu to bem- disse ele se levantando e caminhando normalmente para o banheiro no segundo andar- Você que não aguenta a dor mesmo.

- Vai tomar no cu- gritei

- Já tomei hoje, obrigado- disse ele e eu ri, logo depois ouvi a porta se fechando com brutalidade e então eu me pus a arrumar a sala e tentar disfarça o cheiro de sexo do ambiente.

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- Você é um merda nesse jogo e em todos que você joga- disse ele pegando o controle da minha mão e começando a jogar.

- Que culpa eu tenho se eu não nasci com o seu dom?- perguntei com um tom sarcasmo na voz- quer saber eu vou pedir comida, quer alguma coisa?

- Quero seu corpo em uma banheira- disse ele me olhando com seu típico sorriso malicioso- e quero ele bem molhadinho.

- Espero que morra de tesão acumulado, porque de mim você não vai ter nada até que eu queira. E se tentar me estuprar eu falo pra minha mãe que tu está tentando me levar pro inferno contigo.

-Mas é isso mesmo o que eu quero, acha mesmo que eu quero ficar sozinho sem a pessoa que eu mais gosto? É melhor a gente morrer com quem gosta.

Fiquei um tempo raciocinando o que ele tinha acabado de dizer, bem se ele gosta mesmo de mim então é por isso que ele me marca mesmo a contra gosto meu? Ele quer mostrar a todos que eu já tenho alguém, se eu estiver certo não quero mais saber de nada porque ele gosta de mim.

-Marcos, você gosta mesmo de mim?- Perguntei fitando o chão.

- O que? Como assim?- perguntou ele pausando o jogo e me encarando, mas eu não o olhei de volta- Vitor, olha pra mim- ele pegou meu queixo de um jeito carinhoso e o levantou- gostar de você como?

- Sabe, você... disse que se fosse pra morrer que fosse com quem você gostasse- disse sentindo meu rosto esquentar- ah, esquec...

Ele me interrompeu com um selinho que logo foi se intensificando assim que eu abri a boca a fim de começar um beijo de verdade, paramos pouco tempo depois para recuperar o fôlego.

-Vitor tenho uma proposta pra te fazer- disse ele colocado sua testa na minha- eu gosto do jeito que você faz sexo, eu gosto de ouvir você gemendo meu nome e como você fica sexy quando está quase chegando ao limite... erg... Vitor, você quer ser a minha puta a partir de hoje? Lembrando que você vai ter que fazer tudo o que eu mandar até eu enjoar de você e por favor não se apegue a mim.

Pensei em como aquela proposta era tentadora, mas eu não conseguiria não me apegar a ele. Marcos era incrivelmente lindo e sensual, seu corpo era lindo e o jeito como ele ficava selvagem enquanto fazíamos sexo. Teria que dar o meu jeito e não me apaixonar por ele, mas ele me deixava louco e minha resposta só podias ser uma:

-Marcos, eu quero ser sua puta!


Notas Finais


Então gente é isso, me desculpe se ficou pequeno é que eu não tenho noção de quantas palavras deu.

Comentem o que acharam amerecos. Até o próximo!


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