História I Will Never Give Up On You - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU VOLTEI MINHA GENTEEEEE!!!
Sério um trilhão de desculpas, mas como eu já tinha avisado a escola estava me deixando sem tempo. Bom, mas agora GRAÇAS A DEUS o ano letivo acabou e aqui estamos nós... Tentarei postar todos os dias um capitulo com exceção de terça e quinta, pois do curso eu ainda não to livre. Mas é isso, prometo não enrolar mais pois quero concluir essa fic antes de acabar o ano, para começar um novo ano com uma nova historia que em breve estarei falando mais para vocês... Capitulo recheado de surpresas e revelações e espero não ter ficado confuso... Beijinhos boa leitura e até as notas finais.. <3

Capítulo 36 - Flashback (history of Candice - Second escape successfully?)


Balancei a cabeça afim de esquecer tais lembranças tão sombrosas. Dobrei as pernas em cima da cama e encarei Persia que se encontrava do meu lado. Ela me olhava com ternura e seu sorriso era meigo, o que é algo bem diferente.

-Lição de hoje: não existe pessoa mais desprezível do que aquela que sorri para todos e se faz de cínica. Sorria.  Seu sorriso tem formas de transmitir coisas e você pode intimidar seus inimigos com ele. Apenas sorrindo - ela diz animada, me causando mais nervoso.

-Obrigada Persia, você realmente consegue me confundir. – digo em tom sarcástico.

-Candice, minha querida. Eu prometi que te tiraria daqui, mas se tudo que eu planejei falhar e ele te encontrar tenha em mente que deverá ser forte para o que vem em seguida. Joseph te quer mais do que tudo nessa vida, e tenho certeza de que quando ele a encontrar seu surto será o nosso maior pesadelo. Não, você não tem nem um pingo de ideia de como são seus verdadeiros surtos. – ela me explica, pausando um pouco e logo continua – Eu sei o que estou te ensinando, pois eu sei que se ele te encontrar você terá que assumir o meu lugar. Terá que ser firme para ser a esposa dele, não é uma tarefa fácil Candice, mas sei que dará conta. – ela conclui me dando um tempo para digerir aquelas palavras.

-Como pode dizer isso? Isso não irá acontecer. – digo me recusando a acreditar que aquilo poderia se concretizar

-Eu o conheço Candice, sei do que ele é capaz e do que planeja. Sim isso pode acontecer, e preciso que seja forte e se cuide. – ela diz olhando nos meus olhos enquanto segurava firmemente minhas mãos - Eu era um pouco mais jovem, porque convenhamos que eu ainda sou – ela diz rindo baixinho e eu acompanho – eu fiz questão de apresenta-lo aos meus pais, fazer com que eles me dessem suas bênçãos e aceitassem nosso casamento. E eles aceitaram, e aqui estou eu.

-Pera... Você se casou por que quis? – pergunto assustada.

-Sim... – ela diz com um brilho diferente

-Como vocês se conheceram? – pergunto curiosa.

-Bom... Foi assim... – ela diz dando inicio a história que os união.

Persia me contou quando conheceu Joseph e como seu irmão Joe ficou enciumado. Ela descreveu que sua relação com seu irmão, não era exatamente algo fraternal, até porque ambos não eram irmãos biológicos e sim como eu e Nina, fomos criadas juntas pois sua mãe casou com o meu pai e por ai se vai. Ela também me relatou que era uma menina muito saidinha e que adorava sair sem rumo, se aventurar pelo mundo sem dar noticias, o que deixava seus pais de cabelo em pé. Algo que me deixou mais boquiaberta ainda foi o fato dela ter mencionado que enquanto namorava com Joseph, se envolvia com seu “irmão.” As indiretas que se referiam ao seu relacionamento com seu irmão, era deixar cada um de boca aberta. Esse relacionamento entre os dois, segundo ela, começou quando eles tinham quinze anos (sim ambos tem a mesma idade), e que se envolveram em muitas confusões e brigas feias por isso. Por fim ela relatou que Joseph não era flor que se cheire, mas que seu lado obscuro lhe atraia e a fez se apaixonar ainda mais por ele. Era de se esperar, afinal toda garota quer ter seu bad boy.

- Eu me lembro de me casar com ele na primavera, e por incrível que pareça Joe compareceu. Naquele dia soube que estava grávida... Lembro-me de olha-lo inexpressivamente e em seguida direcionar meu olhar para meu ventre, aonde crescia a minha pequena florzinha. – ela sorriu com nostalgia.

-Você quer dizer que tem uma filha? E que ela não é filha do Jo... – não pude terminar a frase pois a mesma desesperou-se a me calar.

-Sim tenho, seu nome é Florence e sim, ela não é filha dele. – ela me explica.

-Mas e ele? Não suspeita de nada? – pergunto

-Sim! E é por isso que eu estou aqui. – ela me informa.

-Ele não fez o...

-Não! Acho que ele tem medo da verdade, por sorte consigo manusea-lo e Florence pode estar aqui comigo. Em breve a conhecera, e se tudo der errado cuide bem dela, por favor! Ela é o único tesou que eu tenho – ela diz baixinho enquanto se levantava da cama e sorri

-Pode deixar, se algo acontecer sua filha será minha filha, e eu a tratarei da melhor forma possível. – digo com um singelo sorriso.

 –Esta anoitecendo. Acho melhor pedir para que Frank lhe traga algo para comer, antes de eu te aprontar para Joseph. – ela diz em tom triste arrancando bruscamente seu sorriso dos lábios.

-Tudo bem. – digo também no mesmo tom e me levanto para pegar minha toalha.

-Aguenta... Joe chegará para me “buscar”, mas você irá no meu lugar. – ela diz voltando com seu sorriso, dessa vez mais animado.

-O que? E se ele não quiser me levar? – pergunto preocupada.

- Ele não tem opções, fará isso por amor a mim. Eu irei de helicóptero para a cidade escondida de Joseph. E você terá um papel importante nesse plano...

-Qual? Fugir? Correr? – digo com desdém e sarcasmo.

-Bobinha... – ela diz rindo – Você terá que o deixar completamente bêbado, pela madrugada eu passarei por aqui e te darei suas ultimas lições. E depois estará formada na “Persia White's School of Survival and Revenge”. – ela finaliza rindo

-Como pode tirar barato de algo, em meio a confusão? – pergunto rindo também.

-Se eu não fizer isso eu morro mais rápido, pequena Candy. – ela diz apertando meu maquicilar me fazendo rir.

-Okay... E os homens que cuidam desse buraco?

-Todos estão em minhas mãos. – ela diz confiante.

Em seguida ela se direcionou para fora do quarto, aonde eu pude ver Frank parado na porta como vigia e quando as portas se fecharam pude ouvir Persia fazendo o pedido do meu jantar para ele.

[...]

Me arrumei sem a ajuda de Persia, que inexplicavelmente não voltou como o prometido. Frank adentrou meu quarto me olhando de cima a baixo interessado no que via, mas eu me recusei a dar alguma importância a ele. Notando meu desdém pela sua pessoa, ele coloca um prato de batata frita e um copo em cima da mesinha de centro.

-Esta muito bonita, Candy. – ele me elogia e sorri

-Batata frita? – pergunto como quem diz “Achei que iria me trazer uma janta, e não múltiplas calorias”.

-Sim. O chefe já esta se arrumando para ter uma noite com você. Digamos que talvez você goste da “noite” de hoje, ele pelo menos esta de bom humor. Ele virá logo! – ele dá um pequeno sorriso ao concluir sua frase.

-Mas já? Que horas são?

-É quase nove, querida. – Frank diz e me olha com carinho. Por mais que eu tente ignora-lo, não posso deixar de dizer que isso é uma forma de compaixão da parte dele.

-Você é o único... – não completo a frase, pois ele mesmo o faz.

-Que não é tão ruim? – ele diz completando.

-Isso. Você não é tão ruim assim. – digo com um pequeno sorriso e ele sai do quarto.

[...]

Borrifei três vezes meu perfume em meu pescoço, alternando um pouco para a minha roupa. Em seguida prendi meu cabelo em um coque desleixado e calcei meus saltos. Escutei a porta abrir e imediatamente me virei para encara-lo. Joseph adentrou meu quarto com um buque de rosas vermelhas e uma caixa de bombom, logo atrás de si Frank também adentrava meu quarto com um balde cheio de gelo e mergulhado dentro dele se encontrava uma garrafa de vinho branco. Joseph me saudou com um beijo no pescoço e eu sorrio fraco com aquele ato. Frank deixou o balde na mesinha de centro, pegou o chocolate e o buque de flores da mão de Joseph e fez o mesmo. Antes de sair, me lançou um olhar sugestivo que eu pude jurar estar carregado de malícia.

- O que é tudo isso? Normalmente você entra, a gente faz o que  tem que ser feito e depois você coversa e vai embora. – me pronunciei o fitando.

-Sugestão da Persia, ela disse que você merece um toque de romantismo. – ele diz com orgulho – Acho que ela gosta de você.

-Entendo... - digo sorrindo assim como ela me ensinou.

Ele se aproximou de mim e meu corpo foi pressionado no dele com força, junto com os meus lábios que foram tomados a força. Concordei mentalmente que não iria lutar, hoje eu faria tudo que ele quisesse. Não me tornaria imparcial ou inexpressiva. A noite se inicia para mim e finalmente me torno aquela que realmente sou, aquela que meu sangue diz... Eu sou uma Accola, ou seja, ele conhecerá uma nova Candice.  Venho seguido diversas instruções de sua esposa e agora mais do que nunca sei bem o que devo fazer. Joseph vem caído noite após noite em uma armadilha. Ele não nota, mas seu coração ira vislumbrar, talvez amanhã, depois, daqui dez anos, ou até mesmo nunca. Claro que eu gosto mais da ultima alternativa. A frase de Persia passa lentamente pela minha cabeça: “Na noite anterior que você fugir, será a noite decisiva dos arquivos dos outros planos, caso ele te encontre ou algo aconteça com quem te ajudar. Você deverá ser perigosa, ele deverá sentir um desejo inigualável e querer ser selvagem com você na cama. É simples, você consegue. Se sua fuga falhar, você poderá tomar meu lugar, claro, se conseguir terminar de raptar seu coração sem ele perceber.”

[...]

Bêbado e dormindo como um anjinho, sorrio com satisfação em meia a minha tremenda ansiedade. Sem perceber comecei a andar de um lado para o outro, apenas enrolada em um lençol fino de seda. Me aproximo novamente da cama, com cuidado e puxo o pulso de Joseph para checar as horas. Grunhi soltando seu pulso, quatro e meia da manhã e nada de Persia aparecer. De repente, como se alguém lesse minha mente, Persia abre a porta do meu quarto completamente ofegante. Ao olhar atrás dela em direção a porta, me assusto ao ver a figura de um homem caído no chão. Abri minha boca na intenção de perguntar o que diabos estava acontecendo, mas fui puxada e jogada para outro homem antes mesmo que alguma palavra saísse de minha boca.

-Vocês tem uma hora e meia para sumirem daqui. – diz Persia tirando seu blazer e me entregando. No mesmo momento deixei que o lençol caísse sobre meus pés e o vesti, mas mesmo assim o frio me atingiu com fúria. Bom, já era de se esperar levando em conta que eu estou apenas de lingerie e um blazer.

-Você vem junto. – diz o homem que estava atrás de mim, se posicionando na minha frente.

-Não Joe! Ele é meu marido, e se depois que Candice for embora, ele continuar bruto eu prometo que pego a Florence e fujo. Você sabe que eu sou boa em fugir. – Persia diz se virando e fechando a porta do quarto que eu me hospedava

-Candice! – diz ela

-Sim...

-Tem uma maleta no jipe dele, nela você encontrara logo de cara um papel contendo três senhas de três contas que eu possuo. Esse dinheiro é seu... É assim que consigo manter esses homens em ordem, isso e seus segredos que eu sei de cor. – ela diz rindo baixo.

-Ele irá desconfiar que você que me ajudou... – digo receosa.

-Não irá, pode ficar tranquila. – diz ela

-Como pode ter certeza? – pergunto sem entender.

-Não irá, porque você vai me bater. E quando eu te contar o motivo você verá que faz todo o sentido.- ela diz orgulhosa de si e me fitou. Me coloquei em uma situação desesperadora. Eu não iria bater nela... Iria? – Vamos Candice, me bata porque as marcas tem que ser reais.

-Você enlouqueceu, eu não vou fazer isso. – digo assustada com aquilo.

-E vai por tudo a perder? Vai mesmo permitir que ele acorde e continue a abusar de você dia após dia, noite após noite? Eu te ajudei todo esse tempo a esconder a filha da Phoebe, e ele nunca descobriu, mas e se ele descobre? Já pensou no que ele poderia fazer? Hã? Pelo amor Candice, pare de ser covarde. Eu sabia que você acabaria estragando tudo, porque não passa de uma covarde, fraca, desprezível, saco de pancadas, infeliz, vadia... – Persia vociferou e me empurrou, fazendo com que eu entendesse o recado.

Em questão de segundos me lancei em cima dela, e comecei a distribuir socos e chutes em sua barriga e rosto. Minutos depois parei tomando ar, e ela permaneceu estirada no chão. Com um pouco de dificuldade, ela se levantou com rosto ensanguentado e sorriu de forma meiga. Me abraçou com pouca força e olhou com carinho pra Joe. Pude notar que em sua testa tinha um pequeno ferimento aberto, e também era a fonte de todo o sangue que escorria por sua têmpora.

-Adeus e cuide bem dela Joe. – ela conclui.

Sai daquela casa acompanhada do irmão de Persia. Ele me acompanhou em uma corrida no meio da floresta e mesmo assim não parecia cansado. Só consegui observa-lo quando entrei no jipe e me acomodei. Senti-me sem fôlego e ele não demorou nem um segundo para por o carro a andar. O observei pelo canto dos olhos e notei o quão belo ele era, não é surpresa que Persia tenha se atraído por ele. Me olhando rapidamente no retrovisor, corei instantaneamente ao notar meu estado. Eu estava completamente irresistível! Com os cabelos bagunçados, de lingerie, suada e de pés descalços sujos de lama. Claro que eu não seria eu, se não notasse em minha aparência até mesmo nessas horas. Olhando novamente para estrada não pude segurar um grito de felicidade, ao ver ao longe o sol nascendo.

-Uau! Isso que é felicidade... – diz Joe parando o carro para que eu apreciasse aquela vista – É loira, você esta livre.

-FINALMENTE! – digo em um surto de alegria.

-Você deve querer encontrar sua família agora. – ele comenta.

-Não! Eles estão mais seguros sem mim por perto. – digo um tanto magoada com aquela situação. Claro que eu os queria ver, nada mais nessa vida me faria mais feliz do que ganhar um abraço apertado de minha irmã e do resto do pessoal. Mas não posso ser egoísta e os colocar em perigo. – Aonde esta a maleta que Persia disse? – digo mudando de assunto completamente.

-Esta no banco de trás. – Joe me informa.

Não demorei muito para me jogar no banco de trás e catar a tal maleta. Voltando com a maleta em mãos me ajeito no banco e a abro. A primeira coisa que eu vi foi o tal papel, revirei mais um pouco a mala e encontrei apenas o essencial, no entanto algo me chamou a atenção.

-Uma foto minha? Com o nome de Marie Claire? – perguntei sem entender

-Pois é loirinha... Aparentemente você acaba de ganhar um marido. – ele diz se gabando

-Como? – pergunto divertida

-Permita-me me apresentar – ele diz fazendo um gesto de cavalheiro – Meu nome é Joe King e segundo os registros você é a minha esposa, Srta. Marie Claire King.

-Como é? – pergunto confusa.

-Isso mesmo que você esta pensando. Persia nos casou a uma semana atrás. – ele diz rindo

-Você quer dizer te casou com a Srta. Marie Claire? – digo rindo

-Tanto faz. – ele diz dando de ombro e eu pego o passaporte da tal Marie Claire.

-Bom... Para onde vamos então, “marido”? – digo brincalhona

-Eu não sei... Eu pensei em algo como Itália? – ele sugere.

-Não precisa dizer mais nada, apenas vamos. – digo extremamente contente depois de tempos.

Naquele momento eu me senti extasiada por finalmente poder começar uma nova vida, longe dali, longe do meu passado e acima de tudo recomeçar com uma nova identidade. No fundo, no fundo eu jamais deixaria de ser Candice Accola, mas  para todo mundo no momento e até quando der eu serei Marie Claire King. Thanks Persia, for the husband!  


Notas Finais


E ai? O que acharam? Bom considerando que se trata de um flashback podemos notar que a felicidade de Candice pode não ter durado tanto né? Mas sem grilo que mais pra frente eu vou esclarecendo tudinho. E essa revelação de que Florence não é filha de Candice e sim da Persia com o Joe? Bomba né! Não sei se alguém curtiu esse casal, mas sei lá era necessário acontecer... Em outro fato, peço que tudo o que foi dito na fic sobre Candice ser mãe de Florence seja esquecido e levado apenas do sentido figurado da situação. Sim, ela é mae dela como se fosse biologica infelizmente não é... Bom é isso, bjs até sexta tentarei ao maximo postar. Comentem o que acharam é extremamente importante para mim e nos vemos em breve... <3 <3 <3


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