História Ice Cream - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Hoseok, J-hope, Jikook, Kim, Lemon, Namjin, Taehyung, Taeseok, Vhope, Yaoi
Exibições 149
Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


❀ Hi! ⇜ ▪

❤ Como vão gente? Espero que estejam todas muito bem! Primeira história postada aui no Spirit! Palmas! Mintira, retira issu produçaum :v enfim, para quem não me conhece (a maioria das pessoas) eu sou a Laila, mas aqui no Spirit sou Kim, podem me chamar do que quiserem, mas desde que seja de boa intenção. Bom, eu sou escritora faz um pouquinho de tempo, escrevo fanfics a um ano e dois meses e treze dias, e essa é literalmente minha paixão.

❤ Eu sou uma Army malucamente apaixonada por eles e decidi fazer essa fanfic VHope porque VHope é meu otp <3 só avisando, tem: homossexualidade, lemon, fofura ao extremo e sorvete. Será um pouco safrad e fofo ao mesmo tempo. Enfim, não tenho muita coia a declarar '-'

❀ B o a * l e i t u r a •

Capítulo 1 - One: Prologue


Fanfic / Fanfiction Ice Cream - Capítulo 1 - One: Prologue

O N E: Prologue

 

Jung Hoseok;

Eu acordei com aquela vontade de mandar o mundo se danar, em especial meus pais. Milhares de pessoas nesse momento estariam me batendo dizendo "Seus pais te criaram! seja grato!" e um monte de baboseiras desnecessárias para mim. Não vou mentir, meus pais cuidaram de mim e tudo mais, mas oque eles fizeram ontem a noite comigo foi totalmente preconceituoso. Enquanto estavamos jantando, eu finalmente criei coragem para dizer à meus pais que eu era gay. Mas não esperei aquela reação deles. Vamos se dizer que você está jantando normal com seus pais então você diz: "Pai, mãe, eu sou gay." e oque aconteceu? Bom, pelo menos comigo minha mãe cuspiu o suco que estava bebendo e meu pai me olhou com o olhar mais assustado possível. Super  normal não? Não.

Acordar já com esses pensamentos dá vontade de gritar e voltar a dormir. A cama até me parece mais convidativa. Qual será a graça de você chegar no colégio e não falar com ninguém? Ah, mas seus pais não estão vendo!  É, mas acontece que existe uma coisa chamada "reunião de pais" que faz os professores contarem com quem eu falo. Uma droga, não? É. Eu quria que eles aceitassem normalmente, mas o único filho deles tinha que ser hétero para ter filhos e passar a empresa para eles. Acho que eles não entendem que adoção existe.

Depois de um tempo, minha mãe apareceu no quarto perguntado o porquê da minha demora. Sabe quando você quer dizer a verdade mas mente? É, eu fiz isso. Em vez de dizer: " Porque agora tudo vai ser um saco." eu disse " Não quero sair da cama. " e ela acreditou. Disse que era para eu me arrumar e que hoje quando voltasse da aula eu teria uma surpresa. Eu havia ficada na casa dos meus pais porque antes de ontem eles disseram a mesma coisa, então tive de deixar meu apartamento. Fala sério, é vergonhoso um cara de vinte anos está na casa dos pais.

Levantei-me e fui ao banheiro e fiz minhas higienes matinais.  Voltei para o quarto e me joguei na cama com apenas a toalha na cintura. Estava todo molhado e nem aí. Mesmo. Que se dane se minha cama molhasse, eu queria pensar a nada me impediria. Eu queria socar tudo. Bater em tudo. Fugir do mundo e descobrir outro planeta onde tem água e oxigênio, já que agora há rumores. Se eu ficasse mais tempo na cama eu iria me atrasar e bom, da última vez que cheguei atrasado o professor disse que me explusaria da escola, legal não? Não.

Me levantei e fui me vestir. Coloquei uma blusa preta e por cima uma jaqueta jeans, amo jaquetas jeans. Uma calça jeans normal meio rasgada nos joelhos e por fim um converse preto. Badboy? Não, acredite. Odeio caras badboys. Peguei minha mochila arrumando os horários e por fim, desci as escadas para um terrível-horrível-café-da-manhã. Sentei com umas três cadeiras de diferença dos meus pais, porque eles compraram uma mesa absurdamente grande com muitas cadeiras, sendo que é só eu, minha mãe e meu pai. Muito desnecessário, mas necessário para ter distância dos meus pais.

— Dormiu bem, filho? — minha mãe me pergunta demonstrando um sorriso doce tentando puxar assunto, oque foi um erro total.

— Não. — era estranho eu agir assim, falar secamente, normalmente sou chamado de J-Hope por causa de sempre trazer esperança e felicidade aonde quer que eu vá, mas dessa vez, eu fui alguém que não sorriu, e foi difícil.

— Oh, por quê? — minha mãe me perguntou de novo tentando disfarçar seu espanto de eu não estar sorrindo e brincar com o garfo na panqueca ao em vez de comê-la. Eu amo panqueca, mas tenho nojo que tenha sido feita por alguém tão preconceituosa.

— Porque eu conheci uma parte dos meus pais que eu não sabia, uma parte preconceituosa. — soltei o garfo e olhei para mim mãe com uma cara óbvia.

— Olhe, filho... — e já vinha discurso desnecessário.

— Mãe, eu sou gay. Se você ou o papai não aceita, que se dane, eu não vou voltar a ser hétero. Entenda. — a cortei imediatamente. Levantei da mesa pegando minha mochila colocando-a nas costas e saindo.

— Filho, vol- — mãe iria me dizer algo mas meu pai a cortou.

— Deixe ele, pode se atrasar na aula. — sem se importar um pingo comigo. Vai me dizer que seu filho sai da mesa do nada e vai embora do nada também? Um pai se importaria, mas o meu não.

Fui andando para o colégio. Não era tão perto mais eu não estava nem aí. Coloquei meus fones para ao menos ouvir algo enquanto vou andando. Amo música, tanto que estou fazendo o terceiro ano da faculdade de música. Eu amo rap, hip-hop, estilos assim.

Quando estava no meio do caminho, ouvi alguém me chamar. Tirei um dos fones e virei pra trás. Quase que minha boca fez um perfeito "O" mas me segurei.

— Hoseok! Me espera! — Taehyung gritou não tão alto vindo de skate. Eu sorri. Eu finalmente sorri hoje, finalmente! Pensei que eu não iria soltar um mínimo sorriso. Mas o mesmo se desfez ao lembrar que não poderia falar com garotos. Mas, bom, ninguém estava vendo, eu não estava na escola, então, se alguém filho da mãe invisível contar à meus pais, eu falo que é mentira.

Ele finalmente chegou até mim e cansado. Respirou pesadamente um pouco, logo depois se recompôs e sorriu para mim. Se fosse um sorvete derreteria nem que estivesse no lugar mais frio do mundo!

— Que bom que encontrei alguém que conheço nem que eu tenho falado pouco com você! — ele disse com aquela voz carismática e fofa.

— Também, ficar solitário é um saco! — eu disse, eu realmente odiava ficar solitário.

— Normalmente eu sou um pouco, infelizmente, no colégio conheço você e o Jin e Namjoon, já que eles são namorados. — Taehyung disse meio desaminado pelo fato de  ter tão poucos amigos.

— Ah, se você quiser na hora do intervalo eu te apresento algumas pessoas, é sempre meio difícil se acostumar com a faculdade! — eu disse, e não era mentira. Se não fosse extremamente sociável e não conhecesse Jin também, eu estaria solitário.

— Sério? Valeu! — ele disse me abraçando quase pulando em mim. Eu corei, normalmente eu que faço isso nas pessoas, não recebo. Mas retribui o abraço quase o apertando. Bom, depois de um tempo nos soltamos do abraço e vi seu rosto corado. Ele definitivamente era a pessoa mais fofa que eu poderia ter visto na minha vida.

— Vamos? — perguntei para não dar um clima muito ruim.

— Vamos! — respondeu ele andando de skate lentamente para me acompanhar.

Fomos conversando várias coisas, e deu para nos conhecermos melhor. Por mais que conversei com ele, foram pouquíssimas vezes e normalmente o Jin nos obrigava. Jin era tipo, aquele que é extramamente adorável com as pessoas, que dá uma enorme vontade de apertar as bochechas.

Chegamos finalmente naquele enorme prédio infernal chamado de colégio, onde a única coisa que não me irritava ali era meus amigos que eu não posso conversar. Só de lembrar disso eu já tenho uma certa vontade de socar tudo. Quer saber? Estou pouco me fodendo para meus pais, eu converso com quem eu quiser afinal eu tenho vinte anos, não preciso de alguém cuidando de mim.

Logo cheguei e vi o restante vindo me cumprimentar. Tentei disfarçar minha raiva que sentia conversando normalmente com eles, já que o sinal ainda não havia tocado. Normalmente eu chego atrasado mas hoje eu fui cedo. Taehyung não tinha ficado com a gente pois precisava terminar uma atividade que ele se esqueceu de fazer, mas sabia que na realidade ele estava com vergonha. Por quê? Ele corou. Mesmo que minimamente, ele corou, e eu percebi. Enquanto conversávamos ele diz que sempre que está corado ele está com vergonha. Isso eu acho extremamente fofo nele.

Depois de um tempo não tão curto o sinal tocou e eu e Namjoon fomos para a sala. Eu Namjoon cursamos a mesma faculdade, na verdade todos nós mas eu e Namjoon estamos já no segundo ano da faculdade. Namjoon era o namorado de Jin, um cara extremamente inteligente e legal, além de ser muito fofo, mas bem, um pouco safado quando se tratava de Jin. Muito safado. Bom, as aulas entediantes com apenas a companhia de Namjoon finalmente passaram e chegou o intervalo. Enquanto ia ao bebedouro vi Taehyung na sala dele sozinho com a caneta na boca, parecia pensativo. Resolvi ir até ele para  ajudá-lo.  Cheguei atrás dele e vi já o problema, a conta tinha dado errada no meio por causa de um número. Ele se assustou ao ver minha presença ali.

— Hoseok! Não precisa me matar não! — ele disse assustado. — Oque veio fazer aqui? — ele disse por fim.

— Vim te ajudar, e já vi oque você errou. — eu disse me inclinando um pouco.

— Sério? DEUS É BOM! ALGUÉM NESTE UNIVERSO CONSEGUIU TER UMA BOA VONTADE DE ME AJUDAR! — ele disse praticamente gritando.

— Você trocou aqui, esse era para estar nesse e esse nesse. — eu disse indicando com o dedo os números.

— Sério que é só isso? Minha vontade é de me jogar daqui por não ter percebido isso! — eu ri com o comentário dele. Ele arrumou a conta e então fomos para o intervalo.

Taehyung ficou envergonhado com todos, mas logo foi se soltando, e sério, Taehyung é extremamente engraçado. O sinal tocou novamente, fomos para a aula novamente, e a aula acabou finalmente. Toddos saíram rápido, e já percebi que Namjoon esperava essa hora mais que urgemente. Foi só necessário chegar até Jin que o beijou que nem louco. Logo esle foram para o carro de Namjoon. Yoongi, Jungkook e Jimin foram embora. Sobrou apenas eu e Taehyung.

— Vamos também? — ele disse cortando o silêncio. Ele odiava silêncio, isso eu sabia muito bem.

— Vamos. E aí, gostou dos meninos? — eu perguntei já andando com ele.

— Sim! Pensei que todos iam me estranhar mais me trataram muito bem, valeu de novo Hobi! — Taehyung sorriu.

— Hobi? — pergunei sorrindo.

— Ah, é que eu tenho mania de apelidar as pessoas, mas se você não gostou eu paro de te chamar assim. — respondeu coçando a nuca.

— Não, pode continuar a me chamar assim, eu gostei! Mas agora vou te vhamar de...Tae! Ou TaeTae! — sorri para ele que estava ao meu lado.

— Que fofo! Acho que perdi meu cargo de melhor apelidador! — ele riu um pouco.

— Eu sou o melhor! — disse me achando rindo da minha brincadeira.

— Convencido! — ele exclamou rindo.

Conversamos mais um pouco e quando chegamos uma rua antes da minha, eu disse que eu teria de ir sozinho. Ele ficou perguntando o porquê mas eu apenas disse que era um motivo pessoal mesmo. Fui andando até chegar na casa dos meus pais. Abri a porta e vi minha mãe correndo me abraçando.

— Está pronto para sua surpresa? — ela perguntou extremamente animada. Eu só suspirei. — É um novo apartamento! — ela disse pulando.

(...)

Já havia conhecido o apartamento e iria mudar por agora para que amanhã já estivesse tudo pronto. Em nenhum momento eu me concentrei em algo, só vi que o apartamento era gigante sem precisão. Eu estava totalmente perdido em Tae. Seu sorriso me matava, ele me fazia derreter, aquelas bochechas coradas tão fofas, sua personalidade tão divertida, seu jeito de ser louco sem ligar para a opinião dos outros. Tudo nele me fazia sorrir comigo mesmo, lembrar dele era oque eu precisava para esquecer meus pais. Eu precisava de Tae. Eu teria Tae.


Notas Finais


❤ Eu espero ter ficado longo mas não casativo, se ficar alguém me bate. Eu também não usei as palavras coreanas como Omma, Appa, Hyung mas no próximo eu uso mais.

❤ Eu estou muito feliz com a fanfic e espero que ela teja um bom desempenho também. Obrigado por ler pessoinha que está do lado daí <3

❀ Bay!


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