História Yes! I'm a murderer! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor, Assassinato, Romance, Vingança
Exibições 19
Palavras 388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Segundo capítulo. Espero que gostem...

Capítulo 2 - A prisão


Fanfic / Fanfiction Yes! I'm a murderer! - Capítulo 2 - A prisão

Olhei há minha volta. Não acreditava no que via. Pessoas a serem torturadas e outras presas até que a morte as viesse buscar. Não conseguia parar de pensar nisso até que fui acordada para a realidade, quando fui empurrada para o chão.

“Diz me o que eu quero saber e viverás – enunciou o homem, que já eu bem conhecia. Comissário Kresimir – senão mando te para a fogueira”
Abanei a cabeça em sinal de aprovação e ele continuou.

Kresimir: “O que andavas a fazer no bosque há noite?”

Skaria: “Há procura de ervas medicinais”

K: “E para quê?”

S:“Para curar a minha avó que está doente.”

K:“Diz-me a verdade ou vou mandar alguém chicotear-te.”

S: “Eu estou a dizer a verdade!”

K:“ Não, não estás. Mas vamos ver se mudas de ideias. Chamem o chicoteador!”

S: “Nãããoooooo!”


Olhei e vi um homem a aproximar-se com um chicote na mão. Comecei a chorar.

S: “Por favor, eu faço o que quiserem, mas não, isso não.”

Vi o comissário a fazer um sinal de aprovação e senti uma dor nas costas.

S: “Aaahhhh!”

K: “Vou perguntar de novo. Para que querias  as ervas?”

S: “Para curar a minha avó.”

K: “Acho que não entendeste a pergunta. Para que querias as ervas?

S: “ Já disse era para curar… Aahhh!”
Kresimir dera-me um murro no estomago e eu contorciame de dor.

“Responde há minha pergunta.” Disse ele a rosnar.

S: “Era para curar a minha avó! É A VERDADE!”

K: “ Cinco vezes. Seis se ela cair. Põe-te de joelhos e conta as chicotadas” disse ele para o chicoteador.

S: “Ahh! – Gritei – uma”
S: “AH! Duas.”


Cada uma doia mais que a anterior. Na quarta chicotada já se via sangue pelo chão.

S: “Por favor… pare” – dizia a soluçar – Ahh, quinta”.

K: “Muito bem pode parar. – Afirmou Kresimir e de seguida olhou para mim estendida no chão - Se não me queres contar, o problema é teu. Amanhã volto aqui para te levar. Não tenho provas para te acusar de bruxaria mas acho que sei o destino ideal para ti.”
E começou a rir enquanto se ia embora.
Mas para mim qualquer coisa era melhor que a forca ou a fogueira. Qualquer coisa…


Notas Finais


E então?


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