História If You Asked Me To - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Revelaçoes
Visualizações 9
Palavras 2.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong Unnies <3
Essa é minha primeira fanfic (de BTS), então... Perdoem-me qualquer erro </3


BOA LEITURAAAA!!

Capítulo 1 - Bad Dreams


Fanfic / Fanfiction If You Asked Me To - Capítulo 1 - Bad Dreams

- Appa, nós podemos ficar mais um pouco? – Carolina pediu com seu jeitinho fofo. Nicole e eu nos entreolhamos esperando uma resposta. Nosso Appa estava sem paciência de estar num local rodeado de crianças birrentas. 

- Não, vamos. – Foram as únicas palavras que saíram de sua boca. appa abriu a porta do carro esperando que nós entrássemos. 

- Voltaremos amanhã, não é? – Tentei ao máximo usar o que sabia sobre ser fofa, mas com meu appa nunca funcionou. Ao menos comigo não. Já que a preferência dele sempre foi virada para Carolina e Nicole. 

- Entre no carro e pare de pergunta. 

Nicollas saiu como um perfeito idiota neste dia. Poderia ter feito meu showzinho antes de entrar no carro, me jogar ao chão e começar a berrar como uma legítima criança mimada, mas do contrário exerci o ato dentro do carro. 

Era fim de tarde, estava começando a esfriar e junto uma garoa fraca. A cara de meu appa não era das melhores, por isso tentei reanimá-lo, já que as preferidas estavam em seu sétimo sono de beleza. 

- Appa, amanhã depois da escola nós podemos voltar aqui?

- Pensarei no seu caso. 

Segundo minhas tias, era esperta até demais para minha pouca idade, e claro, sabia que o real motivo da cara emburrada de Nicollas era por uma briga com minha omma. Falar com ele ao chegar em casa não funcionaria, este se trancaria na biblioteca e de lá ninguém o tiraria. 

- Appa, você brigou com a omma? 

- S/N, isso não é assunto pra você. 

- É sim, appa! Eu sei disso, é nítido. 

- S/N chega! Pare de me importunar com essas perguntas. 

Crianças nunca se contentam com um “chega”, sempre existe um mundo atrás dessa palavra. Mas para atravessá-lo teria um grande muro para pular, e foi o que fiz, resolvi desafiá-lo. 

- Importunar? Appa, se chegarmos em casa e eu perguntar para a omma ela confirmar. Diz pra mim o que aconteceu. 

- S/N, chega! – Bradou, acordando minhas duas irmãs. – Cale a boca! 

- Não! Você a traiu não foi? – Exclamei perto do mesmo nível que ele. 

Nicollas virou-se para minha direção com os olhos em chamas, podia ver o ódio perante seus pares de esmeraldas. Como uma verdadeira criança encapetada eu havia descoberto que realmente houve uma traição. 

- Feche a boca ou você desce aqui e volta para casa a pé! 

Meu semblante rapidamente teve uma mudança ao ver um carro em alta velocidade na nossa pista. Meu appa ao voltar-se para a frente tentou manear o carro, depois de ver o carro derrapar na pista, minhas vistas escureceram. 

Um barulho de sirene e do carro de polícia, haviam vários no local. Estavam me colocando numa maca e logo para dentro da ambulância. Procurei por minhas irmãs e ambas estavam no carro da ambulância. Ver o nosso carro totalmente destruído me causou calafrios. Estava completamente assustada, meu semblante de enorme consternação denotava claramente. 

- Cadê o meu appa? – perguntei a um dos paramédicos. 

O homem me olhou com receio, eu sabia o que havia acontecido. Fechei os olhos e pensei somente em como minha omma iria reagir ao saber da notícia. 

- Sinto muito... Ele não resistiu. 

Procurei o máximo de forças dentro de mim para não chorar, ao contrário de minhas irmãs que choravam rios e cachoeiras. Por um vasto momento senti uma felicidade ao ver meu próprio appa morto... Mesmo que ele me amasse menos, eu ainda o queria por perto, mas não estava entendo o motivo exato de minha felicidade. 

Fechei os olhos e voltei a deitar na maca. A cena se repetia toda hora em minha cabeça, minhas irmãs... Segundo os médicos, um ferro atravessou seu pescoço após a batida. 

 

[...] 

 

Meu pesadelo voltava novamente a me assombrar, me remexia de uma lado para o outro na cama, vendo tudo aquilo voltar para mim novamente. Era horrível. Um completo inferno pelo qual estava aprisionada. 

- Não! – Exclamei, dando um pulo na cama. Lágrimas grossas caíam de meu rosto sem o menor esforço. Acabei acordando meu marido com o grito. 

- S/N? – Jimin acendeu a luz do abajur. Estava chorando como uma criança em pleno pânico, a única coisa que Park fez fora me abraçar. 

- Eu não o matei! – Dizia em meio ao pranto. – Eu não o matei! 

- S/N calma, isso foi um pesadelo. 

- Não não foi! – Minha respiração estava descompassada, o coração pulsava agilmente pela força do susto. – Eu não o matei! 

- Amor, você tem que se acalmar,  – Park me entregou um copo d’gua. Aos poucos fui tomando, minhas mãos tremiam, as lágrimas ainda assim corriam de meus olhos. – sábado vamos a um psicólogo. 

- Nenhum psicólogo vai resolver meu problema! Eu não pedi pra ser filha dele... Eu não pedi para compartilhar a mesma cara com duas idiotas e meu próprio appa me amar menos! 

- S/N, por favor. – Falou calmamente. – E você ainda acha que isso não pode ser tratado? 

- De que adiantaria? Todos iriam jogar em minha cara a mesma coisa. 

- Você não matou Nicollas Rousseau Mohler, não tem porque se culpar disso. 

- Como não? Todos os dias há anos sonho com a mesma coisa. Isso está me machucando muito! 

Coloquei o copo sobre o criado mudo, Park apagou a luz do abajur e me colocou dentro de seu abraço. Respirei fundo, inalando seu doce cheiro que me tirava da realidade. Fechei os olhos apenas ouvindo tudo que ele dizia. 

- Por isso um psicólogo seria bom, se caso você aceitar irei junto. 

- Tudo bem. – Afirmei ainda de olhos fechados. 

- Boa noite, pequenez. – Soltei uma risada nasal. 

- Boa noite. 

Estar ao lado de Jimin me tirava de qualquer situação ruim, ele é meu porto-seguro e não abrirei mão. Park é o único em todos os momento que cuidou e realmente se preocupou comigo, mesmo com seu jeito um pouco grosseiro de ser, nunca deixou de me amar. Ainda mais depois do nascimento das três pestinhas. 

Mal podia pregar os olhos, tudo em minha volta ainda causava-me um certo pânico, enquanto meu excelentíssimo marido estava no quinto sono. Cuidadosamente levantei e desci as escadas. Um barulho estava vindo da cozinha o que deu um arrepio na espinha. Sorrateiramente andei até o local e acendi a luz. 

- Myung! – Chamei sua atenção. A pequenina estava fuçando por algo na geladeira, na certa seu dadone. – O que anda fazendo aqui essa hora? 

- Omma, eu estou com fome!

- Hm. – Arqueei uma sobrancelha. – Ainda são cinco e quarenta da manhã e você já quer tomar café? 

- Não omma. – Peguei a pequena e coloquei sob o balcão. – Omma?

- Sim? – Enquanto dava o danone em sua boca íamos conversando. 

- As minhas tias virão hoje? 

- Talvez sim, por quê? Algo em especial? – Myung negou veemente. Ela estava planejando algo, sua face já denotava. – Myung, Myung. Veja lá o que vai aprontar, você sabe o que acontece se começar com suas brincadeirinhas. 

- Sei omma. – Sorriu. Não resisti e a abracei mordendo toda sua bochecha e lhe cercando de beijos. A menor dava uma risada gostosa que era contagiante. 

- Vamos para o quarto, ainda está cedo demais. 

Segurei a pequena mão de Myung e fomos até seu quarto. A deitei na cama, cantei uma ou duas músicas e em minutos minha pequena já havia pego no sono. Suni e Anna dormiam e roncavam como duas porcas, ajeitei ambas na cama já que estavam prestes a cair. É completamente Jimin, ele tem essa mania, fora os roncos. 

Observei as três e por um minuto me perdi, como sou uma mãe muito experiente nunca consigo identificar as trigêmeas. Sem contar que chamo Suni de Myung, ou a Anna de Suni, com minhas irmãs acontece o mesmo, para não me confundirem sou a mais chamativa, claro. 

Adentrei o quarto e logo me deitei. O sono mal vinha, novamente estava com os mesmo pensamentos em minha cabeça. Liguei a televisão e procurei um programa para assistir. 

 

[...] 

 

08:49AM e um barulho horrível estava tomando conta da sala, desliguei a tevê e pus-me a descer para descobrir o que diabos eram aqueles murmurinhos. As risadas já ecoavam por toda a sala, algum tipo de visita indesejável – ao menos para mim. 

- Vejam quem chegou! – Nicole exclamou. 

Ah ótimo, minhas duas irmãs estão aqui em plena quinta-feira para infernizarem minha vida, fora o fato de que todos nos confundem. 

- Ah... – Bufei em tédio. – As trigêmeas unidas novamente. – Revirei os olhos.

- Viemos te visitar e nos recebe assim? – Carolina me ajudou a descer as escadas. 

- Estou caindo de sono, – Me sentei ao sofá com todas. – não dormi bem, e ainda tenho que estar de bom humor? 

- Iiiih. – Nicole provocou. – Carol vai ficar hoje o dia todo contigo. 

- Oi? – Arqueei as sobrancelhas. – Por quê? 

- Ela vai fazer companhia para você. 

Era muito agradável ficar com a aleijada de minha irmã, ter que aturar o seu jeito santinha de qual nada me agradava. A única coisa pela qual me agradava de minha irmã é o seu lindo marido Taehyung. Não sei como ele se casou com uma pessoa como a “santa”, deve ser um pé no saco aguenta-la e principalmente nos momentos de uma transa... Simplesmente tenho pena. 

Conversa vai, conversa vem retornei ao quarto, aturá-las hoje seriam um inferno. Nicole só retornará ao anoitecer para buscar Caroline, o que me obriga a sair de casa durante o dia. 

- Hm, hm, hm. – Tranquei a porta, com as costas na mesma. – Cheguei em um momento oportuno. – Mordi o lábio inferior ao ver meu marido pelado no quarto. Park havia tomado um grande susto. 

- S/N pelo amor, que susto! 

- Agora você leva susto? – Dei um tapa em sua bunda, me jogando na cama em seguida. 

- Não levo susto, você que me causa. – Abri um sorriso. – Sua feição não é das melhores, o que aconteceu? 

- Minhas irmãs estão aí. – Revirei os olhos. 

- Isso é ruim? Só vai ser ruim porque confundo as três. 

- Não tem a menor graça! Eu não pedi pra nascer trigêmea! – Bufei. – Por mim seria a única. 

- Egoísta... – O encarei. Havia um sorriso irônico em seu rosto, o que me fazia irar. 

- Ah claro, sempre muito egoísta. – Park se aproximou dando um pequeno beijo em meu nariz. 

Aguentar minha irmã e minha sogra seria um completo inferno. As minhas filhas estariam na escola – menos mal – então poderia perambular pela cidade. 

- Sra. Pequenez preciso ir. 

Embora fosse vergonhoso Park me chamar de pequenez, eu amava esse apelido. Não o deixei ir, já que mal nos vemos, pelas suas viagens. 

- É assim? – Arrumei sua gravata. – Só tchau? – Jimin sorriu e me jogou contra a cama, logo estando sobre mim. 

- Não acha que está muito mimada? – Neguei. – Sim está, – Recebi uma mordida no pescoço. – e nem tente negar. 

- Olha só quem fala. 

- Ó! Continue com esse comportamento e verá. – Abri um largo sorriso, mordendo meu lábio inferior. – Hoje quero jantar contigo. 

- Finalmente! 

- Esteja perfeita, como sempre. 

Meu excelentíssimo marido se retirou do quarto, tomei um banho e coloquei um de meus maravilhosos vestidos pretos, um decote comportado, pronta para deixar qualquer mulherzinha no chinelo. E quanto a aleijada de minha irmã, que aguente minha sogra, ambas se merecem. 

- Onde vai? – Suni perguntou. 

- Sogrinha, pode cuidar de minha irmã? – Sorri em resposta. Por favor, preciso sair para ajudar minha amiga com coisas do casamento. 

- S/N.... 

- Obrigada. – Dei um beijo em sua bochecha. 

Peguei a chave de meu carro e fui para a garagem. Usar meu carro seria o mais preferencial e não chamaria tanta atenção, já que os outros carros são todos blindados. 

O farol já estava vermelho, então tive que parar ou ganhar mais uma multa não seria propício, já que meu marido precisa pagar diversos gastos meus. Poderia buscar minhas pirralhas na escola, mas teria de ficar em casa... Ou... Conversarei com a aleijada de minha irmã para saber mais sobre seu marido, meu principal alvo. 

 

[...] 

 

Dado o horário fui buscar minhas filhas, algo muito raro a se fazer. Já que o pai as levou, não custa muito ir buscá-las. Ao me verem tomaram um imenso susto, coloquei as três sentadas no banco de trás com cinto. Estavam vermelhas, a respiração ofegante, ou seja: Educação Física. Era até engraçado ver... Ah se eu passasse mais tempo com elas, seria uma excelente omma, mas do contrário só há egoísmo dentro de mim, e que nenhuma das minhas filhas conseguiu tirar de meu coração. Talvez tenha sido o trauma com Nicollas... Não, ele não!

Em frente à mansão dei somente três breves buzinadas e a aleijada de  Caroline apareceu com um sorriso no rosto. Iríamos almoçar, em um restaurante e depois fazermos alguma coisa juntas – ela deveria se considerar muito especial por isso – mesmo que eu odeie fazer coisas “entre irmãs”. 

- Vamos, Caroline! – Chamei. – Suas sobrinhas estão com fome! 

- Já vou. – Ajudei minha irmã a entrar no carro e seguimos para meu restaurante favorito. 

Tentei ao máximo ser paciente com ela – mesmo que esta seja um amor – pois estava no fim de minha paciência. Após o almoço fomos a um parque, deixamos as meninas brincando e começamos a andar pelo local. 

- Isso me trás lembras ruins... – Falei. 

- Eu sei. Deveria enfrentar seus medos S/N. 

- Mais? – Arqueei a sobrancelha. – Novamente sonhei com isso... Não aguento mais ser culpada da morte de nosso appa. 

- Você sabe que não é verdade. Apenas mostrou para o appa que era mais que uma criança sábia. 

- Tão sábia que provocou o acidente. – Dei ombros. Percebi que Carol estava cansada de ficar em pé, nos sentamos nos balanços que ali haviam e retomamos o assunto. 

- S/N, você vai ter que aprender a controlar esse medo. 

- Não é medo, Caroline. Isso me atormenta todos os segundos. – Fechei os olhos. – Tem dias que eu mal durmo com isso em minha cabeça, e Jimin acaba fazendo o mesmo só pra ficar comigo. 

- Você precisa de um psicólogo. 

- Eu sei... Mas de que adiantaria? Esses sonhos sempre vão me atormentar. 

- S/N, não se desespere. Vamos dar um jeito, sim? 

Ficamos por mais uma hora no parque com as pirralhas, era sem sombra de dúvida que elas estavam cansadas. 06:59PM retornamos para casa. Por conta do trânsito só chegamos às 07:28PM. Coloquei as três para tomar banho e depois fui trocá-las. 

- Omma. – Anna chamou. 

- Fala? 

- Sábado nós podemos ir jogar? 

- A onde? E o quê? 

- Jogar futebol – Myung interrompeu. Suni e Myung sempre foram as molecas e claro que as deixarei. O que não faço para ter crianças longe de mim e berrando ainda por cima. 

- Podem. Verei se posso levá-las. 

- Fala para a vó nos levar. – Anne estava tentando me persuadir com sua fofura. 

- Vou ver se a Suni dois deixa. – Sorri. – Vou tomar um banho. Já voltarei para a janta. 

A porta de meu quarto  estava encostada, logo pensei que fosse Jimin, mas estaria cedo para ele chegar... Ou não. Vagarosamente abri a porta de madeira rústica, e notei minha irmã sentada no sofá do local. Estava com um algodão e frasco com algum líquido. 

- O que está fazendo? – Me aproximei a observando. 

- Preciso limpar isto antes que comece a dor. Pode me ajudar? 

- Eu vou chamar a... 

- Estou pedindo sua ajuda, S/N. 

Meu olhar foi de encontro com o seu e acabei cedendo. Estava com medo de lhe causar algum problema – mais um – tentando ajudar, já que meu receio fora bem maior. 

Tirei a perna mecânica com o maior cuidado possível para não lhe causar nenhum dano, mas acabou que isto virou-se contra mim. Estava apavorada ao ver aquilo, e tudo por minha culpa. Voltei a passar o algodão molhado nos locais precisos. 

- Isso é culpa minha. – Falei. 

- S/N pare de se culpar, não é sua culpa. 

- É sim! Do contrário não teria causado danos à você. Me perdoe Carol. – Grossas lágrimas caíam de meu rosto pela imensa vergonha. 

- S/N, não é sua culpa... 

- Sim, é! – Me levantei. – E nunca me perdoarei por isso! – me retirei do quarto indo até o banheiro, mas acabei esbarrando com meu marido que acabara de chegar. 

- S/N? O que foi dessa vez? 

- Eu preciso de um banho. – Falei cabisbaixa, segurando as insistentes lágrimas. 

- Quando voltar conversaremos. – Assenti e corri para o banheiro. 

Novamente as cenas se repetiam em minha cabeça, o medo tomava conta do meu ser, desmontando todo meu corpo. Lágrimas corriam em meu rosto, borrando toda a maquiagem. Era horrível estar assim, horrível sentir na pele a culpa por ter matado seu próprio pai. 


Notas Finais


Annyeong Unnies <3


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