História If Only Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Booboo Stewart, Cameron Boyce, Descendentes, Dove Cameron, Originais, Sofia Carson
Personagens Carlos de Vil, Chad, Doug, Evie, Jay, Mal, Princesa Audrey, Príncipe Ben
Tags Bruxas, Colegial, Descendentes, Dove Cameron, Fadas, Magia, Outros, Princesas, Principes, Romance
Visualizações 78
Palavras 779
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui está o capítulo 2, espero que gostem :)

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction If Only Love - Capítulo 2 - Capítulo 2

Ao adentrarmos no prédio, uma linda senhora com vestido azul, veio em nossa direção. Ela tinha um sorriso enorme em seu rosto, ela estava cheia de vivacidade, era notável.

— Sejam bem vindas a escola de Arabella! – ela disse se aproximando e parando na nossa frente. – Quais os nomes das belas moças?

— Evie.

— Mal. – forcei um sorriso.

— Oh! Bem, v-vou chamar algum aluno para mostrar-lhe a escola. – ela saiu andando.

— É impressão minha ou a velha ficou assustada?

— Também percebi isso – eu ri e Evie me acompanhou.

Peguei meu celular e entrei no site da escola, coloquei nossos nomes no campo de busca e uma mini biografia de ambas apareceu, ignorei esse fato e procurei em qual dormitório nos duas ficaríamos.

— C15 e E20 – eu disse mostrando o celular para Evie.

— Achei que dividiramos o mesmo dormitó... – Evie argumentou mas foi interrompida por uma voz grave.

— Os dormitórios são para somente um ocupante, senhorita. Ah, e você – o menino olhou para mim dando um sorriso de lado – É minha vizinha, eu sou do C16.

— Ah, legal – senti minhas bochechas obterem um tom mais vermelho.

— Meu nome é Ben, Príncipe Ben – ele estendeu a mão para mim, deixei que ele pegasse minha mão e ali depositasse um beijo.

O garoto era alto, com olhos castanhos claros, os quais possuíam um brilho intenso; cabelos não tão arrumados nem bagunçados, com fios loiros escuros. Possuía um porte físico, e logo deduzi que o mesmo praticava algum esporte, provavelmente Futebol ou basquetebol.

— Me chamo Mal – disse.

— Evie – minha amiga disse quando ele a comprimentou cordialmente.

— Vou mostrar a escola para vocês – ele sorriu.

— Pode sair Ben, eu mostro pra essa aqui – Um garoto de estrutura um pouco mais baixa apareceu puxando Evie – Sou Carlos.

E assim, minha melhor amiga saio e me deixou, com um príncipe... UM PRÍNCIPE! isso não vai dar certo mesmo!

Ben e eu fomos andando lado a lado, fiz questão de manter uma distância segura dele. Estávamos em silêncio a alguns minutos, até que ele resolveu quebrar isso.

— No mesmo bloco que nós, está Audrey, Doug, Chad, Jay e Carlos. Acho que com o tempo você vai conhecer melhor eles.

Eu apenas assenti com um sorriso fraco.

[...]

Uma semana se passou, e eu havia feito dois amigos, Carlos e Jay. Eles são filhos de vilões também, então, não aconteceu o que aconteceu com todos os outros.

Os "mocinhos", os quais são filhos mimados e frescurentos de princesas e príncipes, só sabem nos olhar torto.

Em uma semana aqui, eu já fui acusada de fazer muita coisa, digamos que algumas sejam verdades, como por exemplo explodir uma experiência na aula de química, quebrar a cadeira do professor de matemática o que causou um tombo feio, e outras coisas. Mas parece que tudo o que acontece jogam a culpa em nós, criados por vilões.

— Ben falou com você hoje? – Carlos pergunta pulando no banco ao meu lado.

— Eles não conversam dês de quê ele descobriu quem é a mãe dela – Jay tinha um tom de ódio na voz.

— Verdade – suspirei – Mas eu não faço nenhuma questão de ter ele por perto, principalmente porque não quero quem odeia minha mãe ou meus amigos por perto, não mesmo.

— Oi gente – Evie se aproximou de nós – Mal, você não vai acreditar!

— Que rolou?

— Audrey – ela disse apenas esse nome antes de se sentar.

Audrey é a menina mais repugnante que eu já conheci em toda minha vida. Foi um dos motivos para quê Ben parace de falar comigo.

Flashback on

— Sabia que eu achei você mega legal? – Ben se aproximou de mim com um sorriso sapeca no rosto.

— Você também é legal – eu disse sorrindo.

— Você ainda não me disse de onde veio – ele se aproximou mais ainda, roçando seu nariz no meu.

Eu me segurei ao máximo pra aguentar aquilo, que para mim estava sendo uma provocação a proximidade de nossos corpos, eu simplesmente queria o beijar, aqui mesmo, no meio das estantes da biblioteca, onde estávamos.

— Ben...

— Ela é filha da Malévola Ben, a mesma mulher que maltratou sua mãe. – Audrey disse aparecendo do nada, fazendo com que Ben se afastasse de mim com seu semblante assustado.

Ele franziu as sobrancelhas, confuso.

— Fada madrinha está lhe chamando Ben, acho melhor você ir – ela disse e ele se retirou do local.

Audrey se aproximou de mim e disse

— O Ben é meu entendeu? Não pense que só porque você é filha da Malévola, eu tenho medo do você. Fica longe dele e descarta essas supostas ideias de que vai rolar algo entre vocês, as quais eu sei que você está tendo. E não se mete comigo, Mal – ela disse e saiu rindo irônica.

Flashback off

— O que tem ela? – perguntei bufando, já sabia que viria bomba por aí.


Notas Finais


É isso, posto o próximo em breve!
Até logo!

~malkisses


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