História Ice Cream - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, V
Tags Bottom Hoseok Squad, Bottom!hoseok, Hopev, Taeseok, Top Taehyung Squad, Top!taehyung, Vhope
Exibições 101
Palavras 744
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drabble, Fluffy, Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade, Incesto
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente vocês sabiam que o Taehyung tem uma mão enorme, é a segunda maior mão do bangtan e o Hoseok tem a segunda menor? Ele ta logo depois do Jimin, então sim, ele tem uma mão pequena. Me irrita quem escreve Vhope com o hoseok todo grande, todo foda, monstro. Porque ele não é assim. Enfim.
Só isso, pra que ninguém venha dizer que to invertendo papéis aqui (porque vocês tão tudo acostumada a ler o contrário q eu sei)
Vamo apreciar a fofurinha do nosso Hobi sendo um dengo, sei la q q eu ainda to falando aqui

Capítulo 1 - Único


“Está gelado…” Hoseok sussurrou, ah… O nariz vermelhinho, a boca pequena abrindo e fechando só para que a fumaça bailasse para fora dela o fazendo se divertir com aquilo - assim como uma criança faria -, os lábios tão rosadinhos quanto as maçãs salientes do rosto branquinho e bonito demais.

Ele esfregou as mãos, e em seguida as fechou em formato de concha, pondo a pequena boquinha entre elas e assoprando numa tentativa de esquentar suas mãozinhas de dedos finos e esguios. 

 Não era normal que saíssemos no inverno, durante uma tarde tão gelada onde a neve cobria a nossa pequena cidade com um lençol branco e melancólico, mas ele com toda a sua hiperatividade, dengo e teimosia queria porque queria se empanturrar de sorvete de chocolate. 

 E eu, irmão bobo que era, levado pela doçura e infantilidade do meu Hyung, não consegui deixar que ele saísse sozinho. Porque eu nunca fui capaz de negar nada a ele, nenhuma coisinha que fosse. 

Ele me ganhava fácil, ele sabia como fazer, como falar, como olhar, como projetar os lábios em um bico infantil. Ele sabia. Sem inocência alguma, sabia bem como me ter nas mãos, sabia tanto que não só tinha o meu amor familiar em suas mãozinhas pequenas e fortes, como tinha um amor maior também, um amor nada convencional e com aviso de proibido pela sociedade também. 

 Mas, quem ligava? O que eu ganhava me importando? Era amor, era carinho, era tudo que ele precisava e gostava de receber. 

 “Me dê aqui.” Deixei a colher juntamente ao sorvete em cima da mesa, e envolvi suas mãos pequeninas nas minhas. Me senti incomodado com a forma gelada que sua pele estava, porque eu esqueci das suas luvas coloridas com bichinhos que esquentavam seus dedos finos como nenhuma outra - e não era só porque fora um presente meu -. Mas ele era birrento, talvez estivesse aliviado por eu ter me esquecido, já que ele odiava andar com elas, estava sempre reclamando, dizendo se sentir bobo, mas era só charme, ele ficava todo meigo quando eu dizia que lhe deixava ainda mais fofo e adorável.

 “Suas mãos estão tão quentes” Ele disse, e eu senti meu coração parar lentamente de forma dolorosa, quando ele desvencilhou-se do meu acolhimento e pegou minhas mãos, as colocando em seu próprio rosto. “Aaah… Você é todo quentinho” 

 Ele sorria. Com os olhinhos fechados. Os dentes à mostra. A expressão leve e amorosa. Caramba, meu irmão era simplesmente adorável, talvez de um jeito que não fosse admissível.

 Eu sorri também, e deixei que meu dedão direito acaricianhasse sua bochecha, com cuidado e zelo. 

 “Bebê, Hyung, você é um bebê” Ri, baixinho, ao constatar aquilo pela quarta vez só naquela semana.

 E então ele abriu os olhos, diminuiu o sorriso, na verdade no lugar daquele sorriso suave surgia um biquinho e logo ele me oferecia uma careta mimada, me fazendo rir e apertar levemente minhas mãos contra seu rosto. 

Poxa, tão fofo! 

 Tive vontade de beijá-lo, como sempre tenho quando ele se aborrece, tive vontade de esquecer que estávamos numa sorveteria com conhecidos e só encostar meus lábios no seu narizinho ou em sua testa, quem sabe sua boquinha. Tive vontade de ser alguém desconhecido só para amá-lo do jeito que ele merecia e demonstrar o quanto era sincero. 

 Hoseok mudou sua expressão, sua testa estava franzida agora, ele empurrou minhas mãos e se sentou corretamente, enchendo a boca de sorvete. 

 “Você fez essa cara de novo” Ele fez uma pausa, suspirando. “Cara de quem está pensando em coisas ruins” 

“Se querer te beijar é umas coisa ruim, meu Deus, eu estou pensando várias catástrofes” Tentei sorrir, tentei mesmo, tentei fazer com que ele não notasse.

 Mas ele não é burro, muito menos uma criança, ele sabe, ele entende, ele também sente o que eu sinto. 

 “Vamos pra casa, então, você me esquenta todinho com seu corpo e beijos. Estou cansado de ficar aqui.” Ele se levantou, sorrindo. 

 E eu sorri de volta meio abobado, meio estúpido apaixonado, pegando o sorvete e segurando sua mão, porque isso podíamos fazer.

 Ele entendia e sentia como eu, talvez não importasse se era um amor aceito ou não pelos padrões da sociedade e coisa e tal. 

O que valia mesmo era que eu iria pra casa ficar debaixo de um cobertor bem quentinho no sofá enquanto nossos pais trabalhavam, beijando muito meu Hyung e esquentando seus pés com os meus, meu corpo com o seu. 


Notas Finais


ainda bb, vhope é fofo demais


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