História Illuminate - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi
Tags Naruhina, Nejiten, Saino, Sasusaku
Visualizações 105
Palavras 2.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Saudações.
Eu acho que estou muito na fase de fazer ones e não continuar fanfics. Perdoem-me. Não sei o que fazer em Laços. Vou tentar atualizá-la.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Roses


Fanfic / Fanfiction Illuminate - Capítulo 1 - Roses

Roses

🌹


Andava solto pela rua. 

O álcool impregnado em suas veias o fazia cambalear. Toda aquela agitação e confusão o deixavam transtornado. Então, descontava na bebida. E o que seria pior do que ela casar com outro? Isso era inaceitável! Ele não aceitava, não respeitava, e não deixaria nada acontecer. Que diabos eles estavam pensando? Gaara pediria a mão dela! Ela era dele. Somente dele. A raiva o consumia por inteiro, e a aflição se tornava sua melhor amiga. Ele faria o que pudesse. 

Ou não se chamava Sasuke Uchiha. 

Passou por uma floricultura, fechada àquela hora da noite, e lembrou-se das primeira rosa que dera de presente para ela. Vermelha. Sorriu ao visualizar os olhos cor de luz cintilarem em surpresa e adoração. Sua flor favorita, e ele havia dado. Nada era mais prazeroso que o sorriso dela. Sentou na calçada, o rosto afundado nas pernas, a cabeça latejando. O que ela estaria fazendo agora? Dormindo? Esperando o amanhã chegar? Pensando se deveria aceitar? Ela, com certeza, aceitaria. Mas ele era um Uchiha. E Uchihas não desistem. Jamais. 

Fora uma rosa que colocara nos fios róseos na primeira vez que fizeram amor. Fizeram amor. Ele nunca praticara tal coisa. Apenas com ela. E ele o faria de novo milhares de vezes, era incrível - com ela. Com os olhos fechados, lembrava-se dos gemidos altos, dos gritos, dos chamados por seu nome. Do toque dela sob sua pele tatuada. Da boca carnuda dela junto com a sua. Tantas lembranças. Extraordinariamente, tudo aquilo existiu. Foi real. Agora não mais. Ela parece estar mais leve, mais contente. Sem ele. 


Não é que eu tenha medo que eu não seja suficiente para ela. 

Não é que eu não consiga encontrar as palavras para dizer. 

Mas, quando ela está com ele, ela parece mais feliz. 

E eu não quero tirar isso. 


Os soluços estavam se tornando ruidosos. Ele nunca sentira o que sentia ali. Aquela dor. A sensação de ter perdido. Ter perdido ela. Ele chorava e chorava, e ninguém estava se fodendo para isso. Nem ela. Ainda assim, ele queria o melhor para ela. Sempre. E o melhor era estar com ele. Tinha certeza. Mas, o que fazer? Havia metade de uma noite, lojas fechadas, cerveja queimando seu fígado e um bom par de lembranças inesquecíveis de noites passadas em claro. Nada mais. 

Só a vontade de levar-lhe uma rosa. 

Mas que caralho. 

Levantou o rosto, olhando para o céu escuro. Pontinhos brilhantes destoavam na negritude. Ela amava estrelas. Poderia saber dizer cada uma das constelações conhecidas pelo homem. Suspirou, fundo e pesado. Naruto bem que poderia tê-lo avisado antes. Aquele filho de uma mãe. Que ele fosse para o eterno fogo do inferno! Que todos fossem! Ele havia encontrado o pior de sua alma naquele momento e não responderia por seus atos. Até que ouviu passos em sua direção. Leves e delicados. 

Passos que só poderiam ser de uma pessoa.  

Hinata

A filha do marido de sua mãe. Sua irmã adotiva. Como ela sabia onde ele estava? Ele não tinha dado as caras em casa o dia inteiro! 

Esperou a menina sentar ao lado dele na calçada perto de casa e da casa dela. Sasuke apenas olhava para o nada. Hinata encarava o semblante choroso e vermelho do irmão. 

- Você deveria ver sua cara. - Hinata não era lá muito sutil com as palavras. Nunca fora. Sempre direta. No entanto, era a pessoa que mais o entendia. Nem Itachi o compreendia assim. - Eu sei que ela vai se casar. Ela me disse que o pedido iria acontecer. 

- E você não me falou nada. - a voz embargada estava arrastada e cheia de dor. - Que bela irmã. 

Hinata não pareceu indignada ou surpresa, até riu. Ela sabia que seu irmão precisava deste choque de realidade. Só assim deixaria o orgulho e iria atrás dela. - Não é como se não houvesse tempo. Ainda resta um fio de esperança. 

Sasuke quase riu da cara dela. Hinata era mesmo insana. Ela achava mesmo que ele poderia invadir a casa dela, e tudo ia ficar bem? Era ridículo. Não fazia sentido. Nada fazia. 

A mulher de olhos acinzentados sorriu. Enquanto Sasuke fechava ainda mais a expressão. Ele não ia desistir, mas o que iria fazer? Talvez sua irmã pudesse usar a mente brilhante que tinha, e ajudá-lo. Por favor, pensou. 

- Você a ama, Sasuke? 

E ele travou. Continuou olhando para o nada, sem resposta. O que dizer? Era inevitável sentir isso. Mas, como pronunciar? E ele a amava, de fato? Era estranho, confuso. Mordeu os lábios, enquanto Hinata esperava a resposta para sua pergunta. Ela estava esperançosa, e ele, simplesmente, travou. 

- Eu... Eu... A... 

Ela o interrompeu. 

- De verdade, Sasuke? A ama de verdade? 

Sasuke suspirou. Fechou os olhos vermelhos por conta do choro e depois os abriu. Olhou para a irmã, e tirou uma coragem do fundo da alma que nem sabia que tinha - e que existia. 

- Sim. 

O sorriso de Hinata era lindo. Grandioso. Ela o ajudaria agora. Sem dúvidas. 

-Tenho uma ideia. - ela disse. 

Sasuke franziu o cenho. Poderia ter bebido, mas não ao ponto de perder a consciência. - Qual? 

- Você vai saber. Só esteja na porta da casa dela daqui a meia hora. Com a sua rosa. 

Então ela levantou. Seguiu seu caminho, deixando um Sasuke do avesso para trás. O que ela pretendia? Não tinha a menor noção do que poderia ser. Mas era Hinata. E ela sempre sabia o que fazer


Quantas vezes eu posso ver seu rosto? 

Quantas vezes você vai ir embora? 

Eu só tenho que deixar você saber. 


Ele não sabia como conseguiria uma rosa aquela hora. Mas, de qualquer forma, iria achar. Era para ela. E tudo o que fosse para ela, ele com certeza o faria. 

Perambulava pelas ruas, de um lado para o outro, tentando achar uma loja de flores aberta. Não sabia o que pensar, não sabia com agir. Apenas tinha em mente uma coisa. Achar uma rosa. Só. Então lembrou-se da floricultura de Ino. Ficava a sete quadras da rua onde estava e seria fácil chegar lá. Los Angeles estava caótica, mas mesmo assim conseguiu um táxi. Explicou todo o trajeto, até dar de cara com o letreiro "Yamanaka Flowers". Pagou o táxi e saiu de lá as pressas, parando em frente à loja. A casa de Ino ficava acima. Então chamou. 

- Ino! Ino, você está acordada? Ino! 

Sacou o celular do bolso e discou o número da Yamanaka. Tocou uma. Duas. Três. Esta chamada será encaminhada para a caixa postal. Ligou de novo. Mais uma vez, Ino não atendeu. Então ligou outra. E depois. Até fazê-la atender. 

- O que é, Sasuke? Espero que seja importante, eu estava... 

- Transando com o Sai. Sim, eu sei. E sim, é importante. Será que pode descer aqui? 

- Agora? O que você quer? - Ino parecia sonolenta. Sasuke fez uma nota mental de recompensá-la depois. 

- Preciso de uma rosa. - ele disse. - Preciso de uma rosa agora. 

- Por que raios você precisa de uma rosa? Alguém morreu? Meu Deus, Sasuke! Quem morreu? - agora ele revirou os olhos. Ino era muito, muito, dramática. 

- Ninguém morreu, agonia! - Sasuke vociferou. 

- Então para quê você precisa de uma... - a voz dela se perdeu na fala. - Santo Cristo. Espere. Eu já estou descendo.

E quando ela disse que já estava descendo, não era brincadeira. Ino, que sempre demorava para se arrumar, apareceu na porta como um jato. O cabelo estava desgrenhado, o rosto melado de batom vermelho, e o robe amassado. Ele acertara na visão, afinal. Ela estava com Sai. 

- Vamos. - ela disse abrindo a porta da floricultura. Os dois entraram apressados. - Soube que ela vai casar. Certo? 

Os olhos negros vasculhavam o lugar, procuravam a bendita rosa. - Não. 

Ino riu. Era a cara de Sasuke fazer estas coisas. Ela fora de encontro até um vaso. Tinha dezenas de rosas lá. De todas as cores. Azuis, brancas, rosas, até negras. E vermelhas. As preferidas dela. Ino pegou uma, e embalou com papel verde esmeralda. No fim, entregou para ele. 

- Aqui. - ela sorriu. - Espero que consiga. - continuou. Sasuke balançou a cabeça em agradecimento, e lhe pagou a rosa. Ela pegou o dinheiro. - Por que da próxima vez que interromper  a minha noite, vou arrancar o seu fígado. 

Ele sorriu de canto. - Eu comecei a atrapalhar suas noites desde que estávamos no ensino médio, porca. Não é agora que vou parar. 

Ino revirou os olhos. - Você é um péssimo melhor amigo. 

- Também te adoro, maninha. - Sasuke abriu a porta. - E obrigada. 

- Disponha. Agora vaza daqui. 

Então ele correu. 

Saiu alucinado a procura de outro táxi. Encontrou um a dois quarteirões dali. Fez o motorista ir o mais rápido que pudesse. Ele tinha que chegar a casa dela de qualquer modo. 

Depois de minutos que pareceram horas para ele, finalmente estava em frente a aquela casa. 

A casa dela.  

Observou o jardim que ela tanto cuidava, o lugar onde ela passava seus dias, e noites. O lugar que a beijou pela primeira vez, há tanto tempo. Ainda estavam na faculdade. Onde entendera sua paixão por rosas. Passou um tempo divagando as lembranças que o consumiam. Até que viu Hinata saindo da casa. 

E viu ela também. 


Eu não estou tentando iniciar um incêndio com esta chama. 

Mas eu estou preocupado que o seu coração possa sentir o mesmo. 

E, eu tenho que ser honesto com você, querida. 

Me diga se eu estiver errado, e se isso é loucura. 


Não conseguia olhar para ela, não conseguia manter a calma. Não sabia o que fazer. Desejou poder ter toda aquela sedução que tinha sempre que se encontravam. Mas Hinata estava ali. E seus encontros eram à dois. Seu maxilar travou ao ver os fios róseos e os olhos esmeralda. Era uma coisa que sempre lhe acontecia diante dela. Ele virava um estabanado. 

Ela sorriu para ele. Ao contrário do que imaginou.  Ele a imaginou berrando e mandando-lhe ir embora. Entretanto, fora um sorriso mínimo. E ele não precisava de mais nada. 

Caminhou lenta e vagarosamente até duas das mulheres da sua vida, encontrando os olhos cinzas cheios de expectativas e os esmeraldas desconfiados. Engoliu em seco. 

- Oi... Sakura. 

Ela sorriu outra vez. Fora pequeno como o outro, mas os olhos ficaram repuxados, realçando ainda mais seus traços orientais. Ah, e ele a imaginara de kimono por tanto tempo. Ninguém acreditava quando dizia que era japonesa. Ora, ela tinha cabelo rosa! Como poderia sê-la? Ele também não acreditara. Só quando ela o levou para sua casa, e mostrou-lhe as fotografias de seu pai no Japão - fotos de quando seu cabelo era escuro e preto -, ele compreendeu. Ela morava sozinha, visto que seu progenitor ainda estava no país natal. A mãe era britânica, e se casara de novo quando veio para Los Angeles. Kakashi, se bem lembrava. E Sakura era morena, como ele. Mas ele nem lembrava do tom. A vira uma vez com a cor natural, era parecida com o dele. Mas, já pintou tanto os cabelos que parecia um arco-íris ambulante. Da última vez estava azul. Agora, rosa. 

- Oi, Sasuke. 


Mas eu comprei esta rosa para você. 

E eu preciso saber;

Você vai deixá-la morrer ou deixá-la crescer? 

Morrer, ou deixá-la crescer? 

 

Eles, enfim, se encontraram. 


🌹

Não é que eu não me importe como amor que você tem. 

Não é que eu não queira ver você sorrir. 

Mas não há nenhuma maneira que ele possa sentir o mesmo. 

Por que quando eu penso em você, minha mente vai a loucura. 


Não lembrava muito bem como parara dentro da casa dela. Tudo o que recordava era de ter pedido para conversar. Sequer sabia onde Hinata estava naquele momento. 

Sakura estava à sua frente no sofá, esperando que falasse alguma coisa. Ela não era boa na cozinha, então Sasuke sabia que não lhe ofereceria nada. Mas se ela lhe desse seu corpo, e seu coração, ele aceitaria de bom grado. 

Os dois encaravam-se nos olhos. Os cor de luz hipnotizavam os da cor de céu noturno. 

- Você vai casar? - ele anuiu. 

Sakura se retesou. - Talvez, Sasuke. Gaara irá fazer o pedido. Estou pensando se devo aceitar ou não. 

- Entendo. 

Ela franziu o cenho. Sua expressão era de pura raiva. Sakura mudara da água para o vinho. 

- Você entende? Entende? Sasuke, ele quer casar comigo e você diz isso? Seu idiota! - ela gritou, levantando para ficar na frente dele. - Eu não queria que tivesse dito isso! 

Então ele também levantou. Sakura podia ser, bem, Sakura, mas não admitia que gritassem com ele daquele modo. Ele era gentil, por que gritariam assim? Isso era demais. 

- Então fale que porra você quer que eu diga!

- Diga que me ama! E que vai transar comigo nesse sofá agora mesmo! 

- Era o que eu ia fazer, caralho! 

- Você é... - ela arregalou os olhos. - Você... O quê? 

- Eu amo você. Amo você, Sakura Haruno. E nós vamos transar tanto, que você não vai conseguir andar. 

Ela sorriu. Largo e aberto. 

- Eu também amo você.


Quantas vezes eu posso ver seu rosto? 

Quantas vezes você vai ir embora? 

Eu só quero deixar você saber. 

Eu não estou tentando iniciar um incêndio com esta chama. 

Mas eu estou preocupado que seu coração possa sentir o mesmo. 

E, eu tenho que ser honesto com você, querida. 

Me diga se eu estiver errado, e se isso é loucura. 

 

Então ele a beijou. 

Beijou como se nada pudesse acontecer amanhã. Se dependesse dele, de fato não iria. Quando precisaram de ar, a deixou, mas a envolveu com os braços, trazendo-a para perto de si, o máximo que podia. 

- Nunca diga a ninguém que você gosta de alguém que não eu. 

Ela sorriu contra o peito dele. 

- Não vou.

- Eu tinha medo. 

Sakura o abraçou mais forte. Não o deixaria ir. Jamais. Eles haviam passado por tanta coisa, tinham que ficar juntos agora. 

- De quê? 

- De... amar você. 

Sasuke suspirou. 

- Você sabe que meu irmão estava doente. E que meu pai já morreu. Minha mãe afundou no trabalho. Depois ela se casou. Não havia tempo. Tempo pra mim. 

- Eu sei. 

- Então eu tinha medo. - ele continuou. 

Sakura olhou-o nos olhos, e acariciou-lhe a face.

Ele riu. Uma risada pura e verdadeira. Algo genuíno, como ele. Sakura não se cansaria nunca de olhá-lo. Era tão belo.

Sasuke beijou-a outra vez, sem hesitação, sem medo. Sem angústia. Era como se só existissem eles dois no mundo. 

Ele derrubou-a no sofá, e continuou a beijar-lhe a face, determinado em dar prazer a ela. Subiu a blusa que Sakura vestia, tirando a boca da dela para lamber sua barriga. Subiu as mãos pelo tronco, arrastando a blusa consigo. Os sons denunciavam os sentimentos tórridos de prazer. Afundou o rosto no sofá, enquanto arrancava o short dela. Depois abocanhou um dos seios da mulher, e massageou o outro com a mão. Sakura ria como uma criança. 

Estavam quase nas preliminares quando alguém abriu a porta. Eles se levantaram afoitos. Sakura já estava tentando enfiar a blusa, a calcinha e o short de uma vez só. Sasuke levantara de supetão enquanto alguém andava pelo corredor. 

Quando viu quem era, quase morreu de susto. Depois quis matá-la. Por que estava ali, em toda a sua beleza, a única pessoa que poderia atrapalhar a noite deles. Sua melhor amiga. 

Ino


Mas eu comprei esta rosa para  você. 

E eu preciso saber; 

Você vai deixá-la morrer ou deixá-la crescer? 


É provável que deixe crescer. 


Notas Finais


Obrigada por terem lido.
Até logo.


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