História I Will Never Give Up On You - Capítulo 31


Escrita por: ~

Exibições 58
Palavras 2.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um capítulo para vocês meus amores... Espero que gostem... <3 <3

Capítulo 31 - Past memories came to the surface and still others will come


Três dias depois...

[...]

Ian abriu os olhos lentamente, enquanto passava suas mãos ao seu lado a procura de Nina. No entanto, não a encontrou dormindo ao seu lado, o mesmo estava vazio. Sentiu seu coração desolado quando abriu completamente os olhos e constatou que realmente ela não estava ali. Teve vontade de fechar os olhos e nunca mais abri-los. Se lembrou do ocorrido no dia anterior, o que vinha evitando durante um mês veio a tona ontem. Mishelly ressurgiu do passado com seu corpo e sorriso encantador. Ian não pode negar que revê-la lhe trouxe lembranças impuras do passado, como quando a ruiva estava em sua cama nua, suada, com os cabelos bagunçados e gemia freneticamente o seu nome.

Eles a tinham encontrado numa loja de brinquedos eletrônicos do centro. Nina fora a primeira a reconhecê-la, e quis sair imediatamente da loja ao vê-la. Mas Ian sem pensar no que poderia causar a Nina, correu a abraçar a ruiva que muito se alegrou ao revê-lo. Nina detestou reencontra-la, já que abaixo de Joseph ela era a pessoa que mais detestava e odiava nesse mundo. Nunca tivera uma rival maior que “Shelly”. A típica garota que não pode ver um homem que o agarra, sendo solteiro ou não. A garota que não bobeou em passar a mão em Ian quando brigaram por motivos bestas. Nina não podia dizer que Shelly lhe provocava ciúmes, e não era um simples ciúmes, era O ciúmes. E tudo viera a tona, ontem na loja de brinquedo.

Ian rolou na cama ficando no local aonde Nina costumava dormir. Deitou sua cabeça sobre o travesseiro dela e inalou o forte cheiro cítrico do perfume de Nina. Agradeceu mentalmente por seu cheiro estar ali presente, aquilo era como cafeína para o seu sistema. Fechou os olhos e se lembrou do comportamento de sua esposa ontem.

O silencio eminente dentro do carro, resume bem o comportamento de Nina no caminho de volta. Ao chegarem em casa a mesma continuar em seu silencio profundo, enquanto subia apressadamente as escadas e se trancando no banheiro na intenção de tomar um banho. Mas Ian sabia que só o fato dela ter se trancado lá já era um sinal de que ela não o queria por perto. Tais acontecimentos desordenaram seu plano. Ele odiava brigar com ela, principalmente por algo desse tipo. Certamente ele teria complicações mais tarde, e tudo o que podia fazer no momento era orar para que  Mishelly não aparecesse mais na sua vida.

[...]

-Bom dia. – ele diz ao adentrar a cozinha e avistar o amor da sua vida, Nina. Em seguida piscou para Stella que sorriu tímida para o padrinho. Ian continuou encarando Nina, esperando que ela entendesse seu gesto e se manisfestasse.

-Eu vou leva-la para a casa de Nate hoje, já que ela ficou um dia a mais do que  o combinado. – Nina diz com a voz calma, porém ainda se mantinha séria.

-Okay... Você concorda com isso pequena? – questionou Ian se agachando e ficando na mesma altura da menina.

-É... Por mim tudo bem. – diz Stella de um modo diferente enquanto enfiava um garfo com ovos mexidos, na boca.

-Não me parece...  Tem certeza que ela tem que ir? Não fará mal nenhum ficarmos com ela mais uns dias. – diz Ian preocupado com a menina.

-Ian... Não podemos cuidar dela numa situação dessas. Nate e Dani serão capazes de cuidar dela muito melhor, e Josh estará lá para distraí-la. – informa Nina acreditando que Ian já sabia do que ela falava.

-Situação? Do que esta falando? Sempre cuidamos muito bem dela. – diz Ian completamente confuso.

-Não esta sabendo? – questionou Nina com uma careta, e assistiu Ian acenar negativamente com a cabeça – Henry esta internado. O caso dele é serio, ele esta com Leucodistrofia Metacromática a avó dele ligou agora pouco.

-Oh não! – exclamou Ian correndo a pegar seu celular. Assim que o achou, mandou rapidamente uma mensagem que mais estava afetada no assunto “Onde você esta?”

[...]

Uma tempestade trouxe a noite. A loira se sentou calmamente na cama king, e observou seu marido se despir. Seus olhos correram sobre o corpo dele, que por sorte era forte e delineado. De repente ambos os olhos se encontraram. Candice pode ver ali que Joseph não era um cara completamente ruim. No fundo, bem no fundo ele tinha sentimentos. Afinal, ele mesmo já a provou isso cometendo diversos gestos significativos para ela.Depois de tudo que viveu, ela sabia que todas as pessoas possuem maldade e bondade, cabe a elas decidir qual será predominante em sua vida. No caso de Joseph, infelizmente ele escolheu a maldade.

Candice retira seu salto com delicadeza e com um suspiro pesado ela se levanta para guarda-los em seu closet de sapatos. Ao retornar decidiu apaziguar as coisas, caminhou lentamente até o marido, que ao encontrar (novamente) seus olhos abaixou a guarda.

-Não quero aquele homem me vigiando. – diz Candice docemente enquanto colocava cada uma de suas pernas em volta de Joseph e ficando de frente para ele com suas mãos pousadas em seu peitoral

-Você sabe que ele é o mais leal. – respondeu Joseph.

-Ele me quer. Isso não lhe incomoda? Afinal, deixou-me de amar tão rápido? – ela o questiona fitando profundamente seus olhos.

-Como?

-Permitindo que ele fique perto de mim e de Florence. Joseph, como pode? Depois das atrocidades que ele já fez comigo... Deixá-lo judiar de mim novamente? – ela diz apreensiva.

-Como? O que diabos ele lhe fez? – Joseph diz se afastando dela e a analisando de cima a baixo. Candice sorriu nervosa e retirou sua camiseta. Virando-se de costas e deixando ele a analisa-la. – DESGRAÇADO – vociferou. Com os punhos fechados, caminhou nervosamente em direção a porta mas parou quando sentiu mãos delicadas lhe puxar de volta.

-Deixe isso para amanhã... Tenho certeza que dará a ele o que merece. – sussurrou Candice – Mas hoje, cuide de mim?

Nada foi dito por Joseph. Encantado com loira a sua frente, sorriu vencido e retornou para a cama com ela. A raiva que sentia foi se dissipando conforme sentia o calor do corpo de Candice, com seu perfume de frutas cítricas lhe embriagando. Suavemente contornou as costas da esposa, acariciando a mesma lentamente com suas mãos ásperas. Então começou a cantar delicadamente uma musica de ninar no ouvido dela, até que a loira dormiu. Ou fingiu.

Seis horas antes...

-Quem você pensa que é para vasculhar o meu passado? – pergunta Candice mantendo a calma, enquanto aponta a arma para o rosto do grande homem a sua frente. Ela sorri, finalmente tinha o controle da situação.

-Hans, my Darling. Também conhecido como o capanga mais leal do seu marido. E sabe pra que serve um capanga que nem eu? Para proteger o seu chefe e comer as vadias da vida, assim como você. – ele sorri com ironia, procurando irrita-la o máximo possível.

-Resposta errada. – Candice diz atirando numa lata de lixo que tinha atrás dele, o assustando. Aquilo mostrou que ela não estava de brincadeira.

-Joseph vai saber sobre Joe, e que você ainda tem um caso com ele. Vadia! – cuspiu as palavras e andou em direção a ela. De frente a ela, ele coloca a arma sobre seu peito e prossegue. – Atire Candice... Me mata que tudo o que escondeu vai pros ares. Todos os que você tenta proteger do instinto selvagem de Joseph estarão em perigo. Joe, Lorenzo, Florence, Nina, Phoebe... Enfim... Você faz a sua escolha.

-Você realmente quer morrer que nem Frank, não é mesmo? Sabe que foi um prazer mata-lo? Só é uma pena que eu não tenha pego tudo o que ele tinha sobre mim. – Candice diz sorridente.

-Desgraçada. – ele diz irritado e retira a arma de seu peito. A expressão de ódio ficou estampado em seu rosto, enquanto via Candice abaixar a arma.

-Você vai morrer... Disso não tenha duvidas, mas não será por minhas mãos. Ser tão leal nem sempre é favorável. Se eu fosse você aproveitava hoje Hans... Porque amanhã você irá conhecer o inferno. – ela o ameaça e sai do local.

No começo das ameaças ela conseguiu esconder os papeis que Hans lhe tinha mostrado, tais papeis que expõe todos seus segredos. Adentrando seu carro esperou que ele saísse do galpão e então retornou para o mesmo local. Abriu o envelope e constatou o que já sabia, lá estava as provas de que seu filho estava vivo e que ela havia se encontrado recentemente com Joe. Ela guardou novamente a certidão de nascimento de Lorenzo novamente no envelope, assim como as fotos dos últimos encontros que teve com Joe nos últimos tempos. Encostou as costas na parede desgastada e respirou fundo. Não acreditava no que estava prestes a fazer, mas sabia que era necessário. Pegando um fio de aço que ali estava jogado ela respira fundo e retira sua camiseta. Minutos depois ela sai dali com as camiseta grudando em suas costas e mais pálida do que de costume. Sentiu suas costas queimarem com o vento que bateu, mas se manteve forte.

[...]

Ian fechou a mala e colocou na sala. Subiu novamente para o seu quarto e tomou um banho frio. Era exatamente quatro da manhã e Nina ainda dormia tranquilamente. Mesmo estando preocupado com Nikki, já que a mesma não lhe retornou nenhuma ligação ou respondeu nenhuma das milhares mensagens que ele mandara, decidiu continuar com o plano que tinha arquitetado. Estava determinado a reviver belas lembranças que tivera com Nina e sabia exatamente o lugar ideal para que isso acontecesse. Esse lugar seria o mesmo em que a pediu em casamento e aonde a mesma aceitou. Essa seria a carta final para reconquista-la.

Assim que saiu do banho e se vestiu, decidiu ligar a luz para acorda-la. Sorriu ao vê-la se remexer na cama dos dois e resmungar algo por conta da claridade. Ajoelhando ao lado de Nina ele retira o lençol da cabeça dela, e ri ao ver a bagunça em que ela se encontrava. Uma bagunça muito bonita, pensou ele. Ele então se inclina e sela os lábios deles num selinho, sentindo ela retribuir o gesto e resmungar em seguida.

-O sol nem nasceu Ian... Me deixe dormir. – Nina balbuciou baixinho e abriu com cuidado os olhos, por conta da claridade da luz da lâmpada.

-Fugiria comigo? – ele lhe pergunta de forma direta, automaticamente ela se sentou na cama e o encarou sem entender o que acabara de dizer.

- Como é? – ela diz levando a mão até os olhos e os esfregando, em seguida passa a mão no cabelo tentando desembaraça-lo.

-Vamos fugir? Já ate arrumei nossas malas. – ele diz se sentando ao lado dela e depositando sua mão na perna dela. Riu ao ver que ela realmente tinha acordado, e fazia uma careta para ele na tentativa de saber se ele estava brincando ou não.

-Deixe–me ver... Se o meu café for agora e bem reforçado, como aqueles que você costumava fazer pra mim quando namorávamos... Então sim, eu aceitaria fugir contigo. – ela diz brincalhona.

-Então vá para o banho que eu vou te esperar na cozinha com o seu café reforçado, que nem nos velhos tempos. – ele diz calmo e vê Nina arregalar os olhos. Não pode evitar de deixar escapar um riso de seus lábios.

-O que? Você esta falando sério? Só pode estar de brincadeira. Você sabe que já faz três dias que você não aparece na ISF e no restaurante né? – Nina diz tentando ser direta.

-Sei... – ele diz se contendo para não rir da cara de sua esposa.

-Você esta doido, só pode. – diz Nina o encarando incrédula.

-Que a minha doideira seja perdoada. Pois metade de mim é amor... E a outra metade também. – ele diz e um grande sorriso se instala nos lábios de Nina que pula no colo do marido e distribui diversos beijos por todo seu rosto.

-Oswaldo Montenegro? Seu avô deixou? – ela pergunta se lembrando do dia de seu casamento.

-Deixou o que? – ele pergunta se fazendo de desentendido.

-Me levar novamente para a fazenda dele. – ela diz sapeca, antecipando uma parte da surpresa.          


Notas Finais


E ai? O que acharam? Tadinho do Henry não é mesmo? E esse lance de Candice com o Hans? Sabemos agora um pouco mais do passado dela, e aos poucos estarei esclarecendo mais coisas sobre isso. Por fim, será que essa fuga de Nina e Ian dará certo? Vamos torcer pra que sim. Bjs e até a próxima... E POR FAVOR não se esqueçam de COMENTAR isso é muito importante para mim...

Ps: Para quem quiser saber sobre o que é a doença do Henry, procurar entender melhor, irei deixar o link aqui para vocês.
http://asdoencasraras.blogspot.com/2014/04/leucodistrofia-metacromatica-definicao.html


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