História Im JaeBum Sadic Man - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~SooKi

Postado
Categorias Got7
Tags Daddy X Babby, Im Jaebum, Markjae, Sadic Man
Exibições 558
Palavras 2.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Está fanfic está sendo desenvolvida, se demorar para atualizar é porque estamos colocando as ideias em dia ^^

BJS. DE XUGA FI <3

Capítulo 1 - Tragedy


Fanfic / Fanfiction Im JaeBum Sadic Man - Capítulo 1 - Tragedy

EP.1

 

 

Estava frio. Sim, estava frio.... Estava olhando para frente. Meus olhos estavam silenciosos, meus lábios ressecados, meu rosto estava vermelho, por culpa deste frio extremo, estava sentada na escadaria da entrada de casa, eu nunca me dei bem com a minha mãe, essa pessoa, a qual eu ainda chamo de mãe nunca se cansou de fazer suas típicas algazarras comigo quando era bem menor.

Observei a lua, a qual sempre estava tão solitária, sorri para ela, sem mostrar os dentes, voltei meus olhos para frente e observei as pessoas passando, nem ao menos olhavam para mim, e as poucas que me olhavam riam da minha cara, também, minhas simples vestes não colaboravam muito, usava uma calça rasgada nas pernas e uma regata.

... Esse frio não é frequente onde moro, eu moro no Harlem, sim, eu moro nos Estados Unidos. Mas não sou americana, bufei sentindo o frio invadindo o pouco conforto quentinho que sentia e quando menos esperei, duas malas foram jogadas no chão a minha frente, quase me acertou, assustada me levantei rapidamente e caminhei até a rua, olhei para as várias janelas abertas e encontrei uma específica onde minha mãe estava me olhando, furiosamente a olhei.

- SUA PUTA! 

Gritei a olhando furiosamente e ela simplesmente fechou a janela, olhei para as malas jogadas no chão, provavelmente minhas roupas estavam lá dentro, chutei-as em direção a escadaria, e irritada comecei a caminhar pela rua, estava começando a ficar deserta, tudo silencioso, o que dava para se ouvir era o barulho dos carros de outros lugares, suspirei olhando ao redor e quando virei meus olhos para a minha esquerda haviam um grupo de vários homens assaltando uma mulher e quando eu iria gritar um deles me olhou tocou no ombro dos outros e em seguida gritou: “ELA VIU A GENTE!” Rapidamente comecei a correr.

Sentia meus pulmões se esforçando ao máximo, minha respiração ofegante, a fumaça que saía dos meus lábios e narinas evaporava no ar, a velocidade que usava para correr era extrema, quando olhei para trás vi dois homens ainda correndo atrás de mim, eles me xingavam intensamente, e eu apenas corria, virei a minha esquerda e continuei correndo porém assim que corri mais um pouco, pela minha infelicidade um carro em alta velocidade vinha a minha direção, e quando vi que ele não iria parar rapidamente me joguei para o lado, quando cai no chão já sentia meu corpo se dolorir completamente. 

Meus olhos estavam mais arregalados do que costumava ser, meu braço tinha batido no poste ao lado o que me deixou assustada, meu braço estava completamente vermelho quase se tornando um roxo, assustada olhei para o carro que estava capotado a minha frente e já se espalhavam chamas, engoli o seco e quando procurei os dois homens que me seguiam a pouco tempo atrás eles estavam me procurando com os olhos, rapidamente me levantei e voltei a correr, eles notaram a minha presença e quando eu aumentei a velocidade, virei a esquina, porém, assim que cheguei no começo dela um homem enorme, com um sorriso diabólico nos lábios se aproximou rapidamente de mim e me segurou a força, ele me puxou pela garganta e a apertou com força me deixando sem fôlego.

- P-Por... Me solta seu filho da puta! 

Disse sôfrega sentindo o pouco ar que tinha em meus pulmões sumirem e quando os dois homens de antes chegaram perto dele, o homem que me apertava os parou e rapidamente ele me jogou dentro de uma van preta, ele entrou dentro da van e em seguida segurou meu pescoço e segurou com mais força, eu me esperneava, chutava as coisas ao redor para tentar me livrar e quando eu comecei a sentir meus sentidos sumirem aos poucos e quando eu estava prestes a morrer ele soltou meu pescoço pegou um capuz preto e cobriu meu rosto, em seguida me jogou em um canto da van e logo após isso a única coisa que me lembro é desse maldito capuz... 

 

[...]

 

Quando acordei a única coisa que sentia era meu corpo todo dolorido, e aquela visão do capuz preto em meu rosto permanecia, bufei em reprovação e tirei o capuz do meu rosto o jogando em um canto qualquer e quando eu tentei me mexer vários gritos de garotas começaram a soar, olhei para os lados assustada mais não via nada. 

- Que porra é essa?! 

E quando eu pensava que tudo não poderia piorar, o chão debaixo de nós começou a se movimentar e subir lentamente, olhei ao redor assustada e quando chegou ao final ele deu um pequeno baque, assim que eu abri meus olhos os holofotes foram apontados para mim e as garotas ao meu redor, meus olhos doeram quando olhei para o holofote, fechei meus olhos mais uma vez e suspirei, as meninas começaram a gritar em desespero e quando palmas começaram a soar altamente os olhos de todas foram a frente, com o coração acelerado meus olhos continuavam arregalados, pela primeira vez em todo a minha vida inútil eu senti falta de casa.

- Senhora e Senhores! - Disse um homem de terno ao nosso lado. - Bem vindo ao nosso leilão anual! - Disse sorridente e os outros começaram a aplaudir. - Hoje batemos um record de 10.000 mulheres! - Disse e o público somente aplaudia. - Agora sem mais nem menos, pegue a nossa primeira venda. 

Ordenou e do nada um brutamontes enorme, nem parecia homem direito, ele foi até o centro pegou uma garota loira e a puxou até a frente do palco onde todos começaram a observar, assustada meu coração estava agitado, eu precisava sair dali, o mais rápido possível e do nada quando o pior não aparecia do nada o cara tiro todas as roupas da garota deixando-a completamente exposta para os outros.

- 2.000! - Disse um homem.

- 10.000! - Disse uma mulher que estava bem a minha frente. 

- 12.000! 

- 20.000!!

Nervosa olhei para trás e vi que o fundo estava vazio, eu precisava sair dali, voltar para a minha maldita casa, devagar engatinhei em direção ao fundo escuro, e quando o carinha de terno bateu na mesa, eu olhei para trás assustada e do nada ele gritou “VENDIDA! Para o senhor James!” respirei fundo e voltei a engatinhar em direção ao fundo e quando cheguei, abri meu maior sorriso, parecia que realmente não tinha ninguém porém, foi só eu tentar me levantar que eu me dei de cara com pernas vestidas por um terno listrado, quando olhei para cima, a mulher que com um sorriso malicioso me encarava me puxou pelos cabelos de volta para o palco e quando eu pensei que ela iria me colocar junto as outras meninas ela me levantou e me deixou de frente as pessoas que me encaravam com olhos famintos, eu estava começando a ficar sem graça na frente de todo aquele povo, e quando eu pensava que nada poderia piorar ela rasgou as minhas roupas me deixando exposta para todos, rapidamente me abaixei no chão e as pessoas a minha frente começaram a gritar desesperadamente seus preços.

Me senti um lixo, como se toda a minha vida no final eu fosse vendida a uma pessoa pra ser escrava ou sei lá, um brinquedinho, desesperada, levantei meu rosto em direção a mulher atrás de mim. Os preços começaram a aumentar e quando eu pensei que finalmente seria vendida, gesticulei com a boca para mulher e ela se aproximou do meu rosto.

- Por favor... Não faça isso... - Disse a olhando e ela soltou uma risadinha. - Eu não tenho graça... Ainda sou inocente... Não será um bom negócio.... - Disse praticamente chorando a frente dela.

- Ora.... - Ela sorriu em deboche, em seguida pegou meus cabelos virou meu rosto em direção a plateia de babacas. - Ela ainda é virgem! - Disse bem alto e rapidamente os preços subiram extremamente.

- 50.000! - Disse uma mulher longe.

- 100.00! 

- 200.000! 

- 700.000! - Disse outro homem longe. 

- 1.000.000! - Disse um homem levantando uma placa. 

- Por favor, o doador de 1.000.000. se revele! - Disse o carinha de terno ao lado das garotas. 

- Eu! . - Disse um homem bem no meio da multidão. 

O homem que respondeu, tinha olhos pequenos, era asiático, seu rosto era fino e ele parecia ser bem alto. 

- Você deu o preço mais alto. Tenho certeza que ninguém e louco o suficiente de dar mais dinheiro que isso.... Então se alguém tem mais dinheiro, dou-lhe, 1... 2.... 3... VENDIDA! Para o Senhor Im! - Disse sorridente. 

O homem que acabou de me comprar respirou fundo e caminhou em direção ao palco, e quando chegou perto de mim ele tirou seu casaco e colocou sobre meus ombros, uma corrente de desespero invadiu toda a minha cabeça e eu comecei a ficar desesperada. Ele caminhou até o cara de terno, ele entregou o dinheiro e logo após ele caminhou até mim novamente.

- Hey. - Chamou-me, e eu não consegui responde-lo. 

Ainda estava em choque, eu não queria acredito no que acabou de acontecer, meu coração estava mais agitado do que nunca, meus olhos que antes eram serenos agora estavam tristes, o homem que me comprou se aproximou de mim e ficou a minha frente, ele me olhou, inclinou a cabeça para o lado, quando eu olhei para seu rosto, seus pequenos olhos escuros, seu sorriso sem dentes a mostra, eu entrei em desespero, e sem ao menos notar acabei derramando uma lágrima a frente dele. 

- Por que está chorando? - Ele perguntou me olhando profundamente. - Está com medo de mim? É isso? 

Afirmei com a cabeça o olhando ainda com a expressão medrosa no rosto, ele deu uma risadinha e em seguida me levantou, ele fechou o casaco que cobria meu corpo e rapidamente ele me puxou para fora do palco. Quando saímos do palco, ele me puxou em direção a saída do lugar e quando saímos, eu comecei a olhar ao redor, era tudo diferente do Harlem. De Nova York. Do Brooklyn. Confesso que a primeira coisa que pensei assim que saímos foi fugir, mas eu nem ao menos sabia onde estava.... Engoli o seco e fechei meus olhos com força. 

- Vamos. 

Ele abriu a porta do carro para mim e em seguida eu entrei devagar, ele fechou a porta assim que entrei e logo após ele entrou pela outra porta. Assim que ele entrou, deu partida no carro e começou a dirigir, para o lugar que ele iria me levar, acho que pior que isso não poderia ficar... 

 

[...]

 

Assim que chegamos, ele entrou em um condomínio de casas, não comuns, ele entrou com o carro e foi diretamente a uma casa branca, assim que chegamos nela, ele parou o carro, desceu do mesmo e em seguida abriu a porta para mim, assim desci, ele segurou a minha mão e me puxou em direção a porta, assim que chegamos ele procurou a chave no bolso de sua calça, enquanto isso, eu apenas observava o quanto esse lugar era bonito... não é igual as casas que costumava ver em Nova York. Ele abriu a casa e assim que entrei ele entrou junto e fechou a porta, com os olhos fechados comecei a seguir em frente e quando achei que estava um ótimo momento para abrir os olhos, eu os abri e observei a casa ao redor, ela tinha enormes janelas, o teto da sala era de vidro, era tudo branco, e em cada janela dava para se ver as plantações de arvores, era um lugar limpo, e bonito. Porém, no meio de tudo isso... eu não sabia ao certo se deveria agradecer por essa sorte ou se deveria ficar em alerta. 

- Gostou? - Ele perguntou me olhando com um sorriso fofo.

Afirmei com a cabeça e ele caminhou a minha direção, ficou a minha frente, colocou as mãos sobre os meus ombros tirou o casaco que estava sobre o meu corpo e jogou em um canto qualquer da casa. Ele encarou meu corpo sorridente e em seguida começou a acariciar meu rosto enquanto encarava meus olhos. 

- Agora acho que já está na hora de nos apresentarmos... - Disse sorrindo. - Meu nome é Im JaeBum, mas a partir desta noite você deverá me chamar de Daddy quando estivermos em casa, a qualquer momento. Quando estivermos em público você deve me chamar de Oppa, afinal eu tenho certeza de que você é mais nova que eu. Quando estivermos em meu ambiente de trabalho deve me chamar de mestre e em qualquer festa que formos convidados, também me chamará de mestre. Certo? 

- S-Sim. - Afirmei silenciosamente o olhando, confesso que estava amedrontada com toda essa seriedade dele...

Eu só quero ir para a minha maldita casa...



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