História Ice Crystals - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber, Pattie Mallette
Tags Hockey, Justin Bieber
Exibições 1.525
Palavras 3.426
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


1.014 favoritos! Ice Crystal bateu a marca de 1000 favoritos. 1000 leitoras. 1000 pessoas lêem, me acompanham. 1000 pessoas que me fazem chorar de alegria e orgulho. Quando eu tive a ideia de escrever a minha primeira Fanfic e posta-lá aqui no SocialSpirit, eu não tinha a intenção de ficar popular ou coisas do tipo. Eu só queria que as pessoas gostassem do meu “trabalho”, queria que as pessoas rissem, chorassem com as minhas estórias. Eu recebia de 1 a 5 comentários em cada capítulo com 25 favoritos. É pouco perto dos que eu recebo hoje em dia, mas eram os MEUS poucos comentários e as MINHAS leitoras. Com o tempo, eu fui aprendendo a escrever, aperfeiçoando a minha escrita e tendo mais ideias. A ideia do tema de IC é baseado em uma foto do Justin de 2011 com 17 anos em uma pista de gelo. E pra quem não sabe, eu sou Belieber desde 2009. 2011 foi o ano em que eu mais me apaixonei pelo Justin. Ver aquela foto dele sorrindo, é como eu vejo ele na Fanfic. Eu tive a ideia de IC quando eu estava indo dormir e eu gostei muito dela. Outro fato pra quem não sabe é que eu comecei a escrever a estória com uma amiga. Porém, por causa da faculdade dela, ela não pôde continuar comigo. E eu me vi na obrigação de continuar a minha ideia até que ela foi crescendo e crescendo. Sem dúvida, eu jamais vou esquecer os meus primeiros 100 favoritos e agora os 1000 favoritos. Então, MUITO OBRIGADA DE CORAÇÃO A TODAS VOCÊS ❤️❤️❤️❤️ e por favor, não desistam de mim assim como eu não vou desistir de IC ❤️

Boa leitura 📖 ❤️

Capítulo 12 - Truscott Brothers


Pov’s Justin Bieber 

- Mas, por que eu não posso ficar na sua casa? – perguntou Jenna, pela milésima vez - É tão cedo ainda! 


Estávamos a caminho de sua casa e, por isso, eu tive que acorda-lá de manhã. Depois de ontem, minha cabeça estava toda confusa e eu não a queria lá para a confundir mais ainda. 


- Porque eu tenho muita coisa pra fazer hoje, Jenna – bufei, estacionando em frente à sua porta - Até mais tarde. 


- Vai pro inferno! – praguejou ela, pegando suas coisas e saindo do carro. 


Ela bateu à porta com força, sabendo o quanto isso me irrita. Olhei mais uma vez, recebendo seu dedo do meio.


- Eu também te amo! – gritei rindo, dando partida - Pelo menos, é o que eu acho.


Minutos depois eu já estava na casa de Chanel, tentando tomar coragem para bater na porta. Sempre que pensava em fazer tal ato, mudava de idéia. 


- Vamos lá, Bieber! – respirei fundo, nervoso - Não é tão difícil assim, você já fez isso antes. 


Antes de eu lhe dar um fora e ficar com outra.


- Já vai! – ouvi uma voz rouca voz do outro lado- Tinha que ser você, Bieber. 


- Caitlin?! – estranhei, vendo a morena a minha frente - Aonde está Chanel? 


- Ela já foi trabalhar tem 2 horas – respondeu, bocejando - Eu fiquei aqui para cuidar da Kyller. 


- É aonde a minha filha está? – perguntei, entrando na casa.


- Dormindo, oras! – fechou a porta - Ou acha mesmo que uma criança de um ano vai estar acordada às 8:30 da manhã? 


Bufei, passando a mão nos cabelos agoniado. Quando eu chegasse no ginásio, iria descontar tudo no treino. 


- Eu volto mais tarde – senti suas mãos em meus ombros - O que foi? 


- Foi a foto, não é? – cruzou os braços, me olhando. 


- Que foto? – me diz de sínico.


- Não se faça de desentendido, Bieber! – me deu um leve empurrão - Admite logo que você ainda é louco pela Chanel e está se corroendo de ciúmes em vê-la ficando com chefe. 


Caitlin Beadles consegue ser pior que o irmão dela quando quer. Ela sempre tem o que falar. Puta que pariu! 


- Aquele cara não gosta dela! – disse, gesticulando - Você pode perceber pelo jeito que ele olha pra ela, não é igual a como... 


 - Você olhava! – completou, assentindo - Eu sei disso, Bieber. Aquele dia lá do beijo deles dois no telão, deu pra ver o quanto ele só queria atenção. 


Não posso acreditar.


- É isso que eu tento dizer pra todo mundo – suspirei aliviado - Você me entende, Caitlin! 


- Você não pode deixar a Chanel ir parar nos braços de outro, Justin! – segurou em minhas mãos - Eu vou te fazer essa pergunta pela última vez: você ainda é apaixonado pela Chanel?

 
- O que?! – arregalei os olhos.


- Você ainda ama a Chanel? – neguei - Não brinca com coisa séria, seu idiota! Você é o único que pode resolver isso.


– Eu... Eu não sei, Beadles! – puxei meus fios - Meus sentimentos estão todos bagunçados e meu coração parece que vai sair pela minha boca a qualquer hora.


- Então, fica aí vendo vendo a mulher da sua vida aos beijos com outro homem. Talvez aí, você veja a burrada que está fazendo. 


E ela se virou, andando em direção a escada. Mas, antes que começasse a subir, a interrompi: 


- Me ajuda amar de novo a Chanel, Beadles? – ela olhou para mim - Eu não sei o que é, mas toda vez que eu a vejo com aquele cara... É como se meu coração pegasse fogo. 


Caitlin sorriu, vindo até mim novamente. 


- Isso é ciúmes – neguei - Claro que é! 


- Talvez! – dei de ombros, me bateu.


- Não foi tão difícil assim – assenti - Justin, você está me irritando. 


- E você vai me ajudar ou vai me bater? – me deu outro soco - Porra!


- Os dois! – riu - Mas antes de começarmos, você tem que se livrar de uma coisa.


- Do quê? 


- Da abduzida, lá! – revirei os olhos - Eu tô falando sério! Se você não der um fora naquela siliconizada, eu mesma vou pessoalmente. 


- Não precisa se preocupar com isso – a tranquilizei - Eu já estou quase resolvendo isso.


- Como assim? – andei a porta - Justin Bieber, volta aqui! 


- Depois a gente se fala – lhe mandei uma piscadela - Até mais! 


Pov’s Chanel Wright 


Estou sentada nessa cadeira desde que cheguei apenas carimbando contratos assinados, atendendo telefonemas, levando “cafezinho” para as madames que não possuem pernas ou apenas possuem preguiça de levantar. 


- Srta. Wright, tenho um trabalho para você – disse Gisele, a vice-diretora da empresa - Me acompanhe, por favor.


Quando ela virou de costas, dei um revirada em meus olhos, a seguindo depois. Essa mulher é o demônio de salto alto. Nada nunca está bom, até o jeito que você respira a irrita.


- Por que você está me dando isso? – perguntei, assim que a mesma me passou uma vassoura e um balde cheio de produtos de limpeza. 


- Eu quero que você dê uma geral nesse lugar – respondeu ela, gesticulando - Infelizmente, a Guadalupe está doente e não pôde vir hoje. Sabe como é, a idade vai chegando e os problemas aparecendo.


- E aonde estão Maria e Sophie? 


- Dei o dia de folga pra elas – deu de ombros.


- Mas, eu não faço parte da limpeza! – praguejei - Quero falar com Benjamin! Isso não está certo.


- Benjamin está em uma reunião com o Chile nesse exato momento – se aproximou de mim, com uma cara nada boa - E você é a minha empregada. Eu mando, você obedece.


- Quem você pensa que é? – joguei as coisas no chão - Isso não é justo. 


- Gisele, a sua chefe – retrucou - Eu acho melhor você pensar duas vezes antes de falar alguma contra mim. Afinal, na rua sempre tem um espaço a mais para pessoas como você. Se bem que você nem precisa, já que é sustentada pelo pai famoso da sua filha. Belo golpe. 


- Sua...


- Tenha um bom trabalho, Chanel – me ignorou, saindo desfilando.


Abaixei a cabeça, deixando as lágrimas deslizarem por meu rosto. E mais um vez eu sou humilhada por alguém. Peguei os produtos do chão e me recompus, começando o meu “trabalho”. Perdi a conta de quantas pessoas pisaram na minha mão ou no lugar onde eu havia acabado de limpar. Nem parar para comer eu fiz, apenas fiquei andando pra todo lado molhada de água e sabão. Já eram quase seis horas da tarde enquanto eu terminava de lavar o saguão. Quando me levantei, por conta do chão molhado, acabei voltando ao chão. Se eu tinha costas, agora não tenho mais.


- Chanel, você está bem? – ouvi uma voz conhecida.


- Oi, Benjamin – sorri sem graça - Estou sim, só escorrei.


- Mê me a mão – segurei nas suas, sendo erguida - O que você está fazendo aqui? 


- A Gisele pediu para que eu limpasse o primeiro e segundo andar – respondi, me lembrando.


- Mas, você não faz parte desse contrato – assenti - E as meninas? 


- Estão com o dia de folga.


- O que?! – levei um susto com seu grito - Eu vou matar a Gisele. Por que você não me procurou? Não viu que é quase impossível limpar isso tudo sozinha? 


- Você estava em reunião, eu não quis atrapalhar – suspirei - Só esqueça isso.


- Isso não vai passar em limpo – se aproximou - Eu senti sua falta do lado da minha sala hoje.


- Sentiu? – assentiu - Me desculpe.


- Quer sair pra jantar comigo hoje amanhã? – perguntou ele - Já que daquela vez não deu certo.


- Foi um completo desastre – disse rindo - Eu quero, sim! 


- Te busco às nove – me deu um selinho - Agora, vá para casa. Acho que você já fez muito hoje.


- Eu só vou pegar a minha bolsa e vou embora – sorri - Até amanhã. 


- Até! – me deu mais um beijo.


Me afastei, recendo uma piscadela. Corri até meu armário e peguei minhas coisas, saindo do prédio minutos depois. Pude reparar que havia alguns paparazzi’s em frente, não eram tantos. No máximo, uns 4. Meu celular tocou e eu o peguei para ver quem era:


Bieber”


- Alô? – atendi sem animo.


- Olha pra sua direita, por favor – fiz o que ele pediu, vendo-o de braços abertos e com uma cara como se estivesse indignado por eu não ter o visto antes. 


Bufei, andando até ele. Se o Justin não queria chamar atenção, nunca daria certo com a sua roupa: uma calça preta, um moletom e tênis vermelho. 


- O que você quer? – perguntei de vez, cruzando os braços. 


- “Oi” pra você também – revirei os olhos - Quer comer alguma coisa? 


- Quero ir embora – retruquei - Afinal, o que você veio fazer aqui? 


- Fazer as pazes com você – respondeu ele, colocando as mãos dentro dos bolsos de seus jeans - Esses dias a gente não tem feito nada além de brigar. Eu falei coisas pra você e te acusei de coisas que você não fez. Sinto muito. 


Eu só posso estar ouvindo coisas.


- Justin Bieber, o que você fez? – desconfiei - Está com febre ou com alguma virose? 


Coloquei a mão em sua testa, só para conferir. 


- Eu estou bem – riu - Você me perdoa? 


- Não sei... – respondi - Como vou saber se você não está brincando comigo? 


- Desde de quando eu passo por cima do meu orgulho e te peço desculpas? 


- Por esse lado você tem razão – concordei - Vou pensar no seu caso... Aonde está a loura que te segue pra todo lado? 


- Nós brigamos – senti mu coração acelerar - Eu e Jenna não estamos bem desses tempos pra cá.


Obrigada, Deus! 


- Sinto muito por vocês – segurei em seu ombro - Agora, eu tenho que ir pegar o ônibus.


- Eu te deixo em casa! – apontou para o carro - Não tenho nada pra fazer mesmo.


- Justin, eu não acho que seja uma boa ideia – revirou os olhos - As coisas entre nós também não estão nada... 


Antes que eu terminasse de falar, meu celular tocou e o nome de Caitlin brilhou na tela.
 


- Chanel, vem pra casa o mais rápido possível – disse ela, nervosa - Kyller não está nada bem. 


- O que?! – praguejei - O que ela tem? 


- Febre alta que não quer abaixar – ouvi o choro - Vem logo! 


- Daqui a pouco eu chego aí – desliguei.


- Aconteceu alguma coisa? – perguntou Justin, preocupado. 


- Kyller está passando mal – arregalou os olhos - Acho que eu vou aceitar a sua carona.

 

                               .    .    . 


Já perdi a conta de quantas vezes Kyller vomitou desde que cheguei. Nem água, nem remédio ficava em seu estômago. Eu pressionava um pano úmido em seu rosto para tentar abaixar a febre.


- O que você está sentindo, meu amor? – perguntei, tentando acalma-lá - Vai ficar tudo bem.


- Minha garganta dói  – respondeu ela, chorando - Cadê o meu papai? 


- Estou aqui – Justin entrou no banheiro - Que cheiro horrível.


- Porque será? – debochei - Eu vou tentar dar remédio mais uma vez, mas sem água.


- É esse aqui em cima da pia? – assenti - Quantas gotas? 


- 6 – me entregou o copinho - Bebe isso aqui, meu amor. 


Fui dando aos pouquinhos a ela e parecia estar funcionado. Dei um banho morno nela para tentar abaixar ainda mais a febre e essa dor. 


- Me deixa fazer isso – disse Justin, segurando Kyller na banheira - Vai descansar um pouco, você já fez muita coisa.


Não vou mentir: eu estou exausta hoje. Agradeço a Deus por Caitlin e Justin estarem aqui hoje. 


- Não deixa entrar água no ouvido e nem...


- No nariz – me interrompeu, continuando - Depois eu a enxugo e coloco uma roupa fresca por causa da febre, mas não posso me esquecer das meias. 


- Que papai experiente – rimos - Vou ver como está o jantar. 


Dei um beijo na cabeça da minha filha antes de descer as escadas em direção à cozinha. Imediatamente, aquele cheirinho de comida passou por minhas narinas.


- Como está a minha afilhada? – perguntou Caitlin, assim que viu.


- Ela conseguiu tomar o remédio – respondi, me encostando no balcão - Agora, o Bieber está lá em cima dando banho dela pra ver se a refresca um pouco. Só me resta esperar.


- Vai dar tudo certo – me reconfortou - Você é uma ótima mãe. Só o seu carinho já melhora tudo.


- Obrigada! – me abraçou - Acho melhor você ir embora e ficar com sua família. Desde que chegou não para em casa.


- E você acha que eu não sei disso? – riu - Christian está me esperando lá fora tem uns trinta minutos. 


- Meu Deus! – arregalei os olhos - Coitado dele, Beadles!


- Coitada de mim por ter que atura-lo – ouvimos a buzina - Me deixa na porta? 


- Claro! – revirou os olhos - Eu tenho um encontro amanhã às nove horas. Mas, se Kyller continuar do jeito que está, terei que cancelar. 


- Com o Benjamin? – assenti - Chanel, eu vou sincera: você tem certeza de que esse cara só não quer transar com você? – a olhei chocada - Desculpa, mas pra ele você é uma presa fácil. Não é mais virgem, é solteira, só tem 17 anos.


- E não sou uma vadia que dá pra qualquer cara – retruquei - Por que acha isso? 


- Só não quero te ver machucada outra vez – abriu a porta - Cuidado, viu? 


- Vou tomar, mamãe – rimos - Obrigada mais uma vez por me ajudar. 


- Depois de amanhã eu venho aqui – Chris buzinou mais uma vez - Ou talvez, não. Porque eu vou estar presa por homicídio.


- Até depois – acenou, indo embora.


Suspirei, fechando a porta. 


- A Beadles foi embora? – levei um susto com Justin na escada.


- Acabou de ir – respondi, andando até ele - E a Kyller? 


- Dormiu – dessa vez, suspirei de alívio - A febre e a dor passaram.


- Amém – agradeci - Vou tomar um banho. 


- Acho melhor usar o do seu quarto – alertou ele - O do corredor tem que chamar o bombeiro.


- Deixa de frescura, Bieber! – lhe dei um tapa no braço. 


- Vai logo tomar banho – acariciou o braço - É uma ordem.


- Só vou porque eu realmente preciso – disse por fim.


Pov's Justin Bieber 


Assim que ouvi o barulho do chuveiro, comecei a procurar por alguma pista no quarto. Olhei dentro das gavetas e achei algumas cartelas de anticoncepcionais intactas.


Parece que alguém não está transando ultimamente.

Mas depois eu resolver esse problema.


Bem no fundo da gaveta, eu avistei um pedaço de papel amaçado. 


- Posso saber o por quê de você estar mexendo nas minhas coisas? – virei-me, vendo Chanel com os braços cruzados.


- Eu, bem... – precisa de uma desculpa - Eu estava procurando um carregador. 


- Não é aí que eu coloco o meu – fechou a gaveta - Pode deixar que eu pego pra você.


Quando ela se virou, não pude deixar de dar uma olhada em seu corpo. Ela estava de roupão, então facilitava. Levei um susto assim que senti algo bater no meu rosto.


- Você tá bem engraçadinha hoje – disse, me aproximando - Isso vai ter volta.


- Que medo! – a peguei no colo, jogando-a sobre meu ombro - Justin Drew Bieber, não me faça gritar! 


- A nossa filha está dormindo no quarto ao lado, se você gritar, vai acorda-lá – senti uma ardência na bunda - Sua tarada.


- Nunca aceitei o fato de você ter mais bunda que eu – disse ela, se ajeitando em meu ombro - O que me deu corpo foi a gravidez.


- Literalmente, você ficou com os peitos enormes – riu - Foi a primeira coisa que eu reparei.


- Depois eu que sou a tarada – acertei um tapa em sua nádega direita - Bieber! 


- Tudo que vai, volta – a coloquei no chão, assim que chegamos na cozinha - O que a Caitlin fez pro jantar? 


- Acho que foi macarronada – meus olhos brilharam. 


- Acho que você vai ter pedir outra pra comer – peguei a panela - Porque eu não vou deixar sobrar nada.


- De jeito nenhum – tomou da minha mão, colocando em cima da mesa - Eu também quero! 


Pegou dois pratos da prateleira, enquanto eu pegava os copos. 


- Macarronada e suco de laranja – sorri - Caitlin chegou pra iluminar minha vida.


- Justin, aprende a dividir – praguejou ela, assim que eu praticamente acabei com tudo - Espero que você não entre no seu uniforme amanhã.


- Amanhã eu não tenho treino – retruquei - E se não entrar, eu compro um número maior. 
 
Ela revirou os olhos, comendo o que tinha em seu prato. E eu só faltava comer o meu prato. Agradeceria a Caitlin amanhã. 


- Está sujo – disse ela, apontando para minha boca. Limpei - Do outro lado.


Passou seu polegar do lado direito da minha boca, retirando o molho sujo de lá. A olhei sem saber o que fazer, apenas chocado com o que acabará de acontecer. 


Pov's Jenna Thompson


"O rei está ocupado agora com suas responsabilidades reinais. Retorno assim que puder.”


Urrei em raiva, jogando o celular sobre o sofá. Já tentei ligar várias vezes, mas, aquele cretino não me atende. Deve estar com aquela magrela sem sal. É impressionante como eles de reconciliam rápido. E aquela pirralha irritante coopera mais ainda pra isso acontecer. Desejei que ela fosse mais velha para manda-lá para um internado na Rússia. E pra piorar tudo, essa tal amiguinha do Canadá deles veio passar as férias aqui. Desejei mais um vez, que ela fosse idiota igual a Chanel. O toque do celular me tirou dos pensamentos. 

- Alô? – atendi, já sabendo quem era - O que foi, agora? Não estou em um bom momento.


- O que aconteceu dessa vez, Thompson? – perguntou ele, debochado - Comprou um anel de diamantes e veio safiras? 


- Que pesadelo, não fale isso nem brincando – riu do outro lado - Mas, não tem nada a ver com isso.


- Deixa eu adivinhar: Chanel – bufei - Eu sabia! O que ela fez? 


- Eu acho que Justin está na casa dela – respondi - E pra piorar, ele não me atende. Com certeza, já deve ter se acertado com ela.


- Eles se amam, Jenna! – disse Brady, fazendo-me cerrar os punhos - Você sabe disso! Não existe peitos ou bundas que combatem um amor verdadeiro. Ao contrário de você, ela amou ele antes da fama e vai amar depois do dinheiro.


- Cala a boca, Brady! – gritei irritada - Saiba que se Justin Bieber terminar comigo, eu e você afundamos juntos. Sem mim, você e seu time não tem nenhuma informação.


- E você sem mim ou ele, não tem dinheiro – retrucou ele - Como você vai comprar as suas roupas de grife? É isso ou voltar a ser a Jenna de antes. Porque, ao contrário de você, tenho o meu trabalho e fama.


- Por que você sempre tenta usar o meu passado contra mim? 


- Porque é a pior parte da sua vida – uma lágrima caiu de um dos meus olhos - Seu segredo está guardado, mas caso você venha a ser me desobedecer... Já sabe. 


- Eu te odeio! – serrei os dentes - Você é mais podre do que eu.


- Apenas comandando o meu jogo – retrucou ele - Uma já fiz xeque-mate.


Pov’s Caitlin Beadles 


- Eu vou descansar um pouco – disse, assim que terminei o meu jantar - Mais tarde eu ligo para Chanel.


- Aconteceu alguma coisa? – perguntou Christian - O Drew não me ligou.


- Kyller passou mal, mas já deve ter melhorado – me levantei - Boa noite, mãe. Boa noite, pai e Chris.


Dei um beijo em cada um e subi para o meu quarto. Me sentei na cama e peguei meu MacBook, colocando-o sobre minhas pernas. Comecei a navegar na Web, mexer nas redes sociais. Até que, uma noticia me chamou atenção.


“Benjamin Truscott é um dos maiores empresários nesse semestre de 2011. Conhecido por ser o irmão mais velho de Brady, mais conhecido por ser o número 10 e capitão do time de hockey no gelo Slanquer’s...”


Arregalei meus olhos na hora, tentando processar cada informação daquela matéria. 


Eu preciso avisar a Chanel. 













































 


Notas Finais


E FOI ISSO ❤️❤️❤️❤️❤️❤️ Me desculpem pela demora, não foi de propósito. Obrigada por aquelas que me mandaram mensagens preocupadas e obrigada mais uma vez pelos 1000 favoritos <3

PANDORA: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-pandora-5673972

SOLDIER: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-soldier-4901667

Até a próxima e me falem o que vocês acharam desse capítulo ❤️


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