História Ice And Fire - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Jelena
Visualizações 20
Palavras 1.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 2 - Sempre foi assim.


Selena Gomez's Point Of View
Los Angeles, Califórnia
7:21am

- Mãe, eu não vou e ponto final! Mas que merda. - Grito enfurecida, e coloco meus pés na mesinha de centro da minha sala, ouvindo mamãe gritar mais um de seus incontáveis sermões.

- Você vai sim e ponto final! É menor de idade ainda, eu mando eu você. - Rio irônica revirando os olhos. - Vamos, você está completamente atrasada, Selena! - Tira meus pés de cima da mesinha, e para com os braços na cintura.

- Mas mãe...

- Sem mas! Vamos logo, Selena. Eu posso te dar uma carona, filha. - Dessa vez ela fala um pouco mais mansa.

- Mãe, se eu for ou não, ninguém vai notar. Então vamos poupar gasolina, e me deixe estudando aqui. Sabe que sempre fui ótima em todas as matérias. - Tento novamente convence-la.

- Não, Selena Marie Gomez! Agora! - Bufo me levantando, e saio da sala pisando forte. Subo as escadas e entro na primeira porta no corredor, era o meu quarto.

- Mãe, deixa eu ficar, por favor!! - Grito do andar de cima.

- SELENA MARIE GOMEZ, NÃO! - Grita o mais alto que pode. Ela estava enfurecida, mas quem liga?

Entro no banheiro batendo a porta do mesmo com força, e tiro a minha roupa rapidamente, entrando no box e nem me importando em fechar o mesmo. Eu estava completamente atrasada, provavelmente iria chegar na segunda aula, mas ninguém se importa mesmo, então foda-se. É um saco aturar Bárbara e seu grupinho todo o dia rindo e me "humilhando". Claro, eu não ligo. O que tem de mais em mim? Eu não sou do tipo nerdzona assim, não uso roupas julgadas como "bregas e estranhas" pela escola inteira... Apenas sou quieta demais, e não gosto de conversar, só isso. Mas o que tem de mais? Nada, absolutamente nada. Qual é o problema de eu ser grossa com alguém? A vida é minha, eu falo do jeito que eu bem entender. Se acha ruim, não se aproxime. Vai ser melhor para ambos.

(...)

- Mãe, por favor. - Junto minhas mãos, indicando que imploro para ela. Mas a mesma só nega com a cabeça. Mais uma vez.

- Selena, filha, vamos lá! Não vai ser tão ruim. - Reviro os olhos e pego minha mochila que estava no banco traseiro. Sem dar mais nenhuma palavra, saio enfurecida do carro, ouvindo um "eu te amo" vindo dela, mas não dou o mínimo trabalho de responde-la.

O colégio, como sempre estava cheio. Mesmo sendo quase o horário da segunda aula. É uma escola particular, eu estou no terceiro ano do ensino médio. Glória a Deus, apenas mais alguns meses para acabar o ano. 10 meses para ser exata, que saco! Passo pelo imenso portão recebendo olhares das pessoas que se encontravam ali conversando ou mexendo em seus celulares. Ouço risadinhas, mas o que eu faço é apenas mostrar o dedo do meio. Se eu tenho medo deles? Hahá, faça-me rir. Eu? medo desse povo nojento? Nem em meus sonhos.

Eu sempre imaginei o colegial como em filmes de romance melosos. Com o namorado perfeito, amigos maravilhosos, sempre sorrindo, professores atenciosos, popularidade... Isso só na minha imaginação fértil de criança, porque não é porra nenhuma disso. Matérias chatas, professores piores ainda, as pessoas mais chatas do que... Sei lá o que. Tudo foi estragado por meu ex-namorado. Eu o namorava deis da sexta série. Estavamos bem até o primeiro ano do colegial, quando ele resolve me trair. Eu não deixei barato, e meti o chifre nele também. Não foi a escolha mais sábia da minha vida, pois o filho da puta espalhou um nude meu. Só dos seios, pelo menos.

Perdida em meus pensamentos, não percebo quando já estou em frente ao meu armário. Abro o mesmo, tirando apenas os livros necessários para a primeira aula, que no caso era Física. Eu amo Física. Fecho o armário, trancando-o com a senha que nos disponibilizam no primeiro dia de aula (Que no caso era hoje). Minha mãe veio mais cedo no colégio para pegar todas as papeladas que eu tenho direito à informações sobre a minha turma e horários. Fiquei sem chão quando soube que era a mesma turma do ano passado, tirando algumas pessoas, era tudo o mesmo povo chato.

Bufo em frustação, apertando meus braços com os livros em meu busto, rumando em direção á sala 8. Sala de Física. Respiro fundo diversas vezes tentando manter a calma. Vai ser a mesma coisa que todos os anos que estudei aqui. Sempre que chego atrasada, os garotos me olham como se fossem me comer pelos olhos. Olham mais especificamente para minha bunda e seios. Eu odeio isso. Eu odeio Zayn por ter vazado meus nudes.

Finalmente, depois de exatos 2 minutos parada, tomo coragem e abro a porta lentamente, vendo a professora de Física explicando alguma coisa para os alunos, que não se importam, pois estão fazendo a maior bagunça. Ótimo, pelo menos da para passar despercebida.

- Bom dia, senhorita Gomez. - A professora velha e rabugenta fala em voz alta, com uma boa quantidade de irônizmo em sua fala. Ela era minha professora no ano passado também. Filha da puta. A sala toda para o que está fazendo para me encarar. Não me deixo por abalar, mandando um sorriso cínico para a professora, cujo o nome era Samantha.

- Dia, pois de bom não tem nada. Só de pensar em ver essa sua cara nojenta todos os dias até o ano acabar já é o cú. Então explica sua matéria de merda ai e vê se me esquece. - Ouço alguns murmúrios enquanto dou as costas, sentando no primeiro lugar vago que encontro. Jogo a minha mochila no chão, mas mesmo assim perto de mim, coloco meu livro e caderno de Física em cima da mesa - ainda sobre o olhar de todos na sala -, e pego meu fone de ouvido ja conectado no celular, colocando-o em meus ouvidos e aumentando o volume. - O que foi? Nunca viram uma obra de arte falar? - Ironizmo era minha arma fatal. Assim que me pronuncio, a sala volta a fazer o que faziam antes. A professora nojenta revira os olhos e começa a escrever algo na lousa, que eu não faço questão de saber o que é. Pelo menos não hoje.

Alguns meninos ainda me olham mordendo os lábios. Ou melhor, olham para o meu pequeno decote. Mas que merda, eu mereço. Olho em volta, tentando reconhecer algumas pessoas. Consigo, pois a maioria era os mesmos do ano passado. Sinto falta de alguém e meu sorriso se alarga. Deus, eu nunca fui muito de conversar com o Senhor e tal, mas no nome Santo do seu filho, que esse demônio tenha mudado de escola, por fav...

- Com licença, professora. - Puta que pariu, caralho, porra, ARGH!

A professora olha o projeto de demônio que deu errado de cima a baixo discretamente, mordendo os lábios e dando-o premiação para o mesmo entrar. Eu mereço. As garotas param tudo o que estão fazendo para olha-lo, quase se afogando em suas babas. Ridículas. Começo a cantarolar a música que se passava em meus fones de ouvido um pouco mais alto. Eu o odeio.

O garoto passa ao meu lado, e eu suspiro em alívio. Pelo menos ele não sentou do meu lado. Ele para no meio da sala, e olha para trás. Droga!

- Olá, Seleninha. - Sua voz com alto tom de ironia se pronuncia, mas eu finjo que não escuto. Ele se senta ao meu lado, na fileira do lado que estava fazia. Que merda mesmo. - Como vai a vida, princesa? - O ironizmo é a única coisa que eu consigo captar em sua voz. Ele gosta de ironizmo? Então vamos ter ironizmo.

- Maravilhosamente bem, não poderia estar melhor. Fui para a Inglaterra ainda ontem, fiz as unhas dos pés e mãos, fui no cabeleleiro mais caro do país e ainda jantei em um restaurante finíssimo com meus pais empresários. Não poderia estar melhor. - Tiro os fones enquanto vou falando, e ele me olha com uma sombrancelha arqueada. Eu não disse que minha arma fatal era a irônia? Pois bem.

- Parece que está mais afiada que o ano passado, Gomez. - Ri debochado.

- Afiada o suficiente para cortar a sua garganta e te ver morrer. - Com os dentes cerrados, eu me viro para a frente novamente, pegando meu caderno e abrindo o mesmo.

- Posso saber o motivo de tanta conversa, Gomez e Bieber? - Samantha, a nojenta, pergunta. Isso poderia ser o nome de um filme de terror; Samantha, a nojenta. Rio com os meus pensamentos. - Está debochando de mim, senhorita Gomez?

- Eu? - Me faço de ofendida colocando a mão em meu coração. - Estou sim, algum problema? - Ela abre a boca em espanto, assim como todos da sala. Sempre foi assim, não tem o porquê deles se surpreenderem. - Sabe, eu estava pensando... O seu nome combina com você.

- É mesmo? - Curiosa, ela pergunta.

- É claro, querida professora. - Rio falsamente.

- Como sabe disso?

- É fácil. - Dou de ombros. - É só pronunciar o seu nome mais devagar. - Todos me olham confusos. - Olhe, SamANTHA. - Todos gargalham alto. Sim, eu quis dizer que ela é "anta", sacou?

- Está de gozação com a minha cara, mocinha? - Ela estava visivelmente ofendida.

- Uhum, algum problema? - Tudo o que eu mais quero é sair dessa escola, nada melhor do que provocando a professora. Sempre tentei, mas nunca consegui. Aleluia que é o último ano nessa espelunca.

Ao contrário do que eu e o resto da sala pensamos, ela dá as costas e volta a escrever na lousa. Ok né. Abaixo minha cabeça sobre a mesa, e me deixo por relaxar. Dormir era a melhor coisa a se fazer agora.

(...)

- Hey... - Alguém me cutuca. - Hey?

- O que é, porra? - Levanto meu rosto sonolento, observando a sala vazia, e também a garota que estava a minha frente.

- Escuta, você pode ir parando de gritar comigo, ouviu? Eu vim aqui te acordar, já que ninguém se atreveu a fazer isso, para você não se atrasar. Agora se quer ficar aí, o problema é inteiramente seu. - A garota de com cabelos castanhos escuros na raiz, e luzes nas pontas diz, dando as costas logo em seguida.

- Ei, espera! - Grito e ela para. - Gostei de você.


Notas Finais


Heey, provavelmente eu vou atualizar semana que vem (não sei o dia), pois está muito corrido para mim. Enfim, beijos!


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