História I'm in love with a monster - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Agatha, Alphyne, Asgoriel, Drama, Gaster, Papyton, Sans X Frisk
Exibições 59
Palavras 2.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oeeeee, eu realmente me desculpo pelos erros, um ou dois me passam despercebidos. Qualquer coisa, avisem!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction I'm in love with a monster - Capítulo 1 - Prólogo

Uma garota de cabelos longos e castanhos estava sentada em uma escadinha na porta de sua casa. Ela estava esperando um de seus amigos para irem à uma festa em comemoração aos quatorze anos de liberdade dos monstros, afinal, ela quem os tirou daquele lugar, e todos são eternamente gratos por isso. Frisk, aos quatorze anos de idade, foi nomeada “embaixadora”, desde então, participou de entrevistas, assinou livros, aparecia em revistas e qualquer lugar que envolva a mídia, recebia cartas de fãs — Humanos também a amavam —, mas tudo isso tinha uma parte ruim. Às vezes, era mal recebida em determinados lugares, é vítima de “vergonha” para algumas pessoas e recebia cartas maldosas. Algumas cartas diziam que ela era uma vergonha para os humanos, ela também deveria ser trancada no subsolo junto das criaturas nojentas — Esse é o apelido que os monstros recebem de pessoas mal caráter —. Mas Frisk não se importava com isso, as pessoa podem cuspir nela, contanto que não mexam com a sua família.

Frisk agora tinha duas famílias, sua família biológica e sua família monstro. Ela ama todos igualmente, mas admite que prefere Toriel como mãe. Enfim, ela mora sozinha em um bairro um pouco afastado, além de que, a maioria dos monstros moram em áreas isoladas, mesmo a garota não sendo um monstro, ela resolveu se juntar à eles. Ainda falando nos monstros, de vez em quando, eles voltam ao subsolo para fazer uma visita, alguns vão visitar parentes que não suportam humanos — Por incrível que pareça, os monstros também têm esse preconceito —, mas óbvio que eles não têm culpa disso. Frisk cuidaria de tudo, até mesmo da segurança de seus amigos.

— Hey, kiddo? — Uma voz rouca e familiar ecoava na vazia rua onde Frisk morava. Ao olhar para o indivíduo, um sorriso formou-se em sua face.

— Sans! — Com um grande sorriso estampado no rosto, levantou-se e abaixou um pouco seu queixo. — Hey, pare de me chamar de Kiddo! Não sou mais uma criança.

— Heh… Desculpe, é que eu me acostumei com isso… — O esqueleto desviou o olhar para o asfalto e elevou sua mão até o pescoço com suas “bochechas” ganhando uma coloração azul. — Bem… Vamos? — Quebrou o clima tenso e esboçou seu habitual sorriso.Frisk assentiu com a cabeça e logo deram um passo à frente. Mesmo que, Sans parasse o tempo, resolveu andar com a sua kiddo até o local da festa. Para eles, o silêncio já nem era grande coisa, ambos eram íntimos o suficiente para enfrentar qualquer momento constrangedor como esse. A garota parecia uma criança andando, ela caminhava na beira da calçada enquanto estica os braços tentando equilibrar-se. Sans ria das ações da garota e de vez em quando revirava os olhos em algumas situações. Até porque, para a sua idade, ela agia feito criança em certos momentos, mas ainda era mais adulta que muitas mulheres por aí.

E era isso que Sans gostava nela.

— Hey kiddo, estamos chegando. — Sans reconheceu o caminho e olhou para Frisk, que fitou o amigo de volta e sorriu.

— Certo, melhor corrermos! — Ela disse e puxou o amigo pelo braço, em questão de minutos já estavam na festa que Mettaton havia preparado para todos.

Assim que puseram os pés dentro daquele lugar um estrondo ocorreu na frente deles, mas era apenas uma das caixas de som que estava com o seu volume no máximo. A moça olhou Sans, que estava paralisado olhando para uma mesa de comida, e deu uma risadinha abafada.

— Frisk, se importa se eu…? — Ele não completou a frase pois Frisk já deduzia o que ele faria a seguir. Apenas assentiu com a cabeça e assistiu o amigo ir até a mesa e pegar várias garrafas de ketchup.

Sorriu e logo se afastou, estava determinada a cumprimentar os monstros e, por incrível que pareça, notou que haviam humanos ali. A morena estava feliz cumprimentando alguns monstros e humanos que ali estavam, ela recebia mensagens de apoio e admiração. Aquilo era simplesmente incrível ao seu ver.

— Que-ri-da! — Falou Mettaton, aparecendo e envolvendo os braços robóticos no pescoço de Frisk. — Dá pra acreditar que já fazem quatorze anos?

Mettaton nunca mudou, sempre foi um tanto exibido e famoso, seu sucesso aumentou ainda mais quando chegou à superfície. Ele diz que deve muito à Frisk.

— Sinceramente, não. — Sorriu meio sem graça e olhou para o amigo.

— Querida, você é incrível. — Deu dois tapinhas de leve em sua cabeça e saiu dali rebolando.

Frisk estava no meio da festa segurando um copo de suco dado por um garçom. Ela desviava o olhar para todos os cantos da mansão. Olhou para frente e viu Blooky mexendo em alguns cd’s, graças ao Mett, finalmente o mesmo recebeu o reconhecimento que merecia. Agora ele é Dj e sempre acompanha Mettaton em suas turnês. Toriel estava conversando com a mãe biológica de Frisk, elas riam feito moças, já Asgore, estava jogando conversa fora com o pai de Frisk. Infelizmente, Asgore e Toriel não estão juntos, mas Frisk ainda acredita que um dia eles possam retomar.

Saber que sua mãe pode reatar um casamento, te enche de determinação…

Oh não… A mesma odiava se encher de Determinação, pois, ela fazia coisas inusitadas quando estava determinada.

— Heya, Frisk. — Sans apareceu ao seu lado, segurando uma garrafa de ketchup pela metade

— Ah, oi Sans. — Sorriu ela, olhando para o amigo.

— Então, o que está achando da festa? — Piscou um olho e riu.

— Acho que vou ficar mais um pouco e depois vou embora… — Logo pensou no que faria ao chegar em casa.

— S-sério? — Sorriu de forma envergonhada. Suas bochechas estavam azuis.

— É… Eu não me dou bem em festas… — Frisk deu de ombros e logo foi surpreendida ao ser puxada para um beijo. A morena estava com os lábios encostados na boca sorridente do esqueleto,ela não esboçava nenhuma reação, e isso foi constrangedor para Sans, foi um selinho rápido, pois logo Sans se separou da mesma e ficou angustiado com o que acabou de fazer.

— D-des- — Não teve tempo de falar nada, Frisk puxou a gola de seu casaco para mais um beijo, porém, esse foi mais intenso.

Enquanto Frisk segurava seu casaco e seus lábios colaram na boca de Sans, o mesmo agarrou a costa de sua blusa e foram se empurrando para a parede. Não corriam o risco de serem vistos ali, pois os outros estavam mais ocupados dançando e bebendo. Frisk sentiu o joelho de Sans roçar um pouco em seu íntimo, arrancando alguns gemidos dela durante o beijo. Para Frisk, era um pouco estranho beijar alguém menor que ela, logo o beijo foi cessado por Frisk.

Eles se olharam por um tempo e logo Frisk percebeu o que havia feito.

— Ah meu Deus. — Cobriu a face envergonhada, não queria que Sans visse suas bochechas coradas.

— Hey… Está tudo bem. — Tentou acalmá-la. Ela Apenas sorriu e o abraçou. Parece que aquele era o começo de uma amizade colorida.

~~

A morena estava indo para casa depois da festa, a mesma estava acompanhada de Sans.

— Até queridos! — Acenou Mettaton. Estes foram os últimos a saírem da festa, mesmo que ela estivesse acabado faz um certo tempo.

— Tchau, Mett!

— Heh, até.

Logo, seguiram caminho até a casa de Frisk, dessa vez, não demorou tanto quanto na ida. A morena destrancou a porta de sua casa, dando passagem para o esqueleto entrar. O mesmo sentou-se no sofá e Frisk trancou a porta e fechou algumas janelas. Logo, sentou-se ao lado do amigo.

— Então… Onde paramos mesmo? — Disse ela, sorrindo maliciosamente e se aproximando do esqueleto. Sans ficou um pouco nervoso.

Frisk engatinhou pelo sofá até ficar em cima de Sans e, com as pernas um pouco abertas sentou perto dos íntimos do outro. Gemeu de leve ao fazer o contato, só de ver Frisk corada e ofegante era o suficiente para deixar Sans excitado, ainda mais quando ela se encontra sentada em cima dele.

— K-Kiddo…? — Sans a chamou, após sentir as mãos da morena passeando pelas costelas do mesmo.

— O que foi, Sansy? — Frisk quebrou a distância de seus rostos, empinando a bunda para fazer um pouco de charme.

— Você… Tem certeza que não bebeu? — O esqueleto passou as mãos ósseas pelo cabelo da garota.

— Saans… — Falou um pouco manhosa. — Você sabe que eu não bebo… Isso se chama determinação.

Tascou-lhe um beijo e abriu a boca, passando sua língua rosada pela "boca" do esqueleto, que se manteve quieto até então. Frisk o viu sem reação alguma, então arqueou a sobrancelha e engatinhou levemente para trás. Abaixou a cabeça e fitou as calças de Sans, que se encontravam um pouco meladas devido o pré-gozo. Então a garota resolveu provocar-lhe.

Apoiou a mão no queixo e delicadamente passou a ponta dos dedos na intimidade do outro, ela estava um pouco úmida. Sans agarrava a cabeça do sofá e jogava a cabeça levemente para trás. Frisk foi aumentando a velocidade do movimento, mesmo que ele ainda estivesse de calça, Frisk colocou a língua para fora e deu uma leve lambida na ereção azulada.

— K-kiddo… — Gemeu Sans. Frisk se divertida com aquilo, e então caminhou para frente e sentou no membro do outro fazendo alguns movimentos de vai e vem. Ela rebolava algumas vezes para frente e para trás, deixando o outro completamente excitado. Frisk soltou um gemido leve e foi parando com os movimentos. Então Sans viu que era uma.boa hora para trocar de posição. Dessa vez, ele estava por cima.

Como antes, seu joelho roçava um pouco a intimidade da morena então, propositalmente, balançava o mesmo apenas para fazê-la gemer. Abaixou a cabeça indo em direção aos seios da outra e abocanhou um, mesmo que ela ainda estivesse com a blusa e o sutiã por baixo, ele não se importou, logo seriam arrancados. Os gemidinhos de Frisk eram fofos e ao mesmo tempo melodias para Sans.

O outro, passou a mão óssea por debaixo da blusa da morena, fazendo uma trilha de carícias por toda a sua barriga até chegar no local desejado. Enquanto a beijava, sua mão explorava cada lugar de seu corpo com muita atenção e agilidade. Sans apertava os seios de Frisk e fazia movimentos circulares, a boca de Sans correu para o seu pescoço, deixando alguns chupões e mordidas por onde passava.

— S-Sans! — Gemeu alto.

— Já estava na hora… — Riu ele. Então guiou as mãos até as calças de Frisk e em questão de poucos minutos a retirou, revelando brancas e finas pernas. O mesmo não perdeu a chance de acariciá-las.

— Hey, pare de olhá-las! — Frisk falou, encolhendo um pouco suas pernas. Mas foi impedida por Sans, que logo puxou-as para perto de sua cintura.

— Assim não tem graça. — Falou ele.

Assim que Sans a puxou, sua intimidade roçou na de Sans, era uma sensação um desconfortável e a sensação era nítida em sua face. — Tá tudo bem, kiddo?

— C-claro… — Falou ela com um pouco de saliva escorrendo da boca.

Ela lambeu um pouco os lábios e levantou-se, assustando um pouco seu parceiro que recuava para trás, aquilo foi uma deixa para Frisk terminar o que havia começado. Desceu até o quadril do outro e delicadamente deslizou o zíper, abrindo o shorts pouco a pouco assim revelando um certo volume e um pouco de líquido azulado. Retirou a cueca que a impedia de ver aquilo. Remexeu as mãos e retirou-a, um membro azul saltou dali.

Frisk sem falar nada, agarrou o membro azulado e lambeu os lábios enquanto fazia um movimento de vai e vem rapidamente, arrancando alguns gemidos roucos do outro. A mesma passava a língua na cabeça do membro, e provocava seu parceiro com aquilo. A língua passeava pela glande do mesmo, que no caso é a parte mais sensível do pênis, Frisk colocou apenas a cabecinha na boca, provocando-o.

Sans já se encontrava suado e perto do ápice. Sua língua rodava no íntimo do outro, levando-o a loucura. Frisk retirou a boca e Sans agarrou os cabelos da garota, puxando-a para um beijo. Enquanto Frisk ficava de joelhos no sofá, Sans elevou sua mão até a bunda da garota, apertando-a logo em seguida.

— Eu não aguento mais, kiddo. — Após separar o beijo, o esqueleto guiou sua mão até os íntimos da outra, porém foi impedido. Ela negava com a cabeça, ela claramente estava com medo. — O que foi?

— E-eu… Não sei se quero isso… — Falou meio envergonhada. Sans a segurou pelo braço depositou um beijo em sua bochecha.

— Eu não vou te forçar a fazer nada. — Tentou acalmá-la com um cafuné. Ela sorriu em resposta.

Sans estava colocando suas roupas e estava prestes a ir embora. Mas Frisk ficou pensando por um tempo e logo chegou à uma conclusão.

— Sans! — O chamou, o mesmo olhou para trás. — Eu mudei de ideia…

— Tão rápido? — Riu ele, se aproximando da morena. Ela apenas assentiu com a cabeça e quando já estavam deitados, Sans sussurrou em seu ouvido. — Eu prometo que se machucar muito, eu tiro.

— Sans prometendo? — Ironizou, enquanto enrolava as mãos em seu pescoço.

— Oh, você nem vem. — Riu ele. Frisk riu de volta e tirou suas calças com o pé. Assim que Sans já estava sem as partes de baixo, suas órbitas caíram sobre a calcinha branca de Frisk, que se encontrava um pouco molhada.

— Espera! — Falou ela, cobrindo as partes. Sans bufou e Frisk pegou uma espécie de venda. Sans arqueou a “sobrancelha”. — Apenas coloque!

Assim o fez, amarrou a venda no crânio e Frisk o guiou durante todo o procedimento de tirar sua calcinha. Com Sans vendado, ela não corria o risco de se envergonhar demais.

Assim que a calcinha de Frisk foi removida, o membro já ereto de Sans roçou um pouco em sua intimidade. Frisk gemeu assustada. O outro segurou suas pernas delicadamente e as trouxe para mais perto. Sans segurou seu membro e penetrou apenas a cabeça na entrada de Frisk, pois, ficou com pena do gemido de dor que ela havia soltado.

— Quer que eu…?

— N-não… Estou bem! — Sorriu ela, Sans apenas obedeceu e penetrou o resto, Frisk segurou os soluços e o gemido, seus olhos lacrimejaram.

— Kiddo, vou parar! — Disse ele, quase removendo seu membro.

— S-Sans! — O repreendeu. — Agora é sério… — Ela fez um biquinho fofo.

Mesmo não vendo, Sans riu de leve, e voltou sua atenção ao que importava. Assim que seu membro foi mais fundo, algo parecia escorrer pelo seu membro, estranhou, mas continuou, fez alguns movimentos de vai e vem lentos, Frisk arqueava as costas de um lado para o outro, desconfortável. Assim que se acostumou um pouco, Sans fez alguns movimentos, porém, mais rápidos. Para Frisk, aquela era uma sensação nova de dor e prazer.

— S-S-Sans! — Quase gritou ao receber uma estocada um pouco forte. Depois de alguns minutos fazendo os mesmos movimentos, Sans estava começando a chegar em seu limite, e Frisk também.

Deu uma última estocada e todo o seu líquido azulada correu por Frisk. A mesma se encontrava ofegante e quase dormindo. Assim que Sans tirou a venda, notou que havia algumas lágrimas pelo rosto de Frisk e um pouco de Sangue misturado com sêmen em sua intimidade.

— K-kiddo… — Se aproximou dela e a abraçou. — Se eu soubesse que te machucaria tanto…

— Acalme-se Sans… — Ela passou as mãos pelo seu crânio, demonstrando carinho. — Eu te amo…

— Eu também te amo… — Ele levantou e a fitou, passando as mãos pelo rosto delicado da morena. — Nunca mais vamos fazer isso…

—… Que mentira! — Frisk deu um soco de leve em seu ombro ao perceber a ironia em sua voz.


Notas Finais


Espero q gostem desse hentai bosta
Mas eu prometo melhorar nos próximo a eue
Bejo bejo


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