História Im JaeBum Sadic Man - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~SooKi

Postado
Categorias Got7
Tags Daddy X Babby, Im Jaebum, Markjae, Sadic Man
Exibições 485
Palavras 2.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu escrevi esse cap ouvindo essa musica(o nome do cap) do The Weeknd e tipo *---* eu quase que fiz besteira com a coitadinha da garota ouvindo a música skskskskskks enfim vamos ler :3

Capítulo 2 - Earned It


Fanfic / Fanfiction Im JaeBum Sadic Man - Capítulo 2 - Earned It

EP.2

 

 

Fechei meus olhos com força, os arrepios de seus toques em meu corpo só me deixavam cada vez mais nervosa, mas algo  que eu não conseguia entender e que talvez fosse algo bom, é que ele não havia feito nada mais além disso, ele apenas me acariciava, passeava com suas mãos pelo meu corpo, jamais tocava diretamente em meus seios e nem muito menos em minha intimidade. Realmente não sabia se deveria temer pelo pior ou se deveria me tranquilizar.

JaeBum se afastou do meu corpo fez uma feição pensativa e deu as costas indo em direção a outro cômodo, isso com certeza me deixou confusa, e também um tanto nervosa, devagar comecei a caminhar pela casa e quando cheguei a uma enorme escadaria decidi subir, devagar, passos lerdos e calmos, olhava para trás as vezes para ver se ele me vigiaria, e parece que realmente não se importava comigo. Isso é algo bom... Não é?....

Voltei minha atenção as escadas e quando cheguei ao final delas, comecei a olhar as portas fechadas, cada uma delas tinha umas plaquinhas escritas de uma língua na qual eu não conhecia, suspiros após suspiros, decidi abrir a que estava no final do corredor, ela tinha algo escrito como “욕실” e assim que abri a porta, por minha surpresa era só o banheiro, acho que no final das contas esse cara deve ser apenas uma pessoa normal, dei de ombros comigo mesma e me concedi o desejo de sorrir de verdade, afinal nada de ruim aconteceu até agora, isso só poderia ser coisa boa. 

Desci as escadas e voltei ao ponto de partida onde estava o casaco que ele havia cobrido o meu corpo, e logo que o peguei, vesti sobre mim e o fechei rapidamente, me sentia envergonhada andando nua pela casa de alguém que eu mal conhecia, e, falando sobre essa pessoa que me comprou contra a minha vontade, mais por um lado BOM eu estou bem até agora, ele até que é bonitinho, acabei rindo silenciosamente assim que pensei, e decidi ir em direção a mesma que ele tomou, devagar dei meus passos lentos em direção ao cômodo que ele foi, e assim que cheguei por minha surpresa era uma cozinha, comecei a olhar ao redor, curiosa sobre tudo, era uma casa realmente bonita. 

— O que faz aqui babby?  —  Perguntou fechando a geladeira ao meu lado e eu me assustei. 

Não esperava que ele do nada fizesse algo. O olhei por um tempo, ele que não parava de andar segurando uns potes em suas mãos. 

— Você não é muito de falar...  — Ele dizia indo em direção ao fogão.  — Ou é? 

Mordi meus lábios nervosa, não sei porque todo esse meu nervosismo, se o que importa agora é que ele não me fez nada de mal.... Tenho que parar com essa paranoia e começar a o tratar da mesma forma que ele me trata. Se ele do nada começar a me tratar mal eu vou pra cima também.

— Hm...  —  Suspirei o olhando.  — Na verdade... Sou sim...  — Respondi meio envergonhada o olhando, e quando ele se virou a minha direção com uma sobrancelha arqueada. 

— Entendo.  — Ele abriu um sorriso, lindo para o meu ponto de vista.  — Acho que está nervosa demais para se lembrar das coisas que acabei de te ensinar, então não farei nada, por enquanto. 

— A-Ah... Desculpe.  —  Disse baixando a cabeça.  — D-Da-Daddy...

— Muito bem.  — Ele dizia mantendo aquele sorriso fofo nos lábios.  — Agora sente-se, vamos comer uma gororoba que estava guardada na geladeira. 

— Quem cozinha? — Perguntei o olhando, ele arqueou uma sobrancelha me olhando, e só ai notei o que tinha esquecido. — Daddy

— Eu cozinho na verdade... Mas confesso que prefiro a comida da minha cozinheira particular. — Disse sorridente.  

— E onde ela está, Daddy?  — Perguntei caminhando em direção as enormes cadeiras perto do balcão. 

— Está em casa, eu disse que iria receber uma pessoa muito especial hoje, então eu decidi cozinhar por mim mesmo.  — Respondeu-me indo em direção ao fogão. 

— E recebeu?  — Perguntei deitando minha cabeça sobre o balcão.  — O Daddy deve ser muito importante.  — Afirmei comigo mesma, estava começando a gostar de falar essa palavrinha chata.

— Claro que recebi, é você.  — Disse por fim e logo após ele desligou o fogão, pegou dois pratos que estavam sobre o escorredor e logo após ele serviu um macarrão meio estranho nos dois pratos. 

Ele trouxe o prato para o balcão onde eu estava sentada. E me serviu dando-me dois palitinhos que eu desconhecia como usar, ele se sentou ao meu lado rindo silenciosamente da cara que eu fiz, o macarrão tinha uma cor avermelhada, isso era algo tão incomum, bom, pelo menos para mim. 

— Como uso isso, Daddy?  — Disse virando meu rosto a direção dele. 

— Espere. 

Disse e logo após pegou os dois palitinhos, colocou uns negócios vermelhos na ponta e logo após ele pegou a minha mão direita colocou em uma posição que eu nem sabia que existia, vamos falar a verdade, eu estava boiando em tudo sobre essa pessoa.

— Agora só faça assim.   — Ele pegou um pouco de macarrão entre os meus palitinhos e logo após ele enrolou um pouco no macarrão e em seguida levantou e levou a minha boca, eu rapidamente abocanhei o mesmo. Ele assentia sorridente para mim.  — Você deve aprender rápido. 

— O-Obrigado.  

Disse fechando os olhos com força, era um macarrão super-apimentado! Engoli ela rapidamente e a minha garganta começou a queimar, rapidamente olhei para ele, já praticamente chorando de tanta agonia e ele comia tranquilamente, porém, quando me viu, ele começou a gargalhar com uma mão na barriga, e quando viu que estava começando a piorar, ele saiu da cadeira, caminhou até a pia, pegou uma copo d’água e depois chegou perto de mim, segurou meu rosto e eu rapidamente abri a boca, ele despejou a água que havia pegado e quando terminou, um sorriso fofo da parte dele. 

Ele colocou o copo sobre a mesa e se aproximou lentamente do meu rosto, engoli o rosto já nervosa com o que provavelmente aconteceria, arregalei meus olhos, senti meu coração palpitar, fechei meus olhos com força, a um tempo atrás ele mal me tocava direito, como do nada ele quis fazer isso?! Já que ele é uma boa pessoa, ou melhor é o que eu acho.

D-Daddy...  — Chamei-o nervosa, e ele suavemente tocou meus lábios com os seus, engoli o seco ainda com os olhos saltados para fora, ele se afastou do meu rosto e logo após com um sorriso se sentou em seu lugar novamente.

— Não se preocupe. — Disse e por fim voltou a comer. — Só vou fazer algo com você caso, você queira, não sei se você sabe... Mais não tem graça foder uma pessoa sem ao menos ela ter prazer no meio de tudo.  — Disse dando de ombros.  — E além do mais você não confia em mim o suficiente, para termos tal relação. 

O olhei completamente estática. Não esperava isso da parte dele, o olhei seriamente, ele apenas dava atenção a sua comida, e quando ele virou o rosto para me encarar também, ele me olhou sério, eu realmente não sabia como agir na frente de alguém que mal conhecia, por que ele me tratava melhor que a minha própria mãe? Eu realmente deveria confiar nele?... Respirei fundo e voltei minha atenção ao meu prato, acho que não me darei bem com comida apimentada, mordi meus lábios, e peguei o copo de antes.

— Não quer mais comer, não é Babby?  — Perguntou me olhando. 

— Não sou próxima de comida apimentada, Daddy...  — Afirmei respirando profundamente. 

— Então, já que não vamos mais comer.  — Ele se levantou, pegou a minha mão e me tirou da cadeira.  — Preciso te banhar e te vestir decentemente.  — Riu de suas palavras e eu apenas sorri. 

Com passos calmos ele começou a me levar em direção a saída da cozinha e logo após em direção as escadas, devagar subimos, e a única coisa que eu pensava, era que isso estava sendo perfeito demais para ser verdade, acho que as outras garotas que foram compradas, agora devem estar sofrendo o pior pesadelo de suas vidas então como nada me aconteceu ainda? Assim que chegamos ao corredor, ele me levou ao banheiro, e assim que entramos, ele me colocou sentada em cima da pia de vidro, e logo após ele começou a me despir, seus olhos atentos aos meus, ele me olhava de uma forma indescritível, seus olhos escuros eram como uma música dolorosa com melodia doce, assim que desviei o olhar, ele tirou o casaco e o jogou no chão mesmo.

Em seguida foi ao chuveiro, e o ligou, em seguida ele caminhou até a minha frente, ele tirou sua gravata lentamente e nisso meu sangue já estava começando a esquentar, minha garganta se tornou seca, porém, por mais que eu estivesse com medo, nervosa de tudo isso, eu queria saber o que ele faria, ou o que gostaria de fazer comigo, é um sentimento diferente, ou então eu só estou ficando louca. Ele cobriu meus olhos com a gravata e a amarrou firmemente. O que ele fez após isso, eu não sei, só o que pensava era que deveria confiar nele, confiar que talvez ele não fizesse nada comigo. 

Depois de alguns segundos ele me tirou da pia, e em seguida me colocou no chão, me levou até debaixo do chuveiro e quando entramos, eu senti meu corpo entrar em choque, a água era fria, isso fez os pelos de meus braços se arrepiarem totalmente, lentamente, senti as mãos do meu Daddy tocarem meu corpo com ternura e cuidado, ele esfregava com cuidado cada parte do meu corpo, quando chegou em meus seios minha respiração se tornou pesada, ele os acariciou antes de tudo e em seguida ele começou a massageá-los, ele estava tentando me provocar é isso?! Bufei mordendo os lábios. 

Após um bom tempo no banheiro, ele tirou a gravata dos meus olhos e minha cabeça começou a doer por culpa da claridade. Ele estava vestido com um roupão azul, seus cabelos não estavam penteados o que o deixava com um tom mais suave, ele fica mais bonito de cabelo desarrumado, acabei sorrindo com meus pensamentos e quando ele percebeu, ele mesmo acabou sorrindo de forma fofa. 

— Bom... Agora vou-lhe mostrar o seu quarto. — Disse e por fim, ele caminhou a minha frente. Abriu a porta e saiu, devagar comecei a segui-lo. 

Em direção ao corredor, ele parou em frente a porta com a placa escrita “아기 수면” assim que ele abriu a porta, franzi o cenho, era um quarto completamente fofo na verdade, assim que ele entrou rapidamente eu voei para dentro, e a única coisa que consegui conter era o grito, eu sempre fui de gostar de coisas fofas, parece até que ele me estudou. Soltei uma risadinha olhando ao redor e quando ele me olhou, eu quase pulei em seus braços, mais me contive o máximo que pude.  

— Bom... Acho que agora você percebe que vai ser mimada.  — Ele riu e eu assenti sorrindo sem graça.  — Vou pegar as roupas que peguei, mais se não couber você. Eu te dou as minhas, tudo bem? 

— Sim, Daddy.  — Respondi sorridente. 

JaeBum caminhou até um armário de cor branca e assim que o abriu, ele tirou uma camisola enorme azul claro, franzi o cenho quando vi, ele separou uma lingerie completamente branca e jogou em cima da cama e logo após ele fechou o guarda-roupa, e em seguida caminhou até mim quando ficou a minha frente ele me pegou no colo em segundos e logo após ele me jogou em cima da cama, acabei soltando uma risada sem perceber, em seguida me sentei na cama.

— Bom... Eu vou me arrumar... Então... Tchau.  — Ele riu e em seguida saiu. 

Acabei sorrindo novamente. Acho que podia confiar nele. Me vesti completamente e em seguida me sentei na cama, desta vez, de forma pensativa. Baguncei meus cabelos e comecei a pensar seriamente na minha vida. Por mais que tudo isso fosse ótimo. Não era isso o que eu queria... Tudo o que acabei de receber, é simplesmente lindo... Mais... É como se esse conto de fadas não fosse certo... Suspirei e me levantei da cama. Sai do quarto, e desci as escadas, em seguida quando iria sair, ouvi a voz dele me chamando e quando me virei assustada ele suspirou e bagunçou seus cabelos me olhando.

— Me desculpa por isso Daddy...  — Disse o olhando. 

— Não precisa pedir desculpas...  — Ele disse dando de ombros.  — Você é livre para fazer o que quiser, só quero que saiba que se alguém acabar te fazendo mal, é só contar até três que eu apareço, mais se eu te pegar de volta, significa que você deve ter ciência de quem você pertence. Se conseguir seguir a vida assim que sair daqui, você nem precisa se lembrar do meu nome. 

O olhei surpresa, esse cara realmente não para de me surpreender, olhei para os meus pés, em seguida o olhei, ele mantinha aquela expressão, sem mudar coisa alguma, curvei minimamente a minha cabeça e em seguida abri a porta e saí da casa, logo após a fechei, estava de noite e nem estava tão frio agora, acho que devo estar em outro país para ser exata, como tudo pode ser tão diferente?! 

Devagar comecei a caminhar, e assim que dei meus primeiros passos em direção ao portão de entrada dos carros, olhei para os lados e não vi nenhum ser humano, respirei fundo, fechei meus olhos por um breve minuto e logo após sai, olhando para os lados me sentia insegura, estava tudo escuro, as ruas eram diferentes, olhei para trás e comecei a sentir aquela leve impressão de que estava sendo vigiada, olhava para trás várias e várias vezes, JaeBum disse que não me seguiria pelo que eu entendi. 

Quando cheguei numa curva, vinha um rapaz puxando um garoto por uma coleira, no mesmo instante meu sangue gelou, com os olhos arregalados tentei voltar meus passos porém, parece que ele havia me notado e começou a puxar o garoto junto a coleira, quando iria voltar ao portão, o mesmo se fechou me deixando do lado de fora, eu não sabia o que fazer agora, o rapaz vinha a minha direção e quando ele chegou perto de mim, eu só soube não reagir, ele se aproximou do meu rosto, quase que a boca dele tocava meu rosto, ele abriu um sorriso de lado e em seguida puxou o menino da coleira para mais perto. 

— Me dê a reserva.  — Ordenou e logo o garoto entregou a ele.  — Parece que está com sorte hoje mocinha...  — Ele colocou a coleira ao redor do meu pescoço e quando eu tentei agir o garoto me segurou.  — Não é mesmo YoungJae? 


Notas Finais


e então? :1


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