História Illusion Choices - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Mpreg, Original, Yaoi
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Palavras 3.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite, amores!
Muito obrigada a todos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 19 - To Better Ways


Yuu acompanhou Bruce até a sala e apontou para o sofá. Se apressou em tirar as almofadas do lugar e tirar a manta de cima do mesmo, indicando para que Bruce colocasse o menino adormecido sobre o sofá. O jantar havia sido ótimo para todos eles, e bastante amigável, e Hideki passou o tempo mais calmo e até brincando um pouco, mas como teve um dia bastante agitado, ele acabou adormecendo e Yuu tinha proposto que Bruce deixasse o menino dormir um bocado sobre o sofá de sua sala.

-Pode o deixar dormindo no sofá.

-Obrigado. — Bruce o deitou no sofá e Yuu o cobriu com a manta. Hideki se aninhou, se remexendo um pouco ao ser colocado no sofá, mas sem chegar a acordar.

Yuu ficou impressionado ao ver como o filho ficava uma gracinha dormindo tão serenamente como estava agora. De fato, nunca tinha realmente prestado atenção no filho do mesmo jeito que estava agora, não da forma calma que estava fazendo agora. Afinal, o menino estava sempre tão agitado com a sua presença que era difícil realmente chegar a falar com ele.

Mas agora, eles tinham um momento de paz, inclusive de ver o menino.

-Ele fica uma gracinha dormindo assim. — Comentou para Bruce.

-Toda criança parece. — Bruce concordou, ao se pôr de pé. — Nem parece que é tão agitado.

-Acho que todas as crianças são assim.

-Claro. — Disse Bruce. — É o normal delas.

Yuu fitou seu filho dormir tranquilamente e sorriu para o nada. Seu coração estava feliz pela conquista desta noite e mais do que isto, olhando para Hideki, percebia que mesmo que fosse um pouco rebelde, Hideki ainda era uma criança e por certo, precisava de proteção e muito amor, como qualquer outra criança e ele queria dar isto a ele, como Bruce dava.

Não resistiu e sentou-se sobre o apoio do sofá. Delicadamente levantou a mão e devagar, fez um carinho na cabeça dele. Tomando cuidando para não o acordar, mas fez o cafuné na cabeça dele, e de novo sorrindo para si mesmo em orgulho por seu filho.

-Fico feliz que tenha conseguido o feito se acalmar. — Bruce comentou, olhando para eles dois com ar de quem estava suspirava de alegria ao ver a cena.

-Eu entendo o lado dele. — Devolveu com um leve suspiro. — E entendo o seu também.

-Não precisa me dizer estas coisas. — Yuu parou de fazer carinho na cabeça do filho e olhou para Bruce.

Como sempre, ele estava sendo muito compassível consigo. Provavelmente fizesse parte do seu jeito agir assim, por mais que Yuu não se sentisse bem o suficiente em ver o mesmo agindo de tal forma consigo, por causa de tudo o que havia acontecido entre eles e que ele sabia o quão doloroso ainda conseguia ser para todas as partes.

-Eu sei bem o que fiz com vocês foi errado demais. — Ele disse seriamente, voltando ao assunto doloroso, mas sendo o mais franco que conseguia ser com o outro. — Eu nunca deveria ter te abandonado.

-Talvez você tenha razão, mas conhecendo você, tive o maior presente da minha vida. — Os olhos de Bruce recaíram de novo sobre o filho, com bastante carinho ao olhar para o mesmo.

Yuu percebeu o olhar de carinho que ele tinha sobre o filho e começou a pensar repentinamente em todos estes anos e em todas as dificuldades que o mesmo tivera com o menino em todos estes anos passados e pensando nisto tudo, e como não foi algo planejado e sem a sua presença durante todo este tempo, uma pergunta passou por sua mente e foi inevitável perguntar em voz alta.

-Você se arrepende de ter o tido? — Olhou diretamente nos olhos de Bruce ao perguntar isto com toda a sinceridade que tinha dentro dele.

-Nunca. — Replicou de imediato. Deu para saber na hora o quão ele estava sendo sincero sobre o que estava dizendo e sobre quão amava o filho e amava o fato de ter o mesmo na sua vida. — Ele é bom menino, um pouco difícil às vezes, mas eu o amo muito e muitas vezes foi por ele que tive força de continuar. Não sei explicar, a paternidade muda a forma como você pensa e vê as coisas.

Yuu voltou a olhar para o filho, soltou um breve suspiro.

-Mesmo que eu não viva com ele, sinto o mesmo, sabe?

-Claro. — Diz Bruce, contendo um sorriso por falar do filho. — Uma criança tem poder para mudar a vida de qualquer um.

Yuu fitou seu filho por alguns segundos a mais, e depois olhou para Bruce. Notou que o assunto entre eles estava prestes a morrer e estranhamente, ou felizmente, não queria que acontecesse assim e por esta razão foi que resolveu chamar o mesmo para conversar um pouco. Era uma boa chance de passarem um tempo juntos e conversarem como dois adultos, como nem sempre conseguiam ou tinham a chance de fazer.

-Hm... Quer ficar um pouco e tomar um café?

-Não quero acabar importunando vocês. — Negou de primeiro momento, como era algo que Yuu entendia e via que ele sempre fazia, como um jeito de ser educado de alguma forma.

-Imagine. Nem ligue, Ancar vive trabalhando o tempo todo. Sério. — Garantiu, visto que no meio do jantar, Ancar teve que deixar a mesa após receber uma ligação. Foi para o quarto e não chegou a voltar mais após ter saído, provavelmente estava resolvendo coisas do trabalho, como sempre fazia quando estava envolto de outro caso com um novo cliente, o que acontecia com uma grande frequência por assim se dizer.

Bruce pensou por alguns minutos, tanto que achou que iria recusar, mas o surpreendeu.

-Tudo bem, eu aceito. Obrigado. — Sorriu singelamente após seu breve agradecimento.

-De nada.

Yuu levantou-se e seguiu diretamente para a cozinha. Bruce o seguiu até o mesmo. Pediu para que ele se sentasse e assim o fez. Tinha sempre café pronto para tomar, já que devido ao hábito de Ancar, ele mesmo estava começando a tomar café muitas vezes, então só teve que pegar o café quente da cafeteira e duas xícaras, servindo o café para ambos.

-Como está indo as coisas com aquele homem que você mencionou? — Chutou logo a primeira pergunta, como forma de puxar assunto.

Se arrependeu em seguida. O assunto provavelmente era pessoal demais para ser simplesmente mencionado assim por sua parte.

-Bem...

-Me desculpe perguntar. — Se retratou rapidamente. Não devia ter feito uma pergunta destas a ele. Não era realmente da sua conta o que ele fazia com a sua vida pessoal. — Não é da minha conta.

-Não, tudo bem. — Devolveu o outro rapidamente, como forma de ser mais educado e também um jeito mais aberto de se mostrar. — Não sei dizer como vai. É difícil quando se tem crianças em casa. Nem todo mundo aceita, sabe?

Yuu pensou por um segundo sobre a situação e realmente se viu entendendo bem o ocorrido e como era difícil para ele, especialmente com o que aconteceu com o último namorado que teve, segundo o relato do mesmo.

-Eu imagino.

-Mas eu vejo que você e Ancar estão indo bem. — Mudou drasticamente de assunto e se pós a tomar o café quente.

Yuu também bebericou o café, contente por estarem tendo uma conversa bem mais aberta.

-Estamos sim. — Respondeu ele. — Ele é um bom homem e me dá muito apoio. Amo ele, e ele me ama, mas você sabe. Não dá para saber o que irá acontecer no futuro.

-Nunca dá mesmo. — Bruce encolheu os ombros, bebendo de novo o café para disfarçar, mas se tornou impossível, Yuu percebeu que tinha tocado em uma certa ferida dele e que era complicado para o mesmo.

Deixou a xícara de café sobre a mesa e resolveu ser o mais franco que podia.

-Olha Bruce, eu sei que é difícil e nunca poderei consertar ou apagar o que fiz com você e nem o que deixei de fazer por nosso filho, mas eu quero honestamente ser seu amigo. E não é só por nosso filho.

Bruce abaixou os olhos, como se pensasse um pouco sobre o que ele disse e provavelmente era, já que é assunto delicado para ambas as partes, considerando o passado entre eles que é totalmente complicado e ainda um pouco doloroso.

-Eu acredito em você, Yuu. — Alegou ele, com tom verdadeiro apesar da insegurança exalar da sua voz e das suas expressões. — Posso ver que se tornou uma pessoa melhor e quero que se aproxime de Hideki. Quero que ele tenha boas influências suas...

-Mas? — Instigou-o a falar e ser o mais sincero que podia.

Bruce parou de falar, mesmo com o seu incentivo, como se não quisesse realmente falar o que pensava ou como se estivesse repensando o que iria dizer. Yuu até sentiu vontade de perguntar, mas acabou não o fazendo. Dando para o mesmo a liberdade o bastante para pensar e dizer o que queria, honestamente.

-Deixa para lá. — Desviou-se do assunto rapidamente.

-Não, pode dizer.

-Eu quero ser seu amigo. Vai ser bom para todos.

-Não quero que seja bom para todos. — Disse rapidamente. — Quero que seja bom para mim e principalmente para você. Não precisa me dizer coisas para me agradar, Bruce. Eu sei bem como magoe você e entendo isto perfeitamente.

-Não tem nada a ver com isto. — Retrucou Bruce. — Não gosto de ficar remoendo o passado.

-Tenho a impressão que não era bem isto que você iria me dizer. — Notou, buscando apenas a sinceridade do mesmo.

-Não era mesmo, mas é que... — Bruce hesitou pensativo. Acabou deixando a xícara de café de lado. — Bem, sinceramente eu não sei direito o que dizer sobre isto. — Confessou um tanto constrangido ao que parece.

-Só seja honesto. — Pediu, buscando só a sinceridade entre eles. Fosse qual fosse.

-É que andei pensando no bem-estar de Hideki e no meu próprio e comecei a pensar que provavelmente, vou ficar preso pelo resto da minha vida no meu passado se não te perdoar e seguir em frente.

-Eu sei que você não confia em mim e não é isto que estou pedindo.

-Eu sei que não. — Disse baixo, como uma confissão da verdade.

-Confiança se conquista e sei que é algo que pode demorar a ter de volta.

-Eu confio em você na verdade. Sei que se aproximando de Hideki, você vai ser um bom pai para ele, assim como eu tento ser.

-E você é, Bruce. — Falou. — Nunca duvide disto.

Bruce riu baixo, um tanto constrangido.

-Você sempre diz coisas como estas.

-Estou apenas sendo sincero.

-Obrigado por sua sinceridade, Yuu. — Sorriu de leve, contente por suas palavras doces.

-Não precisa me agradecer.

-Sabe que não é meu feitio não agradecer pelas coisas.

-Um hábito que nunca morreu.

-Pois é. — Yuu voltou a pegar o café, e assim como Bruce, ambos voltaram a tomar o mesmo. Tomaram todo o café puro, deixando um tempo de silêncio entre eles que logo foi substituído por outra boa conversa.

-Mas as coisas no trabalho estão indo bem?

-Sim, muito bem. — Respondeu verdadeiro. — Ainda bem que me dei com todo mundo.

-Achou que não iria?

-Considerando que consegui o emprego com a ajuda de vocês.

-Não deve ligar para o que as outras pessoas digam.

-Eu sei. Só estou comentando mesmo.

-Mas foi algo que você pensou.

-Foi sim. — Admitiu sinceramente. — Acho que todo mundo chega a pensar nisto às vezes.

-Se for só às vezes não tem problema.

-Ah, nem todo mundo tem autoestima o tempo todo.

-Não é normal ter.

-Mas eu já vi muitas pessoas terem.

-Ah, sempre tem uma que tem.

-Conhece alguém?

-Meu chefe.

-Ele pega no seu pé?

-Não. Mas eu vejo como ele se sente o máximo por ser o que é.

-Na maioria das vezes isto é fachada, sabia?

-Provavelmente sim.

A conversa entre eles se prosseguiu por mais longos e bons minutos. Ocorreu tudo com calma e boa convivência entre eles que foi bastante agradável entre ambas as partes. De fato, Bruce acabou até mesmo o ajudando a lavar toda a louça. Inclusive a do jantar que não tinha sido limpa ainda. Tudo isto enquanto conversavam e tinham um bom momento entre eles dois. Algo que foi bastante agradável e serviu para os unir um pouco mais e que também os fez esquecer do tempo passando.

Quando Bruce se deu conta já passava das dez horas da noite e ele tinha que ir embora. Já havia ficado tempo demais e tinha que ir trabalhar no dia seguinte.

-O jantar foi muito bom. — Disse, agradecendo Yuu ao ir em direção a sala. — Obrigado por ter nos convidado.

-Foi um prazer os receber. — Ancar chegou na cozinha repentinamente, com o celular na mão e um sorriso gentil no rosto. — Peço desculpas por ter passado todo este tempo no telefone.

-Não precisa se desculpar por nada. — Disse simples, ao se direcionar a Ancar.

-Já está indo embora? — Ancar veio rapidamente até ele, que se virou para o namorado de Yuu.

-Sim. Tenho que levantar cedo amanhã.

-Foi bom conhecer você.

-Digo o mesmo.

-E sabe, eu estava quase me esquecendo. Espere aqui um segundo, ok? — Ancar se virou e voltou correndo para o quarto, como se tivesse se esquecido de alguma coisa. Bruce olhou para Yuu que só sorriu, mas nada disse. Nem ele sabia o que o namorado estava aprontado.

-Ele é bem gentil.

-Sim, é mesmo. — Yuu comentou curioso sobre o que Ancar fora buscar, já não tinha ti dito o que era. Não sabia mesmo e esperou tão curioso quanto o próprio Bruce.

Poucos segundos depois, Ancar voltou com uma sacolinha vermelha mediana. Ele entregou a sacola para Bruce que ficou constrangido e até mesmo corou ao perceber que era um presente e não só um, e sim dois. Um para o filho dele e outro para o próprio Bruce.

-Eu sei que você não deve estar querendo o minar, mas achei que seria uma boa ideia dar uma lembrancinha para você. — Bruce pegou a sacolinha apesar de ter hesitado um pouco no começo, por vergonha. Mas acabou aceitando o presente no final das contas.

-Não precisava fazer isto.

-Não precisava, mas eu quis. — Disse Ancar bastante animado. — E espero que não ache estranho que eu te dê um presente.

Até mesmo Yuu ficou surpreso em ver o namorado presenteando Bruce. Não era algo que ele esperava que fosse fazer, já que nem tinha comentado nada com ele até o momento em que o surpreendeu com o presente.

-Não. Eu... — Bruce olhou ligeiramente para dentro da sacola, se certificando de que não eram coisas caras que estavam ali dentro. Não demonstrou, mas ficou aliviado quando viu que era apenas uma camisa esportiva para si e um carrinho de brinquedo para o filho. — Obrigado pele gentileza. Não precisava ter se dado a este trabalho.

-Que isto. Considere como sendo um presente de nós dois.

Bruce sorriu de volta e de novo agradeceu. Como Bruce aceitou bem o presente dado por Ancar, Yuu resolveu fazer outra gentileza por ele.

-Bruce, está ficando tarde. Não quer uma carona?

-Não quero incomodar.

-Não vai incomodar. Vai ser até mais seguro para vocês.

Bruce de novo hesitou um pouco, porém pensou e acabou aceitando.

-Eu pego o carro então.

-Obrigado pelo presente.

-Não precisa agradecer. Espero de verdade que goste.

Ancar saiu, voltando para o quarto para pegar as chaves do carro. Voltou pouco tempo depois com um casaco para si mesmo, para Yuu e com as chaves do carro. Foram todos para a sala. Hideki ainda dormia no sofá. Bruce pegou o filho do mesmo, com cuidado para não o acordar. Yuu foi prestativo de novo e carregou para ele o quadro e o presente de Ancar, para que Bruce pudesse carregar o filho até o carro.

Todos desceram, foram direto para o estacionamento do prédio. Bruce sentou-se atrás com o filho adormecido no colo. Ele não acordou durante todo o percurso do prédio até o carro e nem parece que iria acordar tão cedo. Yuu pegou a direção e Ancar ficou no banco do passageiro. 

Yuu ligou o rádio baixinho para não acordar o filho e também para não deixar o ambiente entre eles em silêncio. O caminho até a casa de Bruce foi bastante tranquilo, e ao chegarem, Yuu ainda desceu do carro e ajudou Bruce a levar o filho para dentro e também os presentes que deu ao mesmo. A despedida dos dois foi bastante rápida e logo Yuu voltou para o carro, pronto para ir para casa e com o coração coberto por uma boa camada de alívio e alegria.

-Ele é um rapaz tão legal que até fico com raiva de você do passado. — Ancar comentou risinho, porém falando seriamente assim que ele entrou no carro e começou a dirigir.

Yuu olhou para ele e também riu baixo.

-Também tenho vontade de chutar meu traseiro quando penso nisto.

Yuu pós o cinto de segurança e aumentou o volume do rádio. Queria sentir a harmonia da música como sentia que a mesma estava sendo feita dentro da sua vida. Ancar também pós o cinto de segurança, já que até agora não tinha o feito. Os dois ficaram em silêncio por curto período de tempo, antes de novo, Yuu se pronunciar.

-Gostei que deu um presente para eles. — Comentou com uma felicidade honesta sobre o fato.

-Eu ia contar para você, mas meu novo cliente em pânico me impediu. — Disse. — Às vezes eu amo e odeio meu trabalho.

-Mas ao menos a noite terminou bem no final das contas.

-Até um pouco melhor do que o esperado, não acha?

-Acho e isto é incrivelmente bom.

-Pode ter certeza que sim, senhor grandão.

Yuu riu e sorriu para si mesmo. Estava satisfeito em ver o bom resultado que a noite acabou tendo e a boa forma como pôde interagir com o seu filho e com Bruce também. O feriado foi bom afinal e um novo passo estava sendo dado, um que ele sabia que estava prestes a mudar a sua vida e ele mesmo para melhor.   


Notas Finais


Até o Próximo!


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