História I'm in love with a... Luffy! - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Jewelry Bonney, Monkey D. Dragon, Monkey D. Luffy, Nami, Portgas D. Ace, Roronoa Zoro, Sabo, Sanji, Trafalgar Law
Tags Ace, Law, Lawlu, Luffy, One Piece, Sabo, Sabo X Ace, Sanji, Yaoi, Zoro, Zosan
Visualizações 356
Palavras 3.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


BOA NOITE <3
Atrasei um pouco maas aqui estamos <3
Esse capítulo teve um belo avanço entre nosso casal preferido, inclusive com o sogrão do Luffy :v HEHEHEH espero que gostem! Mais coisas nas notas finais <3

Capítulo 5 - Trabalho


Fanfic / Fanfiction I'm in love with a... Luffy! - Capítulo 5 - Trabalho

            POV Law

As aulas haviam começado a cerca de 1 mês, mas isso não era motivo para os professores não encherem a nossa vida de trabalhos. Não é como se eu não esperasse por isso, mas ter cerca de cinco trabalhos pra entregar em uma semana é, no mínimo, algo bem bosta. A professora de história, Nico Olvia, nos pediu para montar um texto sobre nossa parte preferida da história, porém usando nossas próprias palavras e conhecimentos, sem nada de internet ou coisas do gênero, pedindo para que nos separássemos em duplas ou trios. Kid, como já era de se esperar, formou um trio com Nami e Bonney pois, segundo ele, “Vamos dividir as pessoas inteligentes, você fica com Luffy”. Indiretamente, eu senti que ele me chamou de “um cara burro que precisava de ajuda nessa matéria”, sendo que isso era o caso dele... Enfim, não reclamo de fazer trabalho com Luffy.

            Convidei-a para ir em minha casa depois da aula para fazermos o trabalho logo, pois eu odiava deixar as coisas para última hora. Ela prontamente aceitou, me perguntando se podíamos escrever sobre a “Era dos Piratas”, por ser sua favorita. Eu nunca fui muito sensível, mas devo admitir que não consegui dizer “não” para aquele sorriso tão puro que ela tinha, até mesmo porque eu também tinha um bom conhecimento sobre essa parte da  matéria. Como a aula de história era a última do dia e as atividades dos clubes ainda não tinham começado, conversamos um pouco sobre o trabalho e logo estávamos liberados e, conhecendo o pai que eu tenho, ele já estaria na porta da escola nos aguardando...

            - Lawzinho, eu senti tanto a sua falta! – Ele gritava do portão, me deixando claramente constrangido. Luffy, ao contrário, soltava uma gargalhada alta e, não posso negar, gostosa de se ouvir.

            - Pai, por favor...

            - Ora, sem essa, você sabe que nunca tive problemas em demonstrar meu amor por você. – Ele beijou minha cabeça, direcionando seu olhar para Luffy – Oh, e quem é essa linda menina?

            - Sou Luffy, muito prazer. – Luffy estendeu sua mão, prontamente apertada pelo meu pai – Estou indo fazer trabalho com o Torao.

            - Torao? – Ele sorriu. – É um jeito muito fofo de chamar o meu bebê. Bom, nem preciso dizer que será muito bem-vinda lá em casa. Então, vamos? – Assentimos, adentrando o carro e, como já era esperado, meu pai começou a contar mil e uma histórias constrangedoras minhas para Luffy. – Ah, teve uma vez que Law levou Kid lá em casa e eles brincaram de profissões. Law, desde sempre, quis ser médico, então ele foi dar uma de doutor e diagnosticou Kid com cólera, dando-lhe um remédio qualquer. Porém, meu menino não sabia que esse “remédio” era, na verdade, laxante. Acabou que Kid cagou até não poder mais, Law chorava pedindo perdão, Kid chorava porque não saía do banheiro, eu chorava porque não aguentava mais limpar bosta... É, foi um dia emocionante. – Eu já não sabia onde enfiar minha cara.

            - Oh, Kid me contou outra! Teve uma vez que ele e Torao inventaram de vender limonada em um parque, só que o Torao colocou sal no lugar do açúcar, dai...

            - Por favor, parem, vocês! Antes que eu pule desse carro e espere alguém me atropelar.

            - Ué, ai o azar é seu. – Corazón deu ombros – De qualquer forma, estamos chegando, então se quiser ser atropelado, faça isso logo. Ah, e Luffy, assim que der eu te conto muito mais histórias sobre o Law, o que acha? – Luffy respondeu meu pai com um sorriso. Eu sabia que estava completamente fodido.

            Ao chegarmos em casa, fui direto para a mesa, em silêncio, enquanto Luffy dava mais algumas gargalhadas com meu pai. Como já era de se esperar, ela comeu mais do que eu e Corazón juntos, o que surpreendeu apenas ao meu pai, já que ele não conhecia esse lado daquela pequena garota. Contudo, ele não deixava de sorrir para ela, o que era algo certamente fofo. Quando terminamos a refeição, subimos para o quarto, sem perder tempo pra começar o trabalho.

            - Então... – Peguei um maço de folhas, colocando em cima de uma grande mesa que ficava no quanto do meu quarto – Por onde começamos?

            - Hm, acho que podemos falar os principais locais onde a pirataria existiu, Norte da África, Oriente e Portugal. Dai dividimos isso em tópicos e escrevemos um bom resumo sobre cada parte. A parte do Oriente é minha preferida. – Ela sorriu.

            - Por mim, sem problemas. – Retribui seu sorriso, dando-lhe um enorme estojo com canetas coloridas e notando o brilho em seus olhos, pois fiquei sabendo que ela adorava escrever com  coisas assim.

            Durante todo o trabalho, Luffy contava diversas coisas sobre a pirataria, inclusive coisas que eu nunca tinha ouvido falar. Ela era, de fato, uma menina extremamente inteligente e dedicada. Inclusive, ela me mostrou algumas fotos em seu celular dela quando criança, nas quais ela usava roupas de pirata ao lado de seu primo.

            - Você realmente gosta de piratas, não é?

            - Eu amo! Quando eu era pequena, meu avô me pegou indo até um terreno abandonado e pegando pedaços de madeira por lá. Eu disse à ele que ia construir um navio e ter uma vida de pirata. Ele disse que eu era louca e me mandou ir dormir, só depois eu fui saber que atualmente os piratas nem existem, mas isso não me impediu de admirá-los. Meu avô não gosta muito disso porque ele diz que piratas eram pessoas ruins, mas é, eu não ligo.

            - Você fica realmente fofa vestida de pirata, sabia? Na verdade, você é fofa de qualquer jeito. – Falei de modo automático, corando ao perceber o que eu havia dito e não podendo deixar de notar que ela também corava.

            - Hm... Obrigada, isso me deixa bem feliz. – Novamente, ela sorriu, voltando a escrever enquanto eu fazia alguns desenhos dos piratas que ela citava. O ambiante estava bem silencioso, eu diria que era uma mistura de um silêncio confortável com algo constrangedor, visto que entendo que aquele elogio tenha pego-na de surpresa. Felizmente, eu sabia como tirá-la disso:

            - Você quer lanchar algo? Posso pedir para fazerem algum doce, ou qualquer coisa que você queira.

            - Oh, é mesmo? Eu aceito, sim! – Levantou-se, segurando minha mão e me arrastando para fora do quarto. Por coincidência – ou, talvez não – encontramos meu pai descendo as escadas.

            - Olha só, resolveram ver a luz do fim da tarde. Eu pensei em pedir para fazerem algo para comermos, o que acham?

            - Uau, estávamos descendo justamente para isso!

            - Eu sou vidente, Luffy-chan. – Meu pai piscou de forma nada sedutora, mas Luffy não pareceu ligar para isso.

            - Certo. Bem, Luffy, a casa é sua. Eu vou aproveitar enquanto não temos nada pronto e vou tomar um banho, se me der licença. – Luffy assentiu, andando até meu pai. Voltei a subir as escadas, adentrando meu quarto e, em seguida, o banheiro. Era bem óbvio que meu pai estava nos escutando por trás da porta, mas preferi ignorar isso. Afinal, sei no que ele estava pensando: Se eu e Luffy tínhamos alguma coisa, mas ambos sabemos que não aconteceria nada entre ela e eu pelo fato de eu gostar de garotos. Só espero que meu pai não tente encher a cabeça dela de coisas sem sentido.

~~

POV Luffy

            O pai do Torao era um cara realmente querido e divertido, nem parecia que o Torao era filho dele, já que os dois eram totalmente diferentes. Mas isso não atrapalhava em nada o ambiente da casa, que estava sempre muito divertido.

            Corazón pediu para assarem uns biscoitos e umas pizzas, parecendo até que ele sabia do que eu gostava – na verdade, eu gostava de tudo, mas isso não importava -. Quando saiu da cozinha, trazia dois copos de suco, sentando-se ao meu lado no sofá com uma expressão tranquila.

            - Então... Você sabe que eu sou médico, né?

            - Sei sim. – Dei ombros.

            - Certo, então, você deve saber que consigo perceber muitas coisas só pelo olhar, e... Por que você se veste de mulher? – Senti meu coração acelerar, me engasgando com o suco e cuspindo um pouco para fora – Ei ei, calma – Corazón me deu um guardanapo – Não estou te ameaçando, nem nada, mas logo percebi que você era um garoto. Algum motivo em particular?

            - Hm, tem sim. – Contei toda a minha história à ele, da mesma forma que fiz com Kid – Mas... Por favor, por favor mesmo, não conte ao Torao! Eu quero esperar um pouco e contar nos momentos certos, tanto para ele quanto para Nami e Bonney.

            - Ah, a Nami, adoro aquela garota. E olha, ela é absurdamente inteligente, então pode ser que ela descubra sozinha, viu? Alguém mais sabe disso?

            - Sim, o Kid. Eu contei a ele porque, bem... Ele é o melhor amigo do Torao, e... – Senti minhas bochechas esquentarem, sabendo que aquilo me entregaria ao Corazón.

            - Está apaixonado pelo meu filho? – Ele me deu um sorriso reconfortante.

            - Sim, eu ‘to.

            - Isso me deixa muito feliz, sabia? Você é o garoto perfeito para o meu filho. Law sempre foi um rapaz sozinho, antissocial, principalmente após perder sua irmã e, por mais que ele diga que “não liga para isso”, eu sei que ele, no fundo, queria alguém ao seu lado. Saber que você é um garoto me deixou ainda mais feliz, pois sei que, assim que ele souber, vocês vão se tornar um casal.

            - É mesmo? É que, bem, eu quero um momento certo pra contar à ele, não quero chegar e só falar “Torao, sou um homem”. Mas tenho medo desse momento exato não chegar e deixá-lo magoado por não ter contado.

            - Olha, Law é um menino muito inteligente, mas coisas desse tipo nunca foram o forte dele. Foi inteligente da sua parte contar para o Kid, pois ele pode te falar tantas coisas quanto eu. Quando Law descobrir, pode ser que ele fique um tanto chocado ou até chateado por não ter sido o primeiro a saber ou até por nunca ter percebido. Mas eu sei que ele não vai ficar bravo com você e nem nada disso, então, fique tranquilo. Até mesmo porque sei que você, vestido como menina, lembra muito a Lami, então não me surpreende que ele esteja tão apegado a você. – Passou a mão em meus cabelos. Corazón tinha uma presença muito confortável, eu sabia que podia confiar nele assim como estava confiando no Kid. – E ah, pode deixar que eu sou um bom mentiroso, ok? E, se quiser vir aqui mais vezes, será muito bem-vindo, e posso até dar uns jeitos de te empurrar para o Law. – Ele piscou. Novamente, eu corei, mas não posso negar que tinha adorado a ideia.

            - Pode deixar! Eu quero que vocês conheçam meu pai e meu primo, também, eles iam adorar vocês.

            - Vai ser um prazer, Luffy. E bem, conto com você para ser meu genro, certo?

            - É-É meio cedo para isso, Corazón.

            - Haha, eu sei que é! Mas queria ver seu rosto envergonhado. Law deve adorar te ver assim, também. – Assenti, em silêncio – Viu só? Vocês já são meu casal preferido.

            - Kid também diz isso. E bem, muito obrigado, shishishi.

- Inclusive, eu precisava te avisar... Law tem uma mania um tanto estranha quando ele sente um grande carinho por alguém, então, se caso um dia ele – Uma das empregadas veio anunciar que a comida estava pronta, interrompendo Corazón. – Hm, não é nada. Você vai descobrir logo mais. – Puxou minha mão até a cozinha. Não demorou para que Torao aparecesse com seus cabelos úmidos, usando uma camiseta de manga curta e uma bermuda. Graças à camiseta, pude notar o tanto de tatuagens que ele tinha em seus braços.

- Gostou delas? – Ele me perguntou, visto que eu não estava sendo nem um pouco discreto ao encará-las – Tenho mais no restante do corpo. Começou com uma aposta com o meu pai, e bem, acabaram se tornando um vício.

- Falei para o Law que ele só podia fazer uma tatuagem se ele fosse simpático durante uma semana. E olha, não é que meu menino conseguiu? Foi bizarro vê-lo sorrindo e acenando para todos na rua, mas palavra é palavra. Hoje eu já nem ligo mais quando ele aparece com algo novo.

- Elas são lindas, Torao!

- Obrigado. – Ele piscou para mim mas, dessa vez, disfarcei a coloração das minhas bochechas com um sorriso. Voltamos a conversar com Corazón e, quando me dei conta, já estava escuro lá fora. – Ah, você precisa ir, né? – Assenti em silêncio.

- Pode deixar, Luffy, eu levo você. – Concordei, levantando-me e seguindo os dois rapazes até o carro de Corazón. Confesso que fiquei um tanto inseguro ao deixá-los me levar, afinal, só o quarto do Torao era maior que minha casa inteira. Porém, ambos eram pessoas muito tranquilas e, quando chegamos, Corazón ainda fez questão de cumprimentar meu pai, que já me esperava do lado de fora.

- Dragon, não é? – Corazón desceu do carro, sorrindo enquanto estendia a mão, sendo prontamente correspondido pelo meu pai. – Sou Corazón, pai do Law, muito prazer!

- O prazer é todo meu, obrigado por cuidarem da minha Luffy. E ah, você é o famoso Law, não é? – Meu pai o olhou de cima a baixo. Eu já tinha comentado sobre o Torao com ele e com Ace, e Ace acabou por perceber o que eu sentia pelo Torao, enchendo a cabeça do meu pai de coisas e, agora, acho que meu pai não gosta tanto dele. – Hm, ok. Luffy fala muito de você. Obrigado por cuidar tão bem dele.

- “Dele”? – Torao estranhou. Encarei meu pai, espantado, mas ele logo arranjou uma desculpa.

- Haha, é que eu costumo chamá-la de “meu bebê” vez ou outra, então acabo chamando-a pelo masculino.

            - Você é o típico pai coruja, não é? – Corazón se aproximou, distraindo o ambiente. Em questão de segundos, os três estavam rindo. Suspirei, pois Torao parecia convencido com o que meu pai dissera.

            Enquanto Corazón e meu pai conversam, Torao veio até mim.

            - Nossos pais estão combinando de jantar fora, teria problema pra você?

            - Hm? Nenhum, por quê teria?

            - Ah, você seria a única menina do local, e já percebi que seu pai adora te mimar, ao lado do meu pai que adora me constranger, então...

            - Aah, shishishi, magina! Já estou acostumada com meu pai me dando apelidos e demonstrando amor em excesso, e acredito que eles conversariam entre si sobre... Coisas de pai? Não acho que Corazón tentaria te constranger. Achei ele um pai incrível.

            - É, tem isso também. Corazón sempre foi um pai excelente, e acho que contar histórias constrangedoras faz parte da vida de “pai com filho”. Pelo menos, vamos passar mais tempo juntos, não é? – Ele sorriu - Mas só queria saber se eu posso começar a passar aqui pra irmos pra aula juntos, que tal?

            - Oh... – Meu rosto esquentou, tanto pela pergunta quanto pelo sorriso que eu recebi – Por mim, está ótimo.

            - Certo, então. Te vejo amanhã. – Torao segurou meu rosto com as duas mãos, depositando um beijo demorado em minha bochecha. Eu me sentia completamente estranho com tudo isso, pois Torao era a primeira pessoa pela qual eu me apaixonava, então, eu não sabia controlar nada do que eu sentia. Digamos que, por sorte, meu pai viu a cena, e logo veio interferir.

            - Hm, com licença, Law? – Ele afastou Torao de mim – Por que não se despede de mim assim, também?

            - Uh... Não, obrigado. – Torao sorriu para mim novamente, enquanto Corazón se aproximava para se despedir.

            - Quer um beijo também, Dragon? – Ele piscou para meu pai, que dessa vez soltou uma gargalhada. – Relaxa, Dragon. Law gosta de homens, então sua filha está segura.

            - Oh... – Percebi que meu pai ficou em dúvidas sobre a resposta. Afinal, eu era um homem, então... É, ele ficou ainda mais inseguro. Porém, felizmente consegui disfarçar – Bem, melhor assim. – Novamente, analisou Torao de cima a baixo, soltando um riso logo em seguida. – Estou brincando, Law. Por mais que eu seja ciumento, acho que você seria uma boa pessoa para a minha filha. Numa dessa, futuramente dê certo.

            - É... Então, ok? – Torao o encarou, sem entender o porquê do “futuramente”. Eu sempre achei que eu fosse um avoado, mas hoje percebi que meu pai realmente não sabe disfarçar. Novamente, devo minha vida ao Corazón, porque ele quebrou o clima outra vez.

            - Futuramente, afinal, vocês vão se conhecendo melhor, numa dessas você se descobre bi, filho, haha – Ele estava um tanto ansioso – Beeem, o papo tá bom mas precisamos ir. Dragon, quando puder, me ligue para marcarmos o nosso jantar, ok? E ah, vai ser por minha conta, nem tente contrariar. Até mais, Luffy querida. – Ele beijou minha cabeça, fazendo o mesmo com o meu pai. – Só pra você não ficar com ciume como fez com o Law. Até mais. – Eles adentraram o carro, enquanto eu e meu pai acenávamos até que o veículo sumisse de vista, entrando em casa logo em seguida.

            - Então... Esse é o Law?

            - Sim. – Respondi, um tanto constrangido. Meu pai suspirou, porém, em seguida, me abraçou.

            - Se ele é o cara que vai te fazer feliz, então eu vou te aceitar, filho, da mesma forma que aceitei Ace, mesmo que ele não seja meu filho. O problema é... Ele é gay, acha que você é uma garota.

            - Eu pretendo contar pra ele com o tempo. Na verdade, duas pessoas já sabem, inclusive Corazón. Ele descobriu sozinho, mas me apoiou e tudo mais. Com o Torao, eu vou esperar o tempo certo. Mas fico muito feliz em saber que você me apoia. – Abracei-o, sendo prontamente correspondido.

            - Então, não perca tempo. Numa dessas, você começa a namorar antes do Ace, e dai eu jogo tudo na cara do Roger, já que o filho dele não sabe tomar atitude.

            - Shishishi, quem sabe! Mas não duvido que Ace arranje alguém logo. Soube que entrou um cara do exterior na turma dele, vai que...

            - Certo, certo, então vou lembrar de tirar sarro dele quando encontrá-lo. Agora, que tal jantarmos? – Levantamos, segui-o até a cozinha e conversamos enquanto ele cozinhava algo.

            Um pouco distraído, olhei meu celular, sentindo meu coração acelerar assim que vi uma mensagem particular do Torao.

            “Foi muito bom passar o dia com você. Você realmente me lembra muito a minha irmã, por isso gosto tanto de estar com você, então, é.. Sua presença é muito boa. Vamos sair qualquer dia”.

            Torao realmente não cansava de me fazer corar.

            E eu não cansava de pensar o quão apaixonado eu estava.


Notas Finais


REFERÊNCIAS! HEUAEHUAEHAHUE
E, assim, temos mais um pro time dos que sabem o segredo do Luffy, hue
Eu pretendia fazer o Corazón saber antes do Kid, maaas mudei isso assim que fiz aquela cena no mercado. Well, mais um pra shipar <3
Ah, e já quero avisar: antes de postar esse cap, mandei pra duas pessoas e elas se animaram com Corazón x Dragon.... e gente, desculpem mas NOOOO AUEUAHIEHIAI eu vou fazê-los como 'os bff que shipam os próprios filhos feat Ace', mas não consigo de jeito nenhum pensar neles como casal... então, é HUEAUHEHUAE mas podem confiar que eles vão ser mega importantes pra história. Vocês acham que shipam LawLu? Isso é porque não conhecem Corazón e Dragon q UHEAHUEHU (apesar de que vou fazer o Dragon ter uma crise de ciume hehe)
É isso, qualquer erro por favor, me avisem, e espero que tenham gostado <3


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