História Illusion Choices - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Mpreg, Original, Yaoi
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Palavras 3.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa madrugada, amores!
Muito obrigada aos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 10 - That Good


Ter conseguido um encontro tão fácil acendeu um pouco dele, mas por pouco tempo. Em seguida, começou a perceber como algo rápido assim seria vazio e não querendo mais vivenciar isto, acabou dando um passo para trás ao mandar mensagens a Ancar e pedir para que os dois tivessem mais um tempo conversando online antes de finalmente terem um encontro de verdade.

 

Achou mesmo que ele não iria aceitar, mas surpreendente o mesmo acabou aceitando e os dois começaram a trocar mensagens e conversarem sempre que podiam. Descobriu logo que mesmo que um pouco aberto demais, ainda era um homem sedutor, honesto e bastante gentil. Isto trouxe um pouco de ânimo para a sua vida, mas ele mantinha os pés no chão.

Não ir rápido demais era a regra que havia criado para si mesmo.

Com isto, foi se guiando na sua vida normal e passar estes dias fez com que voltasse a pensar sobre seu filho e sobre Bruce. Não queria e nem conseguia desistir permanente da ideia de ver o filho ou de tentar ajudar de algum jeito. Se tornou quase uma obsessão para ele, uma que conseguia manter sob o controle. Gostaria muito e passou a querer ainda mais mudar ou desfazer um pouco de tudo o que não tivera.

E sabendo que não podia fazer muito mais, achou ao menos que podia tentar fazer algo, mesmo que fosse o mínimo e com isto em mente, voltou a contatar Bruce e pedir para o ver de novo. Estava bem ciente do quão insistente estava sendo e que com o tempo, isto até poderia ser interpretado de forma inadequada. Sabendo disto, prometeu a si mesmo que iria apenas insistir no que podia e no que não podia, por mais que se sentisse mal, iria deixar para lá.

Por um tempo ao menos.

Bruce acabou aceitando o ver de novo, sem que ele precisasse insistir tanto sobre o assunto. Fazia menos de dois meses que tinham se visto e de novo, precisavam conversar. Yuu queria saber como estava Hideki e também se poderia fazer algo mais, além disto, quem sabe, saber se Bruce havia conversado de novo com o seu filho e explicado direito toda a situação em si.

Sabia que não podia esperar muita coisa e nem ele entendia direito como se sentia pelo menino que era seu filho, mas sabia que queria se aproximar dele e tentar saber mais sobre ele. De algum jeito fazer parte da sua vida e quem sabe, até mesmo conseguir a amizade de Bruce. Apesar que isto era menos improvável do que qualquer outra coisa.

Até esperava que Bruce o perdoasse, ele era uma boa pessoa, e se mostrasse mudança, talvez o faria, mas uma parte dentro de si sabia que o mesmo nunca conseguiria acabar a visão do homem que o abandonou quando ele mais precisou e sendo as coisas assim, era de se esperar que este nunca realmente chegasse a ter uma relação de amizade consigo, mas ao menos se as coisas pudessem ser mais amenas entre eles, já seria o bastante. E talvez o fato dele ter aceitado o ver mais facilidade, seria uma boa notícia, de um bom avanço para que eles pudessem conversar em paz, sem tanta mágoa entre eles.

-Boa noite, Yuu. — Se virou ouvir Bruce o cumprimentando. Yuu se virou, descontando o corpo do muro da loja de discos, enquanto estava esperando o mesmo chegar. Virou-se para o mesmo que estava com o semblante bem mais calmo agora, do que da última vez que se viram.

-Oi, Bruce. — Ofereceu a mão para este. Visto que um contato mais íntimo como um abraço claramente não iria ser bem recebido pelo mesmo. Houve hesitação da parte alheia, mas ele acabou pegando a mão dele e aceitando o seu cumprimento, soltando a sua mão logo em seguida. — Como você está?

-Estou indo bem, obrigado. — Respondeu tranquilo, mas ainda raivoso e frio. — E você?

-Estou indo bem também.

-Ótimo.

Para não ficarem parados no lugar, Yuu resolver caminhar.

-Vamos caminhar um pouco.

-Você que sabe.

Os dois começaram a caminhar, lado a lado, com um clima estranho esbarrando entre eles que Yuu sabia que era melhor cortar antes que se estendesse. Afinal, bem ou mal, Hideki sempre seria a ligação entre eles e isto absolutamente poderia ser mudado.

-Se quiser, podemos passar no meu apartamento. Fica a duas quadras daqui. — Ofertou, já para que para uma conversa pessoal, seria mais recomendado um pouco de privacidade.

-Não sei se é uma boa ideia. — Hesitou friamente.

-Só quero conversar com você, como antes. — Explicou-se para evitar qualquer tipo de entendimento errado da parte do outro. Sabia quanto tinha causado mal a ele por o ter abandonado e isto nunca poderia ser perdoado e esquecido. — Se não quiser não tem problema.

-Tudo bem então, mas não posso demorar muito.

Visto que Bruce havia concordado, indicou aonde ficava o seu apartamento e ambos seguiram para o local. No meio do caminho, Yuu ficou observando o outro. Foi fácil perceber como o mesmo estava desconfortável ao seu lado e como tentava manter certa distância. Repensou sobre a decisão de desistir da ideia e o levar para outro lugar, para conversarem. Quase o fez vária vezes, mas quando realmente tomou coragem para mudar o percurso, já haviam chegado no seu apartamento.

Resolveu que era melhor seguir em frente e não voltar trás.

Levou o outro para o seu apartamento. Foram pelas escadas para serem bastante discretos. Ao chegaram no seu andar e na porta do seu apartamento, Yuu abriu esta e entrou, seguido do mais novo que como um robô se mexia, sem dizer nada e com o corpo completamente duro. Fechou a porta sem trancar, deixando a mesma livre para que o outro saísse quando quisesse. Não queria o forçar a ficar ali, quando ficava tão claro o seu desconforto.

Pediu para que o acompanhasse até a cozinha. Acendeu as luzes quando chegou lá e se propôs a fazer um café para os dois. Ainda que contragosto, Bruce acabou aceitando. Enquanto fazia o café, Yuu se pós a lembrar e a pensar no amor que um dia sentiu por ele e se sentiu mal. Fazia anos que descobrira em si mesmo que o tal amor que sentia, nada mais era do que uma paixão ardente, porém momentânea que acabou quando uma situação complicada surgiu.

Talvez por isto tenha fugido como um covarde, ou talvez porque sempre teve medo da paternidade. Não sabia o que dizer a si mesmo, mas sabia que não podia consertar o que fez. Nada podia. Durante todo o tempo em que fez o café para os dois, ficou em silêncio. Não sabia direito como puxar assunto com ele e nem por onde começar a puxar assunto quando admitia que toda a situação era bastante complicada.

Contudo, foi bastante cuidadoso durante todo este tempo e fez o café puro, e serviu em duas xícaras brancas para ambos. Se moveu até a mesa de vidro, redonda que ficava no meio da cozinha entre um balcão, uma geladeira e outro móvel que decorava a cozinha. Foi até esta, pousou uma xícara para cada lado, mantendo uma certa distância entre uma e outra. Puxou a cadeira para si mesmo. Sentou-se, puxando uma xícara para si mesmo.

-Eu sei que você fica desconfortável perto de mim. — Comentou, voltando-se ao menor que permanecia em pé, perto da porta da cozinha sem ousar arredar o pé dali.

-Não é para menos. — Murmurou ranzinza.

-Pode se sentar, se quiser. — Começou a tomar o café, dando espaço suficiente para ele.

Bruce até que hesitou por alguns segundos, mas acabou indo se sentar. Pegou a xícara de café, assoprou um pouco e começou a tomar também. Ambos beberam o café e continuaram tomando por algum tempo, antes que Yuu resolvesse partilhar um assunto entre eles.

-Como está indo Hideki?

-Ele está bem. Melhorou na escola e finalmente conseguiu tirar o documento devidamente.

-Que bom. — Diz, friamente não por desprezo, mas por não saber o que ainda sentir por ter informações sobre seu filho. — Como ele é?

-Tem uma personalidade bem forte apesar da idade. — Contou, dando a ele até um pouco de orgulho. Aparentemente, mesmo que não conhecesse-o, o menino tinha uma personalidade parecida com a sua. — Não tem nada de tímido e isto o faz ficar difícil de acompanhar às vezes por sua agilidade e até um pouco difícil de controlar por ele ter uma personalidade um pouco forte demais, mas é um bom garoto.

-Imagino como você tem o criado bem. — Comentou, como um elogio.

-Eu tento, mas não é fácil. — Admite, tomando outro gole de café. — Muito menos quando ele consegue ser bem rebelde às vezes.

Podia imaginar exatamente como era a imagem do menino. Quando o viu naquele dia, deu para perceber que o mesmo era um menino gentil, porém DE forte personalidade, quase beirando a ser um pouco mimado e rebelde, mas parecia ser claramente um bom menino.

Não sabia dizer a razão, mas por alguma razão, sorriu consigo mesmo por aquela simples informação, por imaginar como seria o menino no seu dia a dia. Pensando nisto, também começou a pensar em como era o dia a dia do Bruce em si. Não sabia praticamente nada dele, e quis saber um pouco mais e não só do menino.

-E como está indo a sua vida?

-Por que quer saber? — Franziu o cenho, desconfiado.

-Só me conte. Vamos conversar normalmente. — Foi mais brando possível.

Bruce hesitou. Colocou a xícara sobre a mesa e suspirou longamente.

-Eu estou indo bem de forma geral. — Respondeu hesitante.

-Está namorando? — Indagou casualmente.

-Não. Não consegui me relacionar com outra pessoa. — Desviou o olhar ligeiramente, bem desconfortável. — Nunca tive tempo e também não quero mais ter algo do tipo na minha vida.

Um nó se formou na sua garganta e seu estômago se embrulhou.

Sentiu culpa por saber que havia magoado muito o coração de Bruce e isto o fez mudar bastante e claramente, este se fechou para o campo amoroso e claramente se dedica unicamente ao filho e ao trabalho que ele deveria manter para ter algum dinheiro para sustentar o filho e a si mesmo. Realmente, não fora só a vida do filho ignorado que acabou prejudicando, mas também como o filho do seu ex-namorado.

-Eu realmente sinto muito por ter causado tanto mal. — Se desculpou, sem ter o que dizer exatamente. — Fiz muito mal a você e nem sei como remedir.

-Já disse que não quero nada e isto não é da sua conta. — Se tornou ainda mais grosseiro. — A vida é minha e dela, eu faço o que eu quiser.

-Eu sei, me desculpe. — Se retratou rapidamente para evitar brigas e mágoas. — Não quero me intrometer na sua vida. Sinto muito se soou estranho.

Bruce se acalmou, diminuindo um pouco seu estresse.

-Como está a sua vida financeira? — Indagou mudando de assunto rapidamente.

-Indo como sempre. Cheia de altos e baixos. — Replicou simples.

Se lembrou da proposta que fez antes e apesar do mesmo ter recusado antes, não achou que seria uma má ideia voltar a insistir. No final das contas, mesmo que negasse, Bruce precisava de um ajuda financeira e qualquer dinheiro a mais seria bem-vindo. Claro que já não tinha mais tanto dinheiro hoje em dia, e não podia fazer muita coisa em questão que fosse de dinheiro, mas dava para fazer alguma coisa e isto já ajudava e muito.

Era isto que queria fazer por ele.

-Eu posso te ajudar com dinheiro.

-Já te disse que não quero um tostão seu. — Negou-se prontamente de novo.

-Bruce, eu quero ajudar e mesmo que não tenha muito, posso dar uma pensão regular para você e para o Hideki. — Insistiu. Era pouco, mas era algo que queria fazer de fato.

-Já cansei de falar que não quero nada.

-Então, que seja para o Hideki.

Bruce se calou, sabendo que era o certo para o seu filho e também um direito que por lei, era obrigatório a ser cumprido. Sabia que deveria aceitar, mas suas frustrações e mágoas conseguiam ser maiores do que isto. Olhou envolta da cozinha bem simples para alguém que como soube, era um dos homens mais ricos do antigo estado em que moravam.

Fez isto apenas para desviar-se do assunto e fugir de novo, mas olhando bem aquilo ali, soube que o mesmo não era mais o mesmo e nem tinha tanto dinheiro mais. Era claro que muita coisa havia mudado nos últimos anos, mas seria mesmo possível acreditar que ele mesmo havia mudado? Provavelmente não, mas uma ajuda financeira era bem-vinda, não dava para fingir que não era necessária. Era muito, porém seu orgulho ainda falava mais alto do que nunca.

-Eu posso dar mil por mês. — Continuou, peganho o outro de surpresa com o alto valor. — Quinhentos para você e quinhentos para Hideki.

-É dinheiro demais.

-Eu ganho três mil e não gasto quase nada do meu salário a não ser com impostos, contas e comida. Não vai ter problema algum dar esta porção de dinheiro para vocês. Até gostaria de dar mais, só que minha situação não permite.

-Por que você quer fazer isto por nós?

Poderia dizer que era por arrependimento, que era por querer se redimir ou por qualquer outra razão, ele tinha vários, e nem sabia escolher exatamente qual era. Qual se adequava realmente ao que queria. A única coisa que sabia era que queria e mais do que isto, sabia que era o certo a se fazer.

-Porque eu quero ajudar vocês. — Respondeu enfim. — Por favor, diga que aceita.

Bruce pensou e repensou na proposta.

Não queria aceitar por orgulho ao mesmo que sabia que era um dinheiro que iria fazer muita diferença na sua vida tão apertada por causa do baixo salário. Por orgulho que não queria aceitar, só que por outro lado, o homem que destruíra a sua vida e que ao mesmo tempo lhe deu a coisa que mais amava na vida, estava finalmente ofertando algo que era o mínimo que já deveria ter sido feito a anos. Não queria aceitar, mas ainda era sensato o bastante para saber que é o certo. Seu filho precisava deste dinheiro e ele também. Mal conseguia manter as contas e como um dinheiro a mais, conseguiria manter melhor as coisas.

-Eu não tenho nenhuma intenção ruim com isto. Só quero realmente ajudar. — Alegou, lhe olhando nos olhos para mostrar o quão sincero estava sendo. Bruce encarou os seus olhos e ficou assim, enquanto decidi que iria o fazer. Para dar mais um empurrão, Yuu decidiu se pronunciar de novo. — Eu sei que não posso mudar o mal que eu fiz a vocês, mas eu realmente quero ao menos fazer o que é certo.

Com mais esta insistência, não conseguiu mais dizer não.

-Tudo bem. — Disse por fim. — Obrigado, Yuu.

-Disponha. Qualquer coisa que precisar, eu te ajudo.

Yuu colocou a xícara de café quase vazia sobre a mesa. Apoiou os braços sobre a mesa. Notou que o olhar de Bruce era estranho. Provavelmente, o mesmo estava bastante atordoado com a nova situação. Era esperado, mas esperava que com o tempo, o mesmo não olhasse para si com tanta desconfiança e nem que achasse que sua ajuda fosse tão novidade e nem tão assustadora assim.

-E você arranjou outra pessoa? — Era só um meio nada sútil de mudar de assunto.

-Não. — Respondeu ameno. — Estou conhecendo um cara, mas passei todos estes anos sozinho.

-Por quê? — Fez a mesma pergunta que ele mesmo fizera a pouco.

-Nem sei dizer. — Sacudiu os ombros, bastante honesto. — Só nunca mais interessei depois que agi como uma panaca com você e depois que Kanata morreu...

Outro momento de silêncio começou entre eles e permaneceu, por pouco tempo.

-Sobre aquilo que você me disse sobre Hideki... Eu sentei e conversei com ele. Contei quem você é e queria o ver. Enfim, expliquei tudo.

Seu coração podia quase parar.

-E o que ele disse? — Indagou em expectativa.

Estranhamente, Bruce hesitou um pouco, como se não quisesse responder.

-Ele disse que não quer ver você. — Respondeu. Viu nos olhos dele que era a verdade. — Ele me disse que não quer ver o outro pai que o abandonou.

Foi como uma facada bem no estômago ouvir aquilo, doeu muito. Mas ele esperava que fosse o caso.

-Eu até poderia te levar lá em casa, mas...

-Não. — Cortou-o ligeiramente. — No final das contas, ele é criança ainda e eu entendo como se sente. Eu mereço isto no final das contas, mas se puder, diga a ele que sinto muito mesmo por ter os abandonado.

-Vou dizer.  — Prometeu. Não que tivesse realmente motivos para acreditar, acreditou. Podia ver nos seus olhos que o mesmo dizia a verdade. — Ah, está ficando tarde...

-Só espere um pouco. — Yuu se apressou em levantar.

Foi correndo para o seu quarto. Mexeu nas suas coisas em busca de uma quantia em dinheiro. Não se lembrava se tinha, e não tivesse, iria no caixa eletrônico retirar. Por sorte, achou o dinheiro no seu cofre. Pegou mil que eram as suas economias do mês. Como um gesto simples, não se importou em dar aquele dinheiro. Voltou correndo para a cozinha e esticou a Bruce as muitas notas de dinheiro, por serem notas pequenas.

-Todo mês, neste mesmo dia, eu vou te dar este valor pessoalmente ou numa conta bancária se tiver.

-Yuu...

-Só pegue.

-Obrigado. — Bruce pegou o bolo de dinheiro e enfiou no bolso.

Conversaram um pouco mais e Bruce deu o número da conta bancária para si e logo foi embora. Ficou totalmente sozinho quando o mesmo fora embora. Se sentia mais leve por fazer o que era certo ao mesmo que mais pesado por saber que não tinha o amor do seu filho. Era uma consequência da sua ação e provavelmente era algo que não podia fazer muito para mudar, mas ao menos, podia manter-se são e aliviado por finalmente estar fazendo o que é certo, não para si mesmo, mas para as pessoas a que mais devia aquele bem.   


Notas Finais


Até o Próximo!


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