História I'll have a bad time - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Fontcest, Papyrus, Sans, Yaoi
Visualizações 95
Palavras 638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou testando uma coisa nova aqui na fic...
Enjoy!

Capítulo 4 - Jure com sua espada


Sans on:

Chego na casa de Undyne. Ela está me esperando de braços cruzados em frente a porta. Vou até ela com um pouco de receio:

-Está melhor hoje? –ela pergunta.

-Sim, eu acho que sim. –respondo.

-Ótimo! Agora poderemos repor a aula de ontem.

-É...

-Aliais, eu e a Alphys estávamos pensando... Você ainda não tem nenhuma arma, não é?

-Não... Além dos Gaster Blazers e dos ossos, da telecinésia e tudo que você já viu.

-Então, nós fizemos uma arma para você!

-Sério?!? O que é?

-É uma katana!!!

-Ka... tana?

-Sim. –ela entra na casa e volta com duas katanas. Eu pego a que ela me entrega e a analiso. O metal dela é de um azul frio.

-Gostei, mas é meio pesado.

-Você se acostuma. Muito bem, tudo começa com a sua postura. –ela mostra o jeito certo de empunhar a arma. –Lembre-se que: Se por ele fizer, novamente o fará. –ela olha para o lado e continua a cantar. – Se por ela fizer, assim a salvará. –ela então se concentra de novo. –Se por ele fizer...

Undyne fica me rodeando e me observando. Sinto como se tivesse programando um jogo sem ao menos saber o que são variáveis:

-Amplie a base e o corpo abaixado. –eu sigo suas ordens. –Se for avançando saiba equilibrar.

Ela fica na minha frente empunhando a katana. Encostamos as lâminas uma na outra:

-Direita, esquerda. Passos combinando. –ela avança um pouco até eu perder a confiança e começa a andar para trás. –Mesmo recuando não deixe de me olhar.

*Quebra no tempo*

Estamos mais uma vez lutando. Me lembro das dicas que ela me deu ontem:

-Mantendo a base e o corpo abaixado. Se vou avançando... –ela desfere um golpe e eu recuo um pouco.

-Concentre-se! Não quer que ele fique vivo? –ela desfere outro golpe, mas eu o desvio.

-Direito, esquerdo. –Dou dois passos.

-Isso! Avance com seu corpo inteiro. –ela dá um sorriso. –Tudo que tiver, tudo o que puder terá que dar.

*Quebra no tempo*

Olho para o céu, hoje o treino foi árduo, e já está de noite, mas estou cansado demais para voltar para casa agora. Undyne se deita ao meu lado:

-Quando batalhar, se tudo está caótico. E só o que te resta é sentir a espada e o coração. Pense em como a vida pode ser depois que a guerra acabar. Então por ela o fará, assim você vencerá. Se por ela eu fizer, a salvará. Se por ele o fizer. No fundo sabemos, não queremos guerra, mas não quer dizer que não irá lutar. –ela se levanta e me puxa junto. –Não vão saber sua real vantagem. Se o amor te move, nada irá temer. –Undyne olha seriamente para mim.

*Quebra no tempo*

Hoje Papyrus está assistindo ao treino. Ele ficou muito surpreso quando lhe falei que estava treinando com Undyne. Alphys também está aqui. Ela olha atentamente Undyne, parece estar pensando em várias coisas.

Alphys on:

-Bem fundo eu sei que sou só um comediante. –Sans começa a cantar.

-Mas com sua espada sei que irá lutar. –Undyne completa.

-Sei que sou baixinho. –ele ataca e ela defende. –Mas a diferença. Por ele eu me esforço. –Sans consegue derruba-la. Ele então aponta a katana para seu pescoço. –E assim vou lutar.

Sans ajuda Undyne a se levantar. Eles se aproximam de nós e se ajoelham diante de nós:

-Se por ele eu fizer. –Sans fala.

-Mas por ela eu farei! –Undyne canta. –Agora mais uma vez.

-Sim senhora.

-Se por ela fizer, o que me diz?

-Vou por ele fazer.                          

Ficamos todos em silêncio por alguns minutos até que Papyrus quebra o gelo:

-Wowie Sans! Não sabia que você cantava tão bem!

Me viro e dou um tapa na minha própria testa. Como alguém pode ser tão tapado assim?


Notas Finais


E então???? :3


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