História If You - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Menção Jihope, Namjin, Para Nana, Seokjoon, Seoknam
Visualizações 55
Palavras 1.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oular meu amores, vim comemorar meu aniversário aqui com vocês.
E bem, espero que peguem leve comigo. Eu não sei escrever NamJin e nem muito menos sou "fã" do coupler, mas esta fic é um presente para uma pessoa especial, então eu espero que vocês - assim como ela - gostem e que possam dar todo amor a essa trama.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction If You - Capítulo 1 - Capítulo 1

Kim NamJoon

 

Ele estava lindo, como sempre, seus cabelos agora estavam castanhos e ele tinha um brilho a mais sobre ele, suas vestes sempre impecáveis como se nada pudesse causar uma sujeira sequer ali. Aquele ar doce e meigo, aqueles olhos pequenos que eu tanto amava quando via pela primeira vez ao acordar, os lábios cheios que me beijavam e aquela pele que aquecia a minha. O jeito como ele andou até o palco e a forma como sorriu para seu publico, tudo parecia uma perfeita obra de arte, a mais bela da crianção. O som da sua voz parecia ainda mais doce do que de costume e a forma da suadade estava me queimando por dentro deixava com que ele fosse ainda mais bonito ao meu ver. E todos sabiam disso, eu era um dos que mais conhecia aquele ser por inteiro, em nossos lençóis em noites quentes.

 

Jin parecia ter a beleza das estrelas, já que para mim ele era como uma. Ele já era e é o homem mais lindo em que eu tive a chance de por meus olhos e o que mais amei na vida. E o que mais encantava naquela noite era o seu canto, muito mais bonito do que o de qualquer sereia por ai. Ele estava pleno e realizado, nem ao menos parecia que estávamos separados a dois meses. Dois tortuosos meses em que eu não sentia mais o seu calor, não podia mais encostar em sua pele ou muito menos sentí-lo dentro de mim. Eu não podia mais ouvir sua voz doce me chamando para comer ou aquele sorriso lindo quando ele me trazia mais um presente, muitos dos bonecos que eu tenho na minha coleção, fora presentes dele e do meu melhor amigo. Meu melhor amigo...uma pessoa tão simples e sem qualquer culpa, mas fora um dos grandes causadores do meu tormento.

 

Bem, na grande realidade tudo fora uma somatória. Um conjunto formado pela insegurança daquele homem maravilhoso que cantava a minha frente, seu tão grandioso orgulho, uma pessoa que eu nunca vi na vida e um presente louco que esta pessoa queria dar ao meu melhor amigo. De inicio parece estranho e até um tanto quanto confuso, mas não fora. Fácil de explicar, simples até demais e muito, mais muito doloroso de sentir. Muito. Tanto que depois daquele dia eu me mudei do apartamento que dividiamos com Jung HoSeok e me isolei.

 

Ele não tinha culpa, mas nunca em meus vinte e quatro anos esperaria que algo assim acontecesse. Eu não esperava entrar no meu apartamento e encontrar um rapaz, – que depois soube que se chamava Park Jimin – em trages menores e com um laço em volta da intimidade e quase pedindo para se degustado ou se preparando para degustar alguém na minha sala. E o pior, Jin estava chegando naquele momento e bem, deu no que deu. Ele presenciou tudo e não me deixou explicar nada. O pobre rapaz também tentou como pode, mas meu esposo não acreditou em nada. Mesmo sabendo que o Jung tinha os mais loucos namorados e umas manias muito controvérsas. Ele conhecia o primo que tinha, mas nada daquilo o impediu de viajar.

 

Nada daquilo o impediu de me bloquear – e a HoSeok – de todas as formas, de pedir férias do restaurante em que ele cantava e nem muito menos de fazer de conta que eu não existia. Era um mal entendido, um péssimo mal entendido, mas Jin fora irredutível e não me dera ouvidos. E me deixara me afundando no mais completo desespero. Ele não fora daqueles que parecia estar arrependido do que fazia ou dos que repensava. Jin sempre fora assim, sempre. Mas eu entendia que tudo era por culpa da pressão família. De como ele era tratado por ser o mais velho e por ser tudo aquilo que seus pais não quiseram que ele fosse e por ser completamente diferente de seu irmão TaeHyung.

 

Geunyeoga tteonagayo (Ele está indo embora)

naneun amugeotdo hal su eopseoyo (E eu não posso fazer nada)

sarangi tteonagayo (O Amor está Desaparecendo)

naneun babocheoreom meonghani seoinneyo (E como um idiota Eu fico parado sem reação)

 

 

E agora tudo o que eu posso fazer é escutá-lo. Mas tudo o que eu queria era estar ao lado dele, era poder dormir ao lado dele e poder dizer que eu o amo, que preciso que aquele hyung cuide de mim, porque eu não aguento mais aquelas noites frias naquele apartamento que eu aluguei. Não aguento mais comer sem ter o sorriso dele em minha direção perguntando se a comida está boa, não aguento mais não ouvir o seu canto no choveiro e não sei lidar com a forma com que eu tenho de viver, mesmo sem estar com a vida em minhas mãos. Eu preciso dele, mas ele está tão longe de mim.

 

– Desculpe. – ouvi uma voz bem conhecida por mim me interromper de meu sofrimento. Era Jung HoSeok, meu melhor amigo e bem, a única pessoa que estava aguentando a mim mesmo quando nem eu mesmo estava me aguentando.

– Já disse para parar com isso, está...está tudo bem. - tentei forçar um sorriso, mas ele sabia que eu estava mentindo.

– Eu sei que não. Nos perdoe. – ele disse e eu fiquei em silencio, não tinha mais o que dizer. – Quando ele voltou? – Boa pergunta. Quando ele voltou? Eu me perdi no tempo e na minha covardia. Não consegui mais me aproximar e nem muito menos pensar nisso. Quando mesmo que ele voltou? Parecia tanto, mais tanto tempo que eu me sentia perdido, ainda mais mergulhado dentro desse sentimento.

– Eu não sei. – disse – Estou sempre vindo aqui vê-lo cantar e não ando me incomodando com o tempo, só sentindo a dor que ele está me trazendo. – peguei o copo com o vinho que bebia, a bebida estava mais amarga ao meu paladar, por mais doce que fosse.

– Me deixe falar com ele. Apenas isso, me deixe... – ele parou no meio do caminho, isso quando seu olhar se encontrou com o de Jin, já que ele o havia reconhecido.

 

Bem eu achava que ele sabia que era eu ali, mas não prestava atenção em mim e me ignorava. Fazia de conta que eu não era nada e no fundo eu passei a me sentir um nada. Um completo vazio e sem ele ainda mais ainda. E droga, eu nunca, nunca o trai. Eu o amei mais do que tudo e ele sabia disso, anos e anos sabendo, então porque? Era perguntas demais e respostas que eu sabia que ele não me daria. Eram chances que ele estava me roubando.

 

Logo senti meu coração martelar no meu peito assim que o vi vindo em direção a nossa mesa. Tão imponente e poderoso, daquele jeito lindo que me fez perder o ar quando o conheci. Ele acabara sua apresentação e estava caminhando até nós. Tão lindo iluminado a meia luz, já que o restaurante era a luz de velas com poucos focos de luzes aqui e ali, tão romântico e assuastador para mim, já que eu me sentia em um eterno vazio. Me sentia no escuro, já que ele era o único brilho que importava e que consguia dar cor a minha vida.

 

– Acho que deviam ir embora. – sua voz soou rispida. – Não gastem seu dinheiro vindo me ver, é perda de tempo.

– Hyung... – HoSeok choramingou eu abaixei a minha cabeça. Estava tão recluso que nem tinha coragem de olhar em seus olhos.

– Cala a boca Seokie, não estou me referindo somente a você, então não se defenda sozinho. – ele continuou e eu levantei o meu olhar até de encontro ao dele. – Kim NamJoon, você ainda tem muito o que aprender. Tanto, tanto que chega a ser lamentável. Vai embora. – dito isso ele se afastou e eu senti meu chão ruir.


Notas Finais


Eu amo essa música, mas sempre escuto ela na voz do meu Kook predileto.


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