História Yes! I'm a murderer! - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor, Assassinato, Romance, Vingança
Exibições 18
Palavras 375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Os vestidos estão no link nas notas finais

Capítulo 4 - O presente


Fanfic / Fanfiction Yes! I'm a murderer! - Capítulo 4 - O presente

Depois de me ter respondido aproximou-se de mim e sussurrou-me no ouvido.

R: “Não te preocupes, eu vou ser cuidadoso. Mas pensaste mesmo que ia escolher uma outra rapariga em vez de ti?”

S: “Sim, pensava.”

R: “Pois, mas estavas enganada. Agora vêm que eu vou mostrar-te a casa.”

Ramiro afinal não parecia ser tão mau afinal. Mostrou-me a cozinha, o quarto dele e todas as divisões da casa. Incluindo o local onde eu ia dormir. Fez tudo de uma forma muito educada, educada de mais para uma escrava.
No fim da visita só faltava uma divisão mas antes de a mostrar olhou para mim.

R: “Tens acesso livre a todas as partes da casa. Mas nunca entres nesta divisão. Estamos entendidos?”

S: “Sim.”

R: “ Ótimo. Só mais uma coisa. Acredito que não comes-te nada a manhã toda. Na cozinha está  uma tigela com sopa. É toda tua.”

S: “Obrigada.”

Dirigi-me há cozinha e comecei a comer a sopa. Eu realmente estava esfomeada. Já não comia uma boa refeição faz um tempo. E aquela sopa era ótima. Comi tudo e Ramiro apareceu.

R: “Parece que já terminaste. Preciso que venhas comigo ao mercado.”

S: “ Ok.”

O mercado ficava a cinco minutos. Durante o caminho não dissemos uma palavra.

Ao chegar passamos a parte da alimentação e dirigimo-nos para a zona da roupa.

R: “Toma. São 6000 escudos. Compra alga roupa para ti.”

S: “Eu não sei como lhe agradecer.”

R: “Não precisas. Eu venho já.”

Comprei um vestido preto e vermelho, outro verde e bege, e roupa interior. Ainda tinham sobrado 2000 escudos.
Esperei por o Ramiro não mais de cinco minutos. Quando o vi ele tinha algo às costas e uma caixa comprida na mão.

S: “Tome. São 2000 escudos. Não precisei deles.”

R: “Fica com eles. E isto é para ti.

Quando ele abriu as caixas não acreditava no que via. Uma flauta transversal e uma viola de arco novinhos em folha.

S: “Isto é muito caro. Não posso aceitar.”

R: “Eu estou a dá-los porque quero que toques para mim.”

S: “Mesmo assim escusava de o ter feito.”

R: “Anda vamos para casa.”

Afinal ele não era tão mau assim…



Notas Finais




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