História Ice Prince - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias NCT U
Personagens Doyoung, Hansol, Jaehyun, Johnny, Mark, Personagens Originais, Taeil, Taeyong
Tags Nct, Taeyong
Exibições 168
Palavras 1.095
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oiiiiieee olha eu de novo \o/

muito obrigada por todo os comentários, pelos favoritos e todo esse carinho que a fanfic tá recebendo, era só pra ser um presentinho pra minha amiga e eu nem sonhei que teria esse receptividade tão grande, muito obrigada 💟💟💟

desculpem qualquer erro e boa leitura

Capítulo 15 - Decimo Quinto: Sob pressão


Hana havia adquirido uma nova técnica: a de fugir. Desde que chegara à escola se esquivava pelos cantos para não encontrar Taeyong aqui ou ali. Ele a cumprimentou ao chegar na sala mas Jaehyun ao seu lado impedira que tivessem qualquer conversa, agradecera mentalmente pelo amigo estar ali naquela situação. Durante as aulas podia sentir suas costas queimarem, até atreveu-se olhar na direção de Taeyong e teve certeza, ele a olhava sem desviar por um segundo.

Ela chegou a acreditar que conseguiria evitar Taeyong naquela manhã. Na primeira vez que Jaehyun se distanciou para ir ao banheiro, ele fora atrás de Hana para conversarem. Ao invés de falar sobre qualquer coisa relacionada ao beijo, Taeyong apenas perguntou se ainda iriam se ajudar com a redação que o professor de coreano passara. Ela se sentiu muito mais aliviada, assim poderia fingir que nada aconteceu.

— Depois da escola na minha casa fica bom pra você? — Hana sugeriu. Taeyong concordou agradecendo a ajuda da mestiça e voltando para os seus amigos.

[...]

— Você virou amiguinho da vira-lata?

Ele tirou os olhos do livro que lia, encarando quem havia falado aquela besteira.

— Algum problema? — questionou com um arquear de sobrancelhas — Se houver eu não vou medir esforços de quebrar a cara de vocês. — ameaçou com seriedade, olhando para os demais para que soubessem qual seria o castigo caso tocassem na mestiça.

Taeyong fechou o livro e saiu batendo a porta da sala. Queria voltar lá e quebrar a cara de todos eles por terem feito coisas ruins com Hana. Principalmente com a sua própria cara por ter sido o mediador de tudo aquilo. Ele gostava da sensação de superioridade, da imponência que ser tão arrogante e frio o fez ganhar. As pessoas tinham medo e lhe serviam de alguma forma. No final, Taeyong sempre acabava ganhando o benefício. Ele não era preconceituoso mas ao ver uma novata diferente dos de mais, como o "chefe" tinha que lhe dar as boas vinda. A brincadeira só ganhara uma proporção muito maior do que poderia imaginar e Hana tornara-se o saco de pancadas dos estudantes por culpa sua. Nem conseguia acreditar que demorara tanto para ter os olhos abertos à realidade. Se continuasse como o cretino desalmado que fazia mal aos outros teria ser tornado igual ao seu pai. Era isso que Minjoon fazia. Fingia-se de bom na frente dos que o traria algum benefício, na frente dos que eram desprezíveis, simplesmente os trataria como se tivessem valor ou comp lixo.

Ele fizera isso com Hana. A fizera mal e sinceramente, Taeyong guardava um rancor de si mesmo por ter sido tão cruel, não somente com ela mas com muitos outros que sofreram em suas mãos. Ao mesmo tempo sentia alívio por ter sido desculpado, também questionava se merecia esse perdão. Se estivesse no lugar de Hana não teria perdoado, guardaria o rancor para sempre cicatrizado.

Por isso que ele não era Hana. A mestiça possuía um coração puro, diferente de muitas pessoas que contaminavam-se facilmente.

Taeyong era grato por Hana ser tão boa. Ela o instigava a querer ser bom e fazer bem, só de pensar em algo acontecendo com a mestiça ou de magoa-la, Taeyong sentia raiva e uma vontade de protegê-la de qualquer coisa que fosse uma ameaça.

E se ele fosse a ameaça?

Não iria mentir, tinha receio de fazer besteira, feri-la da maneira que feriu a tão pouco tempo.

[...]

O último horário fora substituído pela feira de profissões feita na escola. Taeyong estava muito mais ansioso para fazer a redação com Hana e passar ao lado dela um tempo de qualidade, onde não tivessem olhares os cercando e muito menos Jaehyun.

Ele queria falar sobre o beijo. Queria beija-la como beijara na madrugada de sexta para sábado. Os beijos de Hana o fizeram ficar acordado por horas ansiando pela próxima vez que perderiam-se um na boca do outro.

Ele olhava para o relógio a cada cinco minutos. O tempo parecia passar tão lentamente, nada era interessante o suficiente para que ocupasse seu tempo e esquece tudo que tivesse alguma ligação com a mestiça. Ficava difícil conseguir tal proeza com Jaehyun praticamente em cima de Hana. Taeyong não sabia o que tinha de tão interessante na barraca onde estavam para Jaehyun estar quase colocando os braços ao redor dos ombros da mestiça. Hana conversava com a profissional tão entusiasmada que não notara o amigo tão próximo, mas Taeyong notara e não estava feliz com o que via.

— Taeyong?

Ele escutou o próprio nome ser chamado e teve a visão do diretor junto à um homem mais novo.

— Sim? — perguntou com impaciência.

— Esse é o professor Jung, ele é um dos responsáveis pelo curso de medicina na Universidade de Seul.

Taeyong se sobressaltou, surpreso pelo que o diretor havia dito. Ele cumprimentou educadamente o homem.

— Eu acho que vocês devem ter alguns assuntos para conversarem, se me dão licença. — o diretor dissera, deixando os dois sozinhos. Taeyong não sabia o que falar, claramente o diretor estava querendo algo com aquilo e ele suspeitava o que era.

— O sr. Park me falou bastante de você. Ele disse que você tem ótimas notas, apesar de um péssimo comportamento.

Taeyong riu sem graça, concordando.

— Eu estou tentando melhorar.

O professor riu.

— Isso é ótimo. Me diga uma coisa, Taeyong, você já sabe qual curso vai escolher?

— Pra ser sincero, não. Eu tenho minhas dúvidas.

— Você é um dos estudantes que a escola espera que ingresse na Universidade de Seul, sabe disso não sabe?

— Sei sim, senhor.

— Eu espero que escolha sabiamente o curso e que ano que vem possamos nos encontrar pelo campus da universidade. — o professor disse, sorrindo cheio de esperanças e despediu-se de Taeyong.

Pressão. Ele odiava ser tratado daquela forma, como se tivesse que ser uma troféu a ser posto na frente da escola para que os outros alunos soubessem que houve um estudante naquela escola que entrara na maior universidade da Coreia da Sul. Claro que seria um sonho conseguir entrar, mas tinha tanta coisa para pensar, qual curso gostaria de estudar, qual profissão escolheria para seguir. Estar sob pressão agora não era nada bom para ele que não trabalhava daquela forma.

Ele tinha tantas coisas na cabeça. Entrar na faculdade para conseguir sustentar – futuramente – ele e sua mãe, sem precisarem do dinheiro de Minjoon e claro, mostrar para o seu pai o quanto era bom sem ele.

Ele só precisava esclarecer as ideias.



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