História I'II Never Let You Go - Capítulo 33


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Preconceito, Racismo, Romance
Visualizações 21
Palavras 1.782
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Josei, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Leitura!!!

Capítulo 33 - Hoje Meu Passado Veio Me Visitar


Fanfic / Fanfiction I'II Never Let You Go - Capítulo 33 - Hoje Meu Passado Veio Me Visitar

                                                               Hoje Meu Passado Veio Me Visitar

Eu não moro com Zeus. Digamos que passo alguns dias da semana em seu apartamento. Talvez sete dias... Mas nós não vivemos juntos. A  três dias da minha visita desastrosa ao hospital eu venho o notando diferente. Digamos que ele não me toca, não me beija com aquele fogo e não me vê mais pelada. Sempre quando eu vou tomar banho, trocar de roupa, enfim,  ele  dá um jeito de desaparecer. Será que se arrependeu de sua escolha? Evito uma pergunta direta. Só o encaro se enrolando no meio das cobertas, vestindo uma calça de moletom cinza. Ele nunca dorme de roupa! No máximo um samba-canção. Geralmente é de cueca box mesmo. Eu apago a luz do quarto, enquanto a do abajur continua acesa...

Quando ele estava prestes a apagar eu peço que não. Afastando esses pensamentos eu tiro minha camisola. Me atiro na cama sem nada. Como eu cheguei ao mudo. Observo seu desconforto, mas sem dizer nada ele estica o braço direito e apaga a luz do abajur. Deixando o cômodo todo escuro.

 As vidraças são iluminadas pela luz da cidade. Nós nunca de fato ficamos no escuro. Alinho meu corpo junto ao seu, passando minha perna esquerda por sua cintura, e apoiando minha cabeça em seu peito. Enquanto espero o sono brinco com os pelos de seu tórax, com minha mão esquerda.

__Não tá dando, Alexia. Se afasta! Ele se desespera e me empurra de seu corpo. Eu sabia que algo não estava certo. Zeus colocava as mãos no rosto e me fitava como se a culpa o preenchesse por completo. __ Acho melhor você voltar para a casa da sua avó. Meu mundo desmoronou.

__Tá bom, Zeus. Seguro minhas lágrimas e me sento em sua cama. Não esperarei pela manhã, se ele quer terminar... Seja feito a sua vontade. __Foi bom enquanto durou. Eu só quero que você seja feliz.

__Por que você tá se comportando como se estivéssemos acabando? O observo franzindo o cenho ao me fitar. __ Não tá dando mais eu ter de ver você nua, sensualizando para mim,  me acariciando, e não poder te tocar. Alexia minha mão criou calos. De inicio não o compreendo, entretanto, eu gostaria de ter continuado não ter o entendido. __Eu quero te foder e não posso! O nível do meu testosterona se eleva ao teto. Chego a suar frio de madrugada com seu corpo nu e intocável.

__Não pode haver a penetração, Zeus. Mas nós podemos brincar. Sua boca faz um excelente trabalho entre as minhas pernas. Sorriu maliciosamente e me sento em cima de seu corpo, encostando minha intimidade em seu membro enrijecido.__ Por exemplo, você pode se colocar na minha boca, entre os meus seios... Assumo um ar safado ao tombar meu corpo para frente; aproximando-me de sua orelha aonde mordo seu lóbulo esquerdo brincando com o seu brinco.__ Ou em minhas coxas.  Você tem a opção de escolha. 

__Eu tenho? Ele pergunta não acreditando em minhas palavras. Eu começo a rir maliciosamente e digo que sim com a cabeça, enquanto acaricio seu peito. __ Alexia,  então me mostre o que seus seios fazem. 

“Ele é demais, é real, ele tem uma coisa a mais. Abre garrafas e é do tipo que não presta. É frio, é muito louco, talvez até venda cocaína. Ele está sempre no ar, mas nunca tá se achando... É esse tipo de cara que eu estava procurando e você vai levar uma bofetada se ficar olhando, vagabunda.”

Eu não permiti que Alexia dormisse essa noite. Eu fiquei três dias a evitando... Quase caio no sono ao ouvir a explicação do professor. Que cansaço! Como será que minha gordinha tá se saindo? Minha cabeça começa a doer por falta de sono, então sem pensar duas vezes me levanto e me retiro da aula. Sou encarado por todos. É engraçado ver a reação deles... Enquanto eu ando tranquilo em relação a minha capacidade intelectual e notas, eles estão se fudendo de tanto estudar. A parte teórica eu domino há muitos anos. Sigo pelos corredores movimentados de pessoas sem tempo e me deparo com a sala do professor de Alexia. Claus.

Sem ser notado encaro através do vidro da porta: a sala vazia, ou quase.  Se não fosse por Alexia e Claus se encontrarem bem junto, ali... Sozinhos. Ela me explicou sobre o combinado e que perdeu por ter brigado com Pamela. Eu não dei a mínima importância. Péssima ideia. Vê-los tão próximos é um desconforto para mim. Pode ser ciúmes? Talvez...

Claus, sempre quando pode, aproveita a situação para toca-la. Toques tão inconscientes que não se sabe se aconteceu ou se é coisa da cabeça... Engulo seco e a observo carregando uma pilha de livros, contudo, como bom cavaleiro, ele a ajudou e demorou mais que cinco segundos acariciando a mãos dela. Eu percebi que não é fruto da minha imaginação... Como eu sei? Obvio. Pelo simples fato de Alexia está desconfortada com tal atitude. Sem pensar duas vezes arreganho a porta da sala dele indicando minha presença. Desço as escadas as pressas...

__Sr. Valmort. Ele me disse casualmente. Eu ignorei a formalidade e fechei meu punho no seu queixo com força. Ele quase se atirou no chão se não fosse pela a mesa atrás de si.

__Escuta... Se você está a fim de comer uma aluna... Procure outra. Alexia é minha mulher.  Se eu descobrir essas gracinhas para o lado dela eu quebro isso que tu chama de cara e ainda faço sua caveira nessa merda. Minhas palavras de ódio o alcançam. Sem pensar duas vezes puxo Alexia pelo braço; colocando-a atrás de mim. Ele começa a rir desenfreadamente da situação.

__Zeus, o que você fez? Ela entra em desespero e sai no socorro daquele fulano. __Que absurdo! Professor, o senhor está bem? Ela se abaixa e o ajuda a se reerguer. Ele não precisava de suporte. Ele fez para me provocar. Encostando o seu corpo na minha mulher; de proposito e esfregando a situação na minha cara. __Zeus, por favor, se retire imediatamente. Ela me trata tão friamente.

__Não vai ficar assim, Zeus. Claus tenta me intimidar com seus olhares mórbidos, mas não me abalo com essa merda. Eu não temo ameaças tão superficiais. __Seu imundo. Preto desgraçado. Eu vou acabar com você. 

__Por que você não tenta a sorte? Dou um sorriso de canto de boca debochado e enfio as mãos no bolço de meu casaco. Sem perder meu tempo dou-lhe as costas e subo as escadas em direção à porta. __Inseto maldito. Prolifero as palavras de Alexia ao bater a porta com força.

Respiro fundo e a espero do lado da porta. Encostado na parede e olhando para o teto...

__Oi Zeus. Encaro uma garota, que não lembro o nome, sorrindo para mim. Eu retribuo com um sorriso e retorno ao meu mundo. Escuto as vozes deles, o que me faz dar uma de minha mãe e colar o meu ouvido atrás da porta.  

__Eu peço desculpas pela a atitude de Zeus. Sinto muito. Alexia pede perdão por mim. Que ódio! Ela não sabe que assim fere o meu orgulho? Eu coloco meu rosto no vidro e os encaro próximos. __Ele não sabe o que faz. Meu ego despenca no chão.

__Eu o perdoo. Por você, claro.  Claus sorrir para Alexia. Será que ela ouviu as palavras deles? Claro que sim... E mesmo assim. Ah foda-se eu não preciso ser defendido. Ela permanece perto dele e indiferente, com um olhar tão iluminado e vivo.

__Que bom. Obrigada... Ela o respondeu com um sorriso mais largo que antes. __Porque a mim você não precisa perdoar. Ela falou com insignificância e sem pensar duas vezes deu um soco tão forte no olho dele que o vejo perdendo as forças e se atirando em sua cadeira. Ela estourou o rosto dele. Quem é Muhammad Ali perto de Alexia Maia D’Alexandria? Ninguém... Porra nenhuma. __O único desgraçado e imundo aqui é você. Ainda insatisfeita ela estendeu seu corpo para frente e colocou o pé, com um salto alto, no meio das pernas dele e ameaçou pisar sem dó nem piedade. __ Vamos lá... Primeiro: você vai esquecer a atitude de Zeus. Segundo: vai manter o seu trato e me livrar da sua aula, como o combinado. O que eu fiz com Pamela, pode ser feito com você e multiplicado por 2.  Eu não quero mais olhar para a sua cara. Terceiro: Se alguém souber sobre o que aconteceu aqui... Eu destruo sua carreira e te acuso de assedio sexual. Você me tocou sem o meu consentimento. Acabo com a sua vida. Quarto: você se comportou de maneira racista com um membro desta unidade de ensino, na minha presença e na vitima.

Eu sei a razão pela qual Alexia não interveio na minha briga... Ela não queria que eu a visse com o Satã no corpo. Ela me dá medo...  Um silêncio pendura por alguns segundos, tudo poderia mudar por causa das palavras daquele homem. Alexia é possuída por todo o batalhão de demônios.

__Estamos entendidos? Ela o perguntou, entretanto, obteve o silencio como resposta. Sem dó nem piedade ela pisou, massacrando, o pinto daquele homem. __Fala comigo quando eu dirigir a palavra a você seu Inseto maldito... Então, eu perguntei se estamos entendidos? Ele chorava como uma criança.

__Sim... Ela sussurrou entre lágrimas...

__Eu não ouvi direito. Como um torturador do governo Alexia dobrou a forçada perna e o aleijou o pinto. __Fala!

__Sim! Ele disse mais alto. __Agora, por favor...

Alexia cuspiu no chão e tirou o pé de cima dele. Sem muito se importar com nada ela pegou sobre uma mesa sua bolça e subiu as escadas para a saída dos estudantes. Fito os lados e observo o banheiro masculino, é lá mesmo...

Ela me defendeu... Disfarço um sorriso observando o meu reflexo no espelho. Abro a torneira e lavo meu rosto. Eu não preciso ser protegido, ainda mais por Alexia, mas... Há uma sensação boa dentro do meu coração. Ela se importa comigo... Ninguém nunca me defendeu desta forma. O preconceito das pessoas nunca me incomodou, mas Alexia não permite que ninguém me ofenda. Embora eu não peça proteção, é tão bom ter alguém que te zela. Meu corpo ficou leve e tudo se transformou. Não é necessário só o amor para um namoro der certo... Agora eu vejo isso, pois está bem diante dos meus olhos... Eu a amo.

“Lembra-se daquelas paredes que eu construí, bem elas estão desmoronando; elas nem tentaram ficar em pé, nem fizeram um som. Eu achei um jeito de deixa-la entrar, mas eu nunca tive dúvida, sob a luz de sua auréola,  que eu tenho meu anjo agora.”


Notas Finais


Continua...
Beijos Doces Com Açúcar *--*


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