História I'II Never Let You Go - Capítulo 28


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Preconceito, Racismo, Romance
Visualizações 24
Palavras 1.940
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Leitura!!!

Capítulo 28 - Uma Sinusite Do Mal


Fanfic / Fanfiction I'II Never Let You Go - Capítulo 28 - Uma Sinusite Do Mal

                                                                      Uma Sinusite Do Mal

Assim que as provas finais se aproximaram, eu não o via com a mesma frequência de antes. Na ultima vez em que estivemos juntos foi quando ele tirou o gesso do braço esquerdo. Há duas semanas e mesmo assim não transamos. Todos os dias falamos por telefone, mas não é  igual ter a pessoa do seu lado. É bastante dolorido.  Ainda continuo na casa de vovó, meu pai não quer me ver nem pintada de ouro, por falar em vovó, ela arrumou um namorado. Vovó o apresentou á mim, é o ministro. Aquele do baile em que dancei com um Árabe. Mas, na verdade, não é bem um namorado, está mais para um amante, já que o velho é casado há 60 anos.

Com as provas finais, ninguém, ultimamente, tem tido tempo. Sandy se isolou do mundo e nem ligações atende. Naomi ficou a um passo da depressão quando descobriu que precisaria gabaritar a prova para poder se formar. Hipólita, pelo contrário de Naomi, jogou tudo para o alto. Ela segue na fé que anda.  O aniversário dele foi no dia 25 do mês passado e nós nem comemoramos. Hoje já é dia primeiro de dezembro, o dia em que eu deveria festejar afinal das contas, não é todo o dia que se faz 22 anos, no entanto, estou trancada no meu quarto estudando.

__Por que você não para um pouco? Observo minha vó se aproximando de mim, caminhando com tranquilidade e serenidade. __ Você vai passar nesta prova, Alexia.

__Eu sei disso vovó, mas eu não tenho nada para fazer além de estudar. Forço um sorriso para a minha coroa. Ela rir descaradamente e segura na palma da minha mão e coloca nela algo, fechando-a logo em seguida.

__Feliz aniversário, Alexia. Ela me dá um beijo no topo de minha cabeça e se afasta de mim na mesma facilidade em que chegou.__Eu sei que aconteceram coisas horríveis entre você e o seu pai, mas entenda que o restante da família não tem culpa. Sua mãe está desolada. Se esse rapaz diz que te ama, ele tem de pedi-la em casamento. Você deu as costas para a sua família, foi renegada do que lhe pertence por direito por causa dele. Esse rapaz compreende sobre a sua situação?

__Eu não sei vovó. Eu não contei ainda. Seguro minhas lágrimas, entretanto, é impossível durante muito tempo. Ela me envolve em seus braços e eu choro como uma criança. Há quatro meses minha sinusite atacou de uma forma que eu fui obrigada a procurar um médico. Ele me passou um remédio chamado ciprofloxacino para tomar em um determinado período de tempo. O problema foi que esse remédio corta o efeito do anticoncepcional e eu não sabia disso. Acabei engravidando... O feto já tem três meses. __Eu não quero esse filho, vovó. Eu acabei com a minha vida engravidando cedo.

__Coloque tudo para fora, Alexia. Chore minha criança. Ela me conforta. Nada que eu faça mudará a situação em que me coloquei. A culpa foi minha. Eu devia ter procurado saber mais sobre esse remédio. Agora eu destruí com a minha vida e a de Zeus. Sua carreira? E a minha carreira? Eu continuo com o meu estágio, mas daqui á um tempo...

__Senhorita, o Sr. Valmort deseja vê-la. Sou despertada de minhas lágrimas por Lucas, o mordomo, o que me leva a me recompor e respirar fundo. __Ele aguarda na sala de estar principal.

__O diga para aguardar. Minha vó fala por mim e logo segue rumo á porta. __Não se esqueça do que nós conversamos, Alexia.  Abro minha mão e vejo na palma dela um Broche japonês para cabelo em formato de rosa cravejado de pedrinhas de brilhante. Eu o reconheço. É a joia de minha mãe... Ela a ganhou em seu aniversário de 15 anos da minha bisavó. Uma japonesa que faleceu há 50 anos. Naomi era o seu nome. Se me lembro... Antes de ser da minha mãe era dela e antes pertencia a sua mãe.  Minha mãe quis me presentear? Com ternura amarro meu cabelo para topo de minha cabeça; em um coque e o prendo com o Broche. 

Seco minhas lágrimas e sorrio. Não importa o que aconteça, eu sempre poderia contar com a minha família. Desço as enormes escadas e sem o mínimo de gentileza corro entre os corredores e abro as portas da sala de estar.

Lá estava Zeus me esperando... Com sorrisos puros e gentis. Segurando um buque de rosas brancas. O abraço tão apertado. Suas mãos cruzam a minha cintura de forma tão gentil e delicada. Eu choro ao ver olhos tão verdes se iluminando.

__Me perdoa Alexia. Eu andei tão ocupado que não pude te dar atenção. Não vai se repetir. Ele me estende as rosas brancas e eu a pego com alegria. __Feliz aniversário, Alexia. Assim que terminei a prova eu vim te ver. Nosso filho vai bem? Me assusto com suas palavras... Como ele sabe? Eu não contei... __Prometo que não deixarei vocês sozinhos novamente. É que além de estudar, eu tive de resolver uns assuntos pessoais, que você vai saber em breve.

__Como você sabe? O questiono assustada e indiferente. __Ninguém sabe somente minha avó e eu.

__Eu sabia antes mesmo de você. Alexia eu sou médico, estudei durante árduos 4 anos. Quando eu vi a caixa do ciprofloxacino em cima da pia do banheiro... Eu fiquei na minha.  Meu queixo toca o chão. Ele podia ter avisado, mas se calou de proposito. A não ser que...

__Seu monstro. Choro ao tacar na sua cara o buque de rosas. __Você não tinha o direito sobre o meu corpo. Um filho é algo que ambos devem escolher ter. Não cabe apenas para um ter, Zeus. Você mentiu para mim. Minha carreira está destruída... Por que você fez isso?

__Porque eu quero você presa a mim. Eu nunca o vi ser tão desprezível. __ Sou egoísta, Alexia. Para que você permaneça perto de mim... Responda-me uma pergunta: o que une um casal para a vida toda, independente de estarem juntos ou não?

__Um filho. Sussurrou sem acreditar na situação em que parei. __Eu disse que casaria com você, que teríamos um filho. Por que, Zeus? Pergunto me afastando de seu corpo.

__Agilizar o processo. Eu uni o útil ao agradável. Ele enfia a mão no bolço e estende uma caixinha vermelha. Ele não tem essa coragem. Não depois de tudo. __Quer casar comigo? Ele se ajoelha na minha frente, me mostrando um anel de noivado; de ouro branco, rodeado de pedrinhas de brilhante e no seu centro um enorme diamante azul. __ Eu te amo, Alexia. Por favor, continue me fazendo o homem mais feliz do mundo.  Você é a mulher que procurei a minha vida toda.

__Não vou me casar com você, na verdade, eu não quero te ver mais na minha frente. Acabou. Falo rispidamente e me retiro às pressas do cômodo. Sua atitude egoísta destruiu com a minha vida. Minha carreira que tanto me dediquei foi embora junto à tempestade.  Eu o odeio com todas as minhas forças. Essa criança acabou com a minha vida. Eles destruíram com a minha vida.

“Ontem à noite eu não pude nem ao menos responder. Tentei ligar, mas meu orgulho não me deixou discar. E agora estou aqui sentado com essa expressão vazia e do jeito que eu me sinto, eu quero me enrolar feito uma criança.”

Pov Zeus:

Alexia se debatia em cima de meu corpo conforme eu acordei por sua causa.  No começo pensei se tratar de um sonho bom, ela não parava de clamar por meu nome. Então, os minutos passaram e eu percebi que, na verdade, Alexia estava brigando comigo. Seriamente.  Me estico e acendo a luz do abajur.

O negocio começa a se agravar no instante em que ela me mandou enfiar o anel no cu. Tranquilamente acaricio o seu rosto, querendo acorda-la calmamente. Contudo, no momento em que os olhos dela se abriram fortemente e assustados ela se sentou na cama. Me encarando sem dó, muito menos piedade, sua  mão socou fortemente o meu pinto. Fazendo com que eu virasse me contorcendo de dor e raiva. Seja o que for... Não fui eu. Tento segurar minhas lágrimas, mas não consigo. Bem no meio certinho. Ela fez uma omelete. Uma dor que sobe por todo o meu corpo e se concentra bem na virilha.

__Alexia! Chamo sua atenção. Desnorteada ela acorda totalmente e move a cabeça para todos os lados, encarando todas as coisas;inclusive meu braço engessado.

__Me desculpa. Eu sinto muito... Ela estica sua mão querendo tocar meu pinto, mas eu a impeço. Ela mesma se assusta por sua atitude. __Amor...

__Olha aqui... Você nunca mais vai tocar no meu pau. Fica longe dele. Falo rispidamente com as pernas dobradas. É impossível estica-las depois de um baque desses. __ Essa mão vai ficar bem longe dele.

__Me desculpa amor. Eu tive um sonho estranho... Ela me abraçou, no entanto, não sou comprado facilmente. Nem uma dança me faria perdoa-la por essa dor. __Não chora, Zeus.

__Você nem imagina a dor que tô sentindo. Grudo a cara no travesseiro enquanto sinto os toques de Alexia. __Não quero saber... Volta a dormir... Sua assassina! Grito de raiva conforme permaneço com a mão no meu Jr.

__Me perdoa, meu amor. Eu fiquei com raiva de você no sonho. Ela disse.

__Então descontasse do meu Eu fictício, não no verdadeiro. Você tem noção da dor? Silencio-me. Nada que ela possa fazer  ou dizer melhorará a minha situação. Pela primeira vez em anos, choro com o misto de vários sentimentos. Ódio. Dor. Raiva. Rancor. Perda. Tristeza. Como vou perdoar Alexia por meu deixar estéril? É algo impossível de conceber perdão.

__Quer brincar com meus seios para ver se a dor passa? Oh tentação. Com uma proposta dessas... Viro-me de lado, encarando-a se aproximando novamente na minha frente e abaixando as alças de sua camisola. Ela curva o corpo e coloca seus seios sobre o meu rosto.  Brinco com eles com a boca enquanto ouço a melodia que são os seus gemidos. __Eu vou engravidar de você. Não precisa se preocupar com nada.

__Tudo bem, Alexia. Disfarço minha alegria com a notícia e prossigo com meu divertimento. É tão excitante que a dor me abandonou.__ Pare com o anticoncepcional e deixa rolar, Alexia.

__Tá bom, Zeus. Ela me responde e tombou seu corpo me abraçando forte. __ Se você me prometer ter um pouco de calma e paciência para esperar. Eu juro que vou engravidar, logo assim que nos formarmos.

__Eu prometo paciência. A respondo. Em questão de segundos seus lábios encontram os meus. Pelo visto nosso resto de noite vai ser em claro. Ah como eu amo essa loirinha.

“Ela tem um jeito lindo de me olhar nos olhos, me despertando sonhos; loucuras de amor. Ela tem um jeito doce de tocar meu corpo que me deixa louco, um louco sonhador. Ela sabe me prender como ninguém em seus mistérios,  sabe se fazer como ninguém, meu caso sério. Uma deusa, uma louca, uma feiticeira, ela é demais. Quando beija minha boca e se entrega inteira, meu Deus, ela é demais. Uma deusa, uma louca, uma feiticeira, ela é demais quando beija minha boca e se entrega inteira, meu Deus, ela é demais. Ela tem um brilho forte, brilha feito estrela, ah, eu adoro vê-la fazendo aquele amor que me enlouquece, me embriaga, me envolve inteiro e me faz prisioneiro, um louco sonhador. Ela sabe me prender como ninguém em seus mistérios, sabe se fazer como ninguém, meu caso sério. Uma deusa, uma louca, uma feiticeira, ela é demais.”


Notas Finais


Continua...
Beijos Doces Com Açúcar *--*


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