História I will be your remedy - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 281
Palavras 1.325
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi genteee, então, essa é a minha primeira fic e espero que vocês gostem. Me perdoem qualquer erro ortográfico. Beijão e até mais!

Capítulo 1 - A game over and a fresh start


Fanfic / Fanfiction I will be your remedy - Capítulo 1 - A game over and a fresh start

Seattle. 22:00 hrs 

- Alô? Quem é? - Falei em tom rude, meu dia não tinha sido grandes coisas. Estava de mau humor.

-Nossa, é assim que você fala comigo agora, Regina?

- Eu não estou num dia bom Arizona! Me esquece, depois de tudo que fez comigo, você ainda ousa me ligar?

- Me desculpa Regina, eu amo você, foi apenas uma transa. Eu não sinto nada pela Meredith. Meu sentimento é por você. Você vive viajando a trabalho, eu sentia sua falta e no momento de fraqueza, acabei cedendo a ela.

Regina ficou em silêncio nesse momento. Ela estava muito magoada pelo ocorrido. Era visível sua raiva através de seus olhos. O seu corpo pegava fogo de tanto ódio que sentia

- Arizona, estou indo amanhã resolver esse assunto, lhe darei o papel do divórcio amanhã a tarde para você assinar. Nós não temos mais nada. - Fui super fria, mais fria que o vento que adentrava a minha janela e encerrei a ligação.

Enquanto isso, Arizona chorava no outro lado da linha. Seu soluço a sufocava, sua respiração já acelerada procurando por um ar fresco. Ela sabia que estava errada, mas para ela, a traição era algo que pudesse ser superado com o tempo.


             Flashback on  


Eu estava pronta para ir à empresa quando olho em meu celular e vejo sete ligações perdidas de Arizona. Retorno às ligações rapidamente e ela me atende.

- Regina? Preciso conversar com você. Passo aí umas 19:00 hrs para te pegar, ok? - ela diz com a voz trêmula.

- Tudo bem, estarei te esperando. - digo encerrando a ligação.

             

Deu 19:00 horas e Ariel, minha secretária, disse que Arizona me esperava no carro. Entrei no elevador séria, aquilo não estava me cheirando bem. Algo me dizia que ela tinha feito alguma coisa. Meu relacionamento com Arizona nunca foi muito bom, sempre discutíamos, mas logo depois estávamos bem. Entrei no carro e ela me levou para um parque calmo, só tinha nós duas e mais algumas pessoas.


      - O que estamos fazendo aqui?- não aguentava mais saber o que era, aquilo estava me deixando agoniada.


      - Regina, preciso te contar algo. Naquele final de semana, quando você viajou à trabalho, eu saí do hospital e estava sem o carro. Estava caindo uma chuva e aí a Meredith me apareceu, ela me levou em casa e a convidei para entrar. Fui ao banheiro e quando voltei a sala, ela estava deitada no sofá me esperando. Acabou rolando, eu não sei como, mas aconteceu, eu juro que não sinto nada por ela, Regi. Eu amo você, por favor, me perdoa.


      - VOCÊ O QUE? NÃO ME CHAMA DE REGI ARIZONA!  Você me traiu. Depois de tudo que eu fiz pela gente, pelos sacrifícios, eu sei que eu não estava muito presente por causa da empresa, mas eu sempre estava ali por você e você me trai. Quer saber? Eu tô indo embora,pego minhas coisas amanhã.


Saio andando sem olhar pra trás, minha cabeça doía, eu já não enxergava nada de tanta lágrima que escorria dos meus olhos.


                   

                      Flashback of


Acordei e minha cabeça latejava muito. Ainda não tinha caído a ficha. Peguei meu celular no criado mudo e avisei a Arizona que estava indo ao seu encontro entregar as papeladas do divórcio junto com meu advogado. Depois de horas tendo que aturar seu rosto, tendo que atura-lá me pedindo desculpas, dizendo que me ama, finalmente acabamos de acertar as coisas e eu fui para o apartamento pegar minhas coisas, estava indo embora. Fui para minha casa em NY, iria ficar lá por um tempo e a empresa ficaria aos cuidados de minha irmã Zelena. Cheguei por volta de umas dez horas da manhã, arrumo minhas coisas no armário e me deito.


              Regina POV


Acordei com uma luz entrando no quarto, vejo que deixei a cortina um pouco aberta. Já estou melhor, não chorava como antes. Às vezes eu penso que não nasci pra esse negócio de “amor”. Todos os meus relacionamentos não terminaram bem. É isso, não nasci pra ser o amor de alguém. Daqui em diante eu focarei em mim, cuidarei de mim mesma. Eu me amarei, porque isso sim, é amor. Me levanto, faço minha higiene matinal, e vou fazer algo para comer. Tinha comprado minha casa recentemente, então não estava totalmente decorada, decido tirar o dia para comprar móveis e ver decorações para a casa.  Termino de comer, vou ao quarto, visto um short jeans escuro de cós alto, uma regata branca florida, ponho um tênis todo preto e vou andar pela cidade. Passo em várias lojas de decorações e compro móveis escuros que são a minha cara. Já era quase meio dia e minha irmã me liga.


-  Oi sis! Como vai minha princesinha? - Zelena era a única que sempre estava de bom humor lá em casa, mesmo tendo que cuidar de tantas coisas, ela sempre estava animada.


- Oi Zel! Estou estou bem melhor do que antes, já me conformei com o que aconteceu. Estou bem, não se preocupe. Eu tô aqui em uma loja comprando móveis para a  casa, vou decorá-la.


- Que bom Regi, gosto de te ver feliz. Qualquer coisa me ligue, tenho que ir agora. - Ela diz bufando.


- Pode deixar Zel, eu te ligarei mais tarde quando eu chegar. Tenha um bom dia, eu amo você.


- Também amo você sis! - Ela diz encerrando a ligação.


Meu estômago começa a roncar e vou até um restaurante, peço minha comida e logo depois já estou pagando a conta. Entro em meu carro, acelero pelas ruas de NY, e nossa, como essa cidade era linda. Tinha vindo pra cá poucas vezes, sempre era à trabalho, então eu nunca reparava na beleza que essa cidade tinha. Vi uma loja de floricultura na esquina da rua, era uma loja bonita, cheia de flores, cada uma mais linda que a outra. Estaciono o meu carro e entro na loja. Vejo que não tem ninguém ali na frente então eu decido chamar.

- Boa tarde, tem alguém aí?


Meus olhos brilham, vejo uma linda mulher saindo de trás de grandes arranjos de flores, ela era loira, tinha olhos verdes, um verde intenso, que era capaz de me fazer ficar perdida dentro deles. Tinha um sorriso lindo. Uma pele alva, que irradiava luz.

- Olá, boa tarde! Me chamo Emma Swan, ou dona dessa loja, e você?


Fico sem reação, me perco por alguns segundos naquele sorriso, e esqueço de responde-la.

- Olá Senhorita Swan, meu nome é Regina Mills. Estava passando por aqui e reparei nas rosas pretas que estão ali fora. Queria vê-las, estou aqui por um tempo e decidi dar uma cara nova em minha casa. Como sou apaixonada por flores e principalmente flores de cor escura, resolvi entrar.


Eu sentia meu coração pular pra fora, nunca tinha sentido algo assim. Era uma mistura de felicidade com medo. Será mesmo possível ser uma paixão à primeira vista? Não, não. Isso é coisa da minha cabeça, ela é linda, deve ser casada. Volto a realidade espantando os meus pensamentos.  

- Regina? Você está bem? - Ela me olha com uma cara de preocupada. Acho aquilo tão fofo.

- Estou sim, estava só pensando. Então, quanto está custando aqueles arranjos de rosas?

- Será por conta da casa. Você é “nova” aqui, leve-as como boas vindas, Regi.


Ela me chamou de Regi, ELA ME CHAMOU DE REGI. Se vocês soubessem o que eu estou sentindo…  

- Ah Emma, não posso aceitá-las assim, é o seu trabalho. - Falo com um sorriso bobo no rosto esperando a resposta dela.

- Então a senhorita ficará sem as rosas, pois só as levará se aceitar como presente.


Depois de tanto ela insistir, eu aceito levar as rosas, mas com uma condição, que ela fosse almoçar comigo amanhã. Ela aceitou o convite, me passou seu número de celular e nos despedimos. Fui pra casa sorrindo, parecia uma adolescente apaixonada.


Apaixonada ? Será essa palavra certa a usar? Será que estou pronta pra isso? 


Notas Finais


Aaaaa tô preparando o próximo Cap. Espero que tenham gostado, até mais!


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