História I wish I hadn't met you, appa - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Life Is Strange
Exibições 24
Palavras 384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem!
Boa leitura

Capítulo 4 - Take a deep breath and let's go


Obvio que alem de cagar dinheiro ele tinha que ter, além do próprio apartamento, uma casa ''comunitária'' que pertence a todos eles. Sério, qual é a necessidade de, além de cada um ter eu próprio apartamento, todos dividirem uma casa? Vai ter sua própria cara! Filhos que queira ter! Gasta com QUALQUER outra coisa menos um apartamento comunitário.

Ah! É verdade, eles CAGAM DINHEIRO. Na moral nem falo mais nada.

Saio do avião. Pego minha única mala na esteira e vou até o táxi.

São 9:00 da manhã de sábado.

Tem um homem de óculos escuros, segurando um papel com meu nome no patio de desembarque. Creio que seja o motorista que minha avó comentou ontem.

- Estou pronta pra ir, ''senhor''.

- Sim, senhorita.

Coloco os fones.

Seleciono a música Jet Black Heart - 5 seconds of summer

[...]

E seu eu pulasse do táxi, minha avó saberia? Esse lugar está muito longe do aeroporto.

Eu não quero conhecer meu pai, nem a banda idiota dele. Eu não quero aparecer na mídia. Não quero ser assim. Tenho certeza que ele me culpa pela morte da minha mãe. Ouvi isso uma vez da minha vó. Ele me culpa, por isso me odeia. Simples assim! Eu odeio ele por me abandonar, ele me odeia por matar minha mãe e provavelmente minha mãe está chamando nós dois de idiotas em algum lugar do céu.

[...]

Chegamos na casa/ sobrado/ prédio/ não me importo. Não quero conhece-los. Seria tão mais fácil sair andando sem rumo, andar sem parar como se não existisse amanhã, pegar meu violão e cantar por aí pra comprar uns trocados. Dormir em prédios abandonados.

Ou simplesmente entrar na casa, subir até o topo, olhar a imensidão do mundo e me jogar lá de cima. Me sentiria voando como sempre sonhei e no fim, a filha de Rap Monster se mata em frente a sua casa. Imagino o alivio dele e o quanto as pessoas iriam adorar ver isso.

Mas não. Eu quero viver. Quero namorar, adotar filhos, viver feliz. As vezes esses pequenos pensamentos, apesar de não me convencer que vão realmente acontecer, me ajudam a continuar. Sou uma suicida e sei disso. Mas acho egoísta da minha parte pensar só em mim.

Vou ate a entrada do lugar e bato na porta. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Até amanhã


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