História I will be your remedy - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 251
Palavras 1.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei gente. Capítulo fresquinho. Espero que gostem. Obrigada pelos coments de ontem é pelos favs, isso me deixa muito feliz. Beijão ❤

Capítulo 2 - Permita-se ser feliz!


Fanfic / Fanfiction I will be your remedy - Capítulo 2 - Permita-se ser feliz!

                      Emma POV

Eu estava arrumando alguns arranjos novos que tinham chegado à loja pela manhã. Eram tantas flores que eu não sabia mais onde enfiar. Cada dia que se passava, minha loja ia ficando mais conhecida. Swan Flowers foi uma da primeiras lojas de floricultura em NY. Ficamos conhecidos rápido pela diversidade de flores, arranjos que tínhamos. Sem contar que vire e mexe, fazíamos entregas à  festas de empresários bem renomados. Na correria de ajeitar as coisas, deixei um vaso cair. Minha cabeça doía, meu corpo estava cansado. Não tinha dormido bem pelo motivo de que minha mãe, Mary Margaret me ligou dizendo que meu pai, David Nolan estava doente. Ela disse que não era nada demais, mas as palavras dela não saíam da minha cabeça. Ela e meu pai são o amor em pessoa. Com eles não tem hora pra tristeza. Eu já não sou assim. Perdi meu namorado quando estava grávida de Henry. Depois dele, eu não  me envolvi com mais ninguém. Achava que amor era perda de tempo. Aliás, como amar uma pessoa se no outro dia, ela já não está mais lá? Se vocês chamam isso de amor...eu quero é distância. Peguei a vassoura e fui catar os pedaços do vaso no chão. Ótimo! Duzentos reais jogados fora. Eu realmente não tenho sorte nessa vida. Ouvi alguém entrado na loja, mas nem me apressei. Tentei disfarçar minha cara emburrada, ajeitei meu cabelo, fiz um coque no alto bem desgrenhado, pus meus óculos e fui até a recepção atender o cliente. O que eu não sabia era que eu conheceria uma mulher incrível nessa tarde.

                    Flashback on


- Boa tarde, tem alguém aí ?


- Olá, boa tarde! Me chamo Emma Swan, sou dona dessa loja, e você?


Ela me olha surpresa, parece perdida olhando intensamente nos meus olhos.


- Olá Senhorita Swan, meu nome é Regina Mills. Estava passando por aqui e reparei nas rosas pretas que estão ali fora. Queria vê-las, estou aqui por um tempo e decidi dar uma cara nova em minha casa. Como sou apaixonada por flores e principalmente flores de cor escura, resolvi entrar.


Meu coração batia aceleradamente enquanto ela pronunciava cada palavra. Se ele estivesse dirigindo, com certeza levaria multa pela velocidade. Ela ficou parada me olhando, parecia pensar sobre algo. Resolvi acordá-la.


- Regina? Você está bem? - Disse olhando para ela, aquilo estava me preocupando.  


- Estou sim, estava só pensando. Então, quanto está custando aqueles arranjos de rosas?


- Será por conta da casa. Você é “nova” aqui, leve-as como boas vindas, Regi.


Pude ver seu rosto iluminar  quando a chamei pelo apelido. Um sorriso se formou em teu rosto e eu acabei retribuindo mais ainda.  


- Ah Emma, não posso aceitá-las assim, é o seu trabalho. - Ela sorria feito uma boba, parecia criança quando ganha doce de graça.

- Então a senhorita ficará sem as rosas, pois só as levará se aceitar como presente.

Depois de tanto eu insistir para que ela as aceitasse como boas vindas, ela cedeu. Apenas com uma condição, que eu fosse almoçar com ela amanhã. Eu não sabia o que responder, as palavras fugiram de minha mente, eu nunca tinha saído com uma mulher, quer dizer, já tive namoradinhas na escola, mas nada passava disso. Ninguém nunca me levou para um almoço. Não desse jeito. Depois de ficar parada olhando para cada detalhe da mulher que estava na minha frente, resolvi espantar meus pensamentos e lhe dirigir a palavra.

- Claro, eu aceito. Me passe seu número. -

Trocamos os números e ela me agradeceu.

- Obrigada Emma. Por aceitar meu convite e me presentear com essas lindas rosas. Preto é uma das minhas cores favoritas. Te pego amanhã bem aqui, pode ser?

- Pode sim. Estarei te esperando bem aqui senhorita Mills. - falo com um sorriso no rosto e vou abraçá-la.

       

                  Flashback of

Ela me dá um beijo na bochecha e sai. Fico parada vendo-a partir em seu carro. Eu nunca senti algo assim por alguém, meu coração disparava, eu ficava relembrando de cada palavra que ela tinha dito a mim e me lembrando do beijo na bochecha que ela me depositou. Eu estava tão feliz, fiquei horas pensando em Regina que me esqueci de ir pegar Henry na escola. Gritei por Ruby e ela logo apareceu.

- O que aconteceu que você está tão sorridente? O cupido passou por aqui hoje? - reviro os olhos.

- Não digo que foi um cupido, mas um anjo passou por aqui. Uma cliente acabou de me convidar para almoçar com ela amanhã de tanto eu insistir para ela levar as rosas pretas como presente de boas vindas a cidade. Essa era a condição dela, um almoço em troca das rosas.

Ruby abriu logo um sorriso largo que me deixou envergonhada. Ela sabia das turbulências que minha vida tinha e  há uns tempos atrás ela insistia para que eu conhecesse alguém. Alguém que me fizesse sorrir só por dizer meu nome. Ela queria que eu encontrasse minha alma gêmea. Apesar de que eu não acreditava muito nisso de amor à primeira vista, eu concordava com ela em alguns pontos sobre esse tal de “amor” que todos dizem ser bom sentir e ser o love de alguém.

- Patinha, eu tô tão feliz por você! Vem aqui, me dá um abraço.

Vou até ela com o rosto corado e lhe abraço. Nós vamos pegar Henry na escola. O mesmo nos esperava no portão com um sorriso gigante. Aquele sorriso acaba comigo por inteira. Meu filho é a minha pessoa. Ele é minha alma gêmea, ele sim, é o amor da minha vida. Desde o dia de seu nascimento ele trouxe alegria para dentro de casa. Henry tem 9 anos e é um menino muito bom. Parece muito com os meus pais, tão doce, amoroso, gentil. Eu amo meu príncipe. Saio do carro e ele vem correndo de braços abertos.

- E aí garotão! Toca aqui! - Ele bate na minha mão e depois da um soco. - Como foi a aula meu amor?

- Mamãe eu tirei dez em matemática. - Ele diz sorrindo estendendo suas duas mãozinhas com os dedos esticados mostrando os dez dedos.

- Que orgulho meu filho! Vamos tomar sorvete pra comemorar.

- YEEEES! - Ele sai correndo e vai até o carro quando vê Ruby saindo pra agarrá-lo.

- Tia Ruby! Nós vamos tomar sorvete, você quer ir com a gente?

- Claro neném! Vamos Emma? - Ele revira os olhos, odeia quando o chamam de neném, bebê.  

- Sim rapaziada!


Entramos no carro e Ruby liga o rádio. Estava tocando uma música Katy, os dois cantavam animados e eu estava rindo feito boba. Eu amava esse momento família entre nós três. Eu me sentia segura quando estávamos juntos. Eles são o motivo pelo qual eu acordo todos os dias de manhã, visto minha armadura e vou batalhar. Isso sim é amor para mim. Não essa coisa banal que vocês acreditam. Chegamos na sorveteria e como sempre, Henry escolheu o sorvete de morango, eu de maçã verde e Ruby de maracujá. Fomos caminhar na pracinha para fazer hora até que Ruby solta uma.


- Henry, sabia que sua mãe conheceu uma moça hoje e que essa moça a levará para almoçar amanhã?


Ele olha pra mim com um semblante feliz e me abraça.


- Mãe, finalmente você conheceu alguém. Não aguento mais esperar pra ter uma mãe. Por favor, me prometa que não fugirá de seus sentimentos dessa vez. - Henry é um menino novo, mas é muito inteligente.


- Não sei filho, não posso lhe prometer nada. - Ele me olha  e resolve me responder.


- Olha mãe, eu sei que você não se apaixonou por mais ninguém depois que meu papai virou estrelinha no céu, mas eu garanto que ele ficaria feliz de ter ver seguindo a vida, assim como ela está feliz pela minha nota em matemática. Eu te amo mamãe e quero que você seja feliz, muito, muito, muito feliz.


Eu senti lágrimas escorrendo pelo meu rosto e o abracei olhando para Ruby que sorria emocionada. Lancei um olhar fuzilante para ela que entendeu o recado e mesmo assim me retribuiu com um sorriso super sincero. Depois de minutos abraçados, fomos para o carro. O caminho até a casa foi super tranquilo, Henry dormia e Ruby trocava mensagem com alguém.


- Quem é Ruby?


- É a Zelena. Nos conhecemos em uma boate e desde então conversamos. Ela perguntou se eu quero ir à Seattle esse final de semana para matarmos as saudades.


- Vai sim Ruby, você precisa se distrair um pouco. Só me prometa que não se machucará. - Ela assenta a cabeça e diz que me ama. Digo o mesmo para ela.


Chegamos em casa, paro com o meu fusca amarelo na garagem, pego Henry com cuidado e entramos. Ruby vai direto ao telefone para pedir uma pizza enquanto eu acordo Henry para ele tomar seu banho. Feito isso, vou para meu quarto e ligo a banheira. Coloco alguns sais na banheira, ponho uma música para relaxar. ( Alina Baraz- Unfold ). Me permito relaxar por algumas horinhas, penso em todos os momentos do meu dia, em como minha vida poderia mudar se eu me entregasse a Regina. De como as palavras de Henry martelavam em minha cabeça. Como pode um ser tão pequeno ser tão inteligente assim. Será mesmo que amor de príncipe/princesa realmente existe ? Minha cabeça estava em um mar de pensamentos e mesmo ouvindo música e de olhos fechados, a minha mente insistia em reviver todos esses momentos. Escutei Henry me chamando para comer. Saí do banho, fui até o closet e peguei uma roupa quentinha. Fui pra sala e estávamos todos juntos comendo pizza, assistindo filme. Henry dormiu e o levei para a cama. Depositei um beijo em sua testa e fui dar boa noite a Ruby. Fui para meu quarto e deitei na minha cama. Passaram horas e meu sono não vinha. Meus pensamentos estavam todos voltados para Regina Mills. A mulher de olhos castanhos, com lábios pincelados de cor de sangue, com uma cicatriz que a deixava totalmente sexy e ainda por cima, como se não bastassem mais detalhes perfeitos, ela tinha uma pintinha perto da boca. Passei uma boa parte da noite em claro, pensando se entregaria ou não meu coração a ela. “É só um almoço, Emma “ eu repetia isso para mim mesma até pegar num sono profundo. 


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui rapeize! Isso significa muito pra mim. Beijos❤


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