História I'm A Mess And You're Worse - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce
Exibições 21
Palavras 1.667
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo.
Aeooow.
Queria deixar claro que os erros de português são propositais e pura faveladisse minha,flw.
Boa leitura :)

Capítulo 6 - Capítulo 6


  As vezes eu me sinto muito sortuda por ter o Castiel ao meu lado. Ele é um amigo e tanto. Beleza que no começo nós não nos dávamos muito bem. Ele era um lelesk revoltado com a vida, não que tenha parado de ser, mas eu o conquistei, é claro.


  Todo dia é sempre divertido quando estou perto dele. Um trabalho que aparenta ser chato e tedioso aos olhos alheios, para mim é uma das melhores coisas, é uma companhia um tanto quanto agradável. 



  E eu percebo que ele tem uma quedinha por mim. Mas é óbvio! Ou você achou que eu sou daquele tipo de garota que não percebe o que está acontecendo na sua frente e dá uma de desentendida pra depois o macho se confessar e você faz cara de surpresa, daí depois fala "Oh Castiel, gosto muito de ti, porém meu coração já pertence à outro", daí ele fica puto e diz "Mas quem é o tirano?" daí rola uma briga entre macho pra te conquistar. Sério que você pensou que sou assim? Tomara que não. 




  Mas imagina um briga por mim, adoro. 



 - Até que seria legal. - Digo, deixando escapar palavras do meu pensamento.

 - O que Barb? - Pergunta Castiel sem olhar para mim se posicionando no banco do motorista. 

 - Oi? Nada, nada não. - Deus, oculte meus pensamentos. - Bora rodar só até as 15h hoje, já é? O Nath tá lá em casa.

  - Hm, já tá encurtando o nome? Amizade de longa data é assim mesmo. Aposto que se conhecem a muito tempo.

  - Ih parceiro, vamo ficando mec aí, não vem com draminha pro meu lado não ô palhaço. - O ouço bufar. - É uma longa história, ele ficou dias na rua sozinho, cara.

  - Por que um cara que tem uma Lamborghini, ou seja, rico, ficou na rua? - Castiel fala alterando o tom de voz.

  - TINHA, eu já te falei que ele foi assaltado, você também não facilita as coisas. - Opa, uma DR, adoro. - Enfim mano, bora começar logo. 


  Passaram-se uns 20min. Mas Castiel não falava comigo, apenas prestava atenção na pista à sua frente. 


  Passaram-se mais 10min. E nada.

Ué.

Se tem uma coisa que ele não consegue, é ficar sem falar comigo.


  - Castiel, pelo amor, fala comigo. - Digo num tom em que as pessoas dentro do veículo podem ouvir. 


  Me aproximo à um cara vestindo uma camisa de time, boné de aba torta e óculos da Oakley espelhado. Gostei, nesse naipe.


  - Princeso, ele não quer falar comigo não, me ajuda aí. - Digo apontando para Castiel. 

    - Coé tio, fala com a mina aí, tá avacalhando. - O homem olha para o ruivo com um olhar de desaprovação, mas de zoeira. - Fica esperto que quem perdoa é Deus, a gente não. 


  Ponho a mão ao redor do pescoço do homem, e foi automático, ele voltou a falar comigo! 


  ...Beleza que foi um "Ô CARALHO", mas conta. 


  Eu e o desconhecido começamos a rir, e criamos uma amizade passageira, o cara era gente boa, mas toda boa amizade vai embora, deixando lindas palavras como " Caralho tia, tu é pika, falou".


  Depois disso, passaram-se mais horas de trabalho, com o Castiel me dizendo que eu tenho que tomar cuidado com estranhos, parece meu pai. 


  Por que eu gosto do Castiel? 

  Dá pra perceber, apesar de tudo.

  Ele se preocupa comigo.


  Após muitos avisos, nosso horário combinado acaba e deixamos os outros leks irem. 

 - Hey Cast. 

 - Sim?

 - Quer ir lá pra casa? Não tô suportando ver você com esse ciúminho do Nathaniel. Se vocês se conhecerem vai ver que ele é um cara legal. 

 - E eu tenho escolha, garota? - Ele diz primeiro revirando os olhos e depois sorri, me puxando pela cintura para mais perto.

 Saímos da garagem, agarrados, quem vê diz que é um casal, deixa a Rosa ver isso. 

  Decidimos ir andando até a minha casa, o que leva mais ou menos meia hora. Mas com ele a hora passa rápido.

 Voando. 


-Nathaniel-


  Depois de dormir e comer um pouco me senti renovado, foi como renascer. 

  O sofá dela é confortável demais, se eu pudesse vivia nesse sofá. 

 Espera, espera, no que eu estou pensando? Eu não posso ficar aqui pra sempre. Agradeço a gentileza de Bárbara, ela realmente me salvou, mas eu não posso ficar dando trabalho à ela.

  Vou deixar um bilhete. Não é o melhor método de demonstrar minha gratidão, na verdade nem chega perto. O que é um simples "obrigado" comparado à o que essa mulher fez por mim?

 

  Demorei um tempinho para escrever, tentei me expressar totalmente por meio dessas palavras. Terminei, deixando-o em cima de uma mesinha de centro. 


  Fui em direção a porta, porém ao abrir, bati em duas pessoas que pareciam que iriam entrar na casa.


   - Opa, olha o que temos aqui. - Diz uma mulher com cabelos curtos loiros e olhos castanhos, que aparentava ter uns 40 anos, mas  bem elegante por sinal. Que estava acompanhada de um homem de cabelos negros e olhos azuis, que também aparentava ter a mesma idade.


OK. 

Nenhum problema.

Tirando o fato desse homem ser a Bárbara homem com 40 anos.


  Eu mereço. 


 - Então é você outro esquema da Barbie? - Pergunta a mulher dando uma risada alta e me estendendo a mão para um cumprimento. - Prazer, sua sogra, Karen. 

 - N-não, eu só-

 - Rapaz, não precisa se explicar. - Dessa vez diz o homem super idêntico a Bárbara, agora confirmo, seu pai. - Senta aí. - Diz o homem, que por vez se joga no sofá, o confortável sofá. 

 - Sinto muito, mas eu iria sair agora.

  - Não vai mais. - A loira me puxa pelo braço me fazendo cair no sofá, e disfarçadamente pego de volta o bilhete. 

 Karen fica me encarando por um tempo.

 -...Porra, cê é gostosinho. - Diz a mulher e fico vermelho da cabeça aos pés, olhando para baixo.

 - Vai ô talarica, pegar o cara da filha é pecado em! - Diz o homem de olhos azuis, já deitado no sofá. 

 - Mas é Felipe, olha só que graça. - Karen fica frente a frente comigo e pega na minha mão. OK, se fosse possível , eu morreria aqui e agora.


  - QUE PORRA É ESSA MÃÃÃE!


 Nós três que estávamos no sofá demos um pulo e ficamos em pé quase de imediato.


-Bárbara-


  - AH MEU DEUS GAROTA! TÁ LOUCONA? -  Grita minha mãe. 

 - Tira a mão do MEU homem! 

   - O-O quê? - Dizem Castiel e Nathaniel uníssonos, com raiva e envergonhado, respectivamente.

   - Virou putaria. - Diz meu pai, o mais calmo da situação.

   - Paaaaaai, dá um jeito nessa mulher aqui. - Digo batendo o pé no chão parecendo uma criança mimada.

   - Iiih, me tira dessa, não pertenço mais a essa louca aí não. - Ele dá uma risada e volta a se jogar no sofá. 

  Meus pais são separados, mas continuam a se falar, inclusive se tornaram melhores amigos. É um negócio sinistro, por quê a amizade deles é forte demais.


 - Primeiramente : Oi Barbie, tava com saudades, porra, vem cá. - Ah, não tem jeito, eu amo essa mulher. Ela abre os braços e vou correndo abraçá-la, porém chego bem perto do ouvido dela e dou um sussuro de aviso. Essa mulher tem um coiso que adora pegar os moleques da minha idade, inclusive meus amigos. Tenho certeza que foi por isso que eles se divorciaram, mas contanto que eu tenha meus pais presentes pouco importa.


 - O loiro é meu em, fica esperta. 

 - Confia. - Ela sussurra de volta. 


  Depois meu pai vem e me dá um beijo reconfortante na testa. Meu pai é o  melhor homem do mundo.


  Sento do lado de Nathaniel. 

 - Ignore o que a minha mãe fez, de qualquer forma você pertence a mim.  - O vejo corar e depois rir.

 - A sua família é louca, confesso que gostei de vocês, hahaha. - Sorriso gostoso da porra.

 - Beleza, só não goste da minha mãe, hahaha. - Ele começa a rir de novo. 

  - Chega, tô indo. - Diz Castiel, puto, que ainda estava na porta.

   - Não Cast, fica aqui. - E lá vai a Karen atacando novamente. Isso pode ser até bom, pelo menos distrai ela do Nath, ela tá tentando pegar o Castiel desde quando a gente tava na escola. Os dois se dão bem até. - Faz um tempão que eu não te vejo, tá lindo gente, vem cá. - Ela puxa o ruivo pela mão para dentro de casa.

 - Nossa, o que é isso no chão? - Ela se abaixa para pegar "algo no chão", ficando numa posição na qual sua bunda encostava totalmente no membro de Castiel. 

 - Que sarrada espetacular. - Diz meu pai que começa a rir.

 - T-tia Ka. - Ele sai rapidamente da situação em que se encontrava, ficando um pouco envergonhado... Mas é o Castiel né minha gente, depois ele deu uma olhada maliciosa pra minha mãe. 

  Deus me mata, eu não vi isso.

 - Olha, a casa não é minha, mas hoje geral vai dormir aqui, algo contra Barbie? Não né? Ótimo. - Ai ai - Só não sei se o loirinho tá de acordo, um pouco mais cedo tava tentando fugir. 

 - Ô X9 do caralho. - Diz o moreno.

 - Aaaaaaahhhh é mesmo Sr. Nathaniel? - Digo erguendo uma sobrancelha. 

  - Bom... Eu não queria dar mais trabalho, entende? 

  - E o nosso plano? Vai furar? 

  -É... - Eu e minha mãe ficamos na frente dele o encarando, ele por fim solta uma risada pelo nariz. - Eu...eu tenho escolha?- Ele surpreendentemente faz uma cara sexy com um sorriso de lado, dessa vez quem corou fui eu, aposto.

  Eu e minha mãe nos olhamos e falamos ao mesmo tempo :

 - Não! 





  Parece que você já entendeu como as coisas funcionam não é, Nath?

 





Notas Finais


Desculpem meu atraso, eu sou irresponsável dms kaksjsjsjs.
É isso aí, se quiserem comentem, agradeço, bjs e até o próximo cap. ♥


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