História I Wish You a Happy Death - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Death Note, Originais, Revelaçoes
Visualizações 10
Palavras 825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Mistério
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eu estou repostando esse capítulo porque eu o reescrevi. Eu achei que o última estava mal escrito...

Boa leitura ❤️

Capítulo 4 - What is going on?


  Após tomarmos nosso milkshake, cada um seguiu seu rumo até sua casa.
  Estava frio e ventava violentamente, mas ainda sim era possível ver crianças brincando na rua.
  Meu cabelo era bagunçado pela ventania dificultando minha visão, resolvi então prendê-lo.
  O caminho até minha casa era bonito, haviam várias sakura's e se você olhasse para o chão, veria inúmeras flores cor de rosa.
  Após um tempo era possível ouvir alguns passos atras de mim. Era extremamente irritante e desconfortável.

 -Com licença...

  Me virei ao ouvir uma voz feminina aparentemente se direcionando a mim.
  Era uma garota alta e magra, olhos azuis para combinar com o cabelo e era dona de um sorriso branco como um fusca de 1970.

 -Eu vi seu cabelo e não pude deixar de te conhecer. Não é todo dia que se vê alguém com um cabelo assim... eu me chamo Martha, e você?

 -É...-Como sou uma fanática em Death note, não achei uma boa ideia dizer meu nome a alguém que se aproximou de modo tão repentino, mesmo sendo quase impossível ela realmente ter um caderno da morte.- Melissa...

  Ela me olhou de cima a baixo analisando cada detalhe meu, foi estranho.

 -Seu cabelo, que marca você usa?

 -Eu não sei, quando pintei a cabeleireira não me mostrou a marca...

 -Por onde você mora?

  Conforme a conversa ia se desenvolvendo, suas perguntas ficavam mais íntimas, coisas como telefone, escola, nome da mãe, do pai... era desconfortante.
  Após alguns minutos de caminhada minha casa finalmente estava na próxima esquina, me dando assim um alívio.

 -Bem, essa é a minha casa, eu tenho que ir... tchau!

  Disse enquanto acenava caminhando até a porta.

 "Graças a Deus"

 Quando cheguei, notei logo de cara uma bagunça incomum cuja minha mãe não costumava deixar.
  Todos os dias ela limpava e organizava a casa.
  Comecei a andar pela minha casa gritando numa tentativa falha de ouvir sua  resposta.
  Caminhei em todos os cantos e ainda sim nada dela. 
  Eu pensei então na possibilidade de ela ter ido a uma entrevista de emprego, afinal estava desempregada e passava horas e horas mandando currículos para inúmeras empresas.
  Esse pensamento me tranquilizou por um tempo, mas eu estranhei quando já batiam 18hrs e minha mãe ainda não dera sinal.

Uma entrevista de emprego não costuma durar o dia inteiro...

  Peguei meu celular e liguei para seu número, porém deu na caixa postal. 
  Desesperada liguei para meu pai que não estava em casa pois passaria a noite em outra cidade.

 -Alô?

  Ouvir sua voz naquele momento foi a coisa mais tranquilizante do meu dia.

 -Pai?

 -Ah, oi Filha! Como estão as coisas aí?

 -Estranhas... quando cheguei em casa estava tudo bagunçado, sem contar que minha mãe ficou o dia inteiro fora e sem me atender, você sabe o que aconteceu?

  Ele ficou em silêncio por alguns segundos.

 -N-não, não faço ideia...

  Ficamos mais alguns minutos conversando e enfim desligamos.
  Fui até meu quarto e peguei meu pijama para tomar banho.
  Observei o quarto inteiramente bagunçado e decidi organiza-lo antes de ir ao chuveiro.
  Arrumei a cama, dobrei os cobertores, limpei a escrivaninha e varri o chão deixando tudo mais confortável.
  Finalmente estava prestes a entrar no banheiro, mas quando fui abrir a porta percebi que a maçaneta não estava em seu devido lugar, ela estava jogada no chão bem longe da porta como se tivesse sido arremessada após uma forte batida de porta.
  Peguei o objeto que faltava encaixando-o na fechadura e me deparei com a mais horrível imagem.
  Eu vi minha pele empalidecer e senti as lágrimas quentes escorrerem pelas bochechas.
  Corri até meu quarto para pegar meu telefone e liguei novamente para meu pai.

 -Filha?

  Eu não conseguia falar...
  Enchi os pulmões de ar e Ester soluços tentei explicar o que havia acontecido.

 -P-Pai... a minha...

 -O que foi filha?

 -A minha mãe-deixei algumas lágrimas caírem- A MINHA MÃE TÁ MORTA NO BANHEIRO!

  A ligação foi tomada por um silêncio macabro, até meu pai desligar.
  Olhei novamente o interior do banheiro, não podia ser verdade...
   O banheiro que costumava ser branco estava com as paredes vermelhas de sangue, no chão, órgãos espalhados e por fim, na banheira, o corpo nu de minha mãe inteiro aberto.
  Com a visão embaçada por conta das lágrimas, fechei q porta novamente e logo  em seguida a campainha toca.
  Eu não queria atender, não queria ver ninguém, mas a pessoa era insistente, tocava a campainha repetidamente e batia na porta com força.
  Sequei minhas lágrimas e fiz o máximo para disfarça meu humor naquele momento.

 -Boa noite...

  Disse através da porta, mas ninguém respondeu.
  Coloquei meu ouvido próximo a maçaneta e ouvi alguém chorando no exterior, então abri a porta.
  Era George aos prantos.
  Suas lágrimas corriam velozmente em seu rosto, uma seguida da outra.
  O garoto caiu sobre meu corpo me abraçando.

 -O que aconteceu?

  Ele sussurrou próximo ao meu ouvido.

 -A minha mãe...

  Senti meu rosto empalidecer.

 -O-o que tem sua mãe?

Continua....


Notas Finais


Perdoem qualquer erro ortográfico


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