História Identidade - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Romance
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Palavras 3.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Atualização surpresa.

Capítulo 10 - "...por esta noite..."


Twitter: ISBB5H

 

– Eu quero. Eu aceito. – Karla disse depressa.

– Ótimo. E que tal se esse encontro fosse… Agora? – Mexeu os pés inquieta e nervosa. Sentia-se extremamente insegura, com medo de ser negada.

A maior assistiu os olhos castanhos se abrirem um pouco mais com o susto. – Ago-agora?

– O que? Não é uma boa ideia?

A risada baixa escapou por entre os lábios carnudos e vermelhos de Karla. – É uma excelente ideia, eu apenas… Não esperava por isso.

– Gosto de te surpreender. Estou tomando essa tarefa como minha.

– Percebo que sim. Então me diga, para onde vamos? Oh meu, oh meu Deus, acabo de me lembrar… Eu não posso sair assim, com essa roupa. – Gesticulou para si mesma. Encontros normalmente envolviam tempo, antecipação, planejamento e uma boa produção, certo? Abriria mão de tudo aquilo apenas para estar com Lauren, mas internamente praguejava por querer estar um pouco mais bonita para a ocasião.

Mas é claro que a outra discordava abertamente. – Deixe de bobagem, você está linda. – Disse e corou em seguida. E sob a intensidade dos castanhos terminou de dizer, agora mais baixo, quase como uma criança prestes a correr e se esconder nas pernas da mãe. – Você sempre está. – A verdade é que mesmo que Normani teimasse que naquele caso o planejamento não importava tanto, Lauren havia feito todo o caminho de seu dormitório até o bloco 3 tentando desesperadamente pensar em um bom plano para seu possível encontro, e de tanto pensar, uma ideia simplista lhe veio à mente.

– E então? Para onde vamos?

– Importa-se se eu dirigir? Por esta noite.

Camila lhe sorriu largo mais uma vez antes de estender as chaves do carro de bom grado. Não se importava. Nem um pouco. Era Lauren afinal de contas… Iria com ela, feliz, para qualquer lugar. – Eu sou toda sua. – Mordeu o lábio inferior bem como costumava fazer quando nervosa ou ansiosa. – Por esta noite.

Entraram no carro animadas e Lauren pôs as devidas coordenadas no GPS do celular. Foram conversando durante o caminho. A artista muito atenta à estrada e Karla mais distraída, tinha um braço para fora da janela e olhos fechados aproveitando a brisa do princípio da noite. Optaram, em um acordo não dito, por não colocar nenhuma música, de forma a aproveitarem mais intensamente o timbre das próprias vozes, o melódico som das risadas e os ruídos que nasciam de cada mínimo movimento feito ali dentro. – O seu sorriso… – A de olhos claros suspirou alto.

– O que tem ele? – Respondeu-a sem desmanchá-lo, mas ainda de olhos fechados.

– Eu gostaria desenhá-lo agora.

A informação fez com que Karla despertasse do transe e procurasse pelos olhos verdes e intensos. – Desenhá-lo? – E então sua expressão se alarmou. – Ops, eu acho que acabei de destruir a pose.

– Não destruiu. – Lauren riu fraco. – Eu o guardei. Muito bem guardado. – E piscou voltando a se concentrar na estrada. Chegaram ao destino cerca de quarenta e cinco minutos depois e após encontrar uma vaga estratégica, desceram do carro sem pressa. A noite era como um tapete vermelho e longo que se estendia infinitamente.

Lauren sentiu súbita vergonha, mas a menor não, e sem se importar demais com o que fazia tomou uma das mãos pálidas com a sua e entrelaçou os dedos para que pudessem caminhar juntas, mas o contato pouco durou, pois no momento em que viraram a esquina, a latina estancou no lugar. Suas pernas se fincaram ao chão enquanto os olhos escuros absorviam todas as cores, movimentos e contornos da cena a sua frente. Se tivesse estado um pouco mais atenta teria previsto pelo cheiro e pelos sons, mas como foi distraída pela presença imponente da garota maior, tamanha foi sua surpresa ao destino escolhido por ela. – Lauren… Lauren, eu… – E após um dia de tantos acontecimentos e de se ver entre a maré que lhe trouxera a morena para mais perto, mas também tantas tristezas pelo feito de Jeremy, estava ali a sua frente, um final mais do que perfeito. Seu conto de fadas particular.

– O que foi? V-você não gostou? Foi uma tola ideia que tive enquanto ia te encontrar, e aí eu fiz essa busca rápida no celular e… – Foi interrompida por mãos quentes e pequenas que lhe tomaram o rosto de forma a segurá-la com firmeza. Olhou fundo nos olhos escuros da latina e sentiu-se derreter por dentro.

– Eu adorei. Adorei, adorei e adorei.

– Você adora o que é diferente. – Secretamente referiu-se a si mesma.

– O diferente. – Karla concordou. – E o simples. – Bicou os lábios de Lauren provocando vontade na outra. – E essa noite eu terei os dois. O meu diferente que é você, e o meu simples que é este lugar. – Entrelaçou os braços e disparou animada levando a maior consigo.  

Andaram mais um pouco para a alegria total e absoluta de Camila. Estavam em uma feira livre, uma versão tão simplista, embora um pouco maior do que a que estiveram há alguns dias. Um velho carrossel, carroças de balões, pipoca e algodão doce. Barracas com jogos e brincadeiras, comidas típicas e artesanatos. Artistas circenses e pintores espalhados pelo grande pátio, enquanto a música ficava a cargo das grandes caixas de som espalhadas pela praça adaptada para o evento semanal.

A primeira parada decidida em comum acordo foi para a comida. Começaram com as pipocas das mais diversas cores e sabores, dos mais salgados aos mais doces. Seguiram para o hot dog mais famoso da região e em seguida para os sorvetes.

– Você é pequena, mas come bastante. – Lauren zombou.

– Babaca. – Quando terminaram, foram até as barracas dos jogos. A maior queria evitar os clichês a todo custo e acabou perdendo a oportunidade de conseguir um urso de pelúcia para a latina, que determinada e independente como si só, não se abalou e conseguiu o agrado por si mesma, escolhendo enfim presentear a outra, que tomada pela surpresa do gesto corou vergonhosamente. Era uma sensação um tanto quanto confusa, pois quando junto de outra mulher, sentia-se representando um papel masculino e por essa mesma razão ver-se no papel da “mocinha” presenteada foi uma espécie de golpe duro, certeiro e prazeroso para seu ego.

Trocaram beijos leves, piadas, provocações e carinhos mais discretos e mais para o final da noite, Lauren e Camila se distraíram com um dentre os muitos retratistas que pintavam e divertiam os passantes do evento. Enchendo-se de coragem e sentindo-se na obrigação de fazer algo à mais pela pequena mulher ao seu lado, Lauren se afastou e foi até o velho senhor sob o olhar atento da latina. Sussurrou-lhe algo ao pé do ouvido e deixou alguns trocados na mão do senhor de idade, levando em troca uma folha de papel em branco e um pedaço de grafite. Andaram juntas e ligadas por aquele pequeno mistério até uma porção do largo gramado onde muitos casais e algumas famílias descansavam.  Sentaram-se, uma de frente para a outra e se observaram atentamente.

– Por que está me olhando assim?

– Eu poderia pedir àquele homem para desenhá-la e lhe dar o retrato como um presente. – Lauren começou a dizer. – Mas isso não diria muito sobre mim e ainda mais importante, aquele retrato não diria muito sobre você.

– E por que não? – A esta altura as mãos ágeis e hábeis da maior já se ocupavam da folha não mais em branco e sujavam-se com os pedaços de grafite que se soltavam da grande peça. – Céus, você não está… – Tomada pela vergonha Camila cobriu parte do rosto com a gola da blusa que usava e escondeu o belo sorriso. Tinha as bochechas coloridas de vermelho e o coração batendo depressa. – Lauren, não faça isso.

– Não adianta esconder o seu rosto. Eu não preciso vê-lo para te desenhar. – Continuou firme na tarefa para preocupar-se em olhá-la. Realmente não precisava. – Tudo o que eu preciso saber de você está bem aqui. Na minha cabeça. E é exatamente por isso que o retrato daquele senhor não lhe faria jus.

– Não sei se entendi…

– Ele desenharia o seu sorriso, sim, ele faria. Mas ele não saberia o que te causa os sorrisos fáceis, ou como o seu contagia a tantos outros sorrisos e é capaz de iluminar o mais escuro dos dias ou a mais escura das almas, como a minha. – Camila tinha os lábios entreabertos pela surpresa das palavras. – Ele desenharia seus olhos, sim. Mas não enxergaria ou retrataria toda a beleza e a sabedoria por trás deles. Ele desenharia as suas sobrancelhas, mas desconheceria o movimento que elas fazem quando você está confusa, ou quando faz alguma piada torta e imbecil. Desenharia suas bochechas, mas nem com toda a boa vontade e talento acertaria o exato tom de vermelho que as tinge quando você está envergonhada. – E pela primeira vez em minutos que Karla contava como sendo longos demais, a morena olhou para frente, concedendo à menor a honra de olhar fundo dentro dos belos olhos verdes outra vez. – Devo continuar?

A latina negou agitando a cabeça, afetada demais para conseguir respondê-la. – E você…

– Se eu sou capaz de fazer todas essas coisas? Todas as que o desenhista não faria? – Ganhou um sim mudo. – Ainda não. Não todas elas e tantas outras que não pude falar, mas diferente daquele homem, eu quero conquistar essa chance. E não quero ter pressa para terminar este desenho. As obras mais bonitas não foram terminadas em um dia, Camz. – Agitou a folha entre as mãos pálidas e sujas. – Portanto, importa-se se eu precisar de um pouco mais de tempo na sua presença para terminá-lo?

– Deus… Você. – Riu sem achar graça. Estava surpresa, chocada. Apaixonada. Mas não seria cedo? Sim. Ou não. Talvez… E quem se importa? Tempo pode ser tudo e pode ser nada simplesmente. Pode curar. Tempo pode ajudar e resolver, ser resposta e remédio, mas veja, o que ele não pode é ser critério imposto, sólido, para determinar a autenticidade dos sentimentos. O tempo influi em muito no amor, mas o que ele não faz é ditá-lo, porque o amor não se conta em minutos ou segundos, mas em palpitar de corações, na perda do fôlego diante das menores surpresas e na quantidade de sorrisos, lágrimas e suspiros arrancados. – Você não pode ser real.

– Bem real. – Lauren desmanchou o sorriso. – Bem real, cheia de falhas e defeitos.

– E qualidades.

– E mistérios. – Se entristeceu, mas procurou esconder. – Mas não estamos falando disso. – Camila aproveitou da posição para curvar o corpo sobre a grama e alcançar as mãos de Lauren. Tirou-lhe a folha das mãos, afastou o grafite e esfregou os dedos pálidos. – Cuidado, vai acabar se sujando como eu. – A outra tentou avisar, mas a latina não se deteve, continuou a esfregá-los mesmo assim. Se inclinou um pouco mais até caber no colo da morena de olhos claros e descansou a cabeça no outro corpo, escondendo-a na curva do pescoço pálido, mas de forma a ainda ser capaz de observar o movimento da feira.

– Qualquer dia desses, com sorte, alguns dos seus mistérios se tornarão não os seus, mas os nossos segredos, e passados esses dias, com sorte e comigo, talvez não lhe pareçam assim tão assustadores.

Lauren não quis dizer, mas sentiu fundo àquela promessa. – Como sabe que esses segredos me assustam?

– Eu também reparo em você.

– E por quê quer torná-los também seus? Por quê se preocupar com isso? Comigo?

– Porque antes eu reparava em você. Depois eu passei a gostar, a me importar com você, e foi quando senti que gostaria de conhecer os seus temores.

– E a querer curá-los? Quando foi que isso aconteceu?

– Agora há pouco. – “Quando comecei a me apaixonar por você”, quis confessar, mas se conteve. Virou-se, ajeitando o rosto um pouco mais, de forma a provocar a mais alta com a proximidade das bocas. Pousou os lábios latinos preguiçosamente contra os da outra e os escovou com fraqueza, mas nada fez, esperando por alguma atitude do outro lado, atitude esta que não tardou a vir.

Veio na forma de um beijo quente, quase desesperado. Lauren tomou a boca da pequena com vontade e desejo forte, pedindo por mais espaço com a língua e guardando o gosto doce dentro de si. Beijou-a, mordeu os lábios carnudos e voltou a beijá-la porque tinha uma vontade cujo fim não se enxergava, e também porque podia. Porque Camila deixava, queria e se doava à ela, como ninguém jamais havia feito antes. Uma parte de Camila agora era dela.

Ficaram ali, em silêncio e aproveitando da companhia uma da outra e conversando amenidades sobre as vidas, os gostos e sonhos por mais algum tempo, até que a artista se retirasse para procurar por uma fonte de água para retirar o restante do grafite que começava a incomodá-la das mãos.

Passados quase cinco minutos desde a sua saída, Camila sentiu o celular da morena vibrar dentro do bolso do casaco abandonado na grama. Fisgou o aparelho e leu o nome no visor. Taylor. A chamada insistia, insistia e achou prudente atender, pensando que poderia ser algum assunto de extrema urgência. – Alô?

– Lo-Lauren? Lauren, é você?

– Não, na verdade não. Lauren está… – Procurou pelos arredores tentando ser mais precisa na resposta para a mulher impaciente do outro lado da linha.

– Quem é você? Quem fala?

– Camila. Meu nome é Camila, e Lauren… – Finalmente encontrou a morena que fazia o caminho de volta até a menor resmungando algumas vezes. – Vou chamá-la, aguarde apenas um instante. – Abaixou o aparelho deixando-o no colo no instante em que percebeu a irritação da morena. – O que foi? Aconteceu alguma coisa?

– Você acredita que aquela senhora, aquela mesma que há pouco nos ofereceu rosas para comprar, acaba de me pedir para pegar leve com os beijos em público?! Isso é absurdo! Vejo vários casais se beijan… – Envergonhada, com o lábio inferior preso entre os dentes, e uma expressão agora culpada, Karla lhe ofereceu o celular.

– É para você.

A morena passeou os dedos por entre as mechas escuras antes de atender. – O que?

– Lauren?

– Tay? Tay é mesmo você? – Camila não conteve o frio na barriga ao perceber a animação de Lauren diante da ligação. “Tay. Tay quem?”– Que saudade!

– Eu também, quero dizer… Eu liguei porque pensei em você, mas quem é Camila? – Lembrou-se do que falara há pouco sobre os beijos e se envergonhou.

– Escute, importa-se se eu ligar mais tarde? Ou amanhã pela manhã? Estou um tanto quanto ocupada neste momento.

– C-claro. – A irmã respondeu meio sem jeito.

– Tudo bem. Farei isto. Como estão todos em casa?

– Bem.

– Ok. Eu ligo depois. Foi bom falar com você. – Alegrou-se pela atitude de Taylor, pois realmente sentia falta dos irmãos. – Obrigada por ligar. – Olhou para Camila que estava agora um pouco mais séria do que antes e se apressou em explicar. – Era a minha irmã. Taylor. Minha irmã. – E recebeu um sorriso tímido ao repetir a última parte.

– Você realmente sente falta da família, não é? Fala pouco sobre eles e sobre casa, mas dá para ver que sente.

– Um pouco.

– Não minta.                

– Um pouco. – Voltou a dizer. – Mais do que eles sentem a minha.

– Não diga isso. – Camila urgiu sentindo-me mal pela garota. – Não fique triste.

– E não estou. – Tomou a atitude de beijar a pequena novamente apenas porque podia. – Definitivamente não estou. – Há momentos e pessoas tão boas que nos fazem esquecer tudo. Havia uma bela noite e um perfeito encontro que se estendia para Lauren, e havia também Camila. A pequena grande garota que a fazia feliz como mais ninguém. Levantaram-se para partir, dando quase por encerrado aquele encontro mal planejado, quando já de pé encontraram a mesma senhora das rosas com uma expressão dura e acusativa.

– Mocinhas, guardem os beijos para dentro de casa. Este é um parque de família.

– Eu não acredito que…

Camila segurou Lauren por trás, pela cintura, achando graça do jeitão explosivo. Pelo visto seria dela a tarefa de conter a garota maior, mas o faria com o maior prazer, tudo para estar ao lado dela pelo máximo de tempo que pudesse. – Lauren.

– Se não podem se controlar, vão embora de uma vez. – A velha voltou a resmungar.

– E por mim a senhora pode ir para a…

– Lauren! – Camila subiu as mãos para a boca da maior gargalhando alto. – Me desculpe, senhora. Vou levar esta mocinha para casa agora mesmo. – Puxou sua companhia pela cintura, levando consigo o urso de pelúcia, o desenho inacabado e também o casaco escuro. – Você é maluca ou o que? – Ainda gargalhava.

– Eu sou assim e não vou mudar. – Emburrou-se por pensar estar sendo zombada pela menor. – É o meu jeito.

– E quem foi que disse que eu quero mudá-la? – A desafiou com o olhar.

– Não quer?

– Não. – Encostou-se no carro agora que haviam chegado a vaga. Puxou as chaves do bolso do casaco e as usou para abri-lo e abrir também o vidro por onde jogou todos os objetos que ainda ocupavam suas mãos. Agora livre da tarefa, usou o indicador da mão direita para chamar por Lauren e esperou que a maior, ainda séria, se aproximasse colando os dois corpos, mas ainda muito de leve. – Eu gosto de você assim, por quê não acredita?

– Porque ninguém nunca gostou.

– Mas eu gosto. E gosto muito. – Circulou a cintura da maior concluindo toda a distância entre elas. A urgência do contato fez com que o quadril de Lauren se chocasse por completo e com força ao de Camila, ato este que causou leve dúvida e estranhamento na menor ao sentir… Ou achar que tivesse sentido…

– Eu dirijo! – Lauren gritou ao roubar as chaves do carro para si. Estava tão satisfeita com a atitude que não notou o que acontecera há pouco, mas ainda sim, tudo aconteceu rápido demais para que Karla pudesse tirar qualquer conclusão. Deu a volta no veículo e uma vez lá dentro chamou pela latina. – Camila. Você vem?

– Sim. Sim, vamos. – Entrou no carro e rapidamente esqueceu-se do que acabara de acontecer.

– Ei… – Lauren chamou.

– O que?

– Eu também gosto de você. – “Minha Camz”, completou mentalmente. E ali pensou, estaria o futuro finalmente, finalmente lhe dando um presente? O melhor dos presentes. Sua Camz.


Notas Finais


Espero que gostem.


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