História I'm So Sorry - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Suga, V
Visualizações 26
Palavras 3.554
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como eu já tinha dito:
Smut; Lemon and moan....

Capítulo 1 - OTTOKE?


Fanfic / Fanfiction I'm So Sorry - Capítulo 1 - OTTOKE?

Não sei se estava tonto pelo fato de que eu não parava de andar pela casa, ou pelo simples fato de que eu não tinha a mínima ideia de como terminar um relacionamento. Bom, talvez seja pelos os dois afinal eu não conseguia ficar parado de tão nervoso pois não sabia como terminar um relacionamento que já não fazia mais sentido. Tava na cara que eu era inexperiente.

Não queria dizer que eu não o amava, Min Yoongi foi a coisa mais maravilhosa que já me aconteceu depois que me mudei - temporariamente - para Seul por causa da bolsa de estudos na melhor faculdade de danças preparatória que ganhei. Ele chegou na minha vida sem avisos prévios e acabou me atraindo de diversas formas. Fui vencido pelo conforto dos seus braços e beijos, que tinha plena consciência de que coisas boas não duravam por muito tempo, a vida me ensinou isso e mais uma vez eu estava certo.

Três semanas do término da faculdade - já indo para a quarta - eu ainda não sabia o que iria fazer em relação a essa situação, mas hoje de manhã quando liguei para a minha mãe e vi o quanto estava doente e precisava dos cuidados do seu único filho, vi que eu simplesmente não tinha uma opção. Voltar para Busan depois de quatro anos e meio deveria me deixar feliz, no fundo eu estava mas assim como lá, aqui também iria deixar saudades. Saudades essas que agora tenho dúvidas de que um dia elas irão cicatrizar. Fiz amigos incríveis, conhece lugares maravilhosos, mas o mais importante: encontrei o amor. Não só pela dança pois esse só aumentou, mas falo do amor recíproco, único, sentido por duas pessoas, como se tudo ao redor só desse certo.

Olhei as minhas malas pela décima vez, apenas duas malas grandes de cores cinza, estavam discretamente ao lado de um pequeno guarda-roupa fajuto de cor preta e gavetas brancas, lá estava tudo o que eu tinha: as roupas, presentes que ganhei antes da formatura de amigos que fiz; um porta-retrato com a única foto da minha mãe e eu - ela estava em uma maca hospitalar, arrodeada de aparelhos que foram estalados em seu quarto para ajudá-la a respirar melhor - e claro, uma camisa do Min que ele havia se esquecido na sua ultima visita.

 Como eu e a minha ommoni morávamos sozinhos (meu pai havia ido embora quando eu tinha apenas treze anos, depois disso nunca mais ouvimos falar dele), antes que eu pudesse me mudar temporariamente para Seul, deixei ela sobre os cuidados da minha tia (sua irmã do meio). Chegando em Seul, tratei logo de arranjar um trabalho para ocupar o tempo extra que eu tinha, para que eu pudesse ajudar nas despesas da casa em que dividia com uns amigos da mesma faculdade, quanto para ajudar nas despesas da minha mãe.

Nesse meio tempo, acabei conhecendo um cara compulsivo e atencioso. Demorei um pouco para perceber que o seu jeito desleixado, meio rude e possesivo era o que mais me atraía. Demorei mais ainda que mesmo não tendo uma harmoniosa relação (brigas de ciúmes, desconfianças banais e seu egoísmo) vi que o que mais nos atrapalhava era o seu trabalho. Com apenas 23 anos, Suga tinha todo o seu tempo controlado nos mínimos detalhes, como era um solista muito bem renomado e muito talentoso, seu tempo era minimamente cronometrados.

Apesar dos raros momentos em que tínhamos, eu estava feliz, tê-lo ao meu lado era melhor do que nada. Eu tinha que lidar com a compreensão, entendia o seu lado mas quem sempre sobrava na história, era eu. Quando vi que tinha duas escolhas a fazer, tive que aproveitar o momento para pensar. Eu não queria ser egoísta, mas precisava pensar em mim. Min Yoongi não sabia de nada, havia voltado ontem de um show fora do país e já estava com outros planejados para semana que vem, achei que seria uma ótima oportunidade para lhe dar a notícia mas bem no fundo eu tinha medo que ele me fizesse mudar de ideia, ele sempre teve um certo controle sobre mim, e isso me assustava.


Quando escutei duas batidas na porta, meu sangue congelou, e o enjôo voltou em dobro. Eu não estava preparado em hipótese alguma, escolher entre as duas pessoas que eu amo é inquestionável mas sabia que isso precisava ser feito, eu sabia o que era certo.

Com passos cuidadosos e lentos, cheguei até a porta, respirei bem fundo como se pudesse ingerir coragem o suficiente para não desfocar do meu objetivo. Não sei como ele reagiria, Yoongi é a pessoa mais imprevisível que já conheci, tinha medo de ceder ao seus caprichos, mas era a minha mãe que precisava de mim agora, isso era indiscutível.

Abre a porta de leve ainda com um pouco de receio. Min estava encostado na parede ao lado da porta, com as mãos no bolso da calça de couro preta, desleixadamente. Seus cansados olhos castanho escuro entraram em meu campo de visão, fazendo com que um frio congelante percorresse toda a minha espinha.
- Hei - sorriu travesso -, saudades? - sai do transe quando o vi se movimentar em minha direção. Seu rosto mostrava o quanto estava cansado, eu só queria reconfortá-lo.

Me afastei da porta dando-lhe espaço para que pudesse entrar, quando passou por mim de cenho franzindo vi o quanto sentia a sua falta. Nos víamos cinco vezes por mês, não saíamos e nem nada, só ficávamos aqui curtindo um ao outro, aproveitando o máximo de contato que poderíamos nos ter, a vontade de ser segurando pelos seus braços era quase incontrolável.

Quando fechei a porta, virando-me para ele, vi que me observava atentamente, seu cenho sempre franzindo quando detectava alguma coisa errada.
- Saudades? - repetiu esperando uma resposta. Alguns meses atrás eu teria me jogado em seus braços e sei que é isso que ele espera.
- Hum... - eu nunca fui falante, mas também nunca fui tão calado, eu sempre sabia o que dizer mas hoje as palavras simplesmente voaram sobre minha cabeça. Passei as mãos no cabelo na tentativa de clarear a minha mente: eu precisava ser breve.
- O que tá acontecendo Taehyung? Porque esta tão... - ele deu um passo para frente e com espanto eu dei um para trás. - Taehyung...
- Yoongi, me escuta - faço uma pausa rápida para encontrar as palavras certas -, eu o chamei aqui hoje por que... por que nós... eu...
- Taehyung, desembucha! - bravejou jogando as mãos para o alto. Ao ver que treme com o tom da sua voz, ele suspirou. - TaeTae, se você esta chateado comigo porquê eu andei esses dias ausente, você sabe que estou muito ocupado, estamos muito atarefados por causa das gravações do novo álbum, tem shows, entrevistas, ensaios, performances...
- Yoongi - interrompe -, eu... nós... - meu coração batia tanto que por um momento pensei que ele também pudesse ouvi-lo pulsar.
- Aconteceu alguma coisa? - olhei-o nos olhos, pegando todo o ar que podia.
 - Nós temos que terminar... quer dizer, eu quero terminar - corrige me xingando mentalmente. Yoongi, que estava calado com o cenho ainda franzindo, não tirava seus penetrantes olhos castanhos de mim.

Ele se afastou e passou as mãos no cabelo bagunçando-os pelo caminho.
- 'Cê' ta de brincadeira, não é? - sorriu sem graça. Ficamos em silêncio por um longo tempo. Eu queria tanto chorar que até engolir o choro era de mais para a minha garganta, se eu falasse alguma coisa corria o risco de tropeçar em palavras e acabar o dizendo coisas que não devia. Percebendo que a sua pergunta não seria respondida, ele resolveu tomar o meu silêncio como uma resposta. - Por que Taehyung? Por que isso agora?
- Yoongi...
- Você tá terminado comigo por motivos fúteis? - murmurou, com os olhos avermelhados e ofegante, ele se encontrava com algumas mechas de seu cabelo esverdeado pro alto entre outros pregados na testa por causa do suor. - Me responde Taehyung! - falou entredentes.
- Yoongi, por favor, acalme-se - minha voz saiu por um fio. Ele não tinha ideia de como estava sendo difícil pra mim fazer tal coisa. Tudo o que o eu queria era ser feliz e sabia muito bem que com ele desse jeito não seria, e principalmente, seria um fardo para ele.
- Calma o cacete! - ele deu um passo a minha frente. - Que porra de brincadeira é essa?
- Não é nenhuma brincadeira Yoongi - fui pego de surpresa quando ele me agarrou com força pelo braço, fazendo-me chiar pelo imprevisto.
- Taehyung, não brinque comigo - sussurrou -, não faça isso - eu não conseguia pensar direito, estava perdido de mais na dor que sentia por meu braço sendo esmagado por mãos fortes, até ser despertado ao sentir o outro descansar a testa sobre a minha.
- Yoongi... não torne isso mais difícil - disse com dificuldades. Eu queria tanto não chorar, eu queria ser forte quando estou com ele mas infelizmente eu não sou nada. Ele me desarma completamente.
- Taehyung, eu te amo - fungou, apertando ainda mais os meus braços que logo reclamei por causa da dor que chegava a percorrer o seu corpo inteiro. Yoongi estava sendo bruto como sempre fazia quando estava preste a perder a paciência. Eu só conhecia esse lado quando estávamos completamente cegos de desejo um pelo outro. O lado Yoongi. - Você não me ama mais é isso? - sussurrou mais uma vez, levantando o olhar ele limpou as minhas bochechas com as costas da mão carinhosamente, uma tentativa falha pois eu não parava de chorar.

Colocando os braços cuidadosamente em volta da minha cintura, Suga nos aproximou colando o seu corpo febril e suado no meu. O calor era tão grande, que chegávamos a respirar pela boca. Seu corpo colado ao meu, sua respiração ofegante e quente chicoteando o meu rosto, seus lábios macios tão perto...

A minha respiração  foi cortada quando o ele, desesperadamente, me beijou. Ele me beijava como se fosse a única coisa que sabia fazer, como se só dependesse daquilo. Era um beijo necessitado, tanto para mim, quanto para ele. Nós não deveríamos fazer isso, tentei me afastar mas acabei sendo imprensado na parede, com fortes palpadas e chupões violentos no pescoço. Eu tentei resistir em todas as suas impiedosas investidas, mas no fim acabei cedendo as carícias que tanto aclamei e adoro.

Cruzei as pernas em volta dele, e acabei sendo imprensado mais ainda contra a parede, me mexe sobre o seu colo sentindo-o o quanto estava duro, me fazendo gemer baixinho enquanto era  fortemente apalpado. Eu puxava sem piedades o cabelo da nuca dele com força a medida que sentia ele distribuir chupões em todo o pescoço, que já estavam ficando violentamente roxos.

A uma hora dessas eu não me lembrava mais qual era o motivo principal dele estar ali. Nada importava nesse momento, só o desejo reprimido, sensível a flor da pele, que nos cegava do real objetivo. Yoongi e sua pequena impaciência, começou a roçar a pelves de encontro ao meu, pegando-me de surpresa com uma investida forte fazendo com que eu cravasse as unhas em seu ombro coberto pela camisa.

Me desvencilhei do seu colo, tentado recuperar o máximo de ar perdido, mas o mesmo não me dando uma trégua, me arrastou para o meu quarto. Sua pressa foi tão grande que nem notou as grandes e notáveis malas. Depois que me fez deitar na cama de solteiro, Yoongi tirou a camisa logo descartando-a no pé da cama. Dava para ver o quanto cansado estava mas sabia que ele precisava disso assim como eu.

 Se encaixando no meio das minhas pernas, ele começou um leve e lento roçar, uma fricção lenta e gostosa; enquanto mordia, entre beijos ardentes, o meu lábio inferior e os puxava com força.

- Eu amo você Kim Taehyung - meu coração bateu mais forte e perdi a consciência quando ele me beijou lento e apaixonado. Eu saberia diferenciá-lo até de olhos fechados. Era um beijo especial, com sentimentos que só nós poderíamos sentir. Era o mesmo beijo que ele me deu quando eu disse "sim" para o seu constrangido pedido de namoro.

 Eu me sentia em o mais puro êxtase só de sentir o roçar torturante que o Yoongi estava fazendo. Deslizei apressadamente as mãos para o zíper da sua calça, mas acabei me atrapalhando, Suga vendo o meu desespero e sorrindo travesso, ele se encarregou de se desfazer da calça mas acabei me frustrando ao vê-lo ainda de cueca. Fiquei um pouco confuso, ele nunca foi fã de preliminares mas acabei me distraído quando ele segurou o meu queixo com força me fazendo olhá-lo por um breve segundo antes de eu me perder completamente em línguas e lábios, mordidas e chupadas, distribuídos não só na minha boca mas em toda a extensão do meu pescoço já marcado.

Com o seu jeito impaciente de ser, ele tirou sem cerimônias as minhas roupas me deixando assim como ele: apenas de cueca.  Min Yoongi  desceu os beijos do meu pescoço para os meus mamilos ultrassensíveis; dos meus mamilos para o abdómen até chegar no meu impaciente, duro e melado pênis.

Abaixando a minha cueca box até fica da altura dos joelhos, meu pênis desesperado por atenção, foi envolvido com mãos ágeis e firmes. Yoongi começou a passar o polegar na inchada e vermelhada glande, em movimentos circulares, fazendo-me contorcer e arfava pela sensação gostosa que estava sentindo, em poucos segundos já gemia e respirava com dificuldade o bastante para saber que o meu ápice estava perto.

Vendo que não demoraria muito para isso acontecer, fiz com que parasse (não queria gozar, ainda), sentei na beira da cama, e o fiz ficar de pé de frente pra mim ficando da altura da sua cintura. Reparei o quanto excitado estava, e ansioso para prová-lo abaixei a sua boxer. Percebendo que ele prendeu a respiração, agarrei firme o seu pênis e em apreciação ele jogou a cabeça para trás com a boca entreaberta. Eu sabia muito bem o que estava fazendo, eu sabia que o Min Yoongi era muito sensível e adorava quando era tocado. Eu sabia pois o amava. Amava as suas reações, seus gemidos era como músicas para os meus ouvidos, seu gosto era como um vício sem volta.

Alternando entre, masturbadas lentas e lambidas felinas na glande, acabei por colocá-lo todo na minha boca, fazendo sons completamente obscenos. Há cada segundo que passava seus gemidos iam enchendo o cômodo todo. Suga, impaciente para ter o seu alívio, enfiou as mãos no meu cabelo controlando brutalmente cada movimento, até anunciar o seu ápice, não demorando muito até eu vê-lo se masturbar novamente. Uma cena completamente sexy, Min Yoongi tinha plena consciência do quanto isso me excitava. Quando terminou, deitou-se sobre mim em um encaixe perfeito, chiamos quando os nossos pênis supersensíveis se esbarraram um no outro, o sujando-o com o seu quente e viscoso gozo.

Ficamos estáticos por alguns minutos, eu não conseguia processar o que realmente estava acontecendo, a respiração quente dele no meu pescoço, o cheiro dele se juntado ao meu, seu corpo nu e suado... Realmente eu o amava, mais que tudo. Por que a vida tem que ser assim?

Fui tirado do meu eixo quando um movimento seu me trouxe a realidade. Passando a palma da mão na minha molhada glande, ele espalhou meu pré-gozo em toda palma antes de espalhá-las em todo o seu comprimento. Extasiado pela visão que me proporcionava, morde o seu queixo sugando a pele que se encontrava logo abaixo.

Sem mais delongas, ele não pensou duas vezes em me penetra de uma vez arrancando-me um grito que foi impossível de deixa escapar da minha garganta. Começando com um torturante vai e vem lento e forte, aonde tirava quase todo e colocava bem devagarinho, logo mudou para estocadas fundas e rápidas: uma, duas, três...

- Yoongi-ah... me toca.

Choraminguei ao cravar as unhas em seu ombro. Sem que eu pedisse novamente, Suga, sem perder o ritmo das estocadas, me fez ter um espasmo quando fez pressão na minha glande, espalhando pré-gozo em todo o meu falo, até começar a me masturbar sem piedade.

Ainda não satisfeito e a procura do meu alivio rápido, troquei de posição sentando sobre ele sentindo o seu falo me preencher totalmente. Geme alto quando ele deu um impulso com a cintura para cima e senti um certo pontinho meu ser atingindo. Ficamos assim até não aguentarmos mais e gozarmos.

Esgotados, ficamos abraçados descansando na minha pequena cama. Eu estava tão feliz que não parava de sorrir, normalizei a minha respiração no mesmo ritmo que o seu coração havia levado para desacelerar. Aninhado em seus braços e já calmo e totalmente alheio um ao outro, de repente escutamos o toque do seu celular ecoar pelo quarto, estourando a minha bolha da felicidade me trazendo a dura realidade.

Senti que ele ficou tenso debaixo de mim, nós sabíamos muito bem o que aquilo significava: o trabalho sempre nos atrapalhando. Yoongi pigarreou antes de falar o meu nome, aquela era a deixa de que já estava na sua hora de ir.

 Sem dizer uma palavra, me sentindo tão estupido pelo que acabamos de fazer, me arrastei até o guarda-roupa pegando a primeira peça que serve-se para me cobrir.
- Taehyung, por favor, me escuta...
- Vai embora! - gritei irritado com ele e com o celular que não parava de tocar. Me sentindo um idiota com letras maiúsculas por ter cedido a ele, desejei com todas as minhas forças poder sumir... ou que ele sumisse.
- Porra! O que quer que eu faça? Eu te amo Taehyung, isso não basta pra você? - explodiu logo levantando da cama para catar as peças de roupa pelo chão e as vestindo-as.

 Só o amor não bastava? Eu pensava que sim, mas e a atenção? A compreensão? E a vontade de dormir com ele e saber que no dia seguinte ainda irei tê-lo ao meu lado? Ser deixando de lado por eventos e entrevistas; ser lembrado semanas depois do meu aniversário ou simplesmente só nos vermos apenas cinco vezes por mês?! Era óbvio que não era o bastante, queria mais, queria andar por ai de mãos dadas, curtir um cinema ou simplesmente passear como um casal normal mas eu sempre me contentei com os nossos encontros em um pequeno apartamento que eu dividia com uns amigos da faculdade. Sempre foi assim. Mas agora tudo tinha sido em vão, eu precisava voltar para Busan, isso era a única certeza que eu tinha nesse momento.

- Quer saber... - viro-me para ele que estava sentado na beira da cama calçando as suas Timberland - ... esquece. Você sabe muito bem que compreendo o seu relacionamento com o trabalho e vou fazer um favor a você.
 
Andei em direção a porta da sala, não demorando muito para que ele já se estivesse atrás de mim. Sem mais delongas abri a porta de entrada.
- O que quer dizer com isso?
- Não vou fazer você escolher entre mim e o seu trabalho -  fiz um sinal com a cabeça para que ele saísse. Mesmo com a franja cobrindo a sua testa, dava para ver que Min Yoongi tinha o seu famoso cenho franzido. Quando vi que iria me questionar o seu celular tocou mais uma vez, o atendendo no quarto toque.

 Passando a costa da mão para enxugar o suor que descia da sua testa, eu o via falar no celular.
- Hm?..., sim, sim, eu sei, desculpa - pausa -, tudo bem, já estou indo - suspirando pesadamente deu de ombros como se estivesse pedindo desculpas por aquilo e realmente estava, pois tinha a plena consciência de que era um dos principais motivos das nossas brigas.
- Yoongi, você é muito bom no que faz, não sou egoísta aponto de fazê-lo tomar uma decisão tão difícil - suspiro. - Eu estou voltando para Busan, já terminei a minha faculdade então resolvi voltar, ficar por um tempo. - eu sabia muito bem como ele era cabeça dura, se acostumar com a idéia - depois de tudo o vivemos - era muito difícil, para nós dois.

Me olhando perdidamente, ele sorriu incrédulo.
- Você... - balançou a cabeça negativamente me fitando com um olhar sério. Não havia nem um pingo de humor em sua voz, sua irritação coloria as suas bochechas. Já o tinha visto bravo antes e quando ta assim ninguém é capaz de segurá-lo. - Taehyung isso é loucura! - bravejou fazendo-me sentir um frio na espinha. Eu queria gritar também, ele não era o único que estava irritado mas sabia que não adiantaria, não chegaríamos a lugar nenhum.
- Eu sinto muito. - fechando a porta, tranquei-a logo em seguida. Eu já podia sentir as minhas pernas bambas, tentei me segurar em qualquer coisa mas a medida que escutava as batidas desesperadas do outro lado, ficava ainda mais difícil de suportar.

 Sentado no pé da porta, abracei os meus joelhos enfiando o meu rosto molhado entre eles na tentativa de não escutar as súplicas raivosas e o meu nome que era aclamado do outro lado da porta em que ele não parava de bater.


Notas Finais


É primeira vez que POSTO um Lemon, ando testando o poder dessa escrita - rs - pra preparar o lemonRomenc do AWE-VKOOK.

No que precisa melhorar????? Eu sei que precisa.
Críticas construtivas são muito bem vindas.


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