História I'II Never Let You Go - Capítulo 29


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Preconceito, Racismo, Romance
Visualizações 17
Palavras 1.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa Leitura!!!

Capítulo 29 - Um Dia Como Outro Qualquer


Fanfic / Fanfiction I'II Never Let You Go - Capítulo 29 - Um Dia Como Outro Qualquer

                                                               Um Dia Como Outro Qualquer

Pelos corredores da faculdade ando com dificuldade. Zeus acabou comigo nesta madrugada. Evito andar expondo minha situação precária, entretanto, é impossível. Seguro no braço de Sandy ao andarmos em direção á nossas salas. Ela me deixara em frente a 303, ciência politica,  me beijando na bochecha, abandonando-me com minha dor enorme. Abro discretamente as portas e desço alguns degraus para sentar no meu lugar. No entanto, observo de longe um tumulto de estudantes junto do professor. Ignoro.

__Srta. Alexandria... Você provará a inocência do réu. Ele é acusado de cometer um assassinato. O homicídio de sua esposa; encontrada morta dentro de seu próprio apartamento.  O restante dos alunos serão os jurados, o réu será Marlon. Temos duas horas de aula, em quanto tempo você acha que pode reformular uma defesa? Visando sempre as minhas colocações. Trinta minutos? Os olhos desafiadores de Claus, meu professor, testavam minha pessoa. Ele desacreditara da minha capacidade. Por que é sempre eu que fico com os piores lados? Já que cai... Levantarei atirando.

Não expressando meu desagrado fico de pé e sem dizer nada desço as escadas decididamente e em questões de segundos ignoro a dor e me coloco de frente para Claus. Encaro-o com indiferença e respiro fundo em desdém.

__Me repasse os acontecimentos. Preciso apenas de 10 minutos para formular uma defesa. Burburinhos de vozes se iniciaram entre os estudante enquanto sou desacreditada mais uma vez... Por todos.  Meu silencio é o bastante como resposta e então o professor estende a mão e um silêncio reina sobre.

__O que acha de deixarmos isso mais interessante? Convidaremos para auditório todos os alunos com tempo vago... Caso você os induza com sua defesa; você está livre da minha aula. Pela a primeira vez em quatro anos a vida sorrir para mim. Contudo, algo me diz que não é apenas isso. __No entanto, se você não conseguir... Terá de cuidar da minha sala até o final do semestre.

Eu sabia. É sempre desta forma. Esse homem sem coração escolhe uma ovelhinha, aparentemente frágil, e a joga para os lobos. Mas este pastor não tem o conhecimento de que essa ovelhinha está mais para um cão, no caso, cadela. Eu aceito o desafio.

__Aja da maneira como desejar. Dou-lhe de ombros e pego sobre a sua mesa os detalhes do caso. Seja como for, eu não irei me rebaixar. Não me humilharei. Cairei, mas com dignidade.  

“Sim, eu posso vê-la, porque toda garota aqui quer ser ela. Ela é uma diva. Eu sinto o mesmo e quero conhecê-la. Dizem que ela é baixa, isso é apenas rumor e eu não acredito. Dizem que ela precisa ir devagar, a pior coisa em torno da cidade. Ela não é como uma garota que você já viu antes. Nada que você possa comparar com as vadias do bairro. Estou tentando achar palavras para descrever esta garota sem ser desrespeitoso. O jeito que esse traseiro se move, não posso mais aguentar. Tenho que parar o que estou fazendo para chegar mais perto. Estou tentando achar palavras para descrever esta garota sem ser desrespeitoso. Droga, ela é uma cachorra sexy.”

Pov Zeus

Meu descanso é interrompido pela a voz do diretor no microfone convidando todos os alunos para serem os jurados, em uma audiência. De inicio ignoro. Não pretendia perder meu tempo assistindo essa brincadeira de estudantes. Contudo, é de Alexia que estavam falando. Então, tudo que diz respeito a minha mulher, eu irei. Dou de ombro ao colocar as mãos no bolo, a fim de esquenta-las ao andar em direção ao 3° auditório. Eu nunca conversei sobre o curso de Alexia, na verdade, ela era bem evasiva ao responder minhas perguntas; com o tempo parei de fazê-las. O que será que ela esconde de mim?

__Oi, Zeus. Sou despertado de meus pensamentos por uma voz feminina. Pamela. Encaro o meu lado e a vejo sorrindo e expondo um enorme decote. Mostrando toda a parte de seu colo. Mas é aquele ditado... Depois que se experimente fartura, você não quer saber de mendigaria. De Alexia sobram pelas minhas mãos. Que não são nada pequenas. Acostumei a comer bem. Agora perder o costume que será difícil. __Há tanto tempo que você não me procura...

__Tô namorando. Dou de ombros e continuo indo em frente. Ela me segue como um cachorrinho atrás do dono. Ah se Alexia soubesse dos sufocos que passo por causa dessa mulherada que me aparece correndo atrás... Ela nunca mais me permitiria andar sozinho. Se bem que ela nunca demonstrou ciúmes. Ah mas só de vê-la nua somente para mim, minhas palavras e gestos são suficientes para Alexia não nutrir esse sentimento.

__Sobre o que você está pensando?

__Em minha namorada. Falo rispidamente e abro as portas do auditório. Completamente cheio de pessoas. Como se fosse um jogo de futebol. __Quer falar logo o que você quer?

__Vamos sair? Você nunca foi homem de uma mulher só. Tô com saudades de você dentro de mim, se movimentando... Ignoro suas palavras e procuro por meus amigos. Boa escolha... Bem próximo de Alexia. Um lugar perfeito. Eu quero ser visto por ela. Sento-me ao lado Luan e Pamela junto de mim. Deus me dê paciência. __Zeus... Permaneço ignorando-a.

Depois de alguns minutos Alexia surge. De tal maneira que eu nunca vi antes. Um ar decidido, autoritário, certo e indecifrável. Ela corre sua cabeça pelas pessoas e para quando me encontra. Ela sorrir animadamente e, eu retribuo com um sorriso maior ainda. Um professor surge e nos indica a regra da brincadeira.

Aparece uma pessoa que não identifico. O promotor. Um criminal. Alexia senta ao lado de um homem que não sei quem é. Um bem assanhadinho para o meu gosto. Vou quebrar aquilo que ele chama de cara se continuar rindo para a minha loirinha.

Ignoro a maior parte do processo... O que me interessa é ver Alexia em ação. O promotor conta a história desde o inicio, destacando os principais pontos: estupro, facadas, digitais na cena do crime, esperma no carpete, esposa morta e principal suspeito: o próprio marido. 

__A defesa do réu. Uma voz ríspida e decidida do professor Claus, o Juiz, ecoou entre todos. Alexia se levantou e caminhou até o meio e encarou todos e voltou a observar o juiz.

__Meu cliente é inocente meritíssimo. Por qual razão ela violaria e mataria a própria esposa? Ela nos fitou indiferente. __No dia do crime o Sr. Marlon Muniz saiu cedo para a reunião que teria pela manhã. Uma rotina. Como tantos outros. Uma agenda com compromissos e uma secretária. Alexia moveu com as mãos.__ Que comprova seus passos durante o seu dia. Ela deu de ombros como se menosprezasse a situação. Que mulher da porra aonde ela aprendeu isso? __  Ao retornar para á sua residência meu cliente encontrou sua esposa deitada sobre o carpete da sala. Sem pensar nas consequências ele alterou as cenas do crime, tocando-a e a sacudindo fortemente. Por isso das suas digitais no corpo dela.

__Eu protesto. Disse um o qual não sei a função. Perdoem a minha ignorância.

__Protesto negado. O juiz disse.__ Continue.

__Em relação ao fluido corporal dele encontrado nela é muito simples de se explicar... Ela fez uma pausa e respirou fundo. __Antes de ele ir para o trabalho, ambos tiveram relações sexuais. Então, obviamente, os fluídos dele permaneceriam dentro do corpo dela. Pergunte a qualquer médico legista se é possível ou não. Alexia não riu, mas seu rosto malicioso dominava a todos. Como ela é tão rápida? Não há duvidas.

__Permissão para falar.

__Permissão concebida.

__Então como se explica a digital dele na faca encontrada no carpete? Uma reviravolta, entretanto, ela não se abalou. __Essa casa deseja saber...

__Pelo simples fato de querer salva-la, embora ela já estivesse morta; ele tirou a faca do peito dela. Meu cliente em um ato de histeria quis salva-la. Embora o seu inconsciente tivesse o conhecimento de que já era tarde. Meu cliente é inocente. E a pessoa que assassinou sua esposa está solta e segue impune pelas ruas dessa cidade, enquanto uma injustiça é cometida aqui. Que o culpado, o verdadeiro culpado, seja encontrado e punido com as leis da nossa legislação...

__Os jurados darão o veredito. Claus disse com um sorriso de orgulho estampado no rosto. Não há duvida de que ela mandou bem.__Quem concorda com a defesa de Alexia, por favor, ergam a mão.  Não houve debates. Cerca de 80% das pessoas aqui presente concordaram com as palavras dela. Que orgulho!

__Estão vendo essa mulher? É minha namorada. Pareço uma mãe se gabando pela apresentação de seu filho, mas é impossível não ter o ego, de namorar uma garota tão interessante, aumentado.  Minha futura esposa, uma excelente advogada durante o dia e uma dançarina á noite para seu homem.

Dentre todos, ela busca por minha aprovação. Como eu a amo. Perco-me em seus incríveis olhos azuis e espero para vê-la. Porém a mão de alguém toca meu rosto com força, fazendo com que eu virasse. Meu estomago embrulha ao ver Pamela me observando. Não teve tempo de uma reação, em questões de milésimos de segundo, seus lábios tocavam os meus ferozmente. Tentando invadir a minha boca. Sem pensar duas vezes a empurro para longe.

__Você tá louca? Grito de raiva.__ Sua piranha, vagabunda, Eu tenho namorada. A primeira coisa que vem na minha cabeça é Alexia. Bruscamente fito o lugar onde ela deveria estar, porém não a encontro. __Merda! Que desgraça. Blasfemo de ódio ao descer às escadas a procura dele. Como vou explicar esse mal entendido? Eu não...

“Noite passada não pude nem ao menos responder. Tentei ligar, mas meu orgulho não me deixou e agora estou aqui sentado, com essa expressão pálida e do jeito que me sinto quero me enrolar como uma criança.”


Notas Finais


Continua...
Beijos!!!


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