História I want to burn with you. - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Peeta Mellark
Visualizações 48
Palavras 3.440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, primeiramente quero pedir desculpas a vocês por minha demora. Fiquei mais de uma mês sem postar um capítulo se quer e sei que vocês estão decepcionados com minha sumida, mas escrever esses dias não está fácil. De coração, estou bem triste por ter deixado vocês na mão, mas como recompensa por terem esperado tanto, escrevi até o capitulo 29 e postarei todos eles essa semana.😃 espero que vocês não tenham me abandonado, mesmo que eu mereça. Agora chega de enrolação e vamos para esse capitulo que tá tão fofo e no qual eu adorei escrever. Espero que gostem dele assim como eu. ☺️

Capítulo 26 - Capitulo 26.



     A pessoa a minha frente me olha com tamanha ternura e emoção. Eu a estaria olhando do mesmo jeito, se tantas culpas não roubassem todos os outros sentimentos.  
          Minha mãe abre os braços para mim e em outro momento, eu na exitaria em me jogar naqueles braços aconchegantes e cheios de paz, mas com os últimos acontecimentos ainda frescos em minha cabeça, só consigo ter rejeição a eles. Não por culpa dela, mas por me sentir tão suja a ponto de não merecer o carinho daqueles braços. Ela me olha sem entender o meu receio e para disfarça, abro um sorriso fraco. 
 - mãe? Como vai? - sua feição saudosa vira um ponto de interrogação. 
      Da para ver que não sou boa em mentir ou omitir nada de ninguém. As pessoas me conhecem tão bem que capitam as coisas no ar, ou talvez, sou eu mesma que não sei disfarçar. 
 - eu acabei de voltar de uma viajem na qual passei um mês e meio fora e você me recebe dessa maneira?
 - desculpa, só estou surpresa de ter ver aqui. É...quanto tempo não é?- porra jennifer! não dá uma dentro. 
      Seu olhar agora emitem muita preocupação e vejo que preciso ser convincente o suficiente se quero a crença de minha mãe. 
 - o que está acontecendo jennifer? E não ouse mentir, pois te conheço a 19 anos e sei quando está me escondendo as coisas. - pelo visto vai ser mais difícil do que pensei, por que ela tem razão. 
 - para com isso mãe. Poxa, só por que não te abracei de primeira e fiquei surpresa com sua chegada e por que algo está acontecendo? Não! Não tem nada acontecendo ok? 
 - e por que está tão nervosa? Jennifer eu sei que você está escondendo algo por que vejo estampando no seu rosto. 
 - ah, vai começar a paranoia. Já disse que só me surpreende em te ver. E também estou muito preocupada e nervosa com a peça.
 - eu sabia que você estava me escondendo algo. Você não sabe mentir querida.  - respiro em um enorme alívio por ela ter engolido minha desculpa esfarrapada. 
 - desde que comecei a ensaiar fico cada vez mas apreensiva com o dia da peça que já é amanhã!
 - eu sei querida, mas fique calma. Vai dar tudo certo, eu prometo para você. 
       Seu rosto adquire novamente a expressão tranquila e calma e insisto a mim mesma que se quero passar normalidade a ela preciso agir como a garota que ela deixou a uma mês e meio atrás. A abraço apertado e me sinto tão segura naqueles braços que só imagino outro lugar onde sinto a mesma paz e segurança. Pena que não poderei nunca mais sentir esse conforto nos braços de meu outro Porto Seguro. 
      Minha mãe finaliza o carinho com um singelo beijo em minha testa. Tento readquirir minha expressão vivaz que a muito tempo deixei de ter. 
 - e me conta, como foi lá em Amsterdã? - digo, fingindo entusiasmo. 
 - aiii querida tenho tantas novidades. 
           Escuto tudo na mais paciência possível, apesar que parei de ouvir o que ela dizia na metade da história. Queria sair dali logo, poder voltar para o fundo do poço no qual eu vivo constantemente agora. Fingir está feliz e entusiasmada não está saindo tão verdadeiramente como eu gostaria e o medo de minha tristeza transparecer é grande. E se ela captar algo, não sei se seria capaz de inventar outra mentira capaz de angariar a crença de dona effie. Ao fim das histórias, já estou com os ossos da face doendo de tanto emitir sorrisos falsos.
 - nossa mãe, sua viajem foi impressionante. - isso é tudo que consigo dizer. Ela fica esperando alguma comentário sobre algo de que ela falou, mas aí cai a ficha que nada do que saiu de sua boca teve minha atenção. 
 - você não prestou atenção em nada né? 
 - desculpa mãe. Eu queria mesmo ter escutado tudo e estar tão entusiasmada como você, mas a peça não sai da minha cabeça. Estou tão ansiosa que acho que não serei capaz nem de dormir essa noite.
 - não se desculpe meu anjo. Eu te entendo. Desde de pequena você sempre se centrava muito no que fazia e trabalhava com afinco para tudo sair perfeito, e sei que desta vez não será diferente. - ela alisa minha bochecha com o polegar. 
 - obrigada mãe. Eu gostaria de ir para o meu quarto agora dá uma última revisada no texto. Você se importa? 
 - claro que não! Eu ainda preciso desfazer as malas. Mas Faça isso minha lindinha. Sei que ficarei orgulhosa de você amanhã.
 - pode ter certeza disso mãezinha. E eu estou muito contente que você voltou. 
      Quero subir logo por que as lágrimas começam a inundar meus olhos. Como ela vai ter orgulho de mim? Uma filha desprezível como eu não merece seu carinho muito menos seu orgulho. O que menos mereço dela é isso. Por que esse tipo de coisa tinha que acontecer comigo? 
     Já estou me retirando da sala quando minha mãe me chama. Congelo, achando que ela notou algo, mas não é sobre isso que ela pergunta. 
 - onde está seu irmão? 
       Boa pergunta. Eu não sei onde ele está desde ontem a noite, quando josh se declarou apaixonado por mim. Depois disso, não o vi mais. Só não estou tão preocupada por que ouvi a porta abrindo e fechando hoje de manhã cedo,então ele deve estar bem. 
 - eu não sei mãe. Ele saiu hoje cedo, disse que tinha assuntos a resolver. - minto. 
 - ah. Só isso mesmo querida. 
      Retorno a subir as escadas e sou chamada mais uma vez. 
 - só mais uma coisinha, você é josh brigaram? 
          Engulo em seco. E agora? Tenho que ser bem convincente para poder convencê-la. Tento parecer tranquila e com uma convicção que não sei da onde surgiu, eu respondo:
 - por que estaríamos brigados mãe? Claro que não. Eu e meu maninho estamos mais unidos do que nunca. 
 - aiii que maravilha. Já estava achando que sua apreensão era por conta de alguma discussão entre vocês, mas vejo que me enganei, ainda bem. 
     E mais uma mentira vai para a cota de jennifer: a filha mais mau caráter do mundo. Subo para o meu quarto e me jogo na cama, suja o suficiente com tantas culpas e mentiras nas quais eu tenho me aprofundado cada vez mais.
         Vejo que encarar minha mãe para o resto da vida vai ser mais difícil que pensei. Resolvo tomar um banho para esfriar a cabeça. Termino e tento relaxar para que nada possa ficar na minha cabeça a não ser a minha grande estreia no teatro amanhã. 
          Acordo com a cabeça explodindo e isso não é um bom sinal. Eu tenho que estar perfeitamente bem para poder fazer um bom trabalho hoje e uma dor de cabeça é um sinal de empecilho para ter um bom desempenho. Levanto e pressiono as têmporas na tentativa de diminuir a latejante dor na minha cabeça. Vou até a banheiro e realizo as devidas higienes e desço para a cozinha. Minha mãe está sentada à mesa, tomando seu café calmamente, enquanto lê algo em seu iPad. Ao me notar, ela abre um sorriso fraterno e me dá um sonoro bom dia. 
 - bom dia. - respondo sem ânimo. 
 - nossa, para quem vai arrasar hoje à noite você está muito desanimada. 
 - não tenho tanta certeza disso não. Acordei com uma terrível dor de cabeça e isso, definitivamente não é um sinal de arraso. 
 - pare de se auto sabotar. Isso é apenas um sintoma do estresse e da falta de sono que você vem tendo ultimamente. Essa peça tomou muito de você e é óbvio que o seu desempenho hoje vai ser incrível. 
         Fico tão feliz com o otimismo de minha mãe que até me sinto um pouco melhor. Apesar de que essa dor de cabeça não é apenas pelo estresse da peça, mas também por causa dos  enormes conflitos que tenho enfrentado.   Tomo um remédio para a dor em minha cabeca e tento por alguma coisa para dentro, mas a ansiedade faz meu estômago revirar a cada pequena quantia de comida que como. Percebo que definitivamente não conseguirei Comer, assim como não consegui dormi ontem à noite.  
 - filha, eu falei com seu irmão ontem à noite e o notei tão diferente. 
        Começo a gelar e posso sentir meu corpo inteiro se tencionar. Temo q ele possa ter dito algo que entregou minha mentira. Bebo um gole do líquido escuro em minha xícara e tomo coragem para perguntar o por que dela ter tirado essa conclusão. 
 - e qual a razão da senhora achar isso? 
 - não sei, ele estava calado e com um semblante para lá de triste. Perguntei se estava tudo bem e ele disse que sim. 
 - sério? Eu não estou sabendo de nada não. - faço a típica desentendida, como se a razão de tudo isso não fosse eu. 
 - eu tentei saber mais a fundo e então ele me deu um surpresa que não imaginei acontecer tão cedo.
 - o que? - já fico nervosa de novo. Esse é o problema de quem tem culpa no cartório. Viver sempre com medo de ser descoberta. 
 - ele disse que vai voltar para Londres. - minha mãe diz bem triste. 
     Meu coração dispara e sinto uma enorme tristeza crescer dentro de mim. Eu sei por que ele está fazendo isso, eu esfreguei em sua cara que era melhor ele nunca ter voltado. E ele parecia que havia mudado de ideia, mas novamente eu esmaguei seu coração com minhas árduas palavras. Quero esconder meu semblante totalmente devastado com a notícia, quero fingir que estou bem, mas isso não é possível,  por que quando falo com minha mãe que está com um olhar de arrependimento, minhas palavras já saem embargadas. 
 - ele te disse quando? - ela quer recolher suas palavras por que notou o quão forte foram os efeitos delas em mim. 
 - não. Ele me disse que ia ficar aqui por mais algum tempo e voltaria para Londres. 
 - mas por qual motivo? Ele te disse?
 - de início eu achei que vocês haviam realmente brigado e você tinha mentindo para mim, mas josh disse que estava bastante devastado em ter que deixar nós duas e que não era nenhum problema entre vocês, só que ele disse que a oportunidade da vida dele tinha chegado e ele tinha sido contratado para ocupar um importante cargo em um dos melhores hospitais de Londres.
 - mas ele não está cumprindo com o combinado. - eu sou tão cinica que sinto até pena de mim mesma. 
      Como eu queria isso? Sempre ferindo ele com meu jeito rude de afastar os assuntos que mais temia. Uma covarde que encontrava a fuga como solução pra tudo. Com esse meu jeito de criança imatura acabei arruinado um relacionamento que sempre forá o mais importante para mim. Eu sei que quando ele partir não irá voltar mais por que essa foi a sua promessa para mim. E mesmo que ele não tivesse prometido, depois do esculacho que dei nele no dia em que ele declarou-se para mim era mais que óbvio que ele havia perdido as esperanças de que nossa irmandade ou até mesmo outra coisa fosse reconstruído. 
 - eu falei à mesma coisa para ele, mas ele se desculpou e disse que não podia deixar passar essa oportunidade. E você deve entender seu irmão querida. Devemos ficar felizes por ele, por que afinal, ele está tendo uma oportunidade ótima. E, De qualquer jeito, ele ia embora no fim do ano e voltaríamos a ser só eu e você. E além do mais, ele me prometeu que não vai sumir como da última vez. - ele está mentindo e ela deve saber disso. Algo me diz que minha mãe sabe que o motivo da sua ida não é por causa de cargo porcaria nenhuma. Mas deixo isso para lá, pois estou temendo que confissões indesejadas saiam sem permissão de minha boca. 
 - bom...você tem razão...e...- não consigo terminar a frase e desabo em choro. 
     Eu não posso perdê-lo, não de novo. E dessa vez é diferente, é ainda pior do que a primeira vez. Por que agora eu estou apaixonada e se ele for, irei sofrer o dobro. Me envergonho de pensar nesse sentimento para com meu irmão com minha mãe me encarando de braços abertos. Mesmo cheia de culpa, eu me jogo em seus braços, aproveitando a conformidade deles. Eu choro muito, e sei que meus prantos não são só por que descobri algo que já sabia, mas sim por toda pressão que venho passando desde que me entreguei a meu irmão. 
 - fique calma meu amor, ele só vai voltar para Londres e não morrer. 
 - eu não quero que ele vá. Eu não quero passar por tudo de novo mãe. - ela alisa meus cabelos, tentando me tranquilizar. 
 - você não vai passar por tudo de novo. mesmo que ele não cumpra com sua promessa e não venha nos ver, nós iremos até ele. Não tem o ditado: se maomé não vai até a montanha, a montanha vem até maomé. 
 - e como você acha que vamos fazer isso com um marido em meu encalço? - ela parece se lembrar do casamento arranjando que meu pai arrumou para mim. - você esqueceu?
 - sim, eu havia esquecido. Mas seu noivo vai ser compreensivo eu tenho certeza. 
     A claro que ele vai me deixar ir ver o cara que o agrediu mais de uma vez. E além do mais, ele está destinado a fazer de minha vida um inferno. Não vai me deixar nem sair de casa, quanto mais ir a Londres. 
 - claro que vai. - digo com ironia. 
 - eu nem devia ter lhe contado isso. Agora você vai perder a concentração para a peça. 
      Ela tem razão. Como vou me concentrar agora com isso em minha cabeça? Mas eu não vou deixar isso me abalar hoje. Posso chorar amanhã, depois e depois, mas hoje é o meu dia de estrela e não posso decepcionar as pessoas que amo. Venho ensaindo a tempos para essa peça e vou dar o meu melhor. E como ele ainda não disse quando vai para Londres, eu ainda tenho tempo de impedi-lo de ir. Agora resta saber como. 
 - não. Isso não vai me deixar abater. Eu compreendo josh, de verdade e só quero sua felicidade assim como sei que ele quer a minha. E a minha felicidade no momento, é arrasar naquele teatro e ver o brilho de orgulho nos olhos da senhora. 
 - você já me enche de orgulho por ser tão guerreira meu bem. - ela acaricia meu rosto com delicadeza. 
 - obrigada mãe. - dou-lhe um sorriso fraco, seco as lágrimas e ergo minha cabeça. 
        O que preciso agora é de uma boa dose de determinação e é isso que vou tomar. Cabeça erguida, pois hoje é meu dia de brilhar. 
                             ***
         Quando são 18:00, já estou em um camarim atrás do palco onde está uma correria só. Foram contratados apenas três maquiadores para dar conta de um elenco inteiro. Uma loira alta chega até mim e me entrega o vestido que eu mesma comprei. 
 - vista-se logo! Ainda tenho que fazer sua maquiagem e cabelo. 
         Entro em uma cabine que fica dentro do camarim mesmo e me troco. O vestido ficou elegantíssimo em meu corpo definido e parece que nasci para esse papel, pois estou a cara daquelas jovens de séculos antigos. 
     Saio e sou praticamente puxada pela maquiadora que me senta em uma cadeira. Ela começa a trabalhar em meu rosto e faz algo bem simples. Só tira o brilho de meu rosto, dá um contorno em meus olhos e aplica um gloss em meus lábios. Estou impressionada com seu trabalho. Pareço-me outra pessoa, com meus cabelos em um pentado que faz chuvas de cachos caírem sobre meus ombros e meu rosto está bastante rejuvenescido, com traços de menina, mas com um certo toque de mulher. Calço os sapatos e voialá, a helena toma o lugar de jennifer. 
        Liam vem todo exibido em sua roupa de época, também bem elegante e fica impressionado com a beleza encantadora de helena. Quando todos já estão prontos, as minhas mão soam mais do que nunca e antes de entrarmos, no juntamos em uma pequena oração e inclusive, eu peço que não seja castigada nesse momento pelos meus pecados. E por fim, falamos a palavra que no teatro significa boa sorte. 
 - merdaaaa! - gritamos todos em uníssonos. 
       A peça começa e liam e eu já entramos para interpretar a cena que eles se apaixonam e coisa e tal. Posso ver que todos estão vidrados em nós e o lugar está em um silêncio total, com exceção de minha voz e a de liam. As cenas vão passando e a cada take, vejo mais orgulho no rosto de minha mãe e no de minhas amigas, que estão sentadas nas primeiras fileiras. 
      Chega a parte final, a cena trágica de dois irmão que buscam a liberdade na morte. Demetrio esta a beira de um penhasco preste a se jogar, quando helena o encontra e seu peito é tomado por desespero ao ver o seu amado a centímetros da morte. 
     Helena: oh meu amado, o que ias fazer? 
     Demetrio: não suporto mais helena. Te ver nos braços de outro está me matando as poucos. Se eu pular deste penhasco só minha matéria que morrerá, por que minha alma já está morta a muito tempo. - liam está em cima de um penhasco improvisado e eu estou atrás dele, mas não lá em cima ainda. 
         Quando vou continuar, encontro seus olhos verdes me encarando. Nossos olhares se cruzam e posso sentir meu corpo inteiro se energizar. Ele sorri para mim e faz um gesto com as mãos para que eu continue. Mas estou tão desestabilizada com o seu maravilhoso sorriso que só volto a recitar quando liam me chama baixinho. 
     Helena: não diga isso por favor. eu não quero está nos braços de mais  ninguém. Eu quero ser sua Demetrio, eu quero estar nos seus braços para sempre. - nesse momento, eu subo ao penhasco e seguro as mãos de liam.  
      Demetrio: o que diz é verdade? 
      Enquanto ele fala, não consigo para de olhar para a figura de josh sentada em uma fileira distante. Será que ele está mesmo aqui ou é só uma miragem? E se ele estiver realmente aqui, isso significa que ele não está mais triste comigo? Volto a recitar minha parte, mas ao invés de olhar para liam, que é o que eu deveria fazer, eu digo a fala olhando diretamente para josh. 
       Helena: é claro meu amor. Eu te amo e quero viver contigo eternamente. Independente do lugar que seja, eu quero estar com você para sempre. 
        E como uma mágica tudo fica vazio e na minha frente está josh, vestido com elegantíssimas roupas e me encarando com suas iris verdes que me cativam tanto. 
      Demetrio: mas não podemos ficar juntos esqueceu? Você agora é casada e além do mais é minha irmã. Não dá para ficarmos junto nessa vida.  
      Helena: e quem disse que precisa ser nessa vida? - josh e eu olhamos para o chão, abaixo do penhasco e voltamos a nos olhar.
     Demetrio: tem certeza que quer fazer isso? 
     Helena: nunca tive tanta certeza na minha vida. Tudo o que mais quero é poder te amar para sempre. 
      E então ele se aproxima de mim e posso sentir meu coração acelerar e borboletas voarem em meu estômago. É tão bom se sentir assim, que desejo poder sentir isso sempre. Ele cola seus lábios nos meus e aplausos ecoam por todo lugar. Sou trazida de volta à realidade e vejo que tudo era um delírio de minha cabeça. Josh continua sentado e aplaudido, mas vejo o seu olhar triste em meio a penumbra do local. Aquilo parte meu coração em pedacinhos e é naquele momento que me dou conta de que amo josh. E não é como  uma irmã ama seu irmão, mas sim como uma mulher ama um homem. Cai a minha ficha de que, eu quero tirar todo seu tormento e colocá-lo em mim. Ver seu sofrimento me doe tanto que quero ir lá e abraçá-lo, até que ele se sinta melhor. Vejo que não consigo mais viver sem ele e que a parti do momento em que nos beijamos naquela boate as nossa almas se conectaram para todo o sempre. 
  Continua...
      
        
        
      
 


Notas Finais


Morta feat. Enterrada com esse final!
Jesuiiiiss o que foi isso? Ela se deu conta de que precisa dele. Ownnn.
Os próximos capítulos vão estar bem fofos e melosos do jeito que a gente gosta.
Ops, spolier.🙊
Desculpem a demora meus amores e peço de coração que não me abandonem e nem a fic, sou meio enrolada mas não vou desistir da fic.
Um beijo no core e até domingo.😘


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