História I Will Never Give Up On You - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Palavras 1.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey pessoal... Assim como eu tinha dito, conforme vocês demonstram interesse eu vou postando, como no capítulo anterior alguns leitores ressurgiram das cinzas aqui esta mais um capítulo... Bjs espero que gostem e boa leitura <3

Capítulo 30 - Distrusts and changes....


[...]

- Sinto muito por ontem. – a voz masculina invadiu o quarto de Candice a fazendo se sentar rapidamente em sua cama e o encarar.

-Não deveria, já que parece que não vem sentindo nada ultimamente. – diz Candice comm tristeza nítida em sua voz.

-Como eu posso não sentir nada, se minha mulher vem cultivando sentimentos por diversas pessoas por onde passa? – Joseph diz ríspido, enquanto vestia uma camisa social azul-turquesa.

-Como é? Eu nunca cultivei nada em ninguém, e não faço ideia de que pessoas você esta se referindo. – ela diz já um tanto alterada.

- Ah não? E o que me diz daquele aspirante a italiano? – ele diz alterando a voz, mas a se recompõe logo em seguida – Ele esta aqui, Candy. Sabia que ele até que não mudou tanto? E que ele cuida de uma criança? – ele a questiona com as sobrancelhas arqueadas, sua voz tinha um tom nítido de sarcasmo. Ela nada diz então ele continua. – Pela investigação, a mãe da criança morreu... O que é bem estranho, já que você me parece bem viva. – ele encerra com ironia.

-MEU DEUS! Quantas vezes terei que dizer que só a Florence sobreviveu? Você tem provas que o menino morreu, por que continua insistindo nisso? – Candice diz com lágrimas nos olhos.

-Você é uma mentirosa Candice, sabe muito bem que uma vez que mente pra mim nunca mais tem minha confiança de volta. – Joseph foi claro e frio em suas palavras.

Ele rapidamente atravessa o quarto, catando tudo o que precisava e sai do mesmo. Candice nada mais disse, estava certa que seu segredo pode não ser mais um segredo em pouco.  Logo ele saberá de Lorenzo, pensou ela.

Não demorou muito até ouvir um estrondo no andar de baixo, declarando que Joseph tinha saído. Candice então salta da cama e a afasta, com certa dificuldade. Arrasta o tapete azul marinho com o pé, sorrindo em seguida ao ver que o local em que escolhera para guardar seu armamento era quase imperceptível. Em sua cabeça estava claro qual arma usaria, a mesma que ela usou para proteger os seus. A loira se abaixa e retira com habilidade um piso do chão, pegando de dentro do buraco que ali tinha, uma Beretta 200 ST e sorriu novamente. Joseph teve um grande efeito em Candice, pois anos atrás jamais pensaria em matar alguém, hoje em dia já é algo mais comum do que ela pensava. Em suas mãos já foram derramadas sangue de sete pessoas. Essa era a prova de que ela tinha mudado radicalmente.

-Alguém esta atrapalhando minha vida? – ela diz para si mesma encarando a arma – Bom... É uma pena, pois não irá atrapalhar por muito tempo. – ela conclui colocando a arma na cintura. Pega sua jaqueta e se direciona para o andar de baixo.

[...]

Nina pegou a tinta violeta e caminhou até o quarto de hospedes, que ficava ao lado de sua suíte. Sua intenção era reformar o quarto de hospedes para Stella, já que a mesma declarou que já era mais do que a hora de ter seu próprio quarto na casa de seus padrinhos. Claro que conseguiu com sucesso que Ian permitisse, após vários beijos e abraços no mesmo. Ela e Nina tinham passado a manhã toda escolhendo moveis para o novo quarto da pequena, e mais tarde (após o mesmo estar pintado) iriam procurar objetos de decoração.

Stella era uma criança privilegiada. Além de muito amada por todos, era paparicada constantemente por seus padrinhos, já que os mesmos a tratavam como sua filha. Afinal, Stella era a filha que eles sempre quiseram, e ansiavam ter.

[...]

- Prontinho, uma parede cheias de borboletas (assim como você queria). – diz Nina assim que mostra para Stella a parede do quarto, que tinha um fundo violeta com vários desenhos de borboletas voando de um lado para o outro. Borboletas, que ela e Ian fizeram questão de desenhar juntos. Nina não podia estar mais feliz com a situação dos dois no momento.

-Esta lindo tia... – diz Stella encantada – Mal posso esperar para Florence ver como ficou, tenho certeza que ela irá amar. – finalizou olhando atentamente para o desenho das borboletas voando. Deitou sobre os papelões que no chão estavam jogados e ficou observando sua parede. Ian percebeu o sorriso nos lábios de Stella, e se adiantou em fazer algo que ele sabia que ela iria pedir.

-Kote, ligue para a Nikki... – diz Ian sorrindo.

-Oi? Por que? – Nina pergunta incrédula.

-Tia será que poderíamos colocar algumas estrelas no teto? Acho que ficaria linda. – comentou Stella, sem notar o que Ian disse.

-Claro que podemos querida. – diz Nina pegando o celular e direcionando para Ian. Esse simples gesto foi claro para que ele entendesse que ela não queria e não iria falar com Nikki.

Por mais que Nikki tivesse demonstrado ser boa e não uma completa vagabunda, ela ainda gostava de Ian e estava disposta a lutar por ele, e isso era motivo o suficiente para causar repulsa infinita na morena. Nina observa Stella por um momento e nota que ela mexia em sua pulseira. Pulseira um tanto quanto desconhecida para a morena, já que ela sabia quase tudo o que a afilhada possuía.

-Estrelinha... Que pulseira é essa? É nova? – Nina pergunta meio desconfiada.

-Sim é nova, ela se tornou a minha pulseira preferida. – diz a menina sorrindo animada. Ian se retira instantes depois, assim que Nikki atende o celular.

-É linda... Paul que te deu? – insiste Nina afim de saber da onde a menina teria tirado aquela pulseira.

Um silencio se instalou, a boca de Stella tremeu e de repente um branco se instalou em sua mente. Nina a encarava esperando uma resposta, mas que resposta ela daria? Não podia simplesmente dizer que Joseph lhe tinha dado. Então como uma resposta divina dos céus a pequena se lembra das palavras de Joseph “Basta dizer que Henry lhe deu e tudo ficará bem”.

-Em Stella? Quem te deu a pulseira? – insistiu Nina, mais desconfiada ainda pela demora da resposta da menina.

 -Foi... O Henry. Ele me deu na tarde que eu fui na casa dele... – Stella mente com firmeza, dando continuidade a sua história fantasiosa.

Se sentiu péssima por ter que mentir para Nina, mas era a sua única saída. Se dissesse a verdade, além de perder a pulseira não teria o contato de Florence ou de Joseph (no quão ela julgava ser um cara legal). Por fim terminou sua história a guardando para si, como se fosse a mais perfeita verdade. E ela realmente queria que fosse. Queria que Henry tivesse lhe dado aquela pulseira, ou qualquer outra coisa, pois ela gostava muito dele.

[...]

- Mas o que é isso? Saia da minha frente agora. – diz Candice ao ser barrada na porta de sua casa por Hans.

Hans era um dos capangas de seu marido, no qual ela mais temia. De todos os capangas que Joseph possuía esse de longe era o pior. Com braços musculosos e cicatrizes evidentes em seu rosto, ele tinha seu preço (todos tinha um, mas o dele era o pior) relações sexuais marcadas com tortura, tanto física quanto psicológica. Um homem frio e impiedoso. Irmão de Frank, outro capanga de Joseph que fora responsável por muitos assassinatos a mando de Joseph, e também foi o causador de Candice ter tirado a vida de duas pessoas extremamente inocente.

-Joseph ordenou que não deixasse você sair de casa. – informou friamente Hans – Sinto muito, mas hoje não verá o aspirante a italiano. – concluiu com desdém e ódio em sua voz.

- Saia da minha frente Hans, não me faça pedir novamente. – diz Candice com um sorriso simpático e ao mesmo tempo irônico no rosto.

Tal sorriso significava perigo. Todos os capangas de Joseph sabiam disso, sabiam do que Candice era capaz. Ela podia ser fria e impiedosa quando quisesse. Ela já havia provado a todos do que era capaz, tal prova foi adquirida quando a mesma matou a sangue frio alguns capangas e os que tentaram se meter em seu caminho e não conheceram o inferno, ao menos tiveram suas vidas destruídas. O que ela fazia era uma arte para poucos, ela não se vingava no calor do momento, ela estudava a situação, era inteligente demais por isso obteve êxito em todas as suas vinganças.

-Se assim quer... Irei acompanha-la, vossa majestade. – Hans diz fazendo um gesto de reverencia com as mãos.

-Não á necessidade, prefiro que fique. – informa Candice.

-Bom... E eu prefiro você como antes. Pelo visto nem tudo que queremos conseguimos, não é mesmo? – ele diz esboçando novamente seu sorriso irônico. – Sabe... Frank descobriu algo antes de... Você sabe o que. – ele diz andando em volta de Candice – E eu mal posso esperar para chegar ao meu conhecimento. Afinal, será um prazer tê-la como forma de troféu pela minha lealdade. – ele diz ostentando seu sorriso irônico, mas por dentro se controlava para não cometer uma loucura. Ele a odiava e ela sabia disso, afinal ela matou seu irmão, no entanto o motivo que a levara a tal ato era muito mais importante.

[...]


Notas Finais


E ai? O que acharam? Espero que vocês tenham carinho pela minha pessoa e comentem dizendo o que acharam. Bom é isso, o próximo capítulo já esta pronto e dependendo eu posto hoje ou amanhã... <3


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