História I want you to want me - Segunda temporada - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Angelina Johnson, Arthur Weasley, Hermione Granger, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Neville Longbottom, Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Ted Lupin
Tags Aventura, Colegial, Romance, Snape
Exibições 30
Palavras 1.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Perdoem a demora infinita ;-;
Boa leitura!

Capítulo 21 - No Atlântico


- O que? O que está fazendo aqui? - Brenda exclama descrente ao me ver na fila para entrar no cruzeiro.

- Estou apenas exercendo meu direito de viajar para onde quiser... - Digo cínico.

- Ah, você só pode estar de brincadeira! - Ela revira os olhos colocando os óculos escuros.

-  Como conseguiu pegar o mesmo cruzeiro que nós? - David pergunta frio.

- Digamos que sua tia Helena me ajudou... e o dinheiro resolve muitas questões neste mundo - Sorrio carregando Elle no colo que vibrou ao me ver.

- Então, isso é sério? Vai conosco? - Brenda pergunta irritada.

- Estava com muitas saudades dos nossos filhos, não se preocupe, o navio é grande o suficiente para você não precisar sequer me ver.

Ela me emcara furiosa e coloca novamente os óculos escuros olhando para a fila do cruzeiro.

- Pensei que odiasse o mar... - Ela diz sem me olhar.

- Estou disposto a fazer esse sacrifício - Digo sorrindo, o que a irrita visivelmente.

 

UMA HORA DEPOIS

 

- Pelas barbas de Merlim... como alguém consegue ficar dentro dessa coisa que balança tanto? - Gemo quase vomitando outra vez olhando para o horizonte de águas sem fim.

- Tome.

Olho para o lado e vejo que Brenda está me oferecendo uma pedrinha redonda branca.

- O que é isso?

- Remédio para enjôo... você vai precisar.

Ah, são aqueles remédios de trouxa para não precisarem recorrer à poções.

Aceito e engulo sentindo o gosto horrendo primeiro.

- Sua cara está péssima - Ela ri e depois fita o horizonte.

- Só não me arrependo por se tratar de uma causa maior... - Suspiro ofegante e tentando ignorar o balanço do navio.

- Dios... - Ela revira os olhos - ... não vamos desaparecer, era só uma viagem!

- Você não entenderia se eu explicasse... - Suspiro sabendo que ela me julgaria louco se contasse que fomos vítimas de uma maldição.

- Como se eu não fosse mãe e não entendesse... - Ela diz aborrecida colocando os óculos escuros e seguindo para a área da piscina.

Ela realmente está diferente. Ela nunca gostou de dias ensolarados, muito menos de piscina. Sem falar que ela está loira! Sinto falta de seus cabelos escuros e ondulados recaindo sobre suas costas...

- Pai... como o senhor está?

David chegou ao meu lado com Eileen enquanto eu tristemente refletia sobre Brenda.

- Vou ficar bem... escute, quero te pedir desculpas por ter feito aquilo...

- Tudo bem, eu estava irritante mesmo, é que... acho que estou...

- Apaixonado? - Digo sorrindo e pegando Eileen no colo - Eu também fiquei na sua idade... - Fecho o sorriso ao lembrar apenas de momentos ruins a partir da idade de David. Só tive bons momentos com Lilian em nossa infância.

- É... - Ele olha para o mar sorrindo.

Fico feliz de saber que ele não passou nem passará por nada parecido com o que aconteceu comigo. Eu não permitirei.

- Vou pra piscina... - David diz depois de um tempo em silêncio.

- Desde quando você gosta de piscina?

- Eu não gosto. Mas faço questão de não sair de perto da minha mãe. Já viu quantos predadores têm por aqui? Cuida da Eileen? 

Concordo com a cabeça rindo e deixo ele ir logo. Ele cumprirá a missão com certeza.

- E então, o que nós vamos fazer? - Pergunto para Elle que aponta para o mar.

- Você quer nadar?

Ela movimenta a cabeça confirmando.

- Com elas... - Ela diz de forma meio enrolada por ser tão pequena e aponta para a água.

Quase caio no chão após ver o que estou vendo. Eileen se referia à duas sereias que nadam perto do navio! Olho para os lados testando se os trouxas estão vendo algo, mas não esboçam reação. Mas, se neste mundo eu sou trouxa, como posso vê - las? E Eileen também?

- Não entendo... - Digo olhando para as feições inocentes de Elle.

 

 

ALGUMAS HORAS DEPOIS

 

 

- Obrigada por ficar com ela - Brenda me agradece pegando Eileen no colo - acho que você ter vindo não é de um todo ruim...

Sorrio levemente apesar de não desejar essa situação.

- De nada. Boa noite pra vocês.

- Boa noite - Ela e David dizem em uníssono.

Sigo para minha cabine com meu estoque de remédio contra enjôo. Deito na cama pensando sobre o que aconteceu hoje e percebo cada vez mais que esta realidade é imprevisível, e serve pra constar que eu não sou nada sem Brenda e meus filhos.

- Um hidromel seria perfeito agora... - suspiro sozinho ouvindo meu eco no ambiente.

Tomo um banho e me troco seguindo para um bar. Chego em um grande saguão com um show ao vivo de música porto - riquenha, onde o bar e no canto, e não está cheio para minha satisfação. Peço uma dose de whisky e me sento onde pretendo passar o resto da minha noite.

- Parece que você não tem companhia... aceita uma? - Uma mulher com beleza hispânica se aproxima de mim. Ela é linda, me faz lembrar ainda mais de Brenda, possui a mesma beleza latina.

- Acho melhor não - Digo friamente para desencorajá - la a insistir.

Ela segue para o próximo homem enquanto bebo o meu whisky.

- É... você ainda faz sucesso entre as mulheres... - Ouço a voz de Brenda. 

- É claro que faço - Digo convencido e a olho.

Está estonteante em um vestido vermelho. Sempre fica linda de vermelho.

- Obrigada - Ela diz sorridente.

- Eu ainda ia dizer que você está maravilhosa...

- Eu conheço sua expressão de admirado... - Ela ri - ...e você também está lindo.

Depois de um silêncio longe de estranho em que nos olhamos, ela se senta ao meu lado.

- O que vai beber? Eu pago. 

- O que você está bebendo - Ela confirma.

Olho para ela meio desacreditado.

- Está duvidando? Pois então quero duas doses.

Essa é a Brenda que eu me apaixonei. Depois de bebermos, ficamos observando as pessoas no saguão.

- Aquele ali dança bem. Tenho certeza - Brenda aponta para um rapaz ruivo meio desengonçado que segue para a pista de dança.

- Apostado - Aperto sua mão e sinto o calor de sua pele que me desconcentra um pouco. Ela recolhe a mão com uma expressão difícil de decifrar.

Depois de alguns minutos rimos muito do jeito que o rapaz dançava.

- Original e descolado... gostei - Brenda o aplaude junto de outras pessoas que já o estavam aplaudindo.

A salsa me faz lembrar do dia que ela me ensinou a dançar, eu prefiro dizer que ela me ensinou a amá - la naquele dia. Acho que desde aquele dia a vendo dançando pra mim, eu sabia que não teria olhos para outra mulher.

- Me concede essa dança? - Digo a oferecendo a mão quando toca uma salsa romântica mais lenta.

Ela reluta um pouco antes de aceitar. Juntamos as mãos e envolvo sua cintura da forma como sentia falta. Sinto seu corpo tenso, mas logo relaxa e ela apoia o outro braço em meu ombro.

- Pelo visto o que menos faremos é ficar longe um do outro...

- Por que acha isso? - Digo meio rouco a olhando nos olhos.

- As crianças adoraram você ter vindo, garanto que você estará perto de nós durante toda a viagem... - Ela diz como se tentasse disfarçar algo.

A olho apaixonadamente desviar os olhos mas aos poucos me encarando. Quando nos olhamos parece que um calor emana de nossos corpos. A tempos que já quero beijá - la, mas posso estragar tudo.

- Acho que vou embora... - Ela diz cortando o silêncio.

- Vou te acompanhar até sua cabine.

Ela anda apressadamente como se quisesse fugir de algo primitivo e irracional que a está atraindo assim como me atrai diretamente para ela.

Ela segue no corredor das cabines na minha frente, onde já passamos pela minha.

- Brenda, sua bolsa - Digo a lembrando para não bater a porta em minha cara.

- Ah, sim... - Ela diz envergonhada pegando de minha mão - ... boa noite. Eu sigo até o final do corredor.

- Boa noite. Amo vocês - Digo antes de seguir para a frente da minha cabine. Ouço passos leves que parecem os dela vindo em minha direção, então demoro para fechar a porta. Antes de fechá - la uma mão a impede.

- Brenda... eu sinto sua falta... - Suspiro ao vê - la em minha frente.

- Eu também sinto... - Ela diz antes de pular em meu colo e nos beijarmos com uma necessidade insana.

Fecho a porta com um braço enquanto a seguro com o outro. Agarro suas cochas as envolvendo em minha cintura enquanto devoro sua boca. Ela joga a cabeça para trás quando alcanço seu pescoço, e acaricia minha nuca antes de cravar os dedos em meus cabelos depois de sentir meus chupões.

- Não consigo ficar longe de você... - Ela geme enquanto mordo sua orelha apertando suas cochas.

- Eu também não... - Digo ofegante em seu ouvido - ... tem sido uma tortura estar perto de você e não poder tocá - la... sentir sua pele... eu te amo tanto...

A deito na cama voltando sedento para sua boca enquanto ela tira meus óculos e desabotoa desesperadamente minha camisa.

A melhor noite que eu poderia esperar me aguarda. 


Notas Finais


Deixem suas opiniões ;)
Bjs!


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