História Ice and revelations (temporadas 1 e 2) - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Anna, Elsa, Kristoff, Olaf, Personagens Originais
Tags Frozen, Irmãos, Revelaçoes, Revelaçoes Frozen
Exibições 3
Palavras 1.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oliver e os outros voltam para Alvadaz, mas após chegarem, Oliver e Hugo acham um acampamento que foi construído em segredo e feito para reforçar a defesa da floresta, foi atacado e destruído, sem deixar sobreviventes, o único problema, é que ele foi atacado de forma estratégica, como se alguém tivesse dito às tropas do Exército Boreal onde, quando e como atacar, mas isso é impossível, só um líder militar aliado de Alvadaz sabia disso...

Capítulo 29 - Capítulo 6: Um ataque?


     3 dias de viagem para o leste, após mais uma vitória e um novo aliado, os navios da frota de Alvadaz e dos aliados voltavam para seus lares, e quando chegaram, foram recebidos com festas e comemorações, e não foi a excessão de Oliver, Elsa, Hugo, Kristoff, Anna e Otto. Ao chegarem no palácio, o primeiro à recebe - los foi Olaf, que lhes recebeu como se não os visse a anos, e depois de uma festa para seu retorno, essa que durou algumas horas, Oliver, Elsa, Anna e Kristoff finalmente se viram livres, sem nobres chatos à sua volta querendo cumprimentá - los como se os conhecessem à anos sendo que nunca os viram antes.
     Quando se viram livres, ficaram todos juntos na sala em que receberam Oliver de volta depois de sua primeira batalha, era quase uma sala de estar. Eles estavam conversando e se divertindo na sala, até que Otto entrou na sala, ele disse que tinha novidades, e disse:
     - Eu tenho ótimas notícias para vocês, mas que talvez Oliver não goste tanto.
     Oliver então ficou confuso e curioso, e Otto volta a falar:
     - Dois novos reinos se aliaram a Alvadaz só de saber que outros reinos estão se aliando a nós por que a profecia aconteceu, e se isso continuar acontecendo, vocês não vão precisar participar algumas batalhas.
     Todos comemoraram, exceto Oliver, que soltou um gemido de insatisfação e frustração, após isso, todos olharam para ele, e ele diz:
     - Logo agora que eu estava começando a me divertir matando uns monstros de gelo...
     Todos estranharam Oliver, e Otto disse:
     - Ele é um guerreiro arniano que descobriu os poderes recentemente, dêem um desconto pra ele.
     Todos sabiam que lutar estava no sangue de Oliver, e que ele não tinha culpa se gostava de participar de uma guerra, mas isso não fazia ficar mais estranho... Alguém então bate na porta, que estava aberta, e quando olham para ela, era Hugo, que então disse:
     - Com licença, preciso de uma ajuda do Oliver, se puder, claro.
     Oliver então perguntou o que era, e Hugo respondeu que era sobre o navio em que eles vieram, disse que precisava de ajuda por que coisas estranhas estavam acontecendo nele, e como Oliver cresceu com um comerciante que o adotou como filho, ele decidiu ir. Após algum tempo de viajem, eles chegam no navio, e já havia alguns soldados lá, e ao ver o navio, que estava do mesmo jeito em que foi deixado, Oliver pergunta:
     - Quais são exatamente as coisas "estranhas"?
     - Os soldados disseram várias coisas - Hugo responde -, as armas que atiram fogo dispararem sozinhas, as armas maiores se moverem sem explicação, luzes surgirem, coisas do tipo...
     Oliver estranha isso tudo, ele sabia que havia algumas pistolas e mosquetes carregados no navio que não houve tempo de levar para Alvadaz, mas atirarem sozinhos? Canhões se mexerem? Luzes?  Ele queria ver por si mesmo, então ele entrou no navio, e de cara viu alguns mosquetes no chão, e outros na parede em seus devidos suportes, então Oliver pergunta para outros soldados que estavam no navio, o examinando:
     - Quais desses dispararam sozinhos? - Ele pergunta apontando para os mosquetes na parede.
     - Esses que estão no chão - um soldado responde -, será uma assombração?
     Oliver nem o responde, só se ajoelha, pega um mosquete, e ao examinar, vê que ele havia sido disparado, ele então pergunta:
     - Como aconteceu?
     - Estávamos revirando o navio - um soldado responde -, estávamos procurando tudo que poderia ser útil, como o general Otto mandou, mas aí, quando alguns soldados sem querer derrubavam essas armas, elas começaram a disparar.
     - Mas então não dispararam sozinhas - Oliver responde -, os gatilhos delas são sensíveis, foram disparados quando caíram.
     Os soldados começaram a se olhar, confusos, o que fazia sentido, não conheciam tais armas, então Oliver voltou a perguntar:
     - E os canhões se mexendo sozinhos?
     - Estávamos recolhendo algumas coisas no convés - outro soldado respondeu -, que também julgamos serem úteis, e quando começamos a tirar as bolas de metal de dentro deles, depois de um tempo, começaram a se mexer.
     - Deixa eu adivinhar, os canhões próximos da ponta?
     - Como sabia?
     - Simples, aquelas bolas de canhão faziam peso no cano do canhão e mantinham ele no lugar, e quando tiraram, todo o peso ficou concentrado na parte de trás, e fez eles escorregarem, já vi isso acontecer antes várias vezes.
     Os soldados ficaram envergonhados por não terem pensado nisso, então Oliver disse:
     - E deixa eu adivinhar, as tais luzes surgiam quando colocavam fogo nas sujeiras próximas aos barris de alcatrão?
     Antes de obter uma resposta, Hugo que estava do lado de fora do navio, começou a gritar:
     - Oliver! As luzes!
     Oliver foi correndo ver as tais luzes, e quando ele saiu do lado de fora, viu elas, eram como pequenos raios saindo das pontas do mastro do navio, mas não saíam só dele, também saíam dos parafusos e tiras de ferro pelo navio, depois de alguns segundos, elas pararam, e Hugo olhou pasmo para Oliver, e disse:
     - Você sabe o que é isso?
     Oliver ficou pensativo, e notou que essas luzes eram parecidas com as luzes que tinha avistado saindo do navio quando teve que atravessar o mar amaldiçoado até Alvadaz, e respondeu:
     - Os marinheiros chamam de fogo de santelmo, dizem que é um sinal de sorte, vi isso quando estava atravessando o mar amaldiçoado até aqui, só que eles não são assim tão frequentes e fortes... Deve ser o pó de igni - lumi, ele só começou a fazer isso quando espalhamos pó de igni - lumi nele e viemos para cá.
     - É - Hugo responde -, faz sentido, essas luzes realmente não são normais, e igni - lumi é uma pedra mágica, acho que ela pode fazer isso. Mas então, e as outras coisas?
     - Nada de anormal, os soldados que se assustaram com o que não conheciam.
     - Bom, então tá na hora de voltar para o palácio.
     Os dois então voltam para o palácio, e no caminho, Hugo pergunta à Oliver:
     - Lá no navio, você aprendeu tudo aquilo com seu pai adotivo?
     - Sim - Oliver responde, meio sem graça por lembrar de Arkin, que ele ainda tinha certo recentimento por ter mentido para ele -, Ele é comerciante a anos, e me levava para as viagens sempre, aprendi muito com ele.
     - Foi assim que ele conheceu sua mãe? Em um país estrangeiro, e depois a levou até seu país e casou com ela?
     - Não, na época ele ainda não era comerciante, e já morava na Inglaterra, minha mãe é de lá, mas meu pai nasceu em Arendelle, e depois os dois foram para lá, me adotaram e voltaram para a Inglaterra, mas por que pergunta?
     - É que normalmente é assim que os comerciantes daqui se casam, só queria saber se também era assim no mundo a fora, e por falar em casamento, e suas pretendentes?
     - Minhas o que?
     - Pretendentes, suas irmãs não arranjaram pretendentes para você depois que descobriram seu lugar na hierarquia?
     - Não! Foi tudo muito rápido, ainda estávamos aceitando que éramos irmãos... E acho que elas não me fariam casar contra minha vontade.
     - Então, elas são liberais?
     - É, acho que sim (eu espero...)
     - Então, teve a mesma sorte que eu na época que ia me casar... - Hugo então fez uma expressão, como se lembrasse de algo bom, mas depois sua expressão mudou para algo triste - Essa guerra, tirou tudo de mim, só me restou minha irmã e meu reino... Sabe, quando se vive em uma guerra assim, ela lhe tira o direito de amar, e com o tempo, você também aprende a deixar a pessoa que você ama para trás, e a esquece...
     Oliver percebe que esse desabafo foi acidental, parecia que Hugo achou alguém que pudesse escutar seu sofrimento, e nesse caso, foi o Oliver. Antes que Oliver pudesse falar outra coisa para mudar de assunto e não deixar que Hugo continuasse com seu desabafo, ele avistou algo ao longe, no oeste, era uma coluna de fumaça, Oliver mostrou isso à Hugo, e os dois decidiram ir ver o que é, e quando chegaram, era um acampamento do Exército de Alvadaz destruído, e os corpos dos soldados haviam sido cremados em uma fogueira no centro, enquanto Oliver olhava para os ossos dos pobres soldados mortos, Hugo vasculhava o acampamento, e depois de olhar tudo, ele foi até Oliver e disse:
     - Não foi um simples ataque, foi totalmente planejado e estratégico, e esse acampamento não deveria estar aqui.
     Oliver olha para Hugo, confuso, e pergunta:
     - Como assim?
     - Ele era secreto, só os chefes militares das maiores patentes sabiam de sua existência e localização, era secreta, temos que voltar para Alvadaz e avisar à minha irmã e para Otto.


Notas Finais


Desculpe a demora, espero que tenham gostado, comentem o que estamos achando da fic.


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