História I'II Never Let You Go - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Preconceito, Racismo, Romance
Visualizações 16
Palavras 1.788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa Leitura!!!

Capítulo 32 - Abstinência de Alexia Por Alguns Dias


Fanfic / Fanfiction I'II Never Let You Go - Capítulo 32 - Abstinência de Alexia Por Alguns Dias

                                                              Abstinência de Alexia Por Alguns Dias

 Permaneço de olhos fechados, quase acordando, e não sei quanto tempo dormindo.  Meu corpo se secou, porém algo está fora do lugar. Minha pepeca dói. Muito. Essa dor não é normal. Algo se escorre entre as minhas pernas. Desperto totalmente e vejo o motivo.  Zeus me machucara enquanto fazíamos amor. Como eu vim parar aqui?  Há sangue por toda a cama. Um constrangimento me consome a me ver no quarto de Zeus, em sua cama, a seu lado. Ele dormira profundamente. Que horas são? Pego o meu celular em cima do criado mudo e me assusto com a hora. Quase dez da noite. A dor começa a aumentar e uma fraqueza se inicia em meu corpo. Tento ficar de pé, mas é impossível. Eu sujei o edredom branco, os lençóis, o coxão e me sujei. Eu preciso de ajuda. Choro de dor e vergonha por ter de acorda-lo.

__Zeus, me desculpa. Falo, mas ele demora em despertar totalmente. __A sua cama... Ele não entende, então estica o braço e acende a luz do abajur ao seu lado. Iluminando parcialmente o cômodo. __Eu sinto muito... Choro constrangida. Embora a dor seja extremamente dolorosa, ela nem se compara com a minha vergonha. __Eu vou tirar os lenções antes de ir para o hospital. Só vou tomar...

__Alexia! Ele age desesperadamente. Em questões de segundo estava de pé. __O que... Ah meu Deus o seu útero! Percebo que o braço esquerdo dele. Não havia mais o gesso. Ele notou e fez uma cara de que não queria falar... __Eu tirei hoje na serrinha. Eu queria carregar você no colo... Ele deu de ombros. __Depois você briga comigo. Fica aqui deitada e me fala o que tenho de fazer. Eu vou coloca-la na banheira... Um banho é o mais importante para você agora.

__A sua cama. Falo timidamente. __Eu tenho que limpar...

__Alexia essa cama é o que menos importa. Zeus tira as cobertas de meu corpo e sem nenhuma preocupação me pega no colo e me carrega para o banheiro, me colocando, com cuidado, sentada dentro da banheira. __ Esse sangramento para por contra própria? Eu faço que não. __Um ginecologista então...

 O observo abrindo a parte debaixo do armário do banheiro e procurando por alguma coisa.  Minhas bochechas se avermelham quando o vejo pegando uma embalagem de absorvente; a minha embalagem. Ele abre e pega um e coloca sobre a pia. Em vez de sair e me deixar terminar o meu banho Zeus espera me encarando. 

__Acabei. Antes que ele pudesse me tocar, fico de pé e pego a toalha de sua mão. Ele protesta de cara feia vendo-me me esforçar.__Por favor, preciso de espaço.

__Se você quer espaço vai para á Galáxia. Ele me responde malcriadamente e pega em minha cintura me carregando para o quarto, me fazendo sentar em sua poltrona. __Espere aqui vou pegar suas roupas.

__Um vestido.  Zeus confirmou e foi ao quarto e voltou em poucos segundos com um conjunto intimo bege. Tantas cores ele foi escolher um bege de rendas.

 __Você tá indo ao médico, se tu acha que vai usar uma calcinha sensuall para mostra á outra pessoa... Está muito enganada. Zeus dá de ombros. Ele me entrega o sutiã e revira os olhos...__Eu sei tirar, não colocar. Seu comentário me faz rir. Discretamente ele me veste o vestido azul marinho rodado, em cima do joelho, que marca a minha cintura. Sem se importar ele pega o meu pé e me ajuda com a minha rasteirinha preta de pedras. Faltou a calcinha. Ele sabe disso.

Zeus me abandonou sem dizer nada e foi em direção ao banheiro, retornando com o tampa buceta. Sacudo a cabeça em desdém. Antes que ele pudesse me envergonhar ainda mais... Eu me estendo às pressas e pego de sua mão, junto da calcinha. Ele fala o meu nome em reprimenda.

__Não se esforce. Suas palavras entraram em um ouvido e saiu pelo outro. Me abaixo vestindo minha calcinha e fazendo o que tenho de fazer. __Não abuse, Alexia. 

__Tá, Zeus. Só que agora é um pouco tarde. Eu não quis que a piroca entrasse? Tenho de assumir com as consequências. Que vergonha!

“Todo momento que passo com você é um momento precioso. Não quero fechar meus olhos, não quero pegar no sono,  porque eu sentiria a sua falta e eu não quero perder nada, porque mesmo quando sonho com você, o sonho mais doce nunca vai ser suficiente.”

Eu pedi. Implorei. Supliquei para que ele não me acompanhasse, entretanto, Zeus não escutou minhas preces. Minhas bochechas erubesciam conforme eu me aproximava do balcão da recepção com Zeus, no hospital da sua família. Por que logo aqui? Ele cumprimenta alguns médicos e eu o abandono indo na frente.

__Srta. Alexandria. O que deseja? Eu expliquei que gostaria de me consultar com um médico urgentemente, de preferencia, um ginecologista. Ela me foi bastante prestativa e me informou que eu deveria passar primeiro por uma enfermeira que avaliaria a minha situação. Que eu apenas seguisse para a sala de espera, que em alguns minutos eu seria atendida. Eu agradeci por seu atendimento e andei em direção ao elevador. Antes que as portas se fechassem Zeus colocou a mão dentro impedindo e entrou. Apertando o numero 302, da sala de espera. Eu tento me concentrar na dor, mas a vergonha é maior. Quase meia noite e Alexia Maia D’ Alexandria vem ao médico porque se machucou dando... Oh vida!

Assim que entramos na sala do consultório, eu observo algumas pessoas aguardando, mas antes mesmo que sentassem eram atendidas pelas enfermeiras para a ter um papel para levar ao médico de plantão. Ouço meu nome o que me faz abandonar Zeus e ir para a sala, no entanto, quando fecho a porta o observo colocando o braço e forçando para entrar. Privacidade? Nem sei o que é... Depois que o conheci perdi completamente isso.

__Eu preciso medir sua pressão. A enfermeira sorriu para mim e me pediu para que sentasse a sua frente. Zeus ficou de pé e em silencio. __Está alta. Vou medir de novo para ter certeza. Você é hipertensa? Faço que sim. Zeus franze o cenho encarando-me indiferente. Ele não sabia. __O médico vai atendê-la... Ela me entrega um papel. Zeus me ajuda a levantar e inconscientemente ele aperta o meu braço com força.

Assim que saímos do consultório ele bate a porta e me fita com raiva. Será que é por causa da hipertensão? Ah não fode... Minha pressão subiu por culpa da dor.

__É sério Alexia, você pode enfartar. Você sente alguma dor? Fora a da vagina... Faço que não com a cabeça...__Nem dor de cabeça? Confirmo com não. __  Por que não me contou?

__É desnecessário. O respondo friamente.

__Ah claro. Sua saúde e bem estar é desnecessário para mim. Você pode morrer que eu não me importo. Não me dou o trabalho de debater o sarcasmo dele. Zeus é desprezível quando quer. Sem bater, nem nada ele abre a porta anotada no papel e acena para um médico que o cumprimentou. __Será você? Não há alguma médica de plantão hoje? Meu queixo toca o chão com a atitude nada profissional de Zeus.

__Por favor, se retire. Digo friamente para Zeus. Tudo há limites; inclusive seu ciúme que já ultrapassara as razões. Ele pensa em debater, mas me imponho com apenas meu olhar impiedoso. Zeus engole seco, mas sai e me deixa com o médico, contra a sua vontade. Em silencio me sento a sua frente e lhe entrego o papel da minha pressão.

__Você terá de tomar remédio na veia. Nego com a cabeça, eu me recuso a ficar presa dentro de um hospital. __Mas sua pressão está alta.

__Eu não estou aqui por causa da minha pressão. Ela não me afeta em nada, Doutor. Bem, vou ser direta com minhas palavras. Eu tive relações sexuais hoje, no ato não senti nada, mas agora pela noite eu acordei em uma poça de sangue. Há uma dor enorme dentro de mim que não sei o que faço. O médico não demonstra nada, apenas confirma minhas palavras. Agora ele compreende a atitude de Zeus. Eu terei de mostrar minha perereca para outro homem...

__A parede de seu útero é baixa? Eu faço que sim. O médico pedira com que eu fosse ao toalete e colocasse a roupa de um exame de rotina que uma mulher faz no ginecologista. Ele avaliaria a situação, se fosse grave e precisasse de pontos, um anestesista seria chamado. Ele me explicara algo que eu já sabia... A dor que sinto aumentou minha pressão.

Pov Zeus.

Embora saiba que médicos tendem ser profissionais... É impossível não me remoer de ódio no momento em que vi outro médico; anestesista, entrando no consultório. Dois homens tendo a visão da branquinha rosada de Alexia. Bato meu pé conforme a espero. Várias pessoas passam por mim, gente saindo, gente entrando; pessoas circulando, desde médicos, pacientes e funcionários.  Falo com a maior parte, a qual eu conheço. Depois de longas uma hora; de pura angustia e medo, observo-a saindo na sala respirando fundo.  Levanto-me as pressas e antes que ela percebesse eu grudo em seu braço, sustentando-a.

__Quero que você veja esse braço, Zeus. Ela me encara de cara feia. Eu me nego. Alexia me belisca sem piedade na mão. __Você não devia ter o tirado.

__Alexia, eu tô cansado. Hoje eu tive um dia exausto. Estou com álcool na mente... Amanhã eu faço isso. Eu prometo.  Ela se deu por vencida e bocejou ao escorar a cabeça em meu ombro.__ Então?

__Eu tive de levar pontos na minha perereca. Eu confirmo suas palavras. Contudo, engulo seco ao saber sobre. Deus queira que seja uma semana sem. __Trintas dias sem afogar o ganso, Zeus. Ao ouvir suas palavras minhas pernas balançam. Nunca pensei que pudesse sentir tanta dor apenas com palavras. Inseto maldito nem se compara ao “trinta dias sem afogar o ganso.” Minha vontade é de acordar deste inferno. Abstinência de Alexia é a minha tortura.

__Por que você tá chorando? Escuto a voz Alexia. O que me faz perceber que escorre de meu olho esquerdo uma lágrima, uma única lágrima. Eu não aquentei segurar meu desespero. Não fui macho o suficiente para esconder meu desagrado. O que eu fiz para merecer tanto sofrimento?

__Nada! Minto para Alexia e para mim mesmo. Eu aturarei este inferno como um verdadeiro macho.  Não há nada que me fará temer essa prova de resistência. Concluirei essa etapa sem cair. Eu serei forte e ficarei sem foder!

“Pois quem ama não pisa, cuida, valoriza, só quem ama não usa, ama, não abusa. Só quem ama é capaz de escutar, dividir, preservar todo o prazer de sonhar.”


Notas Finais


Continua!!!
Beijos Doces Com Açúcar *--*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...