História I will always be here. - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, Christian Collins, Rita Ora, Shawn Mendes
Personagens Alexy, Ambre, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Li, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rita Ora, Rosalya, Shawn Mendes, Violette
Visualizações 14
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteeei
Ficou curto, sorry <3

Capítulo 9 - Reencounter.


Fanfic / Fanfiction I will always be here. - Capítulo 9 - Reencounter.

Isa Pv. On.
Chego novamente no corredor e encontro Rosa que  revira os olhos ao me encontrar.

Rosa: Menina onde diabos você estava? Perdemos 15 minutos da aula de Química, a Sra. Thompson vai nos matar.

Isa: Calma, eu estava apenas no banheiro caramba, não pedi pra me esperar.

O silêncio reina e caminhamos até a sala de Química, ao entrar vejo a Ambre conversando com o Castiel. Ótimo, me beija e depois seja um idiota, tá realmente me impressionando. Noto seu olha sobre mim e apenas ignoro me sentando ao lado de Rosa e tentando focar na aula, porém as palavras dele ficavam martelando minha cabeça.

Noto que ainda não havia me desculpado com Rosa pela grosseria então a cutuco e a mesma olha pra mim assustada.

Isa: Calma ai moça. – Falo rindo – Quero pedir desculpas pela grosseria de antes, eu realmente não quis falar daquele jeito contigo, eu só... Poxa eu tô confusa com um monte de coisas, é casa nova... Eu só tô cansada.
 

Finalmente consegui desabafar com alguém o que eu realmente sentia, afinal eu tenho amigos lá na mesma quantidade que tenho aqui, porém a convivência com eles foi bem menos do que a que já tive aqui, porém não os culpo, afinal faz um tempo muito curto que me mudei e a vida começou praticamente de novo pra mim.

Rosa: Não tem problema nenhum meu bem, eu só não queria perder a aula com o dragão para não ser carbonizada pelo fogo depois.

Ela fala e rimos, olho para trás e noto Léo me olhando e depois olhando para Castiel, sinto como se tivesse entendido o que ele queria dizer. Castiel queria provocar e depois sair sem falar nada, ótimo, quer ser frio em relação a sentimentos eu viro o inverno meu bem.

Levanto da minha carteira indo em direção a mesa do Léo porém , um pé colocado na minha frente quase me derruba. Olho para o mesmo pé, que possui um sapato meia pata na cor vermelha e o chuto como se esse chute fosse salvar a pátria e vejo uma cadelinha loira se contorcendo de dor.

Olho para Castiel que sorri para mim e apenas o ignoro como se nada tivesse acontecido. Eu disse, quer ser frio comigo? Conheça o inverno em pessoa.

Castiel Pv. On

É sério que ela não me olhou na cara? Tá eu não deveria ter saído de lá as pressas mas porra, eu sou orgulhoso e já não basta eu ter falado demais em relação ao meu desejo de possuir aquele maravilhoso corpinho?

A Insuportável da Ambre sentou do meu lado e eu não aguentava mais ela esfregando os peitos na minha cara, tudo bem ela é gostosa mas eu não curto porque no fundo eu sei que ela é apaixonadinha  por mim e o que eu menos quero é uma loira aguada chorando e me difamando.

O sinal bate dando a nos a informação de que o recreio começara, passo no meio de uma multidão de pessoas e principalmente das garotas que babam, acho ridícula a maneira como elas me encaram. Eu não sou celebridade e mesmo que fosse não seria melhor que ninguém.

Vou caminhando para a mesa junto com Rosa, Léo e Isa, mas um demônio com tranças e cabelo castanho entra na minha frente.

Castiel: Debrah, licença eu quero passar.

Falo grosso e seco e ela continua no mesmo lugar, sem mover nem se quer um fio daquele cabelo.

Debrah: Quando você vai perceber que ela não quer nada com você? Porque eu deixo você morar lá em casa.

Castiel: O problema é que eu não quero morar na sua casa, agora dá licença.

Falo novamente seco e  a empurrando obrigando-a a me dar  passagem.  Chego mesa e as risadas cessam, eu não quero a Isa me ignorando porra, eu moro lá e falar só com o Léo seria  cansativo, além do mais seu pai é muito bom comigo e não quero que isso mude por uma briguinha imbecil que começou por um beijo.

Léo: Oncinha do meu coração vai comer essa batata frita?

Léo às vezes me irrita com esses apelidos, pera... Eu não posso gosta dela porque a última vez que me apaixonei eu tomei foi bem no lugar que não pega sol. Eu só a quero por perto sem levar nada a sério.

Isa: Você é um aproveitador!

Ela falar rindo mas Léo discorda.

Léo: Eu não, esse Castiel que é. Aproveitador de menininhas inocentes.

Castiel: Eu? – Me faço de inocente - Ah qual é, eu não tenho culpa se elas não resistem ao Daddy aqui. - Falo a olhando maliciosamente.

Isa: Sabe às vezes eu acho que você não percebe que não é o único homem do mundo.

Castiel:O único não, mas dessa escola sou o melhor.

Isa: Sério? Não acho, Professor Faraize deve beijar melhor que você.

Castiel: Quer que eu prove que não?  Ah não precisa, só ir beijar o professor porque o meu tu já sabe como é.
 
Ela fica estática e não responde nada, como se estivesse viajando.

Castiel: Ah, qual é eu nem falei nada demais pra...

Isa: Ai. Meu. Deus. – Ela fala com um sorriso enorme no rosto e secando as lágrimas. Sai correndo em direção a entrada do refeitório e abraça um garoto que nunca vi antes.

Isa Pv. On.

Castiel estava falando merda como sempre, então decido apenas ignorar, e quando olho para a entrada do refeitório não consigo conter as lágrimas.

Isa: Sa-Sa- Samuel? Como é possível? Como chegou aqui? Quando? Que saudades
 
Samuel: Calma louca, as perguntas ficam para depois, agora me abraça que eu tô morrendo de saudades.

O abracei como se o mundo dependesse disso para continuar existindo, lágrimas já deslizavam pelo meu rosto de uma forma incontrolável. Eu amo ele como se fosse meu irmão e ele ao meu lado seria a melhor coisa que eu teria, não que o Léo não fosse uma boa pessoa porque ele é ótimo mas o Léo é meu amigo de infância e o pai do Léo o trouxe quando ele tinha 4 anos. Porém meu pai impedia qualquer contato com ele.

Samuel: Eu vim te ver minha pequena, eu vim te cuidar, eu vim para ficar.
 


Notas Finais


Até o próximo, Xoxo.
Snap: sthepudim


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