História I'd Never Leave You Behind - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Teen Wolf
Personagens Aiden, Alan Deaton, Breaden, Chris Argent, Cora Hale, Corey Bryant, Danny Mahealani, Derek Hale, Ethan, Gerard Argent, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Melissa McCall, Meredith Walker, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff John Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Stalia, Stilesemalia, Teenwolf
Exibições 53
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Esporte, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*GENTE, finje que nessa capa é a Malia, BJO.*

Capítulo 4 - Capítulo 4 - O Acidente.


Fanfic / Fanfiction I'd Never Leave You Behind - Capítulo 4 - Capítulo 4 - O Acidente.

Um mês depois...

- Eu não quero passar minhas férias sozinho.

- Ai meu Deus, Stiles, não será por todas as férias, só será uma semana!

- Mas, e se sua mãe resolver ficar lá?

- Então, eu fico lá. E se quiser, você vai me visitar.

- Mas...

- Stiles... - O olhei séria. - Só uma semana, sete dias e eu estarei aqui, Okay? Agora, solte minhas mãos

- Ele não obedeceu. - Stiles, é sério. Você vai me fazer perder o vôo.

Ele me puxou e me deu um abraço.

Ele é tão dramático.

Nós já estávamos de férias, e minha mãe queria dar uma passada em Nova Iorque para rever a família.

E então, era para lá que íamos. Eu tinha convidado Stiles, mas ele disse que não, pois seu pai precisava dele para as investigações. Apesar de eu saber que ele não ia por causa do medo de avião.

Finalmente, ele me soltou e então olhou fixamente em meus olhos.

- Tenha uma boa viajem. - Colocou meu cabelo atrás da orelha e me deu um beijo na testa.

- Credo, Stiles. Para de ser tão dramático. - Revirei os olhos e sai sem dizer um simples "obrigado".

Entrei no carro e começamos a ir em direção do aeroporto.

Depois que Lydia me desafiou a beijá--lo, Stiles se aproximou muito de mim, até de mais, de um jeito até irritante, mas dá pra aguentar.

Ele gosta de mim, eu sei disso. Mas eu amo me fazer de difícil.

- Querido, faltam trinta minutos para o vôo. - Minha mãe estava ansiosa e olhava para o relógio a cada minuto e sempre avisava meu pai. - Não vamos chegar a tempo.

Meu pai, então, acelerou. Mas, ele se arrependeria segundos mais tarde.

Foi um movimento rápido, mas que mudaria nossas vidas.

Ao chegarmos na ponte, acima do rio de Beacon Hills, o carro derrapou, caindo sob as águas do rio.

O carro afundava ainda mais enquanto a água o invadia.

Eu comecei a ficar desesperada e tentava abrir as portas, mas era impossível.

Não, eu não iria acabar daquele jeito.

Eu não podia acabar daquele jeito. Não podia desistir, deixar minha vida para trás, deixar... Deixar o Stiles.

Eu chorava, e as lágrimas se juntavam as águas, meus pulmões se enchiam dela. E eu fui ficando inconsciente, eu não conseguia lutar contra isso.

- MALIAA!

Era Lydia. Era Lydia sentindo que eu ia embora. E não era para Nova Iorque.

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Narração: Stiles

- O que aconteceu? Cadê a Malia? - Eu perguntava olhando para o rio e as ambulâncias ao redor.

- Ei, calma. Malia está bem... Quer dizer, nem tanto. Mas tá viva. Isso é bom, não é? - Scott estava completamente confuso.

- Está viva? Mas, eu ouvi Lydia gritar seu nome. Eu preciso vê-la. - Scott me segurou.

- Não, você não vai. Espere ela chegar no hospital, Okay? Ela está bem.

Eu concordei. Por mais difícil que fosse, eu concordei.

Mas, algo me intrigou, em cima de uma das macas, tinha alguém. "Ah vá?!"

Mas era alguém dentro de um saco preto, o que significava que havia um cadáver ali. Alguém havia morrido.

- Quem está ali? - Apontei e olhei para o Scott. - Quem morreu?

Scott baixou a cabeça, e depois olhou para mim.

- O pai dela... Ele morreu.

Um turbilhão de emoções passaram por dentro de mim neste momento. Ele não podia morrer, Malia ficaria totalmente arrasada, ela não saberia reagir a isso, ela precisa dele.

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- Malia, por favor, acorde.

Lá estava eu, sentado ao lado da cama do hospital, falando com a Malia desde que ela entrou no quarto. Meus olhos estavam lacrimejando, eu estava ansioso para que ela acordasse, na verdade isso era só o que faltava, porque ela já estava bem. Pelo menos, era isso o que eu e os médicos pensávamos.

- Eu já volto, vou comer alguma coisa. - Dei um beijo em sua testa, embora tenha sido bem complicado com aqueles tubos em seu rosto.

Fui até a lanchonete do hospital e Lydia estava lá.

Pedi meu lanche e fui até ela.

- Ei, o que faz aqui?

- Vim visitar a Malia, mas passei lá e vi que estava ocupado demais conversando com ela, não quis atrapalhar, então vim aqui comer alguma coisa. - Disse ela brincando com a maçã.

- Oh... Você viu... - Eu estava completamente sem graça.

- É claro que vi. - Lydia falou com voz irônica. - Oh, Stiles, você está acabado! Vá para casa, você precisa descansar!

- Eu não posso deixar a Malia.

- Eu ficarei com ela, qualquer coisa te ligo. Agora vá, você precisa descansar.

- Mas, Lydia...

- Stiles... - Me olhou séria.

- Lydia, eu não vou deixá-la, por mais cansado que eu esteja, eu não vou.

"Está bem.", foi a única coisa que disse. Terminou de comer a maçã e saiu em direção ao quarto da Malia.

Eu realmente estava exausto, olhava no espelho e estava cheio de olheiras, mas não me importava. Eu dormia de vez em quando na poltrona existente no quarto, mas não era o suficiente, sabe?

Meu pai já me trouxe um colchão, mas o hospital só me permitiu ficar uma noite com ele.

Então, hoje, como todas as noites em que eu passara ali, eu teria que dormir na poltrona, isso se eu consegui dormir.

Eu estava ansioso demais para ao menos tirar um cochilo.

- Stiles? - O médico entrou no quarto. -Bem, nós realizamos os últimos exames e a mãe dela será liberada daqui dois dias... Mas, a Malia... Ela terá que passar por outra cirurgia.

- O quê? Mas, por quê?

- Ela está com hemorragia interna, precisa urgentemente fazer a cirurgia, que está agendada para daqui uma hora.

- Como vocês avisam isso de última hora?

- Desculpe, mas os resultados dos exames saíram agora, não podíamos fazer nada.

Bufei. Okay Stiles, mais uma noite em claro. Vamos lá!

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- Stiles! - Scott veio até mim, me recebendo com um abraço.

- Scott...

- Malia saiu da cirurgia?

- Sim. Ela já está no quarto. - Disse concentrado em tentar tirar um chocolate daquela máquina. - Ei, Scott, você pode me dar um mãozinha aqui?

E com apenas um soco, ele simplesmente quebrou o vidro da máquina, o que fez eu conseguir finalmente pegar o chocolate.

Sentei em uma, das dezenas de cadeiras existentes naquele corredor vazio, que não continuou assim por muito tempo.

- Stiles, Scott... - O médico veio falar conosco. - Infelizmente, não trago boas notícias.

“Você nunca traz.", eu disse em um sussurro.

- O que aconteceu?

- Malia, está com outra hemorragia, a cirurgia não deu muito certo. E ela pode ir embora, se é que me entendem.- Ele dizia na maior tranquilidade.

- Como você pode ser tão frio? Tem uma paciente, a ponto de morrer e você age como se isso fosse a coisa mais normal do mundo. - Eu disse quase gritando ou o mais alto que se podia falar em um corredor vazio sem que minha voz ecoasse.

- Isso não é novidade para mim. E sabe de uma coisa? Eu não tô nem aí pra sua amiguinha. Primeiro que ela não vai aguentar outra cirurgia e segundo que é até bom que ela vá de uma vez, para eu não precisar ver sua cara todo dia. - Ele disse em um tom irônico e simplesmente virou as costas e saiu.

Cai no chão no corredor e comecei a chorar. Então, era isso? De um jeito ou de outro eu vou perder a Malia.

Não, eu não posso, não posso perdê-la. Tem que haver uma maneira de salvá-la.

Passei uns dez minutos, sentado no meio do corredor com Scott ao meu lado, ele dizia coisas como "Ele só está de cabeça quente", "Malia vai sobreviver, ela é forte", embora eu não tivesse dando atenção para nada daquilo. Eu estava simplesmente tentando achar algo para mantê-la viva.

- É isso! - As lágrimas se secaram e eu encarei meu amigo. - Scott, a mordida, você tem que dar a mordida.

- Stiles, eu não sei se é uma boa ideia.

- Por favor, ela não pode morrer, por favor, Scott.

Ele me olhava confuso, e depois explicou que podia não funcionar e eu simplesmente disse que não custava tentar.

Ele precisa dar a mordida, ela precisa da mordida.

Fui até o quarto e sentei na poltrona ao lado da maca, me aproximei do seu rosto, mas precisamente do ouvido, suspirei e pensei, que todas as coisas que eu já falara para ela, essa seria a mais estranha. E mesmo que ela estivesse inconsciente, criei coragem e disse:

- Malia, você não pode ir embora. Não pode ir porque... Porque tem gente aqui que te ama e se importa com você.

E era verdade. Eu a amo, eu me importo com ela. Eu preciso dela.


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO.
BJOOOOOO! ❤❤


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