História I Will Always Love You - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 14
Palavras 1.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Ola meus amores ❤

Primeiramente eu quero pedir desculpas por não ter postado capitulo ontem, é que eu estava com umas cólicas fortes e com um pouco de dores de cabeça, e, como eu não tinha ainda um capitulo feito não deu para postar ontem... Peço desculpa.
E segundo eu queria agradecer a quem comenta os capítulos regularmente... Muito obrigada mesmo! 🙊❤

Falamos lá em baixoooo

Capítulo 9 - NINE


Fanfic / Fanfiction I Will Always Love You - Capítulo 9 - NINE

O dia estava frio, e April andava pela rua juntamente com Mathew. Mathew havia dito que queria que April fosse a sua casa para que ele lhe podesse mostrar algo.

April andava pela calçada nervosa, desde ontem ela não parou de pensar no beijo que Mathew e ela haviam dado, e com isso sempre no pensamento, ela estava com borboletas na barriga a todo o momento.

Mathew falava com a ruiva como se nada tivesse acontecido, e April estava a começar a achar que Mathew a beijo apenas porque sim, e porque quis, apesar de não ter qualquer tipo de sentimento.

Esse pensamento tortura a mente de April e a deixa um pouco triste ao ver a reacção indiferente do rapaz.

Com esses pensamentos e com a conversa boba que eles estavam a ter, April nem havia notado que já estava á frente da porta de uma casa, possivelmente a de Mathew.

— Eu vim mostrar minha irmã para você — ele disse — eu achei que ela iria gostar de conhecer você — ele sorriu.

— Tenho a certeza que também vou amar conhecer ela — Aprio sorriu.

— Só que... Como eu falei, ela está doente, mas fala com ela normalmente por favor.

— Eu ia falar com ela normalmente de qualquer jeito…

— Obrigada por perceberes.

— Eu estou sempre aqui para ti.

Dito isso Mathew abriu a porta dando visão á sala. E nela estava uma menina que aparentava ter 5 ou 6 anos deitada no sofá, e ao lado do sofá está uma cadeirinha de rodas. A cadeirinha de rodas tinha um fio a sair, onde o mesmo ia parar no nariz da garota.

— Melanie? Quem te pôs ai no sofá? — ele disse com uma expressão chateada.

— Ninguém — a menor respondeu indiferente e voltando a atenção para a televisão.

— Então como estás ai?

— Fui eu que vim para aqui sozinha — ela disse orgulhosa.

— O que? Como assim? Melanie, nós dois já falámos, e eu já disse que não quero que faças essas coisas sozinha, além disso, tens de ficar na cama a descansar.

— Mas ficar na cama é aborrecido — ela disse fazendo biquinho.

— Não interessa. Vou-te levar de novo para a cama — ele disse indo em direção a ela — April me ajuda aqui por favor.

— Okay — a ruiva disse sorrindo.

A ruiva foi ao encontro deles. Mathew pegou a pequena ao colo e April levou a cadeirinha de rodas, e assim os dois foram até ao quarto da menor. Mathew deitou cuidadosamente Melanie na cama e lhe deu um beijo no topo da cabeça.

— Mano, quem é ela? — Melanie sussurrou ao irmão, mas alto o suficiente para April ouvir, apontando para April que apenas observava a cena.

— É uma amiga do mano — ele sussurrou para ela.

— Olá! — Melanie disse animada para April — eu me chamo Melanie, e você?

April aproximou-se da garota — me chamo April — ela disse.

— April, gostas de princesas?

— Claro que sim.

[…]

Depois de minutos e minutos a falar com Melanie ela adormeceu. April adorou a garota, e sabia que a mesma era forte por aguentar a doença, e ainda aguentar ouvir o seu pai a bater no seu irmão todas as noites, e ela apenas tem 5 ou 6 anos…

Agora April e Mathew estão no quarto do garoto a falar coisas totalmente sem nexo, como sempre fazem.

Olhar para ele ainda fazia April sentir borboletinhas na sua barriga.

— Me mostra mais desenhos teus — ela pediu pois havia muito tempo que não observava os desenhos do garoto, e ela adotava ve-los.

Ele se levantou da cama, onde eles os dois estavam sentados, e foi até á sua secretária e de lá tirou um caderno e voltou até á cama sentando-se e dando o caderno á ruiva.

A ruiva começou a passar a folhas observando os desenhos, havia alguns de Melanie, alguns de Ayan, sua mãe, algumas paisagens, mas April parou em um que lhe chamou muito, mas muito a atenção, já que era ela, sentada em baixo da árvore da escola concentrada a ler.

Ela olhou para Mathew.

Ele olhou de volta corado.

— É… Talvez aquele desenho que fiz de ti não na aula de artes não tenha sido o primeiro, nem o segundo… Já te desenhei muitas vezes…

— Por….

O som do celular a tocar interrompe o dialogo entre os dois.

— Alô? — a ruiva diz quando atende.

— Boa tarde, aqui fala do hospital … Eu queria informar que o senhor Jacob Jones sofreu um acidente e se encontra aqui no hospital.

— O-O que? Como a-assim? M-mas ele está bem?

— Ahm… Ele está a meio de uma operação.

— Eu vou para ai o mais rápido possível.

[…]

April e Mathew estão agora na sala de espera do hospital. O pai de April encontra-se numa operação complicada pois quando o seu carro chocou contra o outro, Jacob não encontrava-se com o cinto de segurança posto, por isso acabou por ir para a frente partindo o vidro da frente com a cabeça.

Os dois, April e Mathew, estão nas cadeiras, April está com a cabeça no colo de Mathew, enquanto chora baixinho, enquanto o mesmo faz carinho em sua cabeça na tentativa de a acalmar.

— Familiares de Jacob Jones? — uma enfermeira falou.

Eles os dois automaticamente se levantaram e correram ao encontro da enfermeira.

— Ele está bem, não está? Por favor, me fala que ele está bem!

— Nós fizemos o possível, mas infelizmente não resultou, peço desculpe, o senhor Jacob, faleceu.

Isto foi a gota de água para April. Para quem á pouco estava a chorar baixinho, ela agora estava a chorar desesperadamente, soluçava alto e estava encolhida num canto do hospital, enquanto Mathew a abraçava e falava que tudo iria ficar bem, mas no fundo ele sabia que isso não ajudaria em nada.

[…]

April já havia chegado em casa, e a primeira coisa que fez foi ir para seu quarto, deixando Mathew e Toby na sala.

Ela estava desesperada, não sabia o que fazer.

Começou a jogar as coisas na parede partindo as mesmas, as almofadas estavam desfeitas e os lençóis e cobertas que estavam na cama estão agora jogadas no chão. Quando finalmente não viu mais nada para partir ou rasgar se encolheu no chão e começou a chorar de novo.

De repente sentiu uns braços a envolve-la, e ela reconhecia esses braços, era Mathew.
Ele a abraçou e começou a fazer cafuné na mesma na tentativa de a acalmar, que aos poucos estava a fazer efeito, até a mesma adormecer, e quando ela finalmente adormeceu ele se sentiu bem e calmo para adormecer também.

E assim os dois adormeceram juntos e abraçados.


Notas Finais


O que vai ser da April agora que seu pai morreu? Como vai ser a sua vida agora? E Toby?
Só poderão descobrir no próximo capítulo, e para isso tem que acompanhar a fanfic, por isso acompanha a fanfic e por favor favorita também! ❤🙊

Beijos e até amanhã! ❤🙈


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