História I Will Always Love You - Capítulo 12


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 12
Palavras 1.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey ❤
Desculpem a demora a postar... Mas aqui está mais um capitulo.

Falamos lá em baixo.
Flw ❤

Capítulo 12 - TWELVE


Fanfic / Fanfiction I Will Always Love You - Capítulo 12 - TWELVE

April está agora em frente ao corpo desacordado de Jacob. O mesmo parecia estar apenas a dormir, apesar de estar pálido, trataram do corpo extremamente bem, parecendo que ele não teve qualquer tipo de acidente e está apenas a dormir.

A seu lado está Toby, com lágrimas nos olhos enquanto olha para Jacob, que está em seu caixão ainda aberto, para dar a possibilidade das pessoas se despedirem enquanto o padre diz algumas coisas que no momento, nem April, nem Toby estão a ouvir.

Várias pessoas vieram ao enterro, avós e avôs, tios e tias, primos e primas, e amigos mais chegados, até a mãe de April veio, o que deixou April com nojo, pois ela não deveria estar cá e muito menos estar a chorar tal como está a fazer agora, simplesmente patético.

Mathew não estava com a ruiva, mas estava á espera da mesma na entrada da porta de casa de April, para depois saber como ela está.

Agora é hora de fechar o caixão e enterrar o mesmo. E esta é a parte mais complicada para April, saber que nunca mais o poderá ver, nunca mais o poderá abraçar, nunca mais poderá provar a deliciosa comida, nunca mais poderá fazer nada do que fazia com ele no passado, e isto estava a consomir a cabeça dela.

Quando Toby e April já estavam preparados, fecharam o caixão e o puseram no enorme buraco do chão, April e Toby puseram em cima rosas que a ruiva havia colhido do seu jardim de manhã, e só assim começaram a por terra em cima do caixão.
Quando já estava enterrado, Toby abraçou April e chorou juntamente com April. Ela pegou o mesmo a colo e abraçou com toda a forca que tinha. Ela detestava ver o seu irmão a chorar.

— April — alguém chamou a ruiva.

Ela ainda continuava com Toby ao seu colo. A ruiva olhou para a pessoa que a havia chamado e arrependeu-se logo de seguida.

— Diz — ela disse seca.

— Nós temos de falar, já que vocês vão morar em minha casa — a mãe de April revirou os olhos quando falou.

— Olha, não é por minha vontade que vamos para tua casa, e muito menos por vontade do Toby. Mas não te preocupes, é só eu fazer os 18 anos, que eu e Toby saímos de tua casa.

— Ainda bem, porque eu não estou para vos aturar.

— Ótimo, porque a única coisa que sinto quando eu estou perto de ti é nojo.

Ela revirou os olhos e saiu de perto de April e Toby. April suspirou e, ainda com Toby no colo, foi a caminho de casa.

[…]

Malas, malas e malas. Era o que se encontrava pela casa de April. Eles já estavam a por tudo o ensencial em malas para que ela e Toby poderem ir para casa de sua mãe. Nem April, nem Toby estavam felizes com a ideia de ir novamente para casa de sua mãe. Nem com vontade para a verem com o amante, que agora é seu namorado, e pelos vistos moram juntos. E pelos vistos a sua mãe agora mora em outro sítio, o que vai facilitar a vida para April, pois assim não será necessário ela mudar de escola novamente, e continuar na mesma.

April pediu para Mathew cuidar da casa onde ela vivia até agora, enquanto está a viver em casa de sua mãe, pois ela tem lá a suas plantações e não quer que as mesmas morram.

[…]

— O vosso quarto será ali — ela disse apontando para uma porta ao fim do corredor — e não me incomodem, senão não haverá jantar para vocês — dito isso foi embora deixando os dois ruivos no corredor.

April pegou Toby ao colo e foi até á porta que a sua mãe havia dito.

O quarto apenas continha uma cama, um armário e uma secretária.

April ficou espantada com isso, pois não acreditava como a sua mãe havia mudado tanto em apenas um ano. Não acreditava na maneira como ela trata os seus próprios filhos. Mas isso agora não importava.

Os dois desfizeram as malas, arrumando cada coisa em seu devido lugar, e puseram também os lençóis e cobertores que haviam no armário na cama, pois a sua mãe nem se deu ao trabalho de fazer a cama de lavado para que eles pudessem dormir.

— Venham comer — a sua mãe gritou no corredor — e AGORA!

O grito assustou Toby, que encarou April com uma cara triste, e de quem queria sair desta casa o mais rápido possível, o que deixou April ainda mais triste.

Os dois foram até á cozinha, onde encontraram a sua mãe e um homem aos beijos indecentemente no balcão.

Os dois se sentaram na mesa sem dizer nada. Quando April reparou na cara de nojo que Toby fazia ao ver aquela cena, agarrou na faca e bateu com a mesma no copo algumas vezes até eles pararem e perceberem a presença deles na cozinha.

— Sabiam que podem fazer isso num quarto? Só faltava transarem aqui mesmo. O que eu acredito que não faltava muito para isso — April disse revirando os olhos no final.

— Cala a boca garota — sua mãe disse.

Todos se sentaram á mesa e sua mãe serviu comer a todos, o problema era que ela serviu uma pequeníssima porção de comida a April e a Toby, o que os deixou muito indignados, mas mesmo assim comeram sem reclamar.

O homem não parava de olhar para April, o que a deixava extremamente desconfortável, mas decidiu ignorar a situação e comer novamente.

[…]

April e Toby foram para o seu quarto mal acabaram de comer, para não terem que falar muito com a mãe ignorante que têm. Os dois vestiram seus pijamas e deitaram-se na pequena cama que havia no quarto. Pelo menos eles já estavam habituados a dormirem juntos, pois sempre gostavam de o fazer, por isso não se importavam com isso.

A única coisa que importava agora a April era a fome que os dois ainda possuíam fome, pois a pequena porção de comida que sua mãe havia servido aos dois era muito pequena e não havia matado a fome toda.

— Mana — Toby começou — estou com muita fome — ele choramingou.

— Eu vou ver se tenho alguma coisa na mochila da escola para você comer.

Ela se levantou da cama e foi até á sua mochila, revirou a mochila toda, mas apenas encontrou um pacote de bolachas de chocolate e com apenas cinco bolachas.

— Toma — ela deu as cinco bolachas a Toby — a mana não esta com fome — mentiu — pode comer tudo. Amanhã eu compro comida e escondo para quando a mãe não der comida para nós.

Ela se deitou novamente e deu um beijo na testa de Toby, e, com dificuldade devido á fome, acabou por adormecer


Notas Finais


Não sei se irei postar mais algum capitulo hoje...
Se eu não postar peço desculpa... Mas irei tentar...

Beijooos! ❤🙈


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