História I will make you believe you are lovely - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adam Levine, Debby Ryan, Panic! At The Disco, Twenty One Pilots
Personagens Josh Dun, Tyler Joseph
Tags Joshler, Joshua Dun, Twenty One Pilots, Tyler Joseph
Visualizações 210
Palavras 1.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Holáá, gente, não vai ter muita coisa importante nesse capítulo, é mais por um diálogo...

Capítulo 7 - Now it's just memories


Fanfic / Fanfiction I will make you believe you are lovely - Capítulo 7 - Now it's just memories

Resolvi não perder mais tempo pensando naquilo. Segui o resto do caminho sozinho até a minha casa, (o que na verdade, eu achava  ótimo).

- Olá! - Eu soltei, em um grito quando entrei em casa. - Gente? - Eu queria saber se tinha alguém ali, mas o silêncio gritava mais alto. 

Achei super estranho, naquele momento minha família não havia chegado ainda e já eram cerca de 16:20... Ou haviam saído sem mim... Que novidade! Eu sei que se me chamassem a resposta seria "não", mas podiam tentar. Tá, eu sei... Isso nem era tão relevante assim. Tinha mais coisas pra me foder mentalmente do que o convite para ir com os meus país a uma praça ver cachorros fazendo um belo nada e crianças choronas.

O que será que significou pra Brendon aquela conversa que tivemos? Eu só espero que nós voltemos com a nossa amizade... E dessa vez sem beijos!

Ouço um barulho na porta de casa e logo em seguida, meu nome sendo gritado.

- Estou aqui no quarto! - Eu respondi gritando... Havia tido tantos gritos naquela casa em menos de 20 minutos, que se algum desconhecido chegasse, com certeza sairia de tal com algum problema auditivo.

Não ouvi mais nada. Pouco tempo depois ouvi baterem na porta do meu quarto.

- Oi, Ty. Posso entrar? - Era a voz de... Josh?

- Pode(?) - Eu disse em um tom duvidoso.

Ele entrou e ficou parado na porta me olhando.

- O que diabos você está fazendo aqui, Josh? - Eu perguntei, me ajeitando na cama e fazendo um sinal para ele se sentar do meu lado.

- Queria conversar com você. - Eu o olhei por um instante. Eu não conseguia compreender o porque de aquele ser vivo (no qual eu chamo de amigo, mas nunca tinha vindo pra minha casa até este momento) estar ali comigo.

- Como você entrou aqui?! - Eu perguntei, não ligando pra o que ele tinha falado.

- Cala a boca, Ty! - Ele disse de uma maneira surpreendentemente grossa.

- Tá... - Eu disse o fitando.

- Eu preciso desabafar com alguém. - Ele disse dessa vez mais calmo, brincando com suas mãos.

"Ai meu Deus, que ótimo, eu virei um psicólogo!" foi o que pensei logo após ter ouvido o que Josh disse.

- Tá, e por que você não foi até o Brendon, ou sei lá... O Spencer? - Eu disse, (por mais que eu não quisesse ser grosso com Josh, eu aparentava já ter saído da minha mãe com a missão de ser grosso, cínico e sarcástico quando se tratava de tal).

- Ty, entenda, você foi a primeira pessoa em que eu pensei que poderia vir. - Ele pausou sua fala por um instante. - E eu que tenho que desabafar aqui, então cala a sua boquinha, irmão, e me deixa falar... - Ele disse impaciente.

- Fala. - Eu disse, também impaciente.

Pensando bem, aquela situação provavelmente estava um tanto quanto engraçada... Josh querendo falar, eu o interrompendo e dando as minhas respostas irônicas. A cara dele era a melhor!

- Tá... Sabe a Debby? - Ele disse.

A resposta era óbvia, não sei o porque de as pessoas fazerem esse tipo de pergunta com respostas óbvias, mas de qualquer forma, ele já sabia a resposta.

- Uhum - Respondi.

- Acho que ela está me traindo. - Ele disse, em um tom decepcionado.

Eu me arrependi levemente de ter sido tão grosseiro com Josh anteriormente. 

- Uau... E por que você acha isso? - Perguntei o fitando

- Mensagens... Muitas mensagens no celular dela com um tal de Andy. - Ele disse, agora muito triste.

- Eu sinto muito, Josh. - Fez-se um silêncio. - E por que vocês não terminam logo? 

- Eu a amo? - Ele respondeu como uma pergunta... Nem ele mesmo sabia. 

- Ok, não sei o que te falar. Mas vocês não estavam bem até agora pouco? - Eu perguntei, me referindo ao piquenique, porque afinal, eles estavam tão juntos há pouco tempo.

- Sim, Ty... Mas acho que já percebeu que não estamos mais. - Ele disse, sem mudar seu tom de voz.

- Foi mal. Eu não sei como eu posso te ajudar com isso. - Eu disse, enquanto ele me fitava esperando uma resposta.

- O que você faria? - Josh me perguntou, e quando alguém me pergunta algo do tipo, a única certeza que tenho é de que esse alguém realmente precisa de ajuda.

- Eu terminaria, com certeza, depois superaria. Você tem vários amigos, Josh. Vamos te ajudar. - Eu disse, tentando o animar, isso não deve ter feito a menor diferença, mas nunca fui muito bom quando se trata de interação humana, prefiro os animais, são mais quietos, (bom, nem todos) e menos complicados.

- Ok, Ty. Obrigado, agora eu tenho que ir. - Ele disse se levantando da minha cama e se dirigindo até a porta do meu quarto.

- Espera... Eu te levo até lá embaixo. - Eu disse, também me levantando da minha cama, depois de Josh. 

Eu fui com o garoto até o andar debaixo, fiquei observando ele se despedindo da minha família.

- E ai, Josh, achou o seu caderno? - Minha mãe perguntou.

"What the fuck? Que desculpa ruim...", mais um louco pensamento de Tyler Joseph.

- Achei sim, muito obrigada! - Ele respondeu, dando um sorriso encantador, no qual minha mãe parecia ter muita vontade de retribuir e fez isso, também com um sorriso encantador.

Eu saí com Josh até o jardim.

- Valeu mesmo, cara. - Ele disse, eu não sabia a porque, afinal, se fosse eu, nem eu seguiria meus conselhos.

- Ah... Ok, Josh. - O menino se aproximou um pouco mais, e me acolheu em seus braços me dando um belo abraço apertado. - É... Então até amanhã.

- Até. - Ele disse, já andando para ir pra sua casa.

Fiquei observando Josh se afastar, até o perder de vista no horizonte, entrei pela porta que eu havia deixado entreaberta. 

- Há quanto tempo vocês chegaram? - Eu perguntei, vendo meus pais sentados em frente à idiota televisão.

- Não muito, pouco tempo depois de chegarmos, chegou o seu amigo. —Disse minha mãe, agora tirando os olhos da Tv e os posicionando diretamente em mim. - A propósito, por que nunca nos apresentou ele? 

"Puta merda, por que todos insistem em me fazer perguntas das quais eu não consigo responder?"

- Só... Não... Achei necessário. - Eu disse, olhando para as minhas mãos, que por algum motivo estranho, eu não conseguia parar de mexer.

- Ele é um amorzinho, peça pra ele vir mais vezes. - E a conversa chega exatamente onde eu não gostaria.

- Mas se não o conheciam, por que o deixaram entrar? - Eu perguntei, os olhando, mas ainda mexendo as minhas mãos sem parar.

- Tyler querido, e por que não? - Disse minha mãe, me olhando e logo abrindo um sorriso.

- Ahn... E onde estão Madison, Jay e Zack? - Eu perguntei, mudando de assunto.

- Disseram que iam sair, mas na verdade, era pra já terem voltado. - E finalmente disse o meu pai, que parecia estar me "evitando", ou simplesmente não gostaria de conversar comigo particularmente hoje.

- Por que, filho? - Perguntou a minha mãe, enquanto eu me retirava da sala e me dirigia até o meu quarto enquanto ela falava e eu fingia não estar ouvindo. 

Eu não fazia a menor ideia de onde aquilo ia dar, mas resolvi não ficar pra ver, subi para o meu quarto, enquanto eles ainda não estavam me entupindo de perguntas estúpidas. "Mas que droga", eu não tinha nada que pudesse me divertir por tempo algum, mas eu tinha que fazer algo, ficar naquela casa entediava até a pessoa mais feliz do mundo. Eu pensei em o que eu poderia fazer para que meus pensamentos estranhos não me ocupassem por completo... E pronto, já sabia exatamente o que eu iria fazer.

Que tal sairmos?

Mensagem enviada às 16:39

Não sei exatamente onde eu estava com cabeça.

E irmos pra onde?

Mensagem de Josh, recebida às 16:41

Isso mesmo... Eu tinha mandado uma mensagem para o Josh, perguntando se ele queria sair comigo... Eu realmente devo ter muitos problemas mentais.

Qualquer lugar, que se dane!

Mensagem enviada às 16:45

Não precisei esperar muito para a resposta...


Notas Finais


Gentchee, foi mal esse final meio... Ruim, bem ruim, pra falar a verdade.

E desculpa a demora, eu estou tentando escrever esse capítulo há 3 dias... Ninguém aqui em casa me deixa escrever, mas que legal!


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